GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Da UNE ao Livres, movimentos ensaiam frente ampla pela democracia “até doer”

Em comum, concordam que a democracia está ameaçada em várias sentidos e buscam mobilização



Citando o poeta pernambucano Marcelo Mario de Melo, o jornalista Juca Kfouri pregou nesta segunda-feira, em São Paulo, que uma frente a favor da democracia deve ser “ampla, tão ampla, que precisa doer”. Porque “se não doer não vai ser ampla”. Significa que, para mais de 30 lideranças que se reuniram no teatro FECAP, no centro da cidade, o momento é de deixar as diferenças de lado para fazer frente aos desafios à ordem democrática lançados pela extrema direita que chegou ao poder, liderada pelo presidente Jair Bolsonaro.


O ato, nomeado Em Frente Pela Democracia, foi organizado pelo grupo Pacto pela Democracia. Participaram representantes de instituições e movimentos sociais de diferentes espectros ideológicos ― esquerda, centro, direita ― e que atuam em frentes diferentes: combatem o racismo e o genocídio da população negra, lecionam em universidades, pregam o liberalismo econômico, estão nas trincheiras da Amazônia pelo meio ambiente e as populações indígenas, buscam a renovação da política institucional, defendem os diretos humanos de forma mais ampla. Os partidos políticos não estiveram representados como tal.
Acontecimentos e declarações governistas foram lembrados, como as recentes ameaças de um novo AI-5 proferidas pelo ministro Paulo Guedes e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Mas dois episódios permearam toda a noite. Um deles foi a prisão de quatro brigadistas do Projeto Saúde e Alegria em Alter do Chão, no Pará. “Parece que uma semana dura anos, que o dia dura 100 anos. Você não sabe se está num sonho ou pesadelo”, afirmou Caetano Scannavino, coordenador da ONG. E também a morte de nove jovens da favela Paraisópolis após ação da Polícia Militar em um baile funk: “Bem-vindos ao nosso mundo. Espinho, balas... O que aconteceu em Paraisópolis não é novidade”, discursou José Adão, um dos fundadores do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, em plena ditadura militar.
Leia mais no Elpaís

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Bancos e grandes empresas desembarcam do governo Bolsonaro e ligam cronômetro para impeachment

Criado em 1875 para defender os interesses da elite escravista cafeeira e hoje controlado pelo setor agro-financeiro-empresarial paulista, o Estadão tem feito sucessivos editoriais mostrando para Bolsonaro que o tempo dado a ele para impor as reformas está chegando ao fim


Porta-voz de banqueiros e grandes empresários, que concentram escritórios entre as avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista, o jornal O Estado de S.Paulo tem mandado recados sucessivos a Jair Bolsonaro que o tempo – e a paciência – dado a ele pelos detentores de um terço do PIB nacional para impor as reformas neoliberais está no fim e que o impeachment pode ser seu destino em um futuro próximo.
Após dizer que a “nova política” proposta por Bolsonaro não passa de “amadorismo” no domingo (1º), nesta terça-feira (3), o jornal, que foi criado em 1875 para defender os interesses da elite escravista cafeeira e hoje é controlado pelo setor agro-financeiro-empresarial paulista, voltou à tona em novo editorial, criticando duramente a postura submissa e passiva do presidente brasileiro ante à retaliação comercial anunciado por Donald Trump contra a indústria do aço e alumínio do Brasil.
“É difícil dizer se a passividade de Bolsonaro diante de uma evidente agressão reflete seu despreparo em relação a questões de Estado, uma espantosa ingenuidade ou incompreensão do que se passa no cenário internacional. Ou será uma mistura de tudo isso?”, relata o Estadão.
Nesta segunda-feira (2), o Instituto Aço Brasil – antigo Instituto Brasileiro de Siderurgia, presidido pelo bolsonarista, Sergio Leite de Andrade, demonstrou “perplexidade” diante da retaliação imposta por Trump, que atinge diretamente o setor.
Presidente da Usiminas, Andrade é um dos 10 empresários, que representam 32% do PIB, que divulgaram um manifesto de apoio a Jair Bolsonaro antes do segundo turno das eleições em 2018.
Banqueiros
A insatisfação crescente com as medidas atabalhoadas do governo é refletida nos boletins diários que chegam aos banqueiros em relatórios feitos pala Atlas Político, que tem revelado um derretimento da popularidade de Bolsonaro, que já atinge um em cada quatro brasileiros.
Para o cientista político Andrei Roman, da empresa que faz esse monitoramento, as declarações autoritárias em defesa do AI-5 e achaques à imprensa e a ONGs impactaram no aumento da rejeição de Bolsonaro.
As acusações infundadas que resultaram na prisão de quatro brigadistas ligadas ao projeto Saúde e Alegria, que é financiado por grandes empresas, como responsáveis pelos incêndios na Amazônia formaram mais um ponto de inflexão no discurso dos capitalistas em relação a Bolsonaro.


