GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Rússia pode suspender importação de soja brasileira por excesso de agrotóxico

Devido à alta quantidade de agrotóxico na soja proveniente do Brasil, o Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) poderá proibir temporariamente a importação, reportou o órgão; “Essa decisão se deve ao alto grau de toxicidade do glifosato [herbicida] para humanos e animais, como atestado por vários estudos científicos”, diz o órgão russo

A este respeito, a Rosselkhoznadzor informou a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura do Brasil sobre a necessidade de tomar medidas urgentes para garantir o cumprimento dos requisitos previstos no Regulamento Técnico da União Aduaneira “Sobre a segurança dos cereais” no que diz respeito ao teor de pesticidas em produtos fornecidos para a Rússia.

“A Rosselkhoznadzor informa sobre a possível aplicação de limitações temporárias à importação de soja do Brasil caso o lado brasileiro não tome medidas para corrigir em breve esta situação”, indicou a organização.
Segundo comunicado da entidade, “essa decisão se deve ao alto grau de toxicidade do glifosato [herbicida] para humanos e animais, como atestado por vários estudos científicos”.
Múltiplos casos de detecção de grande quantidade desse herbicida na leguminosa já foram declarados anteriormente, informou a entidade.
O Brasil foi informado sobre a necessidade de tomar medidas urgentes quanto ao assunto para garantir o cumprimento das normas do regulamento técnico da União Aduaneira.

Deputado do PSL se reúne com Ministro da Educação e propõe livro de Ustra no Ensino Médio

O deputado federal eleito Heitor Freire (PSL) se reuniu com o ministro da Educação, Ricardo Vélez, em Brasília, na última semana. Na pauta, foram discutidos assuntos como as mudanças curriculares para o Ensino Básico. Participaram do encontro os parlamentares Bia Kicis (PRP/DF), Dayane Pimentel (PSL/BA) e Felipe Barros (PSL/PR), bem como secretários e outras autoridades do Ministério da Educação.
“Eu tenho muitos planos para a educação brasileira. Quero recomendar alguns livros paradidáticos, como os do professor Olavo de Carvalho, assim como o livro do Coronel Brilhante Ulstra ‘Verdade Sufocada’ para o Ensino Médio”, planeja o deputado cearense.
Outro tópico abordado foi a questão da eleição dos reitores das Universidades Federais. “Vou apresentar um Projeto de Lei para que as nomeações dos reitores de Universidades Federais fiquem a cargo de livre nomeação do Presidente da República. Com isso nós queremos tirar toda a ideologia e doutrinação que foi implantada dentro das universidades nos últimos anos”, ressalta Heitor.

O ministro da Educação exaltou o encontro: “É um prazer estar com o deputado Heitor Freire e outras pessoas que lutam pela reestruturação da educação e do Ensino Básico Fundamental. Nós acreditamos na educação como um instrumento de crescimento da sociedade para a integração e preservação dos nossos valores mais caros”, destacou o ministro.
Heitor Freire ressaltou ainda que segue atuando em prol do Ceará e seu povo, independente da oposição do PT ao governo Bolsonaro, e assegura que está aberto para o diálogo com o governador Camilo Santana para que o Estado receba todo o apoio que precisa do Ministério da Educação.

Após matar mais de 300 pessoas, presidente da Vale se gaba do fato de que não será preso

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou não possui "quaisquer motivos para temer prisão de nenhum executivo" da mineradora após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minério em Brumadinho (NG), na última sexta-feira (25), que deixou ao menos 100 mortos e mais de 250 desaparecidos. Segundo ele, "todo o procedimento da Vale tem sido absolutamente correto" no que diz respeito aos processos de licenciamento, vistorias e segurança das barragens da empresa.

Nesta terça-feira (29), cinco pessoas foram presas como suspeitas de terem responsabilidade direta com a tragédia: dois engenheiros da empresa alemã TÜV SÜD e três funcionários da Vale. Eles são suspeitos de adulteram os laudos sobre a segurança da barragem.



