GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Blogueira que comemorou morte de neto de Lula pede dinheiro nas redes para se defender de processo; deixe sua mensagem!

Uma mulher chamada Alessandra Strutzel, que classificou a morte do neto de 7 anos do ex-presidente Lula como “uma notícia boa”, criou uma vaquinha nas redes sociais para conseguir pagar a indenização movida pela família do ex-presidente e, até o momento, não conseguiu nem um centavo.




Ela também fez outros comentários grotescos. Se você pudesse deixar uma mensagem a ela, qual seria?



Bolsonaro tira Coaf de aliado de Moro que caiu na Vaza Jato

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (20) que a intenção do governo federal é indicar um nome de carreira do Banco Central para o comando do novo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).


A medida provisória que promoveu mudanças no órgão federal foi publicada no “Diário Oficial da União” desta terça-feira. O Coaf passa a ser chamado de UIF (Unidade de Inteligência Financeira) e foi transferido do Ministério da Economia para o Banco Central —a MP será avaliada pelo Congresso.

Ao assumir a Presidência, Bolsonaro tirou o Coaf do Ministério da Economia (antiga Fazenda) e o colocou na Justiça, pasta de Sergio Moro. O ex-juiz federal acabou derrotado depois que o Congresso devolveu o Coaf à Economia.


Como antecipou a Folha nesta segunda-feira, a MP editada pelo presidente abriu brecha para indicações políticas na nova estrutura do Coaf, o que, na avaliação de deputados e senadores, pode comprometer a independência do órgão de combate à lavagem de dinheiro.

“A ideia do que está sendo proposto é só concursados do Banco Central”, disse. “Eu não conheço ninguém do Banco Central, mas acredito no presidente Roberto Campos Neto para fazer um bom trabalho”, disse o presidente.

Bolsonaro disse que foi sua a decisão de retirar do texto da MP a limitação a servidores do Banco Central para dar maior liberdade a Roberto Campos para formar a sua equipe. Com a mudança, o auditor-fiscal da Receita Federal Roberto Leonel, nome ligado ao ministro Sergio Moro (Justiça), deve deixar o cargo.

O presidente ficou incomodado com o comportamento de Leonel em relação à decisão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, de suspender investigações criminais pelo país que usem dados detalhados de órgãos de controle —como Coaf, Receita Federal e Banco Central— sem autorização judicial.


Toffoli atendeu a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente, alvo de investigação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

(...)

Mais recentemente, o Coaf identificou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). De acordo com o órgão, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 ao mesmo mês de 2017 —entraram em sua conta R$ 605 mil e saíram cerca de R$ 600 mil. A quantia foi considerada incompatível com o patrimônio do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.



Fonte: Folha de São Paulo

Vídeo: Sniper de Witzel mata homem que fez reféns em ônibus no Rio com arma de brinquedo

Homem, que disse ser da Polícia Militar, já havia liberado seis reféns antes de ser assassinado. A PM estima que 31 pessoas ainda estavam dentro do coletivo que fechou a ponte Rio-Niterói

O homem que fez 31 reféns na manhã desta terça-feira (20) em um ônibus da linha Jardim de Alcântara (São Gonçalo), na ponte Rio-Niterói, foi baleado e morto por snipers, que agiram com autorização do governador Wilson Witzel (PSC). O sequestrador portava gasolina e uma arma de brinquedo.


O sequestrador, que disse ser da Polícia Militar, já havia liberado seis reféns do ônibus. A PM estimava que 31 pessoas ainda estavam dentro do coletivo. Ainda não se sabe o que motivou a ação do criminoso.
“Temos um homem que se identificou como policial militar. Ele parou o ônibus da Galo Branco na Ponte Rio-Niterói. Ele está ameaçando jogar gasolina no ônibus, colocando os passageiros em perigo. Estamos em negociação com ele para liberar mais reféns, não sabemos qual o real propósito dele”, anunciou Sheila Sena, porta-voz da PRF, à TV Globo, mais cedo.


