GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de junho de 2019

EL PAÍS: Renda do trabalhador mais pobre segue em queda

Desemprego depois da recessão de 2015/2016 derrubou em 20% ganhos dos mais vulneráveis e ampliou a desigualdade no mercado de trabalho apesar do quadro de recuperação da economia


A recessão que o Brasil atravessou entre 2015 e 2016 afetou ricos e pobres, mas passados três anos desde o fim da 'pior crise do século', como foi batizada à época, fica claro que os efeitos deletérios desse período foram diferentes para os dois grupos. Os brasileiros mais abastados já viraram a página das vacas magras. Os pobres, ainda não. Um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas revela que depois da tempestade, os 10% mais ricos já acumulam um aumento de 3,3% de renda do trabalho, ou seja, além de superar as perdas, já ganham mais que antes da recessão. Enquanto isso, os brasileiros mais vulneráveis amargam uma queda de mais de 20% da renda acumulada. Se somarmos os últimos sete anos, a renda do estrato mais rico aumentou 8,5% e a dos mais pobres caiu 14%.


Leia mais no Elpais

Fattorelli: Banco Central é a causa da crise e Guedes busca R$ 1 tri dos mais pobres para repassar aos bancos

Durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família, a coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, explica a atual conjuntura econômica e a crise fabricada para justificar o desmonte da previdência e do Estado



Fonte: Viomundo

sábado, 15 de junho de 2019

Arminio Fraga: Levy deveria pedir demissão antes de ser demitido por Bolsonaro

Da Folha:
O economista Arminio Fraga disse neste sábado (15) que o presidente do BNDES, Joaquim Levy, deveria pedir demissão antes desta segunda-feira (17).
Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que está “por aqui” com Levy e sua “cabeça está a prêmio há algum tempo”.
“Levy deveria pedir demissão antes de ele ser demitido na segunda-feira”, disse Fraga que é colunista da Folha e ex-presidente do Banco Central.
Bolsonaro disse que poderia demitir Levy, sem falar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, porque ele pretende indicar Marcos Pinto para a Diretoria de Mercados de Capitais do banco por ele ter atuado em governo do PT.

(…)

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Petrobras já coloca quase tudo à venda após liberação do STF

A Petrobras vai retomar seu cronograma de venda de ativos, depois do "liberou geral" do STF em decisão tomada nesta quinta-feira (6). As principais participações acionárias à venda somam US$ 32,3 bilhões, considerando empresas como BR, Liquigás, Gaspetro, além de oito refinarias e da TAG, rede de gasodutos no Norte e Nordeste.

Reportagem do jornal O Glogo aponta que a estratégia da Petrobras é gerar recursos extras para pagar dívidas, atualmente em US$ 68,3 bilhões, para depois acelerar os investimentos.


A prioridade agora da estatal é se concentrar nas operações maiores, como a Liquigás e a venda adicional das ações da BR Distribuidora. No caso da Liquigás, o objetivo é se desfazer de 100% da companhia, que atua no engarrafamento, distribuição e comercialização de gás liquefeito de petróleo (GLP)", informa o jornal.

Vale lembrar que o valor pelo qual Bolsonaro quer vender essas subsidiárias é equivalente a cerca de 1 ano de lucro delas. O melhor negócio do mundo: você compra uma empresa e em 1 ano já recuperou o investimento.



Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 6 de junho de 2019

VÍDEO: Ex-ministro da Previdência humilha Paulo Guedes e desmente suas mentiras sobre a reforma

O senador Jean Paul Prates e o ex-ministro da Previdência Paulo Gabas desmentem as mentiras ditas por Paulo Guedes no Congresso, tentando difamar a imagem da oposição. Veja abaixo:



Fonte: Plantão Brasil

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Ministro de Bolsonaro suspende concursos públicos e diz que há “servidores demais”

Em audiência sobre reforma da Previdência, ministro da Economia anuncia a suspensão de concursos para os próximos anos
Durante audiência sobre a reforma da Previdência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (4), Paulo Guedes, ministro da Economia, declarou que os governos anteriores contrataram servidores públicos demais e concederam reajustes salariais “ferozmente”.


