GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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sábado, 14 de dezembro de 2019

Vox: aprovação de Lula aumenta e 60% consideram que governo Bolsonaro segue caminho errado

Segundo informa pesquisa da Vox Populi divulgada neste sábado, a aprovação de Lula saltou de 48% para 55%. Enquanto isso, para 60% dos entrevistados, o governo Bolsonaro segue no caminho errado



Uma pesquisa Vox Populi sobre o primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro, feita a pedido do Partido dos Trabalhadores, realizada nos dias 2 a 10 de dezembro, revela que a popularidade de Lula aumentou. Em abril, enquanto ainda era preso político, Lula tinha 48% de apreciação. Já em liberdade, em dezembro, Lula obteve 55% de popularidade.


Já Bolsonaro segue o caminho oposto. 60% dos entrevistados consideram que o ocupante do Planalto segue no caminho errado e 34% consideram que ele está sendo um presidente pior que Lula.


A pesquisa Vox Populi consultou 2.004 pesssoas. 
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Maia ataca política externa de Bolsonaro e Ernesto Araújo, que faz 'besteira'

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) fez duros ataques nesta quinta-feira à política externa de Jair Bolsonaro e sua submissão aos Estados Unidos, e criticou severamente o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que faz "besteiras"


Em visita à Europa com uma delegação de deputados, o presidente da Câmara dos Deputados abriu nova frente de luta contra o governo de Jair Bolsonaro - a política externa. 
A bordo de um avião da FAB para Genebra, na Suíça, Mais conversou com Roberto Azevedo, o diretor-geral da OMC.
Nos próximos dias, o deputado do DEM visitará dias organismos internacionais e a ONU, entidade frequentemente criticada pelo chefe do governo de extrema-direita do Brasil, assinala o jornalista Jamil Chade, especilaista na cobertura de política internacional. 
Ao ser questionado por jornalistas brasileiros sobre a diplomacia brasileira em seu primeiro ano de gestão de Ernesto Araújo no Itamaraty e a opção por um alinhamento aos EUA, Maia foi duro e alertou que não existe hoje reciprocidade, informa o jornalista.
Na visão de Maia, a prioridade da Casa Branca hoje não é o Brasil e só se interessa pela América Latina por conta da ameaça que pode existir de uma maior implicação chinesa na região.
Questionado se a política externa de Bolsonaro deveria mudar, ele deixou claro sua insatisfação com Araújo.
O presidente foi eleito e a política externa é do governo. Agora a minha posição em relação ao ministro das Relações Exteriores é uma posição muito crítica. Acho que ele é muito ideológico e não defende os interesses práticos, pragmáticos dos brasileiros na relação com outros países. Fez mudanças em embaixadores só do ponto de vista ideológico, só porque tinham sido ministros da Dilma, uma besteira, os embaixadores são funcionários de carreira, vão atender a todos os governos respeitando a orientação do governo eleito.


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Brasileiros confiam mais em Lula do que em Bolsonaro, nova pesquisa Datafolha

O resultado de nova pesquisa Datafolha: os brasileiros confiam mais em Lula que em Bolsonaro, isso talvez explique porque a Lava Jato voltou a atacar a família de Lula
A nova pesquisa Datafolha, divulgada nessa terça-feira (10), revela um dado interessante ,que pode ser uma “dor de cabeça” para o governo, segundo a pesquisa as pessoas confiam mais em Lula do que em Bolsonaro.

Segundo a pesquisa:
  1.  25% confiam plenamente no que Lula diz.
  2. Os que confiam as vezes no ex-presidente são 36%
  3. Os que nunca confiam são 37%
O Datafolha já havia revelado que 80% dos brasileiros desconfiam das declarações do presidente Bolsonaro, com relação ao ex-presidente Lula esse percentual cai para 73%. Com relação a Bolsonaro os números são: 43% nunca confiam no presidente, 37% afirmam que confiam as vezes e 19% confiam sempre.
Com relação a condenação do ex-presidente Lula, a pesquisa mostra uma mudança em relação a percepção dos brasileiros. Hoje 54% acham justo a liberdade do ex-presidente, contra 42% que acham injusto.  Em abril de 2019, porém o número dos que achavam justa a prisão de Lula, era de 54%, em outubro de 2019 o número caiu para 51%.


O apoio maior de Lula em relação a sua libertação vem do Nordeste, cerca de 71% acham justa sua liberdade.

O ex-presidente tem boa aprovação entre jovens de 16 a 24 anos e entre pessoas com escolaridade de ensino fundamental, faixas em que o apoio a sua libertação chega a 61%. Já entre os de renda mais elevada,a tendência se inverte, com 59% de reprovação, entre pessoas com renda acima dos 10 salários mínimos.


