GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Brasileiros esperam disparada da inflação em 2021, aponta Datafolha

 


Os preços já estão subindo e devem subir mais no próximo ano. Esta é a visão predominante dos brasileiros, segundo aponta pesquisa Datafolha. "A expectativa de aumento da inflação atingiu em dezembro o maior patamar registrado no governo Jair Bolsonaro (sem partido) pelas pesquisas do Datafolha. Segundo o levantamento, 72% dos entrevistados afirmam que a inflação vai aumentar. Em agosto deste ano, eram 67%. Naquele mês, a inflação em 12 meses medida pelo IPCA estava em 2,44%. Em novembro, chegou a 4,31%", aponta reportagem de Eduardo Cucolo, publicada na Folha de S. Paulo.


"A percepção dos brasileiros está em linha com as projeções de mercado. Também reflete um momento em que o custo de alimentos e insumos à produção está em alta, por causa de fatores como falta de produtos, aumento de exportações e repasse cambial. A expectativa dos economistas consultados pelo Banco Central é que o IPCA chegue a algo próximo de 6% até maio de 2021", aponta ainda a reportagem.

Fonte: Brasil 247 


Acusado de matar Marielle, Ronnie Lessa está jurado de morte na prisão

 


Preso como responsável pelos disparos que assassinaram Marielle Franco e Anderson Gomes, o ex-PM Ronnie Lessa teme ser morto por outros detentos da Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). Segundo informações de Josmar Jozino, no UOL, Lessa já está “jurado de morte” na cadeia.

Por ser policial militar reformado, o responsável pela morte da vereadora do PSOL não é visto com bons olhos por integrantes do PCC e do Comando Vermelho que também estão presos no local.


Fontes da penitenciária consultadas pelo colunista afirmam que Lessa vive “amedrontado, cabisbaixo, calado e desconfiado”. Ele é considerado um “troféu” que muitos gostariam de “levantar e ganhar todas as honras e o respeito”.


Leia a íntegra na Fórum.



Presidente do STF, Ministro Fux, exonera secretário que pediu reserva de 5 mil vacinas para a corte

 


O presidente do STF, Luiz Fux, determinou a exoneração do secretário de serviços integrados de saúde da Corte, Marco Polo Dias Freitas.



O ministro diz que, sem o seu conhecimento, o secretário solicitou à Fiocruz a tal reserva de sete mil vacinas contra a Covid-19, furando a fila de prioridades da vacinação: “sempre fui contra privilégios”, afirma Fux.


Fonte: O Globo

Goveno já gastou quase RS$ 8 milhões no cartão corporativo em 2020, apesar da pandemia

 


A média de gastos da Presidência da República com cartão corporativo segue alta no governo de Jair Bolsonaro (sem partido) mesmo diante da atual pandemia do coronavírus, que afetou a atividade econômica e estabeleceu o isolamento social.

Até novembro deste ano, fatura mais recente divulgada pelo Portal da Transparência, o atual governo teve uma média mensal de desembolso superior à de Michel Temer (MDB) e próxima à de Dilma Rousseff (PT).


Na gestão atual, foi gasto em média até agora R$ 672,1 mil por mês, o que representa uma alta de 51,7% em relação ao governo do emedebista. A despesa em relação à administração da petista foi 2,6% menor.


Por mês, Dilma teve uma média de gastos de R$ 690,2 mil, enquanto Temer despendeu R$ 442,9 mil. Os dados são do Portal da Transparência do governo federal, que reúne informações de 2013 a 2020. Os valores foram corrigidos pela inflação do período.

Dilma, Temer e Bolsonaro tiveram as mesmas regras para uso dos cartões. Não houve mudança nos critérios desde 2008, segundo o Palácio do Planalto.


Naquele ano, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou restrições, como limitação de saques, diante de compras abusivas realizadas com esse recurso.


Antes de assumir o governo, a equipe de Bolsonaro chegou a avaliar o fim desses cartões, que desencadearam um escândalo político com auxiliares do ex-presidente Lula. Os cartões corporativos, porém, ainda continuam funcionando —e sem o detalhamento dos desembolsos.