Em dura nota divulgada na quinta-feira (28), o Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), que reúne entidades ligadas a 141 empresas que financiam projetos nas áreas sociais, criticou duramente as “aspirações autocráticas mais profundas” de Jair Bolsonaro que promovem a “erosão crescente do nosso ambiente democrático”.
“No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil”, diz a nota pública do grupo, que reúne fundações ligadas a bancos como Bradesco, Banco do Brasil e Bank of America, e às maiores empresas em atuação no país, além de grupos de comunicação, como a Rede Globo.
No Congresso
As conversas sobre o fim da linha para Bolsonaro já é pauta nos corredores do Congresso Nacional até mesmo entre apoiadores do presidente, que levantam até mesmo hipóteses para iniciar o processo.
Em áudio vazado nesta segunda-feira (2), o presidente do PSL do Rio Grande do Sul, o deputado federal Nereu Crispim, declara, em conversa com uma interlocutora a quem chama de Rose, que Jair Bolsonaro “vai tomar um impeachment” e liga a possibilidade à ligação do capitão com o esquema de candidaturas laranjas da sigla, que quase cassou o mandato do parlamentar.
“Eu conheço o Bivar. E se houve alguma coisa lá errada, tem que cassar é o mandato do Bolsonaro, porque o partido tava com ele, não era com o Bivar, antes”, afirmou o deputado.
Em outro trecho, ele declarou: “Eu vou só dizer uma coisa pra ti: o Bolsonaro vai tomar um impeachment. Escuta o que eu tô te dizendo”.
Detentores de um terço do PIB nacional – com transações que chegaram a R$ 2,2 trilhões em 2018 -, os escritórios da Paulista e da Faria Lima mandam recado pelas páginas do Estadão que o cronômetro do impeachment contra Bolsonaro foi acionado. Resta saber quanto tempo o capitão ainda tem para impor aquilo que lhe foi encomendado até ser descartado por quem o colocou na Presidência. Tic tac.


Fonte: Revista Fórum

Governo desobriga empresa de cumprir cota para trabalhador com deficiência

Projeto de lei permite substituir contratação por pagamento destinado a programa

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei institui o fim das políticas de cotas para pessoas com deficiência ou reabilitadas no mercado de trabalho. O texto permite que o empregador faça a substituição pelo pelo pagamento de um valor correspondente a dois salários mínimos mensais.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, uma reunião na Câmara dos Deputados hoje (3), no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, deve definir uma estratégia para barrar o avanço do projeto e derrubar a urgência com que ele está tramitando.
Na avaliação do vice-presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos (Ampid), a subprocuradora-geral do trabalho Maria Aparecida Gurgel, todo o projeto de lei é grave para as pessoas com deficiência.
“Ele desconfigura toda a ação afirmativa que é a reserva de cargos”, afirma. O grupo representa 10% da população, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Na avaliação do governo, através do Ministério da Economia, o conjunto de mudanças deve beneficiar 1,25 milhão de trabalhadores.