A pesquisa Datafolha ouviu 2.948 pessoas, em 176 municípios, na semana passada.  Margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
Com informações da Folha de São Paulo

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Maioria considera justa libertação de Lula, diz Datafolha

Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, 54% dos entrevistados aprovam a ibertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após decisão do Supremo Tribunal Federal contra prisao após codenação em segunda instância


Para a maioria da população foi justo soltar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpriu pena durante 580 dias como preso político da Lava Jato. É o que aponta a mais recente pesquisa Datafolha. 


De acordo com o levantamento, 54% dos entrevistados entendem que a libertação de Lula foi justa, ante 42% que a consideram injusta. Disseram não saber 5% dos entrevistados.   



A pesquisa ouviu 2.948 pessoas entre os dias 5 e 6 de dezembro em 176 municípios pelo país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.    
O ex-presidente conquistou a liberdade depois da decisão Supremo Tribunal Federal que mudou antigo entendimento da corte e considerou inconstitucional a prisão de réus condenados que ainda tenham recursos pendentes em cortes superiores, como é o caso de Lula - indica reportagem de Felipe Bächtold na Folha de S.Paulo. .



Acusado de corrupção e assédio, pastor Marco Feliciano é expulso do Podemos

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado está em viagem com o chanceler Ernesto Araújo e ainda não comentou a decisão do partido


O deputado federal Marco Feliciano (SP) foi expulso nesta segunda-feira (9) de seu partido, o Podemos, devido a uma série de denúncias de corrupção contra ele. Vice-líder do governo no Congresso e pré-candidato a vice de Bolsonaro em 2022, Feliciano protagonizou um episódio que levantou suspeitas até entre sua base evangélica quando gastou R$ 157 mil em tratamento dentário.


Na denúncia apresentada por filiados e aceita pelo presidente estadual do Podemos em São Paulo, Mário Covas Neto, Feliciano é acusado de corrupção, assédio sexual, recebimento de propina, pagamento a funcionários fantasmas, até comentários incompatíveis sobre o cantor Caetano Veloso. Um dos casos destacados é o do tratamento dentário.


Na decisão, o partido aponta “incompatibilidade programática e comportamento incondizente com as diretrizes”, em meio a um esforço de se firmar como a legenda oficial da Lava Jato, porém afastada do núcleo bolsonarista.


A ativista Patrícia Lélis, responsável por uma das denúncias de assédio sexual contra Feliciano, comentou a decisão. “Marco Feliciano foi expulso do partido Podemos, após uma série de acusações envolvendo inclusive assédio sexual no gabinete. Volto a dizer: Não fui a primeira vítima do Feliciano e muito menos a única, apenas a primeira a denunciá-lo”, publicou.
Feliciano ainda não comentou a expulsão. Ele está em viagem com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
Com informações do Estado de S. Paulo

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Oposição derrota Moro e pacote anticrime é aprovado sem excludente de ilicitude

Deputados da oposição classificaram a votação como "vitória do combate ao crime e derrota simbólica de Moro e Bolsonaro"


Por 408 votos a favor, 9 contra e 2 abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou  nesta quarta-feira (4) o projeto de lei do pacote anticrime (PL 10372/18) com as modificações feitas no Grupo de Trabalho que analisou o texto. A aprovação foi vista como uma vitória pela oposição, que conseguiu aprovar um texto sem pontos vistos como importantes pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

“Vitória do combate ao crime e derrota simbólica de Moro e Bolsonaro”, foi como avaliou o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), favorável ao texto aprovado na Casa. “Aprovamos um conjunto de leis construído desde a legislatura anterior e derrotamos as excrecências do juiz Moro e Bolsonaro, como o excludente de ilicitude, alterações nas delações, a prisão em segunda instância”, disse.
O projeto que recebeu apoio quase unânime da Câmara foi construído por consenso em GT que retirou pontos polêmicos como o excludente de ilicitude. O tema pode ser apresentado como emenda pela Bancada da Bala. No acordo feito entre líderes partidários, o ponto não voltaria ao projeto.


“O eixo principal do projeto enviado era o excludente de ilicitude, a segunda instância, o fim da audiência de custódia, pontos rejeitados que transformariam o Brasil em um estado penal. Tem vitórias e derrotas a todos”, pontuou Marcelo Freixo (PSOL-RJ).
Todos os partidos, com exceção do PSOL, orientaram voto favorável ao texto. O PSOL liberou a bancada, que se dividiu sobre o texto. Dos nove votos contrários, quatro foram de parlamentares do PSOL e três do PT. As duas abstenções foram do PT. Confira aqui como votou cada parlamentar.


O partido Novo perdeu na votação de um destaque que tentava retirar do texto a instituição do juiz de garantias. O placar ficou em 256 a 147. Com o juiz de garantias, o juiz que instrui o processo é proibido de julgar o condenado.
URGENTE!A @camaradeputados aprova o seu pacote anticrime retirando excrecências de @SF_Moro como excludente de ilicitude(a licença p/matar),como o fim de audiências de custódia,como a regra de depoimento apenas por videoconferência.