Segundo o executivo, no caso específico de Brumadinho, as sirenas de alerta sobre o rompimento da barragem não soaram devido à velocidade do deslizamento. "Aqui aconteceu um fato não usual. Houve um rompimento muito rápido da barragem. A sirene que ia tocar foi engolfada pela quebra da barragem antes que ela pudesse tocar", afirmou Schvartsman após uma reunião com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para tratar do assunto.

O presidente da mineradora também disse que não há motivos para nenhum executivo da empresa ser preso. Na terça-feira, cinco pessoas foram presas suspeitas de responsabilidade na tragédia. Dois engenheiros da empresa TÜV SÜD que prestavam serviço para a mineradora Vale foram presos em São Paulo. Em Minas, foram presos três funcionários da Vale.



Fonte: Brasil247

Acabou a mamata: Marco Aurélio autorizará que Flávio Bolsonaro seja investigado

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, sinalizou que deve rejeitar o pedido do senador eleito Flávio Bolsonaro de suspender as investigações contra ele pela prerrogativa do foro privilegiado. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo , nesta quinta-feira, o ministro afirmou que deve proferir sua decisão já nesta sexta-feira (1º), quando é retomado os trabalhos do judiciário após o recesso de final e início de ano.
Segundo Marco Aurélio , as últimas decisões de seu gabinete sobre casos parecidos já indicam qual será a sua decisão. O ministro também disse que a jurisprudência já deixa clara no que se aplica a prerrogativa de foro privilegiado.
“Os precedentes do meu gabinete deixam claro meu pensamento em relação a casos como este. Além disso, o Supremo tem uma jurisprudência amplamente pacificada em relação a este assunto: a prerrogativa de foro vale para o exercício do mandato e a atos ligados ao mandato”, disse o ministro.
No dia 16 de janeiro, Flávio Bolsonaro pediu a suspensão das investigações que estão sendo feitas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O órgão público apura movimentações financeiras do ex-assessor do senador eleito, Fabrício Queiroz , que foram consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Flávio Bolsonaro, porém, não é oficialmente investigado no caso.
Como o Supremo está em recesso, a reclamação do filho do presidente foi analisada pelo ministro de plantão, Luiz Fux. Sob a justificativa de que provas poderiam ser anuladas, Fux acatou o pedido de Flávio Bolsonaro e suspendeu as investigações até que o relator tome uma decisão sobre o caso.
Já diplomado senador, Flávio Bolsonaro alega que tem foro privilegiado e que, por isso, seu caso deve ficar sob a responsabilidade do STF. Além disso, a defesa do senador também pede que as provas coletadas até então sejam anuladas, uma vez que, no seu entendimento, o MPRJ não poderia ter obtido informações do Coaf sem autorização especial da Justiça. Ambas as questões serão avaliadas por Marco Aurélio .

O Indeciso: Os recuos do governo Bolsonaro

Após um mês de governo, selecionamos as principais decisões em que o governo Bolsonaro voltou atrás



Dia 1º
JANEIRO
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Dia 3
JANEIRO
Bolsonaro disse que aceitaria discutir instalação de base militar americana no Brasil, mas ministros militares do governo descartaram a hipótese
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Dia 4
JANEIRO
Bolsonaro anunciou o aumento do IOF, mas Onyx Lorenzoni disse que presidente "se equivocou"
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Bolsonaro também anunciou a redução de alíquota do IR. Horas depois, foi desmentido por membros do governo
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Dia 8
JANEIRO
Onyx Lorenzoni anunciou uma "despetização" do governo por meio da exoneração de funcionários em cargos comissionados. Pouco tempo depois, voltou atrás e readmitiu cargos para evitar a paralisação de alguns órgãos
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Dia 9
JANEIRO
Bolsonaro falou em "privatizar ou extinguir" a TV Brasil, parte da estatal EBC. Dias depois, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, afirmou que a empresa não seria extinta, mas "racionalizada"
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No edital com mudanças nos critérios para