De acordo com Guedes, como consequência do que ele chamou de inchaço da máquina pública, o governo Bolsonaro vai suspender a realização de concursos públicos nos próximos anos. Porém, ele não precisou por quanto tempo.
“Digitalização”
“Nas nossas contas, 40% dos funcionários públicos devem se aposentar nos próximos cinco anos. Em vez de admitir militantes nossos, vamos deixar a máquina ficar mais eficiente através de digitalização”, afirmou.


Segundo o ministro, o “desinchaço” da máquina pública ocorrerá sem briga, sem demissões e sem aparelhamento.
LDO
Em abril, o governo de Bolsonaro encaminhou ao Congresso o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, sem a previsão de concursos públicos.

Via Revista Fórum

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Golpe expulsa empresas multinacionais do Brasil

O fracasso da política econômica recessiva do golpe de 2015-16, amplificado por sua radicalização no governo Bolsonaro tem levado grandes empresas multinacionais a deixarem o Brasil; Algumas das grandes companhias que fecharam ou vão fechar as portas no país são: os laboratórios Eli Lilly e Roche, Ford Caminhões, cervejaria Brasil Kirin, Nikon, Glovo, Kiehl's e Lush.

Em meio ao desalento da economia, pesquisa da XP Investimentos aponta que a percepção positiva do governo Jair Bolsonaro entre investidores milionários despencou de 86% em janeiro para 14% em maio, enquanto a avaliação negativa saltou de 1% para 43% no mesmo período (leia no Brasil 247).
A falta de uma política econômica que sinalize para uma retomada do crescimento em médio e longo prazo são apontados como algumas das razões para que as grandes multinacionais encerrem suas atividades ou passem atuar apenas com a distribuição de produtos importados. Segundo o portal G1, um levantamento da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), aponta que o Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil caiu 12% em 2018, para US$ 59 bilhões, fazendo com que o Brasil caísse da 4ª para a 9ª posição entre os principais destinos destes investimentos. Em 2011, primeiro ano do governo Dilma Rousseff do poder, o IED no Brasil chegou a US$ 96 bilhões.
Um outro estudo, elaborada pela consultoria A.T.Kearney ressalta que o Brasil deixou de integrar o ranking do 25 países mais confiáveis para receber investimentos internacionais (leia no Brasil 247).  Para o Banco Central, contudo, que utiliza uma outra metodologia, os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 21,1 bilhões no 1º trimestre deste ano, ficando no mesmo patamar registrado em 2018, cerca de US$ 20,9 bilhões).
De acordo com a consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), as fusões e aquisições lideradas por estrangeiros também estão em queda. Entre janeiro e abril teriam sido registradas 228 operações de compras de controle ou de participação em empresas no Brasil, sendo que apenas 30% tiveram investimentos estrangeiros. No mesmo período de 2015, os investidores estrangeiros adquiriram 126 empresas no Brasil, ficando com 53% dos negócios do gênero.


Fonte: Brasil 247 


sexta-feira, 24 de maio de 2019

Bolsonaro publica decreto proibindo tequila brasileira e defendendo tequila mexicana

Jair Bolsonaro publicou um decreto hoje no Diário Oficial em que sacramenta que, no Brasil, agora, só pode ser chamado de tequila se for tequila mexicana, produzida de acordo com a legislação daquele país e por fabricantes autorizados.


O decreto tira do papel um acordo assinado em 2016, batizado de acerto "Cachaça-Tequila".


Segundo o Diário Oficial, tequila é, a partir de hoje, a bebida "obtida por meio da destilação de mostos, preparados direta e originalmente do material extraído das cabeças de Agave da espécie tequilana weber variedade azul, hidrolisadas ou cozidas, e submetidos à fermentação alcoólica com leveduras, cultivadas ou não”.


Fonte: Época

Pesquisa XP do mercado financeiro: avaliação negativa de Bolsonaro supera a positiva pela primeira vez

Pela primeira vez, a avaliação negativa do governo Bolsonaro ultrapassou a positiva. Os dados são da mais nova pesquisa da XP Investimentos, realizada pelo Ipespe. Dos entrevistados, 36% avaliaram o governo como ruim ou péssimo, enquanto 34% o classificaram como ótimo ou bom.