Leia mais na Folha de São Paulo

domingo, 1 de dezembro de 2019

🎥Em encontro com Bolsonaro, pecuarista comemora aumento da carne: “Vai ficar na história, presidente”

Presidente admitiu que o preço subiu por conta de "uma pequena crise"


Enquanto o trabalhador sente no bolso o aumento do preço da carne, pecuaristas comemoram o fato. Em conversa com eleitores, Jair Bolsonaro ouviu o agradecimento de um criador pela alto valor do produto.
“Com esse aumento da arroba, isso aí pra nós, que somos pecuaristas, vai ficar na história presidente”, comentou um homem que se encontrou com o presidente neste sábado (30), em Brasília.
Bolsonaro admitiu que elevação do preço da carne bovina se deu por um problema econômico. “Tivemos uma pequena crise, daqui a pouco vai melhorar”, respondeu o presidente.
O aumento do preço da carne observado nos últimos meses promete se estender também para o próximo ano. Quem também comemorou o preço mais caro do produto esta semana foi a ministra da Agricultura, Teresa Cristina.
“Vai ter uma estabilização. Não vão ter mais essas puxadas. Mas não tem perigo de voltar ao que era. Mudou o patamar. Já tinha mudado o da soja, do milho”, afirmou a ministra. “A carne ficou por três anos com valor muito baixo. Isso faz com que o mercado sinta mais essa subida”
📽 Pecuarista apoiador de Bolsonaro comemora aumento do preço da carne: "Com esse aumento da arroba, isso aí pra nós, que somos pecuaristas, vai ficar na história presidente".

Bolsonaro então respondeu: "Tivemos uma pequena crise, daqui a pouco vai melhorar"

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Fonte: Revista Fórum

sábado, 30 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro ataca Estadão e sustenta que Leonardo DiCaprio “tacou fogo” na Amazônia

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo e sustentar sua tese de que o ator Leonardo DiCaprio como um dos responsáveis pelas queimadas na Amazônia.


"O @Estadao insinua que Jornal do SBT @SBTonline e Jornal da Band @BandJornalismo fazem matérias sem provas", postou o parlamentar compartilhando a reportagem do Estadão que diz "Sem mostrar provas, Bolsonaro acusa Leonardo DiCaprio de pagar para ‘tacar fogo’ na Amazônia".

A reportagem do Estadão citou a declaração de Bolsonaro durante a live semanal na quinta-feira (28), que apontou o ator Leonardo DiCaprio como um dos responsáveis pelas queimadas na Amazônia.


"Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada. O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, declarou.



Fonte: Brasil 247

Na direção certa, Folha faz editorial histórico e se pinta pra guerra contra Bolsonaro

"Será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança", afirma o jornal, em duro editorial


A Folha de S.Paulo publicou, na noite desta sexta-feira (29), um editorial chamado “Fantasia de imperador”, em que considera que o presidente Jair Bolsonaro “combina leviandade e autoritarismo” e não entende os “limites que a República impõe ao exercício da Presidência”.


“O Palácio do Planalto não é uma extensão da casa na Barra da Tijuca que o presidente mantém no Rio de Janeiro. Nem os seus vizinhos na praça dos Três Poderes são os daquele condomínio”, afirma a Folha, ‌logo após dizer que “será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança”.


A Folha também critica diretamente as manobras feitas por Bolsonaro para privilegiar seus filhos, destacando que “a legalidade, a impessoalidade e a moralidade governam a administração pública, não se trata de palavras lançadas ao vento numa ‘live’ de rede social”.
“A Carta equivale a uma ordem do general à sua tropa. Quem não cumpre deve ser punido. Descumpri-la é, por exemplo, afastar o fiscal que lhe aplicou uma multa. Retaliar a imprensa crítica por meio de medidas provisórias”, diz ainda o veículo, citando a retaliação promovida por Bolsonaro contra o periódico e seus anunciantes.