Wilson Witzel chegou de helicóptero por volta das 9h40 na ponte Rio-Niterói e comemorou junto aos policiais a morte do sequestrador. Nas redes sociais, antes do sequestrador ser atingido pelos tiros, o governador afirmou estar em contato direto com o comando da Polícia Militar.

Estou acompanhando desde cedo, com atenção, o sequestro do ônibus na ponte Rio Niterói. Estou em contato direto com o comando da Polícia Militar, que trabalha para encerrar o caso da melhor maneira possível. A prioridade absoluta é a proteção dos reféns.
3.323 pessoas estão falando sobre isso
Entenda o caso
Um homem, que ainda não foi identificado, entrou por volta das 5h30 em um ônibus da linha Jardim de Alcântara (São Gonçalo – Estácio (Centro do Rio). Ele usava uma arma de brinquedo e levava gasolina, dizendo que colocaria fogo no coletivo. O motorista do ônibus parou o veículo atravessado na subida do vão central da ponte Niterói-Rio e um grande congestionamento se formou na região.

Depois de 3 horas e meia, às 09h02, o homem desceu do veículo e foi baleado por snipers, autorizados pelo governador Wilson Witzel (PSC), e foi socorrido por ambulâncias que já estavam no local, mas não resistiu. Testemunhas disseram que foram cerca de seis disparos, seguidos de aplausos da população que acompanhava o caso. Um dos snipers também teria comemorado sobre um carro de bombeiros, sinalizando para os demais policiais que acertou o sequestrador.


Ao todo, havia 37 pessoas dentro do ônibus. Porém, seis reféns – 4 mulheres e 2 homens – foram liberados no momento que o sequestrador desceu do ônibus. Nenhum refém se feriu. Não se sabe ainda o que motivou o sequestro.
Veja vídeo do momento em que sniper dispara contra o sequestrador, que portava uma arma de brinquedo:

Fonte: Revista Fórum 

domingo, 18 de agosto de 2019

Carlos Bolsonaro publica lista de corruptos que inclui o próprio irmão

Carlos Bolsonaro (PSL), segundo filho do presidente Jair Bolsonaro, publicou hoje no Twitter uma lista de políticos da Assembleia Legislativa do Rio envolvidos com movimentações financeiras suspeitas. Na lista, entre nomes do PT, PDT e DEM, há o nome de seu irmão mais velho, o hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL).


A lista faz parte de um relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) do ano passado, que apontou movimentação atípica de auxiliares de 20 deputados da assembleia fluminense. O nome de Flávio consta devido às transações realizadas por seu ex-assessor, o policial militar Fabrício Queiroz, que está desaparecido há meses.

São citados parlamentares de diferentes pontos do espectro político, como Márcio Pacheco (PSC) e Márcia Jeovani (DEM). A lista foi publicada pela Folha no dia 12 de dezembro.


Carlos publicou a relação em resposta a um post do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) feito hoje pela manhã. Nele, Freixo cobra o ministro Sergio Moro quanto as atitudes do presidente sobre a Polícia Federal -Bolsonaro tenta interferir na indicação do Superintendente da PF no Rio.

"E aí, Sergio Moro, você vai continuar nesse silêncio constrangedor enquanto o seu chefe Jair Bolsonaro desmoraliza a Polícia Federal pra blindar o Queiroz e proteger a família? Prefere ficar calado pra não melindrar o clã, ministro?", escreveu Freixo.


O relatório do Coaf foi produzido no âmbito da Operação Furna da Onça, que prendeu no ano passado dez deputados estaduais do Rio. Ele foi feito a pedido do Ministério Público Federal.

Ontem, o gabinete da Presidência respondeu a questionamento do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) sobra o paradeiro de seu ex-assessor. "Informo que o senhor presidente não possui informações referentes ao paradeiro do senhor Fabrício Queiroz", disse o chefe de gabinete Pedro Cesar Marques de Sousa em documento.


Fonte: UOL

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Bolsonaro é ridicularizado na TV alemã

Em horário nobre, programa humorístico da principal rede de televisão pública da Alemanha satiriza o governo brasileiro, criticando suas políticas ambientais e agrícolas e o crescente desmatamento na Amazônia.