Em comparação com a última edição da pesquisa, divulgada há duas semanas, a avaliação de ruim ou péssimo subiu 5%. A de ótimo ou bom caiu 1%.

Apenas 4% dos entrevistados responderam que é "satisfatório" o andamento da agenda do governo no Congresso, enquanto 85% julgaram que é o ritmo é "lento".




Do total, 57% disseram que os protestos do dia 15, contra os cortes na Educação, tiveram importância, ante 38% que responderam que não tiveram relevância. Quando perguntados se as manifestações acontecerão novamente, 86% afirmaram que sim.


 Fonte: Época

Guedes dá a receita para derrubar Bolsonaro

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse, em entrevista à revista Veja, publicada nesta sexta-feira (24/5), que irá renunciar do cargo caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previdência vire uma “reforminha”. Ele disse que, se isso se concretizar, vai morar no exterior. “Já tenho idade para me aposentar”, justificou. Para ele, o Brasil pode quebrar no próximo ano. 


“Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar”, afirmou. “Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos estados e municípios”, completou o ministro. Guedes alegou, porém, que não é irresponsável e inconsequente. 

Ele destacou que não irá embora do país no dia seguinte, caso haja frustração na reforma da Previdência. “Agora, posso perfeitamente dizer assim: ‘Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo’. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa”, justificou. 



De acordo com a revista, o ministro também defende que o presidente Jair Bolsonaro defende a reforma nos moldes em que a proposta foi enviada pelo governo ao Congresso. O texto prevê a economia de até R$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos. Guedes admitiu que existe uma margem de negociação que poderá desidratar a matéria até, no máximo, R$ 800 bilhões. Até então, ele tinha dito que seriam necessários, pelo menos, R$ 1 trilhão de impacto fiscal.



Fonte: Brasi l247

Governo gastará R$ 7,1 miilhões comprando carros de luxo para familiares de Bolsonaro e Mourão

De Guilherme Amado e Eduardo Barretto na Revista Época.

Alegando urgência para atender aos familiares de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão, o Palácio do Planalto pretende gastar R$ 7,1 milhões para comprar carros blindados.

O pregão será aberto em duas semanas e prevê o uso de até 39 veículos. Entre as exigências para os automóveis de luxo estão suportes para armas letais, pneus à prova de bala, e equipamentos de varredura e monitoramento.


O preço de cada carro chega a R$ 270 mil. Entre as opções para o pregão, o edital prevê modelos como Audi A6, Ford Fusion, Honda Accord ou “superiores”.



quarta-feira, 22 de maio de 2019

O efeito Bolsonaro: confiança do consumidor desaba em abril

Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o governo Jair Bolsonaro conseguiu acabar com as expectativas da população e dos consumidores brasileiros. O Índice de Confiança do Consumidor desabou 4,3% entre janeiro e abril, ficando em 46,9 pontos (era 49 em janeiro) e o percentual de brasileiros otimistas com a economia, considerando-se aqueles que acreditam que a situação vai melhorar nos próximos seis meses, despencou de 39% para 26% no mesmo período. Ainda segundo o levantamento, 61% consideram o momento econômico ruim ou muito ruim e apenas 7% acham que a situação é boa ou muito boa.
A queda no indicador é atribuída à situação financeira da população, ao desemprego – que alcança 13,4 milhões de trabalhadores -, aumento do custo de vida e queda no rendimento familiar. Segundo o estudo, 38% dos brasileiros avaliam suas condições financeiras como ruim, contra apenas 13% do que dizem estar bem neste quesito.
Para 39% dos entrevistados, o desemprego deve permanecer no patamar atual até o próximo semestre, enquanto 15% acredita que o número de trabalhadores desempregados deve crescer. Outros 41% dizem temer pelo futuro do próprio emprego nos próximos meses.
A pesquisa também aponta para um crescimento da percepção do peso da inflação no Governo Bolsonaro sobre o consumidor. Ao todo, 65% dos entrevistados afirmaram que a inflação cresceu nos últimos três meses. Já para outros 20% o custo inflacionário permaneceu estável.
A pesquisa apontou, ainda, uma divisão sobre o que o consumidor espera da economia para os próximos seis meses. De acordo com a sondagem, 26% dos brasileiros se mostram pessimistas e outros 43% avaliam que a situação deve permanecer como registrado atualmente, ou seja, sem melhoras ou pioras no atual quadro de depressão econômica. Já para outros 26%, a situação deve apresentar alguma melhora nos próximos seis meses.

