GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sábado, 31 de agosto de 2019

Bolsonaro quer perdoar pena de envolvidos em chacinas do Carandiru e Eldorado dos Carajás

"Não quero dar detalhes, mas tem casos que, se puder colocar, eu vou colocar. Como os policiais que estiveram no caso do Carandiru, do ônibus 174, Eldorado dos Carajás. E, se tiver alguma pendência ainda, o caso da Ana Hickmann", disse Bolsonaro neste sábado


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse neste sábado (31) que pretende conceder indulto para os policiais que participaram dos massacres de Eldorado dos Carajás (Pará) e do Carandiru (São Paulo), além dos envolvidos no episódio do ônibus 174, no Rio de Janeiro.


A conversa com os jornalistas não pode ser gravada nem anotada, e nela Bolsonaro disse que pedirá para os comandantes da Polícia Militar nos estados faça uma lista dos policiais que podem receber o benefício. Durante a semana, ele já havia dito que os nomes que receberiam o indulto seriam "surpreendentes".


Bolsonaro afirmou ainda que se o comandante Ubiratan Guimarães, que comandou a operação que terminou na morte de 111 presos no presídio do Carandiru em outubro de 1992, estivesse vivo, também seria indultado.
"Não quero dar detalhes, mas tem casos que, se puder colocar, eu vou colocar. Como os policiais que estiveram no caso do Carandiru, do ônibus 174, Eldorado dos Carajás. E, se tiver alguma pendência ainda, o caso da Ana Hickmann", disse Bolsonaro.


Fonte: Brasil 247

Autoridade dos EUA diz que Eduardo Bolsonaro não fala nem inglês, nem espanhol

Uma autoridade do governo norte-americano, que esteve reunida com Eduardo em sua visita em Washington em novembro do ano passado, disse que o inglês do deputado é sofrível e que comunicação com brasileiro teve de ser em "portunhol"


Se a fluência em inglês é um pré-requisito para ser embaixador do Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), parece não estar pronto para o cargo.


Uma autoridade do governo norte-americano, que esteve reunido com Eduardo em sua visita em Washington em novembro do ano passado, disse que o inlgês do deputado é sofrível.
"Autoridade dos EUA - que participou de reunião com Eduardo em novembro do ano passado em Washington- disse que sentiram dificuldade de prosseguir conversa em inglês e ofereceram se o deputado preferia seguir em espanhol. “Também não funcionou, foi em portunhol”- disse", relatou a jornalista Raquel Krähenbühl, correspondete da Globo na Casa Branca.


Fonte: Brasil 247

Projeto de lei quer instituir dia da memória à facada em Jair Bolsonaro

Segundo o projeto a data, 6 de setembro, servirá para lembrar a facada sofrida pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral do ano passado


O deputado bolsonarista Carlos Jordy (PSL-RJ) apresentou na última quarta-feira (28), à Câmara dos Deputados, um projeto de lei para instituir o Dia Nacional de Combate à Intolerância Ideológica no Brasil. Segundo o projeto, a data 6 de setembro servirá para lembrar a facada sofrida pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral do ano passado.
De acordo com o Artigo 2º do projeto (PL 4.762/2019), caberá ao Estado apoiar a sociedade civil na promoção de campanhas e seminários para a reafirmação da democracia e o direito da liberdade de pensamento e de expressão.
“Nos últimos anos, o Brasil tem sido palco de constantes confrontos ideológicos, não somente entre partidos políticos, mas também entre parcelas da sociedade. As ideologias modernas e contemporâneas racionalizam e justificam paixões muitas vezes de forma exagerada, que ao invés de promoverem um debate restrito às ideias, passam à violência física ou difamatória”, justificou o parlamentar.
Além disso, o parlamentar reforça que o agressor de Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, era filiado ao Psol antes de cometer o crime e teria agido contra o então presidenciável por divergências político-ideológicas.


Fonte: Revista Fórum

Embaixador de Bolsonaro chama Macron de "franga" e sua esposa de dragão

Nomeado "embaixador do turismo internacional" pela Embratur no dia 15 de agosto, o professor de jiu-jitsu e empresário Renzo Gracie publicou ataques ao presidente francês Emmanuel Macron e à sua esposa, Brigitte. Macron entrou em rota de colisão com o presidente Jair Bolsonaro por causa da crise ambiental na Amazônia.


Em um vídeo que circula nas redes sociais, Renzo, membro da família que fundou o jiu-jitsu brasileiro, chama o presidente francês de "palhaço" e diz que ele tem "pescoço de franga". O empresário, que já participou de uma live com Bolsonaro, também minimizou as queimadas na floresta amazônica e disse que "o único fogo que tem é no coração dos brasileiros e do nosso presidente".