Borat, bobo da corte e protagonista do clássico de terror Massacre da serra elétrica – essas foram algumas das associações feitas ao presidente Jair Bolsonaro pelo programa humorístico alemão Extra 3, transmitido na noite de quinta-feira (15/08).
Atração de horário nobre da ARD, principal rede de televisão pública alemã, o programa satirizou por quase cinco minutos o governo do presidente brasileiro, criticando principalmente sua política ambiental e o desmatamento na Amazônia.
"Um sujeito que não pensa nem um pouco sobre sustentabilidade e emissão de CO2 é o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, o 'Trump do samba'. Mas alguns dizem também 'o boçal de Ipanema'", afirma o apresentador Christian Ehring, em frente a uma fotomontagem de Bolsonaro vestindo a sunga do personagem Borat, criado pelo humorista britânico Sacha Baron Cohen.


Bolsonaro é ridicularizado na TV alemã

BRASIL | 



Presidente brasileiro é o "bufão do agronegócio", segundo humorístico

Em horário nobre, programa humorístico da principal rede de televisão pública da Alemanha satiriza o governo brasileiro, criticando suas políticas ambientais e agrícolas e o crescente desmatamento na Amazônia.

Borat, bobo da corte e protagonista do clássico de terror Massacre da serra elétrica – essas foram algumas das associações feitas ao presidente Jair Bolsonaro pelo programa humorístico alemão Extra 3, transmitido na noite de quinta-feira (15/08).
Atração de horário nobre da ARD, principal rede de televisão pública alemã, o programa satirizou por quase cinco minutos o governo do presidente brasileiro, criticando principalmente sua política ambiental e o desmatamento na Amazônia.
"Um sujeito que não pensa nem um pouco sobre sustentabilidade e emissão de CO2 é o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, o 'Trump do samba'. Mas alguns dizem também 'o boçal de Ipanema'", afirma o apresentador Christian Ehring, em frente a uma fotomontagem de Bolsonaro vestindo a sunga do personagem Borat, criado pelo humorista britânico Sacha Baron Cohen.
"Bolsonaro deixa a floresta tropical ser destruída para que gado possa pastar e para que possa ser plantada soja para produzir ração para o gado", continua Ehring, após mencionar os mais recentes dados sobre desmatamento no Brasil e diante de outra montagem, dessa vez mostrando Bolsonaro com uma serra elétrica nas mãos.
"Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, o desmatamento cresceu significativamente e pode continuar aumentando a longo prazo", diz uma voz em off, após aparecer uma foto do líder brasileiro como um "bobo da corte do agronegócio", segurando uma garrafa de pesticida.
O apresentador destaca ainda que o presidente "não se importa nem um pouco" com a suspensão de verbas para projetos ambientais anunciada pelo Ministério do Meio Ambiente alemão no fim de semana. "Pegue essa grana e refloreste a Alemanha, tá ok? Lá tá precisando muito mais do que aqui", afirmou Bolsonaro ao reagir com desprezo ao congelamento dos repasses.
Ehring também fala sobre o acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, chamando o pacto de um "romance destrutivo". Atrás dele aparece uma fotomontagem retratando o presidente e a chanceler federal alemã, Angela Merkel, como uma dançarina sentada em seus braços.
"Bolsonaro ainda demitiu o chefe do próprio instituto que registrou o desmatamento na floresta tropical", ressalta o comediante, referindo-se à demissão de Ricardo Galvão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). "E também nomeou a principal lobista da indústria agropecuária como ministra da Agricultura", complementa.
Em seguida, ele apresenta um videoclipe da chamada Bolsonaro-Song, uma paródia da música Copacabana, sucesso nos anos 70 na voz do americano Barry Manilow. O vídeo intercala cenas de Bolsonaro com imagens de cortes de árvores e queimadas na Amazônia, além de atividade agrícola e pecuária.