Fonte: Brasil 247 

Previdência: Policiais chamam Bolsonaro de ‘traidor’ em protesto em Brasília, vídeos

Nesta terça-feira (21/05), policiais civis e federais de todo o País protestaram em Brasília contra a proposta de Reforma da Previdência (PEC 06/2019) do governo Bolsonaro
Por volta das 18h , eles passaram em frente ao Palácio do Planalto, chamando Bolsonaro de “traidor”

Vídeo incorporado
POLICIAIS CIVIS CHAMAM BOLSONARO DE “TRAIDOR”

Em manifestação contra reforma da previdência, grupos de Policiais Civis que manifestou pela Esplanada gritou “Bolsonaro, Traidor!” em frente ao Palácio do Planalto, no fim da tarde desta terça-feira. @sbtjornalismo
32 pessoas estão falando sobre isso
Um pouco mais cedo, em torno das 17h, o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), foi até a manifestação levar o apoio da bancada às reivindicações de policiais federais e civis.


PT na Câmara
O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), reafirmou hoje (21) a policiais civis e federais de todo o País que estão em Brasília protestando contra a proposta de Reforma da Previdência (PEC 06/2019), que a bancada petista é totalmente contrária à medida, além de ser contra o chamado “pacote da segurança” enviado ao Congresso pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro.
As declarações do líder foram feitas durante manifestação de policiais civis estaduais e federais, servidores do sistema penitenciário e representantes de guardas municipais, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, contra a Reforma da Previdência. A manifestação foi organizada pela União dos Policiais do Brasil (UPB), Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) e outras entidades.
Respeito
No caso específico dos servidores civis da área, Pimenta observou que a PEC 06 é inaceitável, pois trata esse segmento de forma diferenciada, como se a vida deles valesse menos que as dos integrantes das Forças Armadas e das polícias militares.
“O governo Bolsonaro introduz essa contradição, quando escolhe a área da segurança pública que merece aposentadoria ou pensão integral”, disse Pimenta. “Todos os servidores da área de segurança pública merecem o mesmo tratamento e respeito”, destacou o líder.
O líder observou que os policiais civis, por exemplo, praticamente todos os dias enfrentam uma guerra contra criminosos, enquanto integrantes das Forças Armadas – tratados de forma privilegiada por Bolsonaro no âmbito da Reforma da Previdência – só enfrentaram um conflito armado na Guerra do Paraguai, no século XIX, não justificando, portanto, tratamento diferenciado em relação às outras categorias.
Ficção de Moro
Em relação ao pacote da segurança de Moro, o líder do PT afirmou tratar-se de uma ficção, pois não aborda questões fundamentais como o patrulhamento de fronteira, inteligência, investimento no sistema prisional e valorização das carreiras do setor de segurança pública. Segundo Pimenta, a proposta de Moro tem que ser rejeitada pelo Congresso.
O líder do PT avaliou que, para a Bancada, não importa que boa parte dos servidores da área de segurança pública tenha votado em Bolsonaro.
“Sei que muita gente aqui votou neste presidente, mas isso não impede a coerência e a manutenção do posicionamento histórico do PT em favor dos servidores da área de segurança pública”, comentou Pimenta.
O parlamentar observou que os servidores da área de segurança que apoiaram Bolsonaro em boa parte “devem estar decepcionados, afinal, quem poderia imaginar que em menos de quatro meses a decepção tivesse tomado conta dos que acreditaram na ladainha e nas mentiras deste governo?” .

Paulo Pimenta lembrou que a PEC da Reforma da Previdência ataca os direitos da população brasileira, em especial os mais pobres, a mantém as grandes distorções, “que devem ser enfrentadas, mas sem campanha contra os servidores públicos, em especial os da área de segurança”.
“O PT continua onde sempre esteve: ao lado do povo e ao lado dos servidores da área de segurança pública”, enfatizou o líder. “Contem sempre com a Bancada do PT, a bancada do presidente Lula”, completou Paulo Pimenta

Fonte: Viomundo

Tarde demais, Miriam Leitão constata que Bolsonaro é um incapaz

Em artigo publicado hoje no Globo, a jornalista Miriam Leitão diz que Jair Bolsonaro não sabe governar e lembra que ele já demonstrou incapacidade política quando era deputado.