"Macron... I’m sorry, Micron, Micron. Mermão, tá falando mal do meu país. O único fogo que tem é no coração dos brasileiros e do nosso presidente, seu palhaço. Vem aqui que tu vai tomar um gogó nesse pescoço, nesse pescoço de franga. Tu não me engana não, pô. Aqui o Merthiolate tá ardendo, fera", afirma Renzo Gracie na gravação.

Em contato com a reportagem, Renzo disse que estava em missão de trabalho da Embratur com empresários, políticos e diplomatas em Miami, quando soube das críticas feitas por Macron à política ambiental brasileira. Ele resolveu "desabafar" contra o que considera uma propaganda negativa do Brasil.



"Estava com o pessoal da American Airlines, e o cara checava quantos passageiros estavam indo ao Brasil e começou a ter uma queda absurda, um monte de gente cancelando viagem por causa desse falso incêndio", disse ele, que afirmou ter oferecido a Bolsonaro dados de satélites mostrando que as queimadas na Amazônia estão em nível normal.

"Esse bando de palhaço só abre a boca para falar mal do nosso país", afirmou o embaixador do turismo, referindo-se a Macron. "É claro que um monte vai se espantar, vai achar que eu chamei ele de franga porque a hombridade dele é duvidosa, mas não. Eu já conheci muitos gays mais machos que esse imbecil."



Renzo também vem compartilhando entre seus contatos memes e piadas com comentários depreciativos sobre Brigitte Macron, esposa do presidente francês, que foi ofendida na página da Bolsonaro no Facebook. À reportagem ele reafirmou o teor das piadas:

"Vou te fazer uma pergunta, a mulher dele é bonita ou feia? Você pegava? Se você esculhambar o nosso país, se prepara para ouvir um monte de besteira, e também sobre seus parentes. O fato dele estar dormindo com dragão não faz dele especialista em incêndio. Ela é feia, mermão!", afirmou Renzo.




Fonte: Uol

Queiroz reclama que ninguém lhe ajuda e mostra forma criminosa como agia

Desde que passou a ser investigado por peculato e lavagem de dinheiro pelo Ministério Público do Rio de janeiro, Fabrício Queiroz, ex-segurança de Flávio Bolsonaro, fez questão de sumir do radar.


Em tratamento para um câncer, ele foi localizado nesta semana pela revista Veja no hospital Albert Einstein em São Paulo.

Em conversa por áudio via WhatsApp obtida por ÉPOCA, ele lamentou ter sido abandonado por algumas pessoas de sua confiança: “Eu não vejo ninguém mover nada para tentar me ajudar aí”.



Queiroz também criticou os rumos da investigação sobre Adélio Bispo relacionada ao atentado contra o presidente Jair Bolsonaro, no período da campanha eleitoral.

O assessor disse que, em outros tempos, “eles mesmos iriam levantar” a situação do agressor do presidente.

Queiroz segue acreditando que alguém contratou Adélio para cometer o crime no ano passado — apesar de a investigação da Polícia Federal ter concluído que ele agiu sozinho.



Ele pondera: “Se eu não estou com esses problemas aí, a gente de bobeira, podia estar aí andando e ia dar para investigar, infiltrar, botar um ‘calunga’ no meio deles, entendeu? A gente mesmo levantava essa parada aí [quem contratou Adélio]”.


Fonte: Época

Vox Populi: Lula é melhor presidente da história até entre eleitores de Bolsonaro

Pesquisa Vox Populi divulgada nesta sexta-feira 30, que aponta crescimento na rejeição a Jair Bolsonaro para 40%, revela também que a aprovação de governo do ex-presidente Lula continua sendo a mais positiva entre todos os presidentes, até entre eleitores do atual presidente.

Comparando o governo atual e os anteriores, para 62% das pessoas o governo Lula foi aquele em que tiveram “melhores condições de vida: emprego, maior renda, menor inflação, etc.” Apenas 5% consideram que Bolsonaro proporciona melhores condições de vida. 

Segundo a pesquisa, Lula é considerado o melhor, por esse critério, até entre eleitores de Bolsonaro (32% contra 16% que dizem que o melhor governo é o atual). 



Para 50%, Lula é o melhor presidente que o país já teve. Seu governo foi positivo para 62%, regular para 23% e negativo para apenas 13%.

A Vox perguntou qual o sentimento “como pessoa” em relação a Lula, Bolsonaro e FHC. 30% disseram “gostar muito” de Lula, 11% de Bolsonaro e 5% de FHC. 23% disseram gostar “um pouco” de Lula, 20% de Bolsonaro e 18% de FHC. 22% “não gostam nem desgostam”de Lula, 24% de Bolsonaro e 38% de FHC. 