"O massacre da serra elétrica": sátira associa líder brasileiro a filme de terror
Humorístico conhecido principalmente pela sátira política, o programa Extra 3 tem como alvos principais os dirigentes alemães. Mas líderes internacionais como o americano Donald Trump, o norte-coreano Kim Jong-un, o britânico Boris Johnson e o russo Vladimir Putin também são personagens recorrentes do programa.
Nem sempre a brincadeira é levada na esportiva pelos estadistas. Um dos mais recentes debates provocados pelo Extra 3 foi uma paródia musical com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, veiculada em março de 2016. O caso gerou um desconforto diplomático entre Berlim e Ancara, e o Ministério do Exterior turco chegou a convocar o embaixador alemão no país para explicações.
A controvérsia chegou ao ápice poucas semanas depois, com uma sátira a Erdogan apresentada em outro programa televisivo, dessa vez pelo humorista Jan Böhmermann. O imbróglio foi parar na Justiça e acabou ganhando as capas dos jornais como o "caso Böhmermann".

Fonte: DW

O Drama de Michelle Bolsonaro: Avó presa por tráfico e mãe acusada de falsificação

Reportagem da revista Veja aponta ligações da integrantes da família da primeira-dama, Michele Bolsonaro, com crimes que vão desde o tráfico de entorpecentes, envolvimento com milícias e estelionato no entorno do Distrito Federal.

Segundo a reportagem, Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó de Michele e que nesta semana foi localizada no corredor de um hospital público onde esperava a dois dias por uma cirurgia devido a uma fratura de bacia, foi presa aos 55 anos pela 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal ‘com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína’.


Segundo os investigadores, a prisão ocorreu no ano de 1997, após o registro de uma denúncia anônima relatando o tráfico de drogas a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ela acabou condenada a cumprir uma pena de três anos em regime fechado. “Em maio de 1999, quando já estava presa havia um ano e oito meses, tentou subornar um agente, oferecendo-lhe dinheiro para que a levasse até sua casa”, diz ainda a reportagem.
“Por causa dessa infração, ela ficou na solitária e teve os benefícios de progressão de pena suspensos — e só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em agosto de 1999, depois de cumprir dois anos e dois meses de cadeia. Sua punição foi oficialmente considerada extinta em 2000”, completa o texto.

TRÁFICO – Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama: em julho de 1997, ela foi presa em flagrante vendendo drogas no centro de Brasília. Condenada a três anos de prisão, cumpriu pena em um presídio feminino (Cristiano Mariz/.)
A mãe de Michele Bolsonaro, Maria das Graças, também teve problemas com a Justiça. “Em 1988, quando Michele tinha 6 anos, a polícia descobriu que sua mãe possuía dois registros civis — um verdadeiro e o outro falso”, diz a reportagem. “A fraude foi constatada quando a polícia comparou as impressões digitais dos dois prontuários de identificação arquivados na Secretaria de Segurança e descobriu tratar-se da mesma pessoa”, ressalta o texto. O processo, porém, acabou arquivado em 1994.
Um tio da primeira-dama, João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, um dos pouco membros da família de Michelle convidados para a cerimônia de posse de Bolsonaro, foi preso em maio deste ano “sob a acusação de fazer parte de uma milícia que age na Sol Nascente, onde mora com a mãe, Maria Aparecida, a avó de Michelle”. João Batista está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília, e o processo tramita em segredo de Justiça.

Leia a íntegra da reportagem.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Manifestações estudantis levaram um milhão às ruas e houve simpatia da mídia conservadora

As manifestações dos estudantes em defesa da educação e de repúdio a Bolsonaro voltaram a surpreender por seu vigor. As estimativas oscilam entre 900 mil e 1,5 milhão de pessoas nas ruas. Um fato novo foi a cobertura da mídia conservadora, claramente simpática à mobilização. Em 7 de setembro haverá outra rodada de protestos.