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Fonte: Revista Fórum

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

“Me enganei sobre o Trump”, dispara Bolsonaro

Presidente diz que está tentando renegociar a elevação da tarifa imposta pelos EUA sobre o aço e alumínio brasileiros


Em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, na noite desta segunda-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro já avalia que pode ter se enganado ao encampar uma política completamente subserviente aos Estados Unidos. Mais cedo, o presidente estadunidense, Donald Trump, anunciou pelo Twitter o aumento das tarifas de todo aço e alumínio importado do Brasil e da Argentina como retaliação à desvalorização “maciça” de suas moedas frente ao dólar.


De acordo com Bolsonaro, que mais cedo afirmou que, “qualquer coisa”, telefonaria para Trump, a equipe econômica do governo está tentando negociar o aumento das tarifas. “Caso não tenha sucesso, me enganei sobre Trump”, disparou.
AI-5
Na mesma entrevista, Bolsonaro defendeu o ministro da Economia, Paulo Guedes, por conta de declaração pró-AI-5. “Citar o AI-5 eu não vejo nada demais. Não vejo motivo para tanta pressão por causa disso aí. Pediram até a cabeça do Paulo Guedes por isso aí. Paulo Guedes está firme. O Brasil esta mudando com o comando do Paulo Guedes. No comando da questão econômica, evidentemente”, afirmou.


“Não existe isso de cassar direitos. Se quiser cassar direitos, tem que passar pelo Parlamento”, completou.
O presidente disse também que seu maior mérito tem sido a escolha dos ministros e afirmou não enxergar erros no governo. “Não vi erro no governo. Se tivemos pequenas falhas, peço desculpas”, disse ainda.


Fonte: Revista Fórum

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

🎥Lula humilha Bolsonaro e ensina como se lida com os americanos

Lula reagiu à humilhação pública que Bolsonaro sofreu por parte de Donald Trump na manhã desta segunda-feira, quando o presidente dos EUA anunciou tarifas contra o aço e alumínio do Brasil para retaliar a alta do dólar frente ao real. Trump ignorou completamente tudo o que Bolsonaro entregou aos EUA nestes 11 meses de governo e nem sequer conversou com ele antes.




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Bebianno diz que já cabe impeachment de Bolsonaro

Gustavo Bebianno se filiou neste domingo (1º/12) ao PSDB e assumiu a presidência do diretório municipal do Rio de Janeiro. A cerimônia de filiação contou com a presença do governador tucano João Doria.


De acordo com Bebianno, a democracia está em risco e tudo o que Bolsonaro quer "é um pretexto para a adoção de medidas autoritárias".

Em entrevista ao UOL, o ex-secretário geral da Presidência da República, diz que como presidente do diretório municipal do PSDB no Rio de Janeiro, tem planos mais amplos, em escala nacional.


Bebianno considera um "ato de retrocesso, um absurdo" a perseguição ao jornal Folha de S.Paulo, um fato grave que "abre uma porta até para um pedido de impeachment do presidente, uma vez que ele afronta a liberdade de imprensa defendida pela Constituição".


Fonte: Brasil 247

‘Se for o caso, ligo pro Trump’, diz Bolsonaro ao saber de tarifas sobre aço e alumínio

Presidente brasileiro foi pego de surpresa na saída do Palácio da Alvorada ao saber da retomada de tarifas sobre aço e alumínio



O presidente Jair Bolsonaro foi pego de surpresa, na manhã desta segunda-feira 02, ao descobrir que de importação sobre o aço e o alumínio do Brasil.


A tarifa sob o aço e alumínio tinha sido aliviada para Brasil e Argentina em agosto de 2018, em um acordo que criou cotas específicas de importação sem uma tarifa adicional caso as empresas comprovassem falta de matéria-prima nos EUA.
Na época, Donald Trump travava mais um episódio da guerra comercial que estabelecera com a China e adotava medidas protecionistas à indústria norte-americana. Ele chegou a considerar a retomada das taxas para o Brasil, mas a decisão foi revista.


Fonte: Carta Capital

domingo, 1 de dezembro de 2019

Popularidade de Bolsonaro cai em monitoramento feito pela Atlas Político para bancos

Para cientista político Andrei Roman, da empresa que faz monitoramento diário para clientes do sistema financeiro, declarações autoritárias em defesa do AI-5 e achaques à imprensa e a ONGs impactaram no aumento da rejeição de Bolsonaro


Os arroubos autoritários dos últimos dias, em que brigadistas de ONG foram presos no Pará, o ministro da Economia, Paulo Guedes, ameaçou um novo AI-5 e Jair Bolsonaro escancarou a perseguição contra veículos da imprensa, proibindo a Folha de S.Paulo de participar de editais do governo e lançando um boicote contra anunciantes do jornal, fez com que aumentasse a rejeição do capitão.