Os que “não gostam mas não chegam a detestar” Lula são 16%; de Bolsonaro, 23%, e de FHC, 17%. E os que dizem que “detestam, não gostam de jeito nenhum” de Lula são 8%; de Bolsonaro, 21%, e de FHC, 16%.



Em relação à pesquisa de abril, o percentual dos que gostam (muito + um pouco) de Lula como pessoa cresceu de 48% para 53%, o dos que não gostam nem desgostam passou de 26% para 23%, e o dos que não gostam (não chegam a detestar + detestam) permaneceu em 23%.

Os que detestam ou não gostam de Bolsonaro como pessoa saltaram de 28% para 44%, os neutros caíram de 33% para 24% e os que gostam muito ou um pouco passaram de 18% para 30%.


Fonte: Brasil 247

Vox Populi: rejeição a Bolsonaro dispara de 30% 47% e sua popularidade despenca

Entre abril e agosto deste ano, a avaliação negativa de Jair Bolsonaro como presidente saltou de 26% para 40% dos eleitores consultados em pesquisa nacional Vox Populi, enquanto a aprovação caiu de 26% para 23%, junto a uma queda de 39% para 35% dos que consideram seu desempenho “regular”. Apenas 2% não responderam à questão. A reprovação representa a soma dos que consideram o desempenho “ruim” (13%) e “péssimo” (27%, ou mais de um quarto dos pesquisados), enquanto a aprovação soma apenas 18% de “bom” e 5% de “ótimo”.

A reprovação à maneira como o presidente faz política, às ideias que defende e ao modo como se relaciona com as pessoas e os opositores, o chamado “bolsonarismo”, aumentou de 30% para 47%, ou quase metade dos pesquisados. A aprovação ao “bolsonarismo” despencou de 30 para 23% no mesmo período, enquanto os que se consideram “neutros” nessa questão passaram de 30% para 27%. Só 4% não responderam à questão. Lula continua sendo o melhor presidente para 50% das pessoas.


A queda expressiva da avaliação do desempenho de Bolsonaro verifica-se em todas as regiões e segmentos de sexo, idade, renda, escolaridade e religião, segundo o levantamento que ouviu 1.987 pessoas em 119 municípios entre 23 e 26 de agosto. A pesquisa, contratada pelo PT, tem margem de erro de 2,2% e capta os impactos da aprovação da reforma da Previdência na Câmara, a crise das queimadas na Amazônia e os ataques do presidente aos governadores do Nordeste.

O pior desempenho do presidente se verifica no Nordeste (47% de negativo, 18% positivo e 32% regular), seguido do Sudeste (37%, 27% e 34%, respectivamente) e Norte (35%, 22% e 4!%). No Sul há praticamente um empate (29%, 32%, 34%). A reprovação a Bolsonaro entre homens cresceu de 29% para 35% e, entre mulheres, de 31% para 44%. Entre jovens, saltou de 29% para 40%; entre adultos, de 26% para 41%, e cresceu de 29% para 33% entre pessoas de idade madura.


A reprovação cresceu de 34% para 40% entre pessoas com ensino fundamental, de 26% para 39% entre as com ensino médio, e de 28% para 39% no ensino superior, tornando-se praticamente igual em todos os níveis de escolaridade. Entre pessoas de baixa renda saltou de 32% para 43%; na faixa de renda média, de 27% para 37%, e de 23% para 36% na renda alta. Entre os que se declaram católicos, a reprovação saltou de 33% para 42%. Entre os que se declaram evangélicos, a reprovação aumentou de 21% para 31%, empatando com a aprovação, que variou de 29% para 31%, com queda de 42% para 36% no “regular”.

Entre abril e junho, foi de 57% para 59% a percepção de que “o Brasil está no caminho errado”, enquanto passou de 33% para 31% a opinião de que o país está “no caminho certo”, com 10% que não responderam ou não sabem. 52% se declaram insatisfeitos em relação ao Brasil e 15% estão “muito insatisfeitos”, somando 67% de insatisfação, número semelhante aos 70% de abril. Os que se dizem satisfeitos são 29% e os “muito satisfeitos” são 2%, somando 31% (29% em abril).


Bolsonaro x Lula
Comparando o governo atual e os anteriores, para 62% das pessoas o governo do ex-presidente Lula foi aquele em que tiveram “melhores condições de vida: emprego, maior renda, menor inflação, etc.” Apenas 5% consideram que Bolsonaro proporciona melhores condições de vida. Lula é considerado o melhor, por esse critério, até entre eleitores de Bolsonaro (32% contra 16% que dizem que o melhor governo é o atual). Para 50%, Lula é o melhor presidente que o país já teve. Seu governo foi positivo para 62%, regular para 23% e negativo para apenas 13%.