Segundo a União Nacional dos Estudantes, participaram dos protestos cerca de 1,5 milhão de pessoas em 205 cidades em todos os Estados e no Distrito Federal. Com o sucesso, nova mobilização está convocada para 7 de setembro. 
A novidade desta vez foi a mudança na postura da mídia conservadora, que passou da hostilidade ou indiferença para uma cobertura claramente simpática aos protestos. 
"Manifestações a favor da educação levam 1,5 milhão de pessoas às ruas" - foi a manchete de Veja em seu site.
"Cidades brasileiras de todo o país têm atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência" - foi a manchete do site das Organizações Globo, o G1
Folha de S.Paulo foi ainda mais enfática: "Atos contra Bolsonaro levam milhares às ruas pelo Brasil". E ainda registrou numa reportagem : "Em ato contra cortes na educação em SP, esquerda retoma verde e amarelo" -com referência direta aos "cara pintada" que marcaram época no movimento pelo impeachment de Fernando Collor nas manifestações de 1992.


Fonte: Brasil 247

Globo diz que Bolsonaro investe contra o decoro e representa risco para o Brasil

Responsável direta pela ascensão da extrema-direita no Brasil, ao pressionar o Poder Judiciário a prender o ex-presidente Lula e retirar seus direitos políticos, o grupo Globo agora se dá conta de que Jair Bolsonaro é um risco para o Brasil. Em editorial publicado nesta quarta-feira, o jornal O Globo aponta novas quebras de decoro – ou seja, motivos para impeachment


O editorial desta quarta-feira do jornal O Globo aponta mais motivos para o afastamento de Jair Bolsonaro da presidência da República, por quebra de decoro. Curisamente, o texto parte de um veículo de comunicação que foi crucial para a ascensão da extrema-direita no Brasil, ao pressionar o Poder Judiciário para prender e retirar os direitos políticos do ex-presidente Lula – que seria presidente pela terceira vez não fosse a campanha de ódio promovida pela Globo.

"Nos últimos dias, o presidente tem sido especialmente produtivo em falar o que não deve, em usar termos chulos, em investir contra o decoro da Presidência da República. À costumeira agressividade de quando trata de temas políticos, sempre abordados de maneira radical, Bolsonaro acrescentou uma fixação escatológica. É no mínimo exemplo de má educação, de inconveniência. Por partir de um presidente da República, não passa despercebido no mundo, e isso afeta a imagem do país, com prejuízos concretos. No descontrole em que se encontra Bolsonaro, interesses diplomáticos envolvendo a economia já começam a ser afetados", aponta o texto.


"A oposição à preservação do meio ambiente, uma característica da extrema direita mundial, tem sido exercida como se Bolsonaro ainda estivesse no baixo clero. Seu governo, com o ministro do Meio Ambiente à frente, Ricardo Salles, procura romper por completo o acordo com Alemanha e Noruega, que sustentam o Fundo Amazônia com bilhões em doações, para apoio a projetos sustentáveis na região", prossegue o editorial.
"Com o desconcertante ataque ao Fundo Amazônia, entre outros atos, Bolsonaro dá pretexto para que França e Alemanha, cujos agricultores e certas indústrias desgostam do acordo entre a UE e o Mercosul, tirem o apoio ao tratado comercial. Um revés para o Brasil. A vitória da chapa peronista Alberto Fernández/Cristina Kirchner nas primárias argentinas contra o presidente Mauricio Macri, de centro direita, mereceu de Bolsonaro uma reação também nada protocolar. Alertou os gaúchos para o risco de a 'esquerdalha' transformar a Argentina em nova Venezuela, e o Rio Grande do Sul, outro Roraima, porta de entrada de venezuelanos no país. Bolsonaro se esquece do Mercosul, do nível de integração que já existe entre os dois países, com a Argentina sendo forte importador de produtos manufaturados do Brasil. O presidente se torna um risco para o país", finaliza o editorial.


Fonte: Brasil 247

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Fotos: Centenas de milhares de estudantes protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação

Foto acima: São Carlos.

Hoje protestos convocados pela UNE contra os cortes de Bolsonaro na educação. No dia da reforma da Previdência, Bolsonaro "remanejou" (cortou) 1 bilhão da educação para comprar votos. Antes disso ele já havia cortado 3 bilhões.