Leia mais na Folha de São Paulo

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Bolsonaro balança mas não cai ao tropeçar na rampa do Planalto

 


Convencido de que tem mesmo um histórico de atleta (só rindo), Bolsonaro tentou subir rápido demais uma das rampas internas do Palácio do Planalto, tropeçou e se desequilibrou — desequilíbrio, aliás, que não se dá apenas no campo da ortopedia


Atrasou-se para sair da cerimônia e tinha de passar no Palácio do Planalto, rapidamente, e então seguir à base área de Brasília para embarcar com destino a cidade mineira de Jacinto, onde lançaria a pedra fundamental da BR-367. Valendo-se de seu histórico de atleta (só rindo), disparou a subir a rampa interna do palácio rumo ao seu gabinete no terceiro andar. Patinou, tropeçou nos próprios pés. Ai, que dor nos joelhos enferrujados do capitão!

Equilíbrio não é lá uma das características do presidente, e nesse ponto pode-se sair do campo da ortopedia e ir-se à esfera psíquica e emocional. Ao longo desse ano que se vai, ele mostrou-se desequilibrado na rampa de subida da pandemia, com declarações irresponsáveis; mostrou-se desequilibrado na rampa de descida em que acumulou derrotas no Supremo Tribunal Federal; mostrou-se desequilibrado na rampa também de descida de seu prestígio no apoio a candidatos nas eleições municipais. Tem mais. Desequilibrou-se ao ver a aprovação popular de seu governo levar um escorregão no início de dezembro, de 41% para 35%.

Vale uma observação: o desequilíbrio do presidente não vem de agora. Basta olhar-se pelo retrovisor o primeiro ano de sua gestão, e, em um retrovisor mais largo, olhar-se as suas mais de duas décadas como parlamentar — mandatos cumpridos em meio a ofensas proferidas a seus colegas e suas colegas na Câmara dos Deputados.

Dá para olhar-se aos tempos de caserna: um militar sem equilíbrio que acabou sendo passado para a reserva por insubordinação.


O título “Ainda não foi dessa vez” não significa que se deseja que Bolsonaro volte a tropeçar e escorregar nas tantas rampas palacianas e se esborrache no chão. Nada disso. O que se deseja é que ele caia sim, mas caia do cargo e deixe de infernizar o Brasil com suas desequilibradas de temperamento.

Fonte: Isto é


terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Marcelo Crivella, prefeito do Rio, é preso pela Polícia Civil

 


Uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) prendeu, na manhã desta terça-feira (22), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos). 


Além dele, também foram presos o empresário Rafael Alves e o delegado Fernando Moraes. Um outro alvo da ação, o ex-senador Eduardo Lopes, não foi encontrado pelas autoridades. 


A operação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga a existência de um suposto “QG da propina” na capital fluminense. 


Fonte: Brasil 247


sábado, 12 de dezembro de 2020

ABIN e GSI funcionam como órgãos auxiliares do Escritório do Crime


 Uma “guerra de bugios” é travada entre as facções da extrema-direita – a Globo/Moro-lavajatista e a bolsonarista – desde que Sérgio Moro se demitiu do ministério da Justiça.

Nesta guerra entre as 2 facções criminosas, o bando do Sérgio Moro ganhou pontos com a revelação de que a ABIN e o GSI agiram para acobertar a milícia Escritório do Crime e salvar Flávio Bolsonaro dos processos nos quais ele responde por crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato e corrupção.

O escândalo confirma que a obsessão de Bolsonaro em aboletar o diretor da ABIN Alexandre Ramagem na direção da Polícia Federal tinha como fundamento a proteção do clã miliciano e dos seus múltiplos negócios criminosos.



Bolsonaro e os militares que colonizaram o aparelho de Estado, deslumbrados com o poder, já não distinguem o público do privado; o legal do criminoso. Aparelharam o Estado brasileiro num nível inaudito – muito mais profundo, até mesmo, que durante a ditadura de 1964/1985.


Eles mantêm controle total das instituições e manietam órgãos de investigação, influenciam nomeações nos MPs estaduais, controlam o procurador-geral da República e recebem toda sorte de “deferências” nos tribunais, como na esdrúxula decisão do ex-presidente do STJ que livrou da prisão preventiva o sócio do clã miliciano Queiroz e sua esposa.