Segundo o cientista político Andrei Roman, da Atlas Político, o número de apoiadores que consideram seu governo ótimo ou bom caiu de 27,5% no dia 12 de novembro, para algo em torno de 25% neste sábado (1º).
A empresa, que faz um monitoramento diário nas redes sociais para clientes do sistema financeiro, aponta uma tendência de queda da popularidade de Bolsonaro. “A rejeição voltou a subir”, explicou Roman ao site do jornal El País, sem precisar quanto. No último levantamento da Atlas, no dia 12 de novembro, estava em 42,1%.


Fonte: Revista Fórum

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro desdenha de provável expulsão do PSL

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que a decisão da cúpula do PSL de suspender os seus direitos políticos-partidários por um ano "não o preocupa". O parlamentar disse não estar preocupado com possibilidade de perder a liderança do partido na Câmara e afirmou que se dedicará à formação partido criado por Jair Bolsonaro após o racha dentro do PSL. A sigla suspendeu 14 deputados “bolsonaristas” alvos de processos disciplinares. Eduardo foi um dos quatros parlamentares a receber a maior punição.


"Para ser sincero, não me preocupo com isso (a saída do partido). É óbvio que sair do partido implica em sair das comissões, mas nada disso me faz perder o sono porque a minha moral com o meu público continua a mesma. Agora, eles que vão ter que se explicar", disse ao jornal O Estado de S.Paulo.


"Nunca imaginei que seria cassado por deputados que durante a eleição falaram que ia colocar as suas energias para tentar acabar com a corrupção sendo que eu não cometi nenhum crime. Não roubei, não cometi corrupção e nada disso", acrescentou.


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Derrota de Moro: Congresso adia palhaçada da segunda instância para 2020

Por Erick Gimenes, no Brasil de Fato – Líderes do Congresso fecharam acordo, nesta terça-feira (26), para que a discussão sobre prisão após segunda instância seja centralizada na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita na Câmara. Com isso, o projeto de lei (PLS) que trata do mesmo tema no Senado será engavetado.


Participaram da reunião em Brasília (DF) os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), líderes partidários e o ministro da Justiça, Sérgio Moro.

A discussão veio à tona após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que possibilitou a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 8 de novembro. Desde então, parlamentares contrários a Lula se movimentam para mudar as regras de soltura.



O caminho da PEC é o mais árduo para se chegar a uma decisão – depende de aprovação de três quintos das duas Casas, em dois turnos. Já um projeto de lei é aprovado por maioria simples. Por isso, um eventual resultado só deve sair em 2020.

O acordo gerou reação imediata de parlamentares "lavajatistas". O autor do projeto engavetado no Senado, Lasier Martins (Podemos-RS), disse que, para ele, a PEC e o PLS deveriam ir paralelamente aos plenários. “Líderes estão decidindo por minoria contra a ampla maioria das duas Casas e da população”, comentou.


Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Bolsonaro terá partido de aluguel para disputar eleições de 2020

O Patriota pode ser o partido de aluguel dos bolsonaristas em 2020.

Adilson Barroso disse para O Globo que está negociando com Jair Bolsonaro:


“O partido dele não deve ficar pronto para as próximas eleições. Estou acertando com ele para colocar o povo dele aqui no Patriota nesta eleição para se candidatarem.”


Fonte: O Antagonista

Eleição apertadíssima no Uruguai: Direita na frente por menos de 34 mil votos

As eleições no Uruguai, que apontavam a vitória do candidato de centro-direita, com uma margem um pouco maior, estão indefinidas com uma diferença de votos menor que 34 mil votos, com 96,5% dos votos (22:45 de Brasília) o candidato da centro direita tem 1.129.274 votos e o candidato da centro-esquerda, da Frente Ampla,Daniel Martínez tem  1.097.068 votos, uma diferença menor que 33 mil votos


Houve denúncias de contas no Whatsapp espalhando terror de extrema-direita, mensagens contra a Frente Ampla (coalizão de centro-esquerda), de números que seriam do Brasil. O jornal El País, diz que a Corte eleitoral do Uruguai, só irá divulgar o ganhador das eleições , entre quinta e sexta-feira, devido a diferença mínima e estreita , serão computados os votos “observados”, de quem teria trabalhado nas eleições no Uruguai, para ter informações mais detalhadas.


Os resultados em tempo real, podem ser acessados aqui no site da Suprema Corte Eleitoral Uruguaia.

Con 95,50% , la derecha se impone en . Contar voto a voto. Final muy ajustada. 32393 votos de diferencia a esta hora.
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97.97%. Hoy no habrá proclamación. Se sabrá jueves o viernes quién sería el próximo Presidente.
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