A Vox perguntou qual o sentimento “como pessoa” em relação a Lula, Bolsonaro e FHC. 30% disseram “gostar muito” de Lula, 11% de Bolsonaro e 5% de FHC. 23% disseram gostar “um pouco” de Lula, 20% de Bolsonaro e 18% de FHC. 22% “não gostam nem desgostam”de Lula, 24% de Bolsonaro e 38% de FHC. Os que “não gostam mas não chegam a detestar” Lula são 16%; de Bolsonaro, 23%, e de FHC, 17%. E os que dizem que “detestam, não gostam de jeito nenhum” de Lula são 8%; de Bolsonaro, 21%, e de FHC, 16%.



Em relação à pesquisa de abril, o percentual dos que gostam (muito + um pouco) de Lula como pessoa cresceu de 48% para 53%, o dos que não gostam nem desgostam passou de 26% para 23%, e o dos que não gostam (não chegam a detestar + detestam) permaneceu em 23%. Os que detestam ou não gostam de Bolsonaro como pessoa saltaram de 28% para 44%, os neutros caíram de 33% para 24% e os que gostam muito ou um pouco passaram de 18% para 30%.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro diz que não vai mais usar BIC porque é francesa e leva ameaça de embaixador

O presidente Jair Bolsonaro voltou a comentar sobre a "caneta Bic" que usa para assinar seus decretos. Na noite de ontem (29), durante sua live semanal transmitida pelo Facebook, Bolsonaro afirmou que indultos de fim de ano serão dados a "policiais presos injustamente" e disse que assinará o documento "com caneta Compactor, porque a Bic é francesa".



A marca, que já havia sido citada outras vezes por Bolsonaro, afirmou "ficar lisonjeada em ser reconhecida espontaneamente pelos consumidores, imprensa e opinião pública como uma marca democrática, presente no dia a dia dos brasileiros".


O "boicote" do presidente foi feito depois de Bolsonaro se envolver em uma série de polêmicas com Emmanuel Macron, presidente da França.

A Bic foi fundada em 1945, na cidade francesa de Clichy. Em comunicado, a marca fez questão de ressaltar que "está presente no Brasil há mais de 60 anos", com fábricas em Manaus e no Rio de Janeiro, e que emprega mais de 1.000 colaboradores, que levam ao consumidor "produtos com responsabilidade, ética, simplicidade, trabalho em time e engenhosidade, valores esses que estão diretamente ligados com o público brasileiro".

O embaixador da França no Brasil, Michel Miraillet, ironizou nesta sexta-feira, 30, a declaração de Jair Bolsonaro de que não iria mais utilizar canetas da marca BIC pelo fato da empresa ser francesa.


Fonte: Brasil 247

Assessor de líder do PSL na Câmara é preso em operação contra roubo de carga

O assessor do deputado federal e líder do PSL, Delegado Waldir (GO), o também delegado José Maria da Silva, foi preso em operação contra roubo de cargas e lavagem de dinheiro. Após a prisão, o deputado exonerou o assessor.


Ele é acusado de receber propina, em 2014, no valor de R$ 100 mil de um homem que tinha sido preso por envolvimento com roubo e receptação de carga para reaver a mercadoria apreendida.



No gabinete do líder do partido de Bolsonaro, José Maria trabalhava desde 2016 e era responsável por elaborar os projetos de lei do deputado. Em nota, Waldir disse que “a suposta conduta criminosa teria ocorrido quando ele exercia a função de delegado na Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas, no período de 6 de fevereiro de 2013 à 30 de janeiro de 2015".


Fonte: Brasil 247

Eduardo Bolsonaro torra dinheiro público, mas perde a viagem e não consegue a selfie com Trump

A saga do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) em conseguir a indicação como embaixador do Brasil nos Estados Unidos continua. Nesta sexta-feira (30), ele esteve, ao lado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, na Casa Branca, onde se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma reunião sem anunciou oficial de resultados.


Na saída, ele recusou-se a responder perguntas em inglês feitas pela imprensa estrangeira e classificou a visita como "simbólica".


Para ele, a visita serviu para demonstrar que o governo de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) segue alinhado com os estadunidenses, inclusive no que diz respeito a Amazônia.

Segundo Araújo, a reunião foi uma forma de emitir sinais à comunidade internacional sobre a parceria entre americanos e brasileiros. "Não tínhamos expectativas de sair daqui com nada, mas achamos extremamente significativo que o presidente Trump tenha nos recebido", disse.

Fonte: Brasil 247

VÍDEO: Bolsonaro vai perdoar penas de milicianos presos

Bolsonaro anuncia que vai soltar policiais "presos por pressão da mídia", o que ele quer é soltar milicianos presos e armar seu exército de criminosos. Se Flávio Bolsonaro, que homenageou vários policiais que estavam até presos, diz que os milicianos que homenageou (acusados de matar Marielle Franco) eram cidadãos de bem, imagine que tipo de policiais Bolsonaro vai soltar.




