GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

terça-feira, 25 de maio de 2021

O secretário especial da Cultura, Mario Frias amedronta funcionários e servidores, gritando e sempre com arma na cintura, à vista


O secretário especial da Cultura, Mario Frias, anda e despacha armado no ambiente de trabalho, deixando a arma visível na cintura. A informação, publicada inicialmente pela "Folha de S.Paulo", foi confirmada por Splash por três fontes que frequentam a secretaria.


Segundo uma delas, a arma "gera mal-estar e desconforto entre funcionários e pessoas que se reúnem com o secretário". Sobretudo porque o clima nos corredores da secretaria é de tensão recorrente. Há relatos de "escândalos e ofensas" aos gritos, dirigidos a servidores e terceirizados, que seriam presenciados com frequência.


Imagine esse contexto e o seu chefe com arma na cintura. O medo e a sensação de ameaça são constantes.

Fonte que preferiu não ter a identidade revelada, em entrevista a Splash

’Receio por integridade física’ justifica porte

Frias é fã de armas e tem uma pistola Taurus de calibre .9mm registrada em seu nome, de acordo com o site da Polícia Federal. Sendo civil, ele precisa ter um documento de porte, que autoriza o cidadão a circular com uma arma de fogo "de forma discreta", de acordo com o site do governo federal.

O secretário obteve o porte no fim de 2020. Ele solicitou o documento em 3 de dezembro de 2020, apresentando como justificativa os riscos de correria ao ocupar o cargo. No dia 7, o requerimento foi deferido e, no dia 10, foi emitida a carteira de porte, com validade de 5 anos. O documento tem categoria "defesa pessoal" e é válido em todo o território nacional.

"A princípio, com registro de porte, a pessoa pode transitar, tendo como exceção só o que está previsto na lei e nos regulamentos. A não ser que haja alguma regra excepcional no Ministério do Turismo [ao qual a Secretaria Especial da Cultura é subordinada]", explica Natalia Pollachi, coordenadora do Instituto Sou da Paz.



Abaixo, o parágrafo que Frias escreveu para solicitar o porte (sem correções de português):
"Considerando minha condição de Secretário Especial da Cultura, especialmente em um momento político com políticos ataques, ameaças e manifestações violentas contra autoridades que compõem a administração pública federal e, tendo em vista que, na condição de secretário Especial da Cultura, participo de eventos e reuniões em todo Brasil, muitas vezes em meio a protestos e manifestações violentos, faz-se extremamente necessário o porte de arma, ainda mais que frequentemente sou abordado por diversas pessoas para tratativas de vários assuntos, alguns sensíveis e complexos e, às vezes algumas dessas pessoas se constituem de pessoas estranhas a mim e à minha equipe. Tais fatos tem ocorrido desde que fui nomeado para a função e, desde então, tenho sofrido pressões diversas, situações nas quais me vejo em estado de alerta e pelo qual tenho receado pela minha integridade física, dos meus familiares e da minha equipe. Nestes termos, solicito o deferimento do porte de arma ora requerido."

A Secretaria de Cultura foi questionada sobre as motivações para Frias portar a arma em ambiente de trabalho, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. A assessoria do Ministério do Turismo também não deu retorno, até o momento, sobre as regras para a circulação com arma em suas dependências, e de suas secretarias.

Natalia Pollachi, do Instituto Sou da Paz, diz que sempre houve alguma subjetividade para se definir o que seria "legítima necessidade" para justificar o porte de arma: "Infelizmente, o presidente Bolsonaro conseguiu afrouxar mais essa interpretação, via decreto. Agora a subjetividade joga a favor deles".

O documento de porte deixa claro que "a arma não poderá ser conduzida ostensivamente", outro ponto que pode ser sujeito a interpretações. "Pela regra, a arma tem que ficar velada, escondida", explica Pollachi.



Clube de tiro

Frias já apareceu pelo menos duas vezes empunhando armas nas redes sociais. Em setembro do ano passado, um instrutor de clube de tiro de Brasília postou foto com o secretário, ambos posando armados. À época, a secretaria afirmou que Frias possuía "registro de atirador há mais de dois anos" e reforçava que a foto foi feita em um momento particular, num ambiente adequado para a prática do tiro esportivo. Mesmo assim, o post acabou sendo apagado.

Um mês depois, o próprio Frias fez uma postagem em que aparecia empunhando uma arma ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, acompanhada de um vídeo treinando tiro, em visita ao Batalhão de Operações Especiais (Bope), em Brasília.

Eduardo tem posse de arma por ter sido escrivão da Polícia Federal, mas não costuma andar armado na Câmara. A entrada com armas é proibida na casa, conforme seu regimento interno, a não ser por seguranças.