Fotos abaixo:

SOROCABA:


CABO DE SANTO AGOSTINHO-PE


MACEIÓ-AL


JOÃO PESSOA-PB


FORTALEZA-CE


MARCHA DAS MULHERES INDÍGENAS


BELÉM-PA


Fonte: Plantão Brasil

domingo, 11 de agosto de 2019

Michelle Bolsonaro abandona a própria avó por 2 dias em maca no corredor de hospital, enquanto Queiroz foi pro Albert Einstein com tudo pago

Avó materna da primeira-dama Michelle Bolsonaro, Maria Aparecida Firmo Ferreira, 78, passou dois dias em uma maca improvisada nos corredores do Hospital Regional de Ceilândia, na periferia de Brasília, a espera de atendimento.


Ela deu entrada no hospital na quinta-feira (8) com suspeita de fratura no fêmur e ficou na maca até a noite deste sábado (10). Menos de uma hora depois de a Folha ter procurado o governo do Distrito Federal, a idosa foi transferida para uma unidade com mais estrutura, o Hospital de Base.


Segundo a assessoria de imprensa do GDF (Governo do Distrito Federal), o governador Ibaneis Rocha (MDB) estava acompanhando a situação e o hospital para onde Maria Aparecida foi transferida tem uma estrutura de pronto-socorro mais eficiente. A administração distrital informou também que ela já estava sendo atendida na unidade onde estava até a noite de sábado.

A avó da primeira-dama afirmou que se acidentou na manhã do mesmo dia que deu entrada no hospital, na casa em que mora na favela Sol Nascente, também na periferia de Brasília.

Uma de suas galinhas teria passado para a casa do lote ao lado.

"Fui pedir à mulher para pegar a galinha. O pitbull avançou no portão. Se ele pega meu rosto, tinha acabado comigo. Aí, naquele susto, caí de costas. Caí, quebrei meu fêmur e estou no corredor de espera. Tem gente aqui que tem mais de 20 dias, 30 dias e não chama [para cirurgia]. Quanto mais eu, que estou com três dias, né?", disse Maria Aparecida à Folha na tarde deste sábado (10), deitada na maca que lhe servia de leito improvisado, em meio a várias outras no hospital de Ceilândia.

Sua neta e o presidente Jair Bolsonaro moram no Palácio da Alvorada, a 37 km de distância do hospital onde a idosa estava.

Acompanhada de uma tia de Michelle, Maria Aparecida disse que sofre de osteoporose e que aguarda uma cirurgia na perna direita —a mesma que machucou na quinta-feira— há cinco anos.

"Sou vó dela, [mas] ela ainda não sabe [do acidente]. Tenho o telefone dela não. Que não falo [com Michelle], tem já cinco anos. O dia que o pai dos meus filhos morreu, ela que pagou o enterro, ficou com a gente lá. Foi o último dia que eu vi."

A avó diz não ter havido nenhuma briga entre ela e a neta. "Ela [se] afastou de mim. Não quis nada mais comigo", afirmou. "Era meu prazer se ela viesse, [mas] ela não vem não."

Ao falar da relação com Michelle, Maria Aparecida afirmou ainda que uma de suas noras trabalha como babá da filha do casal presidencial, Laura, 8.


"Quando ela morava no Rio, chamava minha filha, chamava a família toda para ir lá, não chamou nem eu, nem essa aí [Fátima, filha que a acompanhava no momento da entrevista], nem Aparecida, nem Gilmar, nem Gilberto, tudo meus filhos. Ela chamou o João, que é policial, com a mulher dele, o Tonho com a mulher dele, que é essa que trabalha lá para ela. Não chamou a gente", disse.




Quando questionada se desejava ser transferida para um outro hospital, ela chorou.

"Eu quero é fazer minha cirurgia. Seja lá o que Deus quiser. Não dou conta nem de mexer com o dedo do pé direito. Não dou conta de pentear meu cabelo, não dou conta de comer com minha mão, não dou conta de sentar. A coisa mais triste é ficar dependendo dos outros em negócio de higiene."

Ela, então, diz que, neste sábado, apareceram apenas enfermeiros e que queria ser amparada por alguma profissional do gênero feminino.


Fonte: Folha de São Paulo