Fonte: Plantão Brasil

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Boicote por crise dos incêndios na Amazônia chega ao mercado financeiro e acende alerta

Banco nórdico, Nordea, suspende compras de títulos do Governo brasileiro por incêndios. Onda de queimadas provoca cautela diante dos fundos que levam em conta práticas ambientais, sociais e de governança, que estão em alta


Os reflexos da crise ambiental desencadeada pelo aumento das queimadas na Amazônia chegou nesta semana ao mercado financeiro. O Nordea, o maior banco dos países nórdicos, afirmou que decidiu suspender as compras de títulos do Governo brasileiro, devido a preocupação com as respostas do Governo de Jair Bolsonaro dadas até agora aos incêndios na Amazônia. Banco nórdico, Nordea, suspende compras de títulos do Governo brasileiro devido ao aumento de incêndios.


A instituição financeira sediada em Helsinque, na capital da Finlândia, informou que está adotando uma "quarentena temporária" para a compra de bônus brasileiros denominados em dólar e real. "O que significa que não há compras adicionais e apenas ações potenciais de venda", afirmou à agência Reuters Thede Ruest, chefe de dívida dos mercados emergentes do Nordea. “Se avaliarmos desenvolvimentos positivos, podemos suspender a quarentena antes de uma data definida – igualmente se a situação piorar, talvez tenhamos que excluir os títulos do Governo brasileiro do nosso universo”, acrescentou. A Nordea Asset Management disse que sua exposição atual a esses títulos do Brasil é de aproximadamente 100 milhões de euros.
A decisão do banco nórdico é um alerta de que a questão ambiental ainda pode trazer implicações maiores ao Brasil, segundo o economista Lívio Ribeiro, da Fundação Getúlio Vargas. "Essa gestora é muito grande e o tema é bastante relevante, um sinal importante. Se esse episódio do Nordea for replicado, ele pode trazer implicações negativas importantes. A decisão não pode ser menosprezada. A última coisa que precisamos é de mais ruído para a economia brasileira", explica.
Leia mais no Elpaís Brasil

Bolsonaro vai rever terras indígenas: “É muita terra para pouco índio. Qual o interesse por trás disso?”

Cumprindo promessa de campanha, Bolsonaro anunciou que vai rever as demarcações de terras indígenas, acirrando ainda mais os conflitos que contribuem para as queimadas e o desmatamento na Amazônia


Cumprindo promessa de campanha, Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (30) que vai rever as demarcações de terras indígenas, acirrando ainda mais os conflitos que contribuem para as queimadas e desmatamento na Amazônia.

“Eu não sendo obrigado, não tem mais reserva indígena no Brasil. Vamos rever as que estão demarcadas, com laudos e muita suspeição de fraude no passado”, disse a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada.
Para Bolsonaro, a quantidade de reservas é muito grande em proporção ao número de indígenas. “É muita terra para pouco índio. Qual o interesse por trás disso?”, indagou.


Fonte: Revista Fórum

China ignora Bolsonaro e firma parcerias direto com Estados do Nordeste

Enquanto os EUA pressionam o governo Bolsonaro para barrar certos investimentos chineses no país, empresas de tecnologia da China, inclusive as banidas pelo governo americano, aumentam seus laços e suas vendas a governos do Nordeste do Brasil.


As empresas chinesas de tecnologia Huawei, ZTE, Dahua e Hikvision, todas sob algum tipo de embargo americano sob acusação de representarem ameaça à segurança nacional, estão negociando ou fornecendo serviços e produtos no Nordeste.


O intercâmbio entre a China e os nove estados nordestinos nunca foi tão intenso. Só neste ano, quatro governadores e dois vice-governadores da região estiveram no país asiático — e a peregrinação de secretários foi ainda maior. A China também mandou inúmeras comitivas para os estados.


Fonte: Folha de São Paulo

’São conversas que você teria na mesa de casa com a família’, diz Deltan sobre ironizar a morte de familiares de Lula

O procurador chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol voltou a reconhecer a veracidade do conteúdo das conversas reveladas pelo The Intercept. Em entrevista a BBC Brasil, Deltan minimizou os comentários debochados sobre a morte de familiares do ex-presidente Lula.


"As pessoas têm que entender que essas conversas são conversas que você teria na mesa de casa com a família, são pessoas que estão trabalhando há cinco anos juntas, são amigas. São conversas que você tem com o círculo de intimidade, conversas que você fica à vontade para falar até alguma besteira, uma bobagem, para ser até certo modo irresponsável", disse o procurador.