Servidores se queixam de ’assédio institucional’

Nem todos os servidores convivem diretamente com Frias e sua arma, mas a atuação do secretário e seus subordinados diretos é vista como preocupante. Alguns afirmam que há boicotes, como a falta de retorno às demandas, e perseguição a servidores chamados, por exemplo, a dar informações ligadas à secretaria em audiências públicas.


Segundo o relato, há casos de processos administrativos e retaliações internas. Há quem use a expressão "clima de DOI-CODI", referindo-se ao órgão de repressão da ditadura militar, por conta de decisões como a de um ofício de setembro passado, em que Frias centralizava a aprovação de conteúdos de postagens nas redes sociais das instituições ligadas à pasta.

Em março, um encontro promovido pela Associação de Servidores do Ministério da Cultura (AsminC) contou com a apresentação de pesquisa sobre o tema.

Resumido no "Relatório sobre assédio institucional nas instituições do executivo federal ligadas à pasta da Cultura", o levantamento traz relatos anônimos de servidores da secretaria e de entidades ligadas a ela, como a Funarte, a Casa de Rui Barbosa, a Fundação Palmares e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Apesar de terem presidentes e diretórios próprios, essas instituições sofrem, de acordo com os servidores ouvidos, com práticas similares, como a recorrente mudança de nomes em cargos estratégicos, por exemplo.

Tanto a troca em si, de forma frequente, dos gestores, quanto a seleção de gestores pouco afeitos ou preparados para as áreas em que são destinados, é compreendido por nossos entrevistados como uma forma de ’assédio institucional’.


Fonte: UOL

Coaf aponta operação suspeita no escritório de Salles, no valor de RS$ 1,799 milhão, logo que assumiu o ministério


BRASÍLIA - O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) diz que o escritório de advocacia de Ricardo Salles realizou uma operação financeira suspeita de R$ 1,799 milhão após o ministro assumir a pasta do Meio Ambiente. Essa transação financeira, de acordo com o órgão de combate à lavagem de dinheiro, teria ocorrido entre outubro de 2019 e abril de 2020. A defesa de Salles nega.



A principal suspeita apontada pelo Coaf envolve uma operação no mercado financeiro que teria sido realizada pelo escritório de Salles, "destoando do perfil histórico de operações". "Chamou a atenção o volume expressivo movimentado", ressalta o relatório sigiloso do órgão, obtido pelo GLOBO.

Os indícios de irregularidades em movimentações financeiras feitas pelo escritório do ministro do Meio Ambiente foram enviados pelo Coaf à Polícia Federal e serviram como uma das provas para embasar a Operação Akuanduba, deflagrada na semana passada com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) e que cumpriu busca e apreensão nos endereços de Salles.



O Coaf afirma em seu relatório que o escritório do ministro do Meio Ambiente realizou "movimentação de recursos incompatível com o patrimônio". O faturamento médio anual da banca jurídica identificado pelo órgão foi de R$ 350 mil, mas, segundo o relatório, foram realizadas transações superiores à receita da sociedade formada entre Salles e a sua mãe, Diva Carvalho de Aquino.

"Suspeita-se da incompatibilidade entre o volume transacionado a crédito no período e o faturamento médio mensal de cadastro, aparentemente, indicando movimentação de recursos não declarados", diz o Coaf.

No período de janeiro de 2012 a junho de 2020, o escritório do ministro do Meio Ambiente registrou movimentação financeira total de R$ 14 milhões, considerando entradas e saídas de recursos, segundo o relatório do Coaf. Desse volume, de acordo com o órgão, a banca recebeu R$ 7 milhões em suas contas de diversos clientes. O relatório, porém, não apresentou o detalhamento dos anos referentes a esses pagamentos nem apontou repasses de madeireiras que foram alvos da Operação Akuanduba.



Com base nessas informações, a Polícia Federal solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal, autorização para quebrar os sigilos bancário e fiscal de Salles para obter mais detalhes das operações suspeitas. O pedido foi deferido. Agora, os investigadores devem cruzar os dados para esclarecer o caso.

O relatório do Coaf foi um dos principais elementos utilizados pela Polícia Federal para justificar a inclusão de Salles na investigação. "Cremos que a confirmação da simples existência de operações suspeitas a cargo do ministro Salles, no mesmo período dos fatos em apuração neste IPL, juntamente com os demais elementos coligidos, permitem que seja apreciado por V. Excelência a judicialização destes autos perante este tribunal (o STF)", escreveu a PF.

Procurada, a defesa de Salles negou irregularidades e afirmou que os clientes do escritório do ministro não têm relação com suas atividades políticas. "Todas as questões relativas à investigação serão prestadas nos autos do inquérito, tão logo se tenha acesso. Não existe nenhum movimento suspeito em relação ao escritório de advocacia, que tem clientes sem qualquer relação com atividades políticas. A ética e o sigilo impedem quaisquer comentários", afirmou o advogado Fernando Fernandes, que defende o ministro do Meio Ambiente.