Casos escabrosos, como o tráfico internacional de 39 kg de cocaína no AeroCoca da FAB; os atentados à Constituição e a ameaça de intervenção militar; o laranjal do PSL; o atentado terrorista contra o Porta dos Fundos; o assassinato da Marielle; a espionagem de opositores; o depósito de R$ 89 mil do Queiroz na conta da 1ª-miliciana Michele; casos como dos familiares de milicianos empregados nos gabinetes do clã miliciano, da vizinhança tinhosa do Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra etc, são abduzidos do noticiário e engavetados com notável rapidez pelos órgãos judiciais e de investigação.


A “face visível” da atuação dos militares no governo – maioria dos ministérios, quase 7 mil cargos públicos, controle de estatais etc – é catastrófica. A gestão genocida da pandemia, o colapso energético no Amapá e o desmanche econômico do país e da soberania nacional são evidências muito vivas disso.


A “face oculta” da atuação dos militares citada acima, contudo, que se reflete na tutela das instituições e na orquestração da guerra híbrida, não é menos catastrófica e não é menos letal à democracia e ao Estado de Direito que a barbárie, o racismo e o extermínio que suas políticas produzem.


O governo [militar] do Bolsonaro age da mesma maneira que a ditadura agia: espiona, fabrica dossiês e persegue professores, ativistas, servidores públicos, intelectuais, jornalistas e opositores do regime.


O governo militar rompe o estatuto republicano, controla e aparelha as instituições de Estado e as direciona para atender interesses particulares e dos autocratas no poder.


Neste contexto, a ABIN e o GSI não funcionam como órgãos de Estado, porque com a tomada de assalto do poder pelo clã miliciano com os militares, estas instituições foram convertidas em verdadeiras repartições do Escritório do Crime no Estado brasileiro – funcionam como órgãos auxiliares da milícia Escritório do Crime.


A oligarquia dominante, canalha na sua essência, que golpeou a democracia para impedir a eleição do Lula para conseguir finalmente tomar o poder com milicianos e militares porque através da via eleitoral foi derrotada, tem nas suas mãos a responsabilidade de tomar a única decisão que este escândalo comporta, que é o impeachment do genocida Bolsonaro e a prisão de todos envolvidos neste crime contra a República e a democracia.


Afinal, é esta oligarquia – canalha na sua essência, vale repetir – que detém o poder total: tem poderes plenos para dar o destino que os criminosos merecem, porque domina o parlamento, a política, a mídia, as finanças e o judiciário.

Fonte: Brasil 247

Escândalo da Abin justifica impeachment, diz Merval Pereira, do Globo

 


Setores da imprensa brasileira que fizeram campanha pelo golpe de 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, o que abriu espaço para a degradação institucional no Brasil, agora se vêem na obrigação de defender o impeachment de Jair Bolsonaro. É o caso de Merval Pereira, do Globo. "Se havia alguma dúvida de que o presidente Bolsonaro queria ter um sistema de inteligência que o servisse, e à sua família, em termos pessoais, agora não há mais. É devastadora a revelação de Guilherme Amado na revista Época de que a Agência Brasileira de Informação (Abin) fez pelo menos dois relatórios para orientar a defesa do senador Flavio Bolsonaro na tentativa de anular as investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre o esquema de “rachadinha” montado por ele e outros deputados estaduais na Assembléia Legislativa do Rio", escreve ele, em sua coluna deste sábado.

"O caso da Abin é gravíssimo, e passível de impeachment do presidente por improbidade administrativa. É o presidente usando órgãos de investigação do Estado brasileiro para proteger seu filho. E para desmoralizar outros serviços públicos, como a Receita Federal e o Coaf. Não se pode aceitar isso. Estamos vivendo num país em que coisas anormais viram normais", escreve ainda o jornalista. "Quem quiser ligar os pontos, terá uma imagem perfeita do que acontece nesse governo que mistura o público com o privado como nenhum outro."