Outro lado da moeda
A mesma Folha fez um editorial há 14 dias elogiando a política econômica comandada pelo ministro Paulo Guedes, em uma aparente tentativa de recomposição com o presidente. O título do texto é “Na direção certa”. Diante da reafirmação de Bolsonaro em uma postura autoritária, o veículo foi para o embate.
“Prestes a completar cem anos, este jornal tem de lidar, mais uma vez, com um presidente fantasiado de imperador. Encara a tarefa com um misto de lamento e otimismo. Lamento pelo amesquinhamento dos valores da República que esse ocupante circunstancial da Presidência patrocina. Otimismo pela convicção de que o futuro do Brasil é maior do que a figura que neste momento o governa”, finaliza o editorial.


Fonte: Revista Fórum

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro diz que Leonardo Di Caprio é um dos culpados pelo incêndio na Amazônia

A WWF informa através de nota que a organização “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio
Desta vez o deputado federal Eduardo Bolsonaro resolveu provocar o ator americano Leonardo DiCaprio. Em postagem nas suas redes sociais, nesta quinta-feira (28), ele acusa o ator de ter doado “USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia”.
Dudão diz ainda que “a ONG WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas”.


A WWF, por sua vez, informa através de nota que a organização “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio. Tais informações que estão circulando são inverídicas”.

Leonardo DiCaprio doou USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia, a ONG @WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas.

Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Maior rede de mercados do Norte do Brasil avisa que não tem carne e nem vai ter

A rede de supermercados LÍDER, a maior do Norte, estampou um aviso em um dos mercados de Belém avisando que não tem mais carne e nem vai ter, e que os clientes devem substituir a carne bovina por outro tipo de alimento. Diz a mensagem:


"Estamos passando por um momento complicado com relação ao abastecimento de carne bovina. Os preços dispararam e o produto está em falta.

Os frigoríficos alegamque a exportação do boi em pé e da carne "in natura" para outros países faz o preço subir diariamente.

O LÍDER já utilizou todo o gado em condições de abate de suas fazendas.



Os preços estão altos, mas o problema não é só conosco, nem há esperança de voltar à normalidade a curto prazo, só restando a todos substituir a carne bovina por outro tipo de alimento.

Agradecemos a compreensão





Fonte: Plantão Brasil

Após protestos, Câmara do Chile aprova redução de 50% em salário de autoridades

Senadores, deputados, ministros, governadores e até o próprio presidente serão afetados caso a medida seja também aprovada no Senado chileno.


Após massivos protestos no Chile, que chegaram a contabilizar 1 milhão em Santiago na capital do país, a câmara dos deputados do país aprovou nessa quarta-feira,27,  um projeto de lei que irá reduzir o salário de autoridades, que incluem Ministros, deputados, senadores, governadores e até o presidente em cerca de 50%. A medida para entrar em vigor tem que ser ratificada pelo Senado Chileno.
Não se sabe se isso será o suficiente para acalmar as ruas chilenas, que protestam entre coisas, por causa do sistema de pensões e previdência, as privatizações que encareceram o preço dos serviços, uma maioria de aposentados que atualmente sobrevive com menos de um salário mínimo, ao aumento do custo dos transportes públicos, que consomem uma boa parte do orçamento das famílias chilenas, além de outras causas que vinham se acumulando e que “explodiram” quando se iniciou um protesto contra o aumento das tarifas de metrô em Santiago.