“Durante os anos em que foi parlamentar, Jair Bolsonaro não presidiu comissão, não relatou qualquer projeto, nunca liderou grupo algum. Ele não se interessava pelas matérias que passavam por lá, concentrando-se em questões do seu nicho. Sua preocupação era apenas a defesa dos interesses da corporação dos militares e policiais. Afora isso, ofendia colegas que considerasse de esquerda e dava declarações espetaculosas para ocupar espaço no noticiário. Com esse currículo ele chegou à Presidência. Hoje, não entende nem os projetos que envia ao Congresso, como se vê diariamente nas declarações que faz”, afirmou.


É tarde para fazer essa constatação, já que é o tipo de análise que poderia ter sido feita no ano passado, quando o mercado — para quem ela escreve — se entusiasmou com sua candidatura.
Cada vez que ele ganhava alguns pontos na pesquisa, a Bolsa também subia e o dólar caía. Era a hora de informar o mercado que Bolsonaro seria um desastre.
Mas não. A empresa em que Miriam trabalhou a favor de Bolsonaro.


Por exemplo, cancelou o debate do segundo turno depois que Bolsonaro, apesar de liberado pelos médicos, decidiu não comparecer.
Alegou que Bolsonaro não havia assinado carta de compromisso de participação e que, por isso, estaria desobrigado de comparecer.
Poderia ter colocado Fernando Haddad e uma cadeira vazia, com o candidato do PT respondendo a perguntas de jornalistas ou do público.
PUBLICIDADE
Mas não.

Facilitou a vida do então candidato.
Em vez de auto crítica, Miriam agora critica outros apoiadores.
“A direita que o defendeu, e se surpreende agora com o péssimo desempenho da sua administração, demonstra, no arrependimento, a qualidade do próprio voto. Houve opções à direita que não colocariam o país nesta brutal incerteza em que se encontra”, escreveu.
A jornalista constata o óbvio:

“O fato é simples: o presidente Bolsonaro não sabe governar. É essa a razão da sua performance tão errática nestes quase cinco meses. Sua relação tumultuada com o Congresso não deriva de uma tentativa de mudar a prática da política, mas da sua falta de aptidão para qualquer tipo de diálogo. Não sabe ouvir, não entende os projetos, não tem interesse em estudá-los. Repete frases feitas, porque são mais fáceis de decorar, como: ‘Tirar o governo do cangote do empresário’, ’empresário no Brasil é herói’. E outras monótonas repetições'”, destacou.

Por fim, Miriam comparou Bolsonaro ao que acontece na Venezuela:
“Lembra o chavismo, movimento iniciado por um coronel autoritário e que governou sempre convocando manifestações a favor do seu governo e demonizando todos os que se opunham aos seus métodos e decisões. Nada mais parecido com Hugo Chávez, em seu início, do que Bolsonaro. Como Chávez e seu sucessor Maduro, Bolsonaro quer seus seguidores nas ruas, e nas redes sociais, constrangendo os políticos, os juízes e a imprensa, para culpá-los pela própria incapacidade de governar.”

Tarde demais.
A eleição de Bolsonaro mostrou que mercado é um péssimo sinalizador para o que é positivo para o Brasil, e os jornalistas da velha imprensa não cumprem o seu dever de informar e analisar corretamente.


Fonte: DCM

terça-feira, 21 de maio de 2019

Aneel libera aumento de até 50% nas bandeiras tarifárias da conta de luz

G1

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2.

O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%.
Novos valores (por 100 kWh):
Bandeira amarela: R$ 1,50
Bandeira vermelha 1: R$ 4,00
Bandeira vermelha 2: R$ 6,00

O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia.
Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários.
“A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano.

Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta foi de 50% na bandeira amarela
Sistema de bandeiras
Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara.
De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.
A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios.
O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara.


Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo.