Fonte: Brasil 247


segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Custo de vida dispara e país vive novo ciclo de inflação alta

 


Pesquisa do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) divulgada nesta segunda-feira (7), mostra que dispara o custo de vida no país, com reflexos negativos para o poder aquisitivo da população. Os preços de insumos que servem de base para a cadeia produtiva brasileira registram a maior alta desde o início do Plano Real. A pressão desse aumento é tal que está espalhando a inflação, antes concentrada no produtor, por vários setores da economia, chegando ao consumidor de forma cada vez mais intensa.

O levantamento indica que o preço das matérias-primas brutas, como soja, milho, carnes e minério de ferro, acumula alta de 68% nos 12 meses encerrados em outubro, aumento inédito desde o fim do período de hiperinflação, informa o jornalista Eduardo Cucolo na Folha de S.Paulo.


Esses aumentos tendem a chegar ao consumidor final, o que já se reflete reajustes elevados nos preços de muitos alimentos e bens industriais, como eletrodomésticos e eletrônicos.


Os alimentos, por exemplo, acumulam alta no IPA (índice de preços no atacado da FGV) de 25%, sendo que metade desse aumento já bateu no IPC (índice de preços ao consumidor da FGV). O arroz é um dos produtos cujo preço dispara, tendo subido quase 120% no atacado e 62% no varejo.


A pesquisa projeta que o IPCA (índice de preços ao consumidor do IBGE, que serve como meta para a inflação) deve fechar 2020 em 4,17%, acima da meta de 4%, mas abaixo do limite de tolerância. A inflação vai continuar a subir até maio do próximo ano, quando deve ficar acima de 6% em 12 meses, informa a reportagem.


Fonte: Brasil 247


    

sábado, 5 de dezembro de 2020

Investigação do STF vai chegando cada vez mais próxima de Bolsonaro e filhos

 


O inquérito sigiloso aberto no Supremo em abril deste ano, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, para investigar o financiamento e a organização de manifestações antidemocráticas, prestigiadas pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, torna cada vez mais cristalinas as ligações dele e de seus filhos com a operação de propaganda para desestabilizar o regime pelas redes digitais.


Parte do inquérito, a que o jornal “O Estado de S.Paulo” teve acesso, confirma que o material que abastecia os canais de desinformação e propaganda tinha origem no próprio Palácio do Planalto, onde foi instalado um grupo que coordenava a rede de milicianos digitais, alcunhado “gabinete do ódio”. O grupo era chefiado por Tercio Arnaud Tomaz, assessor especial da Presidência, indicado ao pai pelo vereador Carlos Bolsonaro, o Zero Dois. Tercio repassava à rede vídeos do presidente. Ouvidas mais de 30 pessoas pela PF, o inquérito fecha o cerco em torno do Planalto. Entre os depoimentos estão os de Carlos — considerado o comandante do “gabinete do ódio”, com mais de 40 citações —, do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o Zero Três, e do coronel Mauro Barbosa Cid, ajudante de ordens de Bolsonaro. Cid admitiu ter sido “mensageiro” entre o presidente e o “gabinete”, reforçando o elo de Bolsonaro com o esquema.


Citados noutros trechos do inquérito, a que O GLOBO teve acesso em setembro, chamaram a atenção da Procuradoria-Geral da República para os títulos do material produzido para a milícia digital na pregação por uma intervenção militar. Quase sempre citam Bolsonaro. O presidente era o personagem central da trama, e as investigações o aproximam também da operação do esquema, por meio dos filhos e até do ajudante de ordens. É para onde o inquérito parece apontar.


Fonte: O Globo



sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Apoio de Bolsonaro a Arthur Lira mostra que presidente jogou a toalha

 


Arthur Lira é o homem que o presidente Jair Bolsonaro quer que presida a Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2021.

Arthur Lira tem uma ficha criminal do tamanho de uma avenida.


O deputado do PP é acusado pelo Ministério Público Federal de ter liderado um esquema milionário de "rachadinha" quando ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa de Alagoas. Só pelo seu bolso, diz o MPF, passaram R$ 9,5 milhões entre 2001 e 2007. A notícia foi revelada ontem pelo Estadão, mas não chegou a espantar ninguém.

Lira, velho freguês da Justiça, é duas vezes réu no Supremo Tribunal Federal.