Revelações do site Intercept Brasil em parceria com o Uol, apontam que procuradores da Lava Jato ironizaram a morte de Dona Marisa Letícia, então esposa de Lula e vítima de AVC. "Um amigo de um amigo de uma prima disse que chegou ao atendimento sem resposta, como um vegetal", afirmou Dallagnol no Telegram. O procurador Januário Paludo responde: "estão eliminando as testemunhas"


Diferentemente do que dizia no início das reportagens da Vaza Jato, em que negava o conteúdo revelado e dizia que não se lembrava das conversas, Deltan agora tomlou um chá de memória. "Eu não posso atestar que tudo lá seja verdade, mas existem coisas lá que a gente lembra", disse. Mas ele voltou a criticar o que chama de "falta de contexto" "Existe aí um foco em tentar sempre mostrar aquilo que pode gerar uma polêmica", declara.


Fonte: Brasil 247

VÍDEO: Escândalo de Itaipu: Bolsonaro sente a pancada e já toma providências para abafar

O escândalo envolvendo o governo paraguaio, a Leros, empresa representada pelo suplente do senador Major Olímpio (Alexandre Giordano) e a família Bolsonaro está sendo estancado no Brasil. Bolsonaro sentiu o golpe. Assista:






Fonte: Plantão Brasil

Ministro da Educação escreve ´suspenÇão´ e ´paraliZação´ em documento oficial redigido por ele mesmo

O ministro da Educação, Abraham Weintraub , enviou um documento com erros de português ao ministro da Economia, Paulo Guedes , pedindo mais recursos para sua pasta. No texto, Weintraub explica que as verbas previstas para a Educação em 2020 são insuficientes e alerta para o risco de "paralização". O ministro também cita "suspenção" de pagamentos. A grafia correta das palavras é paralisação e suspensão. 


Weintraub afirma no documento, de oito páginas, que o orçamento previsto, de R$ 16,2 bilhões, é menor do que o necessário para a manutenção das atividades da pasta, e pede um acréscimo de R$ 9,8 bilhões. O ministro explica que, sem esse aumento, "38% das despesas discricionárias essenciais às políticas educacionais do país ficariam sem cobertura orçamentária no próximo exercício."


No ofício, o ministério detalha quais atividades podem ser paralisadas, caso não haja aumento de verbas previstas. Entre elas estão obras da Educação Básica, Programas de Bolsa-Permanência e Bolsa Prouni, Custeio das Universidades e Institutos e Concessão de Bolsas de Estudos no Ensino Superior.

O Programa Nacional das Escolas de Gestão Cívico-Militar, uma bandeira do governo Bolsonaro, também estaria em risco com o atual orçamento previsto, de acordo com o ministro da Educação.


Fonte: O Globo

PGR contesta sentença anulada da Lava Jato e tenta manter Lula preso

A PGR (Procuradoria Geral da República) disse hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) que não há necessidade de haver prazos diferentes em processos para réus que tenham acordo de delação e para os que não possuem. Essa tese, de prazos distintos, fez com que a Segunda Turma da Corte anulasse, na última terça-feira (27), um processo da Operação Lava Jato contra o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já pediu à Justiça para ser beneficiado pela mesma decisão, o que foi aceito parcialmente pelo ministro Edson Fachin.


De acordo com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o artigo 403 do CPP (Código de Processo Penal) "é claro ao estabelecer prazo comum aos corréus para apresentarem contrarrazões, sem fazer distinção entre colaboradores e não colaboradores". Dodge aponta que essa tem sido a praxe em processos pelo país.

"Potencial para afetar"
Para a PGR, a decisão da Segunda Turma do STF "possui o potencial de afetar as milhares de condenações penais referentes a uma miríade de crimes - e não apenas dos crimes que são usualmente objeto da Operação Lava Jato, como era o caso [de Bendine]". "Até mesmo condenações transitadas em julgado podem, em tese, ser impactadas pela via da revisão criminal", comentou Dodge.
A procuradora se manifestou em relação a um recurso apresentado por Gerson Almada, ex-executivo da empreiteira Engevix, com base na decisão do STF a respeito de Bendine. A ação está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski. Almada, assim como o ex-presidente do BB e da Petrobras alegou, aponta que delatores apresentaram alegações finais em seu processo ao mesmo tempo em que ele.


Dodge pede que o Supremo negue ações semelhantes à de Almada até que o plenário julgue a questão sobre ordem de manifestações de réus em processos. Não há prazo para que Lewandowski se manifeste sobre o parecer da PGR.

Nas redes sociais, o procurador Roberson Pozzobon, integrante da força-tarefa da Lava Jato no MPF (Ministério Público Federal) no Paraná, concordou com a manifestação de Dodge. "Impertinente, assim, a anulação de sentenças da Lava Jato e de outras operações", escreveu.