7 milhões de pessoas cancelaram a linha de celular em 12 meses

O Brasil encerrou abril de 2019 com 228,63 milhões de linhas móveis em operação, redução de 3% do total de linhas no país em 12 meses (-7,07 milhões). Segundo levantamento da Anatel, divulgado nesta segunda-feira, 20, as linhas móveis pós-pagas registraram um total de 102,85 milhões de unidades em operação (44,89%). O resultado, no segmento, segue a tendência de crescimento, aumento de 6 pontos percentuais de participação em 12 meses, resultado de um acréscimo no volume de linhas pós-pagas de 12,44% (com adição líquida de 11,37 milhões de unidades). Em relação às linhas pré-pagas, o balanço aponta queda de 12,79% (redução de 18,44 milhões de unidades) totalizando 125,78 milhões em operação no mês passado. O desempenho impactou na queda consolidada do número de linhas do serviço.



Prestadoras

O balanço da Anatel indica que, em abril passado, os grandes grupos da telefonia móvel representavam 97,42% do mercado (222,75 milhões de linhas em operação): a Vivo registrou 73,58 milhões de unidades, seguida da Claro com 56,37 milhões, da TIM com 55,20 milhões e da Oi com 37,58 milhões.




O balanço também aponta que nos últimos 12 meses, todas elas apresentaram redução na base de assinantes: TIM menos 4,06% (-2,33 milhões de desconexões), Claro menos 4,43% (redução de 2,61 milhões), Oi menos 3,20% (queda de 1,24 milhão) e Vivo menos 1,98% (1,48 milhão acessos a menos).


Fonte: Conversa Afiada

segunda-feira, 20 de maio de 2019

TSE paga diária para servidor assistir ao filme “O Diabo veste Prada”

Da Veja:
O TSE tem promovido sessões de cinema num de seus auditórios, durante horário de expediente e em dia de semana. Batizado de “Cine debate”, a sessão é seguida de um debate e rende, ao participante, um adicional na remuneração.
Nesta segunda, o filme da vez é “O diabo veste Prada”. Será das 15h às 18h e o informe interno avisa aos funcionários que as vagas são limitadas e que vale “adicional de qualificação”. No chamado, há a imagem de um pacote de pipocas.
O TSE informou ao Radar que esse adicional é pago para cada 120 horas de capacitação, representando 1% da remuneração do servidor, limitado a 3%. Também explicou que se trata de uma maneira econômica, alternativa e não onerosa de “promover e capacitar seus servidores”.
A escolha de “O diabo veste Prada” tem suas razões, segundo o tribunal: “objetivos são abordar temas como assédio moral; condutas inadequadas aos gestores e suas consequências; colaboração e trabalho em equipes; autoconhecimento nas escolhas de carreira; e valores pessoais e profissionais”.
(…)

Decreto de Bolsonaro pode levar aéreas estrangeiras a cancelar voos para o Brasil

Medida preocupa aéreas, que veem abertura para embarque de pessoas armadas a bordo de aeronaves comerciais


Companhias aéreas e até representantes do governo estão preocupados com o decreto sobre porte de armas assinado há duas semanas pelo presidente Jair Bolsonaro. Eles entendem que o presidente pretende permitir o embarque de pessoas armadas a bordo de aeronaves comerciais, o que poderá levar companhias aéreas estrangeiras a cancelarem voos para o Brasil, aumentando os preços das passagens.
Técnicos do governo dizem que foram surpreendidos pelo decreto e que tentam encontrar uma saída para evitar o rebaixamento do Brasil na auditoria que será feita pela OACI (Organização da Aviação Civil Internacional) na semana que vem.
Na inspeção, serão analisados documentos e a aplicação das normas de segurança internacional nos aeroportos.
Técnicos ouvidos pela Folha disseram que a OACI pode emitir um alerta para os quase 200 estados-membros informando riscos eventualmente identificados.
Hoje, a nota do Brasil para “segurança contra atos de interferência ilícita” é de 97% e cabe à Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) definir todos os processos de segurança nos aeroportos.
O artigo 41 do decreto retira da agência esta competência, transferindo-a para os Ministérios da Defesa e da Justiça. A lei só passará a valer depois que as duas pastas regulamentarem o decreto definindo as regras de embarque de passageiros armados.
Os ministérios vão estabelecer normas de segurança para controlar o embarque de pessoas armadas, regulamentar situações em que policiais federais, civis e militares, além de integrantes das Forças Armadas e do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) poderão portar arma de fogo a bordo, além de estabelecer procedimentos de restrição e condução de armas por pessoas com porte.
Com esta mudança, os técnicos dizem acreditar que o Brasil sofrerá, inevitavelmente, um rebaixamento.
No ano passado, a Anac emitiu uma resolução que endureceu as regras para embarque de pessoas armadas. Até então, o embarque armado era permitido em razão da prerrogativa de função. Para policiais federais, por exemplo.