Numa das ações, conhecida como a do "quadrilhão do PP", ele é acusado de ter desviado dinheiro da Petrobras junto com a sua turma.


Leia mais no UOL


Eduardo Bolsonaro publica foto com arma de fogo no gabinete presidencial

 


Por Gustavo Uribe

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) publicou em suas redes sociais fotografia em que carrega uma arma de fogo no gabinete presidencial. O retrato, segundo assessores palacianos, foi feito nesta quinta-feira (3), durante visita ao Palácio do Planalto dos quatro filhos mais velhos do presidente.

Na imagem, é possível ver a arma de fogo na cintura do parlamentar, que era escrivão da Polícia Federal e é defensor da flexibilização da posse e porte de armas de fogo​ no país. O porte de armas por visitantes do Palácio do Planalto não é comum. O artefato costuma ser carregado na sede administrativa apenas por seguranças da Presidência da República.


O transporte de armamento nas instalações presidenciais é regulado por uma norma que passou por revisão neste ano. Ela estabelece que “é proibido o porte, transporte, guarda ou manuseio de qualquer tipo de arma de fogo” por parte de “qualquer acessante”, exceto os agentes públicos da Secretaria de Segurança Presidencial.

A medida ressalta ainda que visitantes “cujo porte de arma é característico da função, se autorizados a entrar, devem deixar o armamento na recepção”.


A iniciativa, no entanto, prevê o que chama de “situações excepcionais”, que devem ser submetidas ao secretário de segurança presidencial. Para assessores palacianos, o transporte de arma de fogo pelo filho do presidente se enquadra nessa categoria.


Não é a primeira vez que Eduardo divulga fotografia armado. No ano passado, ele também carregava uma pistola em visita ao pai, que se recuperava de cirurgia em um hospital da capital paulista.

O filho de Bolsonaro também posou com uma arma de fogo, no ano passado, ao lado do apresentador Silvio Santos, dono do SBT, após gravação de um programa nos estúdios da emissora televisiva.


Em 2014, Eduardo causou polêmica ao ter carregado arma de fogo durante protesto contra a então presidente Dilma Rousseff. ​Na época, ele disse que portou a pistola como medida de proteção, já que poderia haver infiltrados na multidão.

Fonte: BHAZ

Renan Calheiros: 'Moro fantasiou-se de justiceiro e deixou o País iludido'

 


O senador Renan Calheiros (MDB-AL) criticou o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro como consultor da Alvarez & Marsal, empresa norte-americana.

"Sérgio Moro fantasiou-se de justiceiro e iludiu incautos. Destruiu empresas brasileiras e agora quer ficar milionário mostrando o caminho das pedras para driblar a Justiça. O país precisa se livrar desses espertalhões", disse.

O Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil - seccional São Paulo (OAB-SP) notificou o ex-juiz para reiterar que é vedada a prática de atividade privativa da advocacia aos clientes da consultoria norte-americana.



Fonte: Brasil 247

Xi Jinping anuncia "grande vitória" no alívio da pobreza na China

 


O presidente da China, Xi Jinping, declarou solenemente que o país socialista asiático conquistou "grande vitória" no combate à pobreza extrema. Por oito anos de trabalho ininterrupto, a China tirou da pobreza toda a população carente rural sob o padrão atual e quase 100 milhões de pessoas necessitadas se livraram da pobreza, disse Xi enquanto presidia uma reunião do Comitê Permanente do Birô Político do Comitê Central do PCCh, informa a Xinhua.

A China retirou todos os distritos pobres da lista de pobreza e erradicou a pobreza absoluta e a regional, disse Xi.

Desde o 18º Congresso Nacional do PCCh, o Comitê Central do PCCh colocou o alívio da pobreza em uma posição mais proeminente, adotou medidas significativas com originalidade e especialidade e lutou a maior e a mais vigorosa batalha da história humana contra a pobreza, avaliou Xi.


A vitória significativa no alívio da pobreza forneceu uma base sólida para alcançar o primeiro objetivo centenário e aumentou muito a sensação de realização, felicidade e segurança do povo, indicou Xi.