Fonte: O Globo

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Lula tem 45% contra 37% de Bolsonaro no segundo turno em 2022. EXAME/IDEIA


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto contra 37% do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um eventual segundo turno na disputa pela presidência do Brasil, caso as eleições fossem hoje. O petista ampliou a vantagem desde a última sondagem, realizada há um mês, e consolidou o favoritismo ao Palácio do Planalto.

A pesquisa é a primeira após Lula confirmar, em entrevista a uma revista francesa publicada nesta semana, que será candidato em 2022. “Serei candidato contra Bolsonaro”, disse ele. O petista ainda complementou: “Se estiver na melhor posição para ganhar as eleições e estiver com boa saúde, sim, não hesitarei”.


Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 19 e 20 de maio. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. Confira a pesquisa completa.




Fonte: DCM


Bruno Gagliasso sobre Pazuello: “Passei 5 noites … com uma equipe gigante para comprar cilindros…”


O que mais impressiona no depoimento de Eduardo Pazuello, em dois dias na CPI da Covid, é capacidade alucinada de tentar fazer do absurdo, algo normal.



Pessoas como Bruno Gagliasso e Paulo Gustavo, que morreu de Covid, gastaram uma fortuna em equipe e oxigênio, sacando recursos do próprio bolso para salvar vidas, em Manaus. Quanto a isso, Pazuello teve o descaramento de afirmar que a crise de falta do insumo durou apenas três dias.



A falta de respeito e a mentira deslavada incomodou a todos, mas, em especial, àquelas pessoas que se empenharam na busca da solução concreta, que era responsabilidade do governo. Veja o que disse Gagliasso:

Ouvindo o depoimento do Pazuello sobre a falta de Oxigênio em Manaus parece que eu não passei 5 noites em claro com uma equipe gigante procurando meios de comprar cilindros e enviar pra Manaus. É como se a minha vida fosse uma fake news.

Disse Bruno Gagliasso, no Twitter.


Fonte: A Postagem

Manter Salles ameaça acordos do Brasil com o mundo, diz pesquisador de instituto alemão


A operação da Polícia Federal (PF) que teve o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, como um dos alvos, nesta quarta-feira (19/05), torna mais difícil para o Brasil firmar acordos com o resto do mundo, na avaliação do pesquisador Carlos Rittl, do Instituto de Estudos Avançados em Sustentabilidade de Potsdam, na Alemanha.


Rittl considera também que a ação contra o ministro pode complicar ainda mais o processo de entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, considerada o "clube dos países ricos") e a ratificação do acordo entre Mercosul e União Europeia, anunciado há quase dois anos e até hoje em "banho-maria".


"O impacto disso é enorme. Inclusive, acho que as conversas com o Brasil no sentido de fechar novos acordos serão suspensas ou, no mínimo, colocadas banho-maria sem prazo para terminar", disse o pesquisador à BBC News Brasil.


Leia mais na BBC Brasil

quarta-feira, 19 de maio de 2021

TCU pode punir Pazuello por 'omissões graves' na pandemia


Relatório sobre o trabalho do ex-ministro da Saúde traz duro diagnóstico sobre sua atuação no combate à Covid


O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello presta depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira, 19, sob pressão dupla. Enquanto enfrenta a artilharia de perguntas dos senadores, no Tribunal de Contas da União (TCU) os ministros retomam o julgamento de uma auditoria que já sinalizou "omissões graves" da gestão do general no combate à pandemia. O relatório conta com o apoio de quatro ministros, que tentam convencer mais um colega para garantir sua aprovação.

O relatório técnico em análise pelo TCU traz o mais duro diagnóstico até aqui acerca do trabalho do ex-ministro no enfrentamento à doença que matou mais de 439 mil pessoas no Brasil. O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), chegou a classificar o documento como um bom "roteiro" para a comissão. A eventual aprovação do relatório pelo tribunal, além de alimentar a CPI no Senado, poderá resultar em abertura de processo específico para apurar a conduta de Pazuello.

Leia mais no O Tempo

JN denuncia fraudes em licitação de 30 milhões na gestão Pazuello na Saúde


A denúncia sai exatamente na véspera do depoimento do ex-ministro na CPI da Covid.



O Jornal Nacional, da Globo, revelou em reportagem nesta terça-feira (18) que o Ministério da Saúde, sob gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello, firmou contratos suspeitos que chegam a quase R$30 milhões, sem licitação, para reformar galpões de arquivo e prédios antigos da pasta no Rio de Janeiro. A pandemia do coronavírus foi utilizada como argumento para que os contratos fossem celebrados com “urgência” e sem licitação.