SEGURANÇA

Técnicos da agência ponderam que o texto foi baseado na regulamentação americana e canadense e que a revisão foi motivada pela necessidade de se adequar à regulação internacional.
As notas de segurança são um critério importante para a definição das rotas das companhias aéreas estrangeiras.
Um eventual rebaixamento do Brasil pode tornar o país inseguro, fazendo-o deixar de atender critérios de empresas internacionais. Esses protocolos são parecidos com o das regras de governança de bancos que não emprestaram dinheiro para empresas saudáveis, mas que se envolveram na operação Lava Jato.
Enquanto elas não se enquadraram aos padrões internacionais, não tiveram a torneira do crédito reaberta.
Caso os voos sejam cancelados, os preços podem aumentar por causa do desequilíbrio entre oferta e demanda.
O presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Eduardo Sanovicz, defende que, como previsto em lei, apenas a Anac tenha poderes para tratar de temas relacionados à segurança de voo.
“Na atual regra, transportamos por ano dezenas de milhares de armas trancadas em cofres a bordo, embarcadas e entregues atendendo demandas das forças de segurança”, afirma Sanovicz.
“Somos radicalmente contrários a qualquer alteração dessas regras porque elas estão alinhadas a práticas internacionais. Qualquer alteração que cause diferenças entre o Brasil e o resto do mundo são prejudiciais ao nosso mercado e à aviação”.

EDUARDO BOLSONARO

A flexibilização para embarque armado é reivindicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos do presidente da República.
Em 2018, ele apresentou um projeto de lei que institui a possibilidade de embarque armado em aeronaves civis ao detentor de porte de arma de fogo. O projeto está na comissão de Segurança Pública da Câmara.
Em vídeo publicado por ele em agosto do ano passado, antes da eleição do pai, Eduardo reclamou dos procedimentos adotados à época pela Anac para embarque de pessoas armadas.
“É uma aberração, algo feito por pessoas que não entendem nada de armas. E, se entendem, se são policiais metidos neste meio, [são] pessoas frouxas, que não têm a coragem de matar no peito para garantir aos seus colegas policiais o direito do embarque armado”, disse o deputado no vídeo gravado no aeroporto Santos Dumont, no Rio.
“Juro que, em 2019, vou voltar todas as minhas forças com um novo governo, buscar um acesso ao novo ministro da Justiça, ao ministro da Defesa, quem sabe até ao presidente da República, para mudar esta realidade. Podem contar comigo porque eu vou encher o saco para a gente mudar esta cultura de covarde, de frouxo, de cordeiro que a gente tem aqui no Brasil”, afirmou o parlamentar.
A Anac diz que ainda está analisando o decreto e não comenta o assunto.
No entanto, representantes da agência têm procurado parlamentares para tentar reverter as alterações.
“Este artigo coloca o Brasil em uma lista negra do mercado da aviação internacional”, diz o líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que já apresentou no Congresso um decreto legislativo para cancelar do decreto de Bolsonaro.
Pareceres emitidos por técnicos da Câmara e do Senado não mencionam este artigo, mas apontam que o decreto excede limites legais.
Em outra frente, está no STF (Supremo Tribunal Federal) uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) da Rede.
O partido argumenta que o decreto do presidente é inconstitucional porque viola o princípio da separação dos Poderes, adentrando em escolhas reservadas ao Legislativo.
Na sexta-feira (10), a ministra Rosa Weber deu prazo de cinco dias para Bolsonaro e o ministro Sergio Moro (Justiça) apresentarem informações sobre o decreto das armas.