Durante os esforços de alívio da pobreza, o Comitê Central do PCCh manteve o conceito de colocar a população em primeiro lugar e tomou a garantia de uma sociedade moderadamente próspera para os pobres e as pessoas de todos os grupos étnicos como ponto de partida e objetivo final, segundo Xi.


Atualmente, o país ainda enfrenta problemas agudos causados pelo desenvolvimento desequilibrado e inadequado, bem como tarefas onerosas de consolidação e ampliação das conquistas de alívio da pobreza, segundo o encontro.


Na reunião esforços foram solicitados para manter as atuais políticas de apoio, suporte financeiro e assistência basicamente estáveis.


A China deve melhorar o mecanismo de monitoramento e assistência para evitar que as pessoas retornem à pobreza e continuar a acompanhar o desenvolvimento dos distritos, aldeias e pessoas que foram retirados da pobreza, observou a reunião.


Foram enfatizados esforços para garantir o emprego estável e melhorar a formação de habilidades profissionalizantes para as pessoas que foram tiradas da pobreza, em meio a movimentos para fortalecer a cooperação entre as regiões do leste e oeste para promover o emprego.


A China trabalhará para reforçar o apoio de acompanhamento às pessoas reassentadas para garantir que elas possam se estabelecer, permanecer empregadas e constantemente melhorar o padrão de vida, de acordo com a reunião.


Com o atual sistema de seguridade social fornecendo apoio básico, o país também ajudará as famílias com membros semi-aptos a encontrarem empregos nas proximidades, a ponto de garantir sua subsistência básica, observou a reunião.

Fonte: Brasil 247

“Já estou vacinado”, diz Bolsonaro sobre vacinação contra a Covid-19


 O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) falou sobre as vacinas contra a Covid-19 na noite de ontem (2) ao se encontrar com apoiadores no Palácio da Alvorada. Bolsonaro declarou que, em eventuais efeitos colaterais ou algum tipo de “problema”, não poderá ser cobrado.

“Cada empresa tem a sua vacina. Vamos supor que numa das cláusulas da vacina que eu vou comprar a gente vai ter que ver o que eles oferecem. Vamos supor que lá no meio está escrito o seguinte: nos desobrigamos de qualquer ressarcimento, de qualquer responsabilidade com possíveis efeitos colaterais imediatos ou futuros”, disse.


Em seguida, Bolsonaro declarou que vai “mostrar todo o contrato” de compra das vacinas e que as pessoas, dessa maneira, vão saber o que estão tomando e as possíveis “consequências”, informa o jornal O Globo.

“Se tiver um efeito colateral ou um problema qualquer já sabem que não vão poder cobrar de mim. Porque eu vou ser bem claro, ‘a vacina é essa'”, avisou o presidente.

Bolsonaro também deu a entender que não vai tomar a vacina, pois, segundo o presidente, ele já está vacinado por ter contraído a Covid-19 em julho.


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STF começa a avaliar se altera a Constituição para garantir reeleição de Maia e Alcolumbre


 A corte suprema começa a decidir nesta sexta-feira (4) se permitirá a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e de Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado. A Constituição proíbe

O STF (Supremo Tribunal Federal) começa nesta sexta-feira (4) a julgar se permite que os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disputem a reeleição para se manterem no cargo até fevereiro de 2023.

O tema será analisado pelos ministros em sessão do plenário virtual que começa nesta sexta e vai até 11 de dezembro. Os integrantes da corte podem incluir seus votos no sistema a qualquer momento dentro desse período.

Os dois políticos do DEM alimentam a expectativa de que  o STF (Supremo Tribunal Federal) dê uma pedalada, desconheça a proibição constitucional e lhes garanta a possibilidade de concorrer à reeleição à presidência das duas casas legislativas. 

Integrantes da corte defendem a medida em função da simpatia com a posição política de ambos em relação ao presidente de extrema direita, Jair Bolsonaro, informa Matheus Teixeira na Folha de S.Paulo. Os ministros Marco Aurélio e Edson Fachin são os que demonstram maior resistência à ideia internamente

Maia e Alcolumbre esperam que o STF declare que a reeleição não viola a Constituição. O cenário otimista mais provável para eles, no entanto, é a corte definir que se trata de tema interno do Legislativo, passível de mudança por meio de alteração regimental.


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