Segundo a reportagem, o coronel da reserva George Divério, nomeado por Pazuello em junho de 2020 para chefiar a Superintendência Estadual do Ministério no RJ, firmou em novembro daquele ano, em um intervalo de apenas 2 dias, dois contratos, com dispensa de licitação, que chegam a R$ 28,8 milhões.

A empresa contratada foi a Lled Soluções, cujo os sócios são Fábio de Rezende Tonassi e Celso Fernandes de Mattos. Ambos eram sócios em outra empresa, a Cefa-3, que foi proibida de celebrar contratos com o governo federal até 2022 por estar envolvida em um contrato fraudulento com as Forças Armadas.


Somente o contrato do Ministério da Saúde com a Lled Soluções para reformar galpões de arquivo era de R$ 8,9 milhões.

Sob a gestão Pazuello, o ministério também firmou contrato de R$ 19,9 milhões, novamente sem licitação, com a empresa SP Serviços, para a reforma na sede da pasta no Rio de Janeiro. Entre as reformas “urgentes”, que foi o argumento utilizado para a dispensa de licitação, estão instalação de painel de LED e troca de poltronas do auditório.

A reportagem do Jornal Nacional encontrou a sede da SP Serviços, que fica em Magé, área dominada pela milícia no Rio de Janeiro. “Na verdade, como é dispensa, você é convidado, né,?! Como você já fez trabalho para União, eles têm um site, né. As empresas que fizeram trabalho e concluíram, né?. Aquelas empresas que fizeram trabalho e concluíram e manda para você orçar. Você orça e dá o preço. É assim que funciona. Entendeu?”, disse ao telejornal, por telefone, Jean Oliveira, dono e único gestor da SP Serviços.

A Advocacia-Geral da União (AGU) não aprovou as duas dispensas de licitação e as reformas, tanto nos galpões como no prédio do Ministério, foram anuladas. reforma no ministério e nos galpões foram anulados. O órgão, no entanto, segue investigando indícios de fraude e conluio entre os representantes do Ministério e as empresas.

Confira a íntegra da reportagem aqui.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Vídeo: Alexandre Garcia faz silêncio constrangedor e viraliza nas redes

 


Anvisa pode ser processada por difamação à vacina Sputnik V


O fundo soberano da Rússia, que financiou o desenvolvimento da Sputnik V, está consultando advogados brasileiros para processar diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que ainda não aprovou o uso do imunizante no país.

A decisão de entrar com uma ação contra a Anvisa pode ser tomada nos próximos dias. Os advogados consultados entendem que os diretores da agência brasileira avançaram o sinal, do ponto de vista jurídico, ao não apenas negar a permissão para a importação por ausência de documentos —mas também fazer considerações de que ela pode ser de alto risco para a humanidade, informa a jornalista Mônica Bergamo na  Folha de S.Paulo.

Vice-governador do Amazonas diz que política de imunidade de rebanho apoiada por Bolsonaro levou Manaus ao colapso


Manaus foi transformada em laboratório gerador da nova cepa do coronavírus, que matou milhares de pessoas e a responsabilidade sobre isto recai sobre Jair Bolsonaro e o governador do estado, Wilson Lima. A política de "imunidade de rebanho" acarretou milhares de mortes na capital, Manaus. 



A denúncia foi feita pelo vice-governador do Amazonas, Carlos Almeida. "Quando houve envolvimento do governador na operação [da Polícia Federal], a estratégia foi mostrar alinhamento [com Bolsonaro]. Uma coisa era clara, a política era de afirmar que se tinha uma imunidade de rebanho. O que acabou acontecendo foi um laboratório, a P1 encontrou ambiente adequado", diz em entrevista à Folha de S.Paulo.

Lula se reúne com Rodrigo Pacheco nesta quinta em Brasília


O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá se reunir, na tarde desta quinta-feira (6), com o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). 


O encontro foi solicitado pela bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) no Senado, com a qual Lula se reuniu na noite desta terça-feira (4), informa o site Metrópoles.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Bolsonaro finge solidariedade com morte de Paulo Gustavo e causa revolta: "cínico", "verme" e "assassino"


Duas horas depois de
 Lula expressar sua tristeza pela morte do ator Paulo Gustavo por Covid na noite de ontem, Jair Bolsonaro foi ao Twitter e postou às 0h20 desta quarta-feira um texto que causou revolta na Internet.

Bolsonaro escreveu: “Meus votos de pesar pelo passamento do ator e diretor Paulo Gustavo, que com seu talento e carisma conquistou o carinho de todo Brasil. Que Deus o receba com alegria e conforte o coração de seus familiares e amigos, bem como de todos aqueles vitimados nessa luta contra a Covid.”

Imediatamente começaram reações em massa ao pronunciamento daquele que já é apontado na CPI da Covid como responsável pelas mais de 410 mil mortes na pandemia: “cínico”, “verme” e “assassino” foram algumas das reações. 

Veja tuítes publicados :

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte: Brasil 247