Fonte: UOL

Governo avalia suspender Minha Casa Minha Vida e redirecionar recursos do Sistema S


Para proposta de Orçamento, Executivo nacional quer suspender novas contratações do Minha Casa e redirecionar recursos que iam para o sistema

O assunto foi discutido em reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO), que avaliou um conjunto de medidas para reduzir despesas obrigatórias (como salários, aposentadorias e pensões) e abrir espaço no teto de gastos (dispositivo previsto na Constituição que impede o crescimento das despesas acima da inflação) na proposta de Orçamento de 2020. Com essa diminuição das despesas obrigatórias, o governo poderia aumentar os chamados gastos discricionários (aqueles que são tradicionalmente contingenciados e que incluem custeio da máquina e investimentos). 
A suspensão das novas contratações do Minha Casa Minha Vida por um período pode garantir uma economia de despesas de R$ 2 bilhões. No caso do Sistema S, além do corte dos recursos anunciado no início do governo Bolsonaro, o que está em discussão é repassar uma parcela da arrecadação para bancar alguns grupos de despesas, principalmente aquelas voltadas para qualificação.
As duas propostas, porém, enfrentam resistências e não há definição. Uma das preocupações com o Sistema S é o risco de transformação de uma espécie de “orçamento paralelo”. 
Como o Orçamento de 2020 tem de ser enviado nesta sexta-feira (30) ao Congresso, o mais provável é que o projeto não conte ainda com o impacto das medidas que estão sendo estudadas - boa parte delas depende de medidas legais que precisam de ser aprovadas pelo Congresso. 
Na reta final da elaboração da proposta orçamentária para 2020, o governo prepara medidas para reduzir as despesas obrigatórias em mais de R$ 10 bilhões. Mas o valor ainda é insuficiente, e a equipe econômica busca saídas para conseguir R$ 15 bilhões adicionais para as despesas discricionárias.
A maior parte das medidas deve ser feita via medida provisória, que tem vigência imediata. Uma reunião foi realizada nesta quinta, 29, no Palácio do Planalto para tentar definir ações adicionais e fechar as contas do ano que vem.
Entre as medidas, o governo quer propor o congelamento das progressões de 334 mil servidores civis nas carreiras do Executivo (66,5% do total) para economizar cerca de R$ 2 bilhões.
Outra medida é o fim do adicional de 10% da multa rescisória sobre o FGTS pago pelas empresas. Hoje, as empresas pagam 50% de multa nas demissões, 40% ficam com o trabalhador e os outros 10% vão para os cofres da União, que repassa os recursos para a administração do fundo. Por ano, esses 10% correspondem a R$ 5,4 bilhões pagos pelas empresas, dinheiro que passa pelo Orçamento e consome espaço do teto de gastos.
Não há mais cortes que possam ser feitos “na caneta” do presidente Jair Bolsonaro para adequar o Orçamento de 2020 ao teto de gastos e desafogar os ministérios, segundo uma fonte. Qualquer iniciativa que resulte em alívio nas despesas obrigatórias precisará ser feita por meio de lei.
O quadro é de dificuldades mesmo depois de os técnicos terem decidido incluir nas contas o cenário de aprovação da reforma da Previdência - o que resulta em economia de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões nos gastos previdenciários. É a primeira vez que o governo decide incluir os efeitos da reforma no Orçamento. Sem isso, a situação estaria ainda mais apertada. O governo reservou cerca de R$ 89 bilhões até agora para as despesas discricionárias.

Fonte:  Agência Estado


Bolsonaro quer congelar salários de servidores federais por pelo menos 3 anos, além de cancelar concursos



A justificativa, segundo o secretário do Tesouro, são os salários iniciais das carreiras de Estado, que variam de R$ 14 mil a R$ 19 mil, e da rapidez com a qual o servidor atinge o teto

A política de cortes nos recursos e investimentos públicos, especialmente no que se refere ao trabalhador, implantada por Jair Bolsonaro e sua equipe econômica promete apertar o cinto ainda mais. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, declarou que o governo vai congelar salários, suspendendo reajustes, além de não realizar concursos públicos por, pelo menos, três anos, de acordo com informações do Blog do Servidor, do Correio Braziliense.
A justificativa do governo, nas palavras de Almeida, não é em função da remuneração de final de carreira, que, frequentemente, ultrapassa R$ 30 mil mensais, dependendo do cargo e da função.