Se a lei de redução de salários for aprovada, ela entrará em vigor em cerca de 60 dias e uma comissão especial será formada para estipular os novos salários das autoridades. Salários de funcionários do Judiciário também sofrerão redução no Chile.
Há mais de um mês, o país está coberto por grandes protestos, o que fez a popularidade do presidente Sebastian Piñera cair para 13%, com uma agenda econômica neoliberal, que levou uma multidão ás ruas, não se sabe se a medida irá funcionar para acalmaras ruas, que protestam pro salários, aposentadorias, ensino público , saúde e desigualdades sociais, que tem relação direta com a vida cotidiana das pessoas.
Entenda porque o povo chileno protesta:

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

🎥Ministro da Educação diz que Universidades Federais escondem plantações de maconha

Assista à fala do ministro abaixo, é inacreditável:

O Ministro da Educação acusando Universidades Federais de terem plantações extensivas de maconha e laboratórios de drogas sintéticas.

VAI TOMA NO CU


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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

🎥Bebianno: foi bolsonaro quem falou de dossiê de “suruba gay” do “príncipe”

Bebianno ainda desafiou o presidente a contraditar sua versão e disse que ambos poderiam se submeter a um detector de mentiras


O ex-ministro Gustavo Bebbiano, atualmente no PSDB, divulgou um vídeo na noite desta quarta-feira (13) dizendo que foi Jair Bolsonaro quem falou sobre um dossiê que teria imagens do hoje deputado Luís Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) em “suruba gay”, “baile de máscaras gays” e relatos de envolvimento com gangues de rua que “agridem mendigos”.


O ex-ministro contou ter recebido um telefonema de Bolsonaro em sua casa, de madrugada, e aponta o deputado Julian Lemos (PSL-PB) como testemunha. Segundo Bebianno, Bolsonaro recebeu os papéis contra “o príncipe” de “um delegado federal e um coronel do Exército”.
“Mais uma vez o senhor presidente falta com a verdade ao inventar e distorcer uma história que não é verdadeira”, disse Bebianno. “Então, eu gostaria de desafiar o presidente da República, seu Jair Bolsonaro, a provar essa mentira. Queria que o presidente tivesse a coragem de dizer isso olhando nos meus olhos”, afirmou.


Bebianno ainda desafiou o presidente a contraditar sua versão e disse que ambos poderiam se submeter a um detector de mentiras.
Assista ao vídeo
 
Fonte: Revista Fórum

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Rejeição a Moro dispara e vai a mais de 45% em nova pesquisa

Pesquisa Atlas, publicada no El País, destaca que é a primeira vez que a aprovação pessoal do ministro da Justiça se encontra abaixo dos 50%.
Moro já havia perdido 10 pontos de apoio — de 60% para 50,4% — logo após a série de reportagens sobre a Lava Jato do site The Intercept Brasil.


A avaliação negativa (45,6%) está perto de ultrapassar a positiva (48,4%).
(…)

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Evo Morales chega ao México e diz que país salvou sua vida

Após renunciar à presidência da Bolívia no último domingo 10, Evo Morales chegou nesta terça-feira 12 ao México, onde foi recebido pelo chanceler, Marcelo Ebrard, que lhe concedeu asilo político. Evo foi alvo de um golpe de Estado conjunto entre Forças Armadas, a polícia boliviana e a oposição, que questionou a legitimidade das eleições que o levou para o quarto mandato.


Em discurso feito assim que chegou ao México, Evo agradeceu profundamente ao governo mexicano, de López Obrador, que segundo ele lhe salvara a vida.

Evo embarcou na noite de segunda-feira num avião militar do governo mexicano, após decolar da cidade de Chimoré, na região de Cochabamba, antigo reduto do ex-presidente e para onde ele se havia retirado após renunciar.


Antes da decolagem, o ministro Marcelo Ebrard postou no Twitter uma foto com Evo sentado dentro da aeronave, com uma bandeira mexicana no colo.

"Já decolou o avião da Força Aérea Mexicana com Evo Morales a bordo", escreveu. "De acordo com as convenções internacionais vigentes, ele está sob proteção do México. Sua vida e sua integridade estão a salvo."


Fonte: Brasil 247