A questão, segundo ele, são os salários iniciais das carreiras de Estado, que variam de R$ 14 mil a R$ 19 mil, e da rapidez com a qual o servidor atinge o teto.
Bônus
E não é só isso: “Foram criados os bônus de eficiência para a Receita Federal e os honorários de sucumbência para a Advocacia-Geral da União (AGU). Tudo isso tem que ser repensado dentro do contexto das carreiras. São práticas diferentes do resto do mundo. Se quisermos manter o país com nível de investimento, que já é baixo, não vejo nenhum espaço fiscal para aumento salarial ou concurso público nos próximos três anos. Aí, o governo segura e ganha tempo para fazer uma reforma administrativa. Os servidores tiveram quatro anos de aumento salarial acima da inflação”, alegou o secretário.

Fonte: Revista Fórum 

Queiroz afastado dos holofotes: revista mostra onde está o desaparecido mais famoso do país

A investigação até hoje não foi concluída e não se tinha conhecimento nem sequer sobre o paradeiro do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, filho do presidente

 Achamos finalmente o desaparecido mais famoso do país”, escreveu a revista Veja, para a reportagem de destaque desta sexta-feira (30). “O paradeiro de Queiroz” é a manchete da revista, que foi atrás nos últimos três meses de onde se localizava o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, investigado em uma apuração que leva mais de 600 dias sem ser concluída.
Fabrício Queiroz hoje vive no bairro Morumbi, na zona oeste de São Paulo, próximo ao hospital Albert Einstein, aonde realiza tratamento contra um câncer no intestino. Sua última aparição, no dia 12 de janeiro, havia sido no hospital, quando publicou um vídeo na internet em que dançava, após a recuperação de uma cirurgia.

Policial militar aposentado, Queiroz atuava ao lado do filho do mandatário no gabinete da Assembleia Legislativa do Rio, quando Flávio era deputado estadual. O ex-assessor foi exposto em relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) por manter movimentações financeiras atípicas, juntamente com outras dezenas de assessores.
O caso que começou a ser investigado ainda no ano passado, tramitou até janeiro na Procuradoria-Geral de Justiça do Rio, pelo foro privilegiado de Flávio. No dia 3 de janeiro deste ano, os relatórios e a investigação chegou ao Ministério Publico do Estado. E foi com base nas informações do Coaf que os investigadores vinham avançando nas apurações.
Neste mês, o presidente Jair Bolsonaro chegou a modificar toda a estrutura do Coaf, acabando com o órgão, que passou a ser Unidade de Inteligência Financeira, e retirando do Ministério da Economia para o poder Banco Central. Na Medida Provisória que impôs estas mudanças, Bolsonaro também criou regras que permitem a nomeação e a indicação, política ou não, dos membros do Conselho Deliberativo.

Sem saber se tais mudanças feitas pelo mandatário, não somente na estrutura organizacional, como também na possibilidade de alterar a composição do órgãos, terão influência nas investigações do antigo Coaf, e mais especificamente na que tem como mira o filho do mandatário, a apuração até hoje não foi concluída e não se tinha conhecimento nem sequer sobre o paradeiro do ex-assessor de Flávio.
A pergunta “Onde está Queiroz?” passou a dominar as redes sociais e as reivindicações contra o governo de Jair Bolsonaro e as mudanças que Bolsonaro vem adotando como presidente da República para proteger seus filhos. E o objetivo da revista era resolver esta indagação.
Queiroz hoje reside no Morumbi, o mesmo bairro da Zona Sul de São Paulo onde se encontra o Einstein. A proximidade facilita os deslocamentos até o hospital, normalmente feitos de táxi ou Uber. Queiroz, que raramente sai de casa, luta contra o mesmo câncer no intestino que o levou para a mesa de cirurgia no fim do ano passado, pouco antes do estouro do escândalo da movimentação suspeita de 1,2 milhão de reais (600 000 entrando e 600 000 saindo) em sua conta na época em que trabalhava para Flávio Bolsonaro”, escreveu a revista.
No tratamento contra o câncer, a Veja apontou que a cirurgia feita em janeiro não resolveu o tumor e que Queiroz teria se descuidado ao tentar estar longe dos holofotes, em seu desaparecimento dos últimos meses. “As ‘férias’ forçadas do tratamento cobraram um preço: há sinais de que a doença continua ameaçando perigosamente seu organismo. Um de seus amigos, o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL-RJ), trocou mensagens com Queiroz há alguns meses. ‘Ele escreveu que ainda estava baqueado’, conta.”

Ainda, a revista, que captou fotos de Fabricio Queiroz, descreveu que ele não aparenta em seu aspecto físico o delicado estado de saúde, estando somente um pouco mais magro do que no ano passado. Acompanhe algumas imagens abaixo:
ROTINA HOSPITALAR - O ex-assessor chega sozinho, de boné preto e óculos de grau...

...faz hora na lanchonete...


Fonte: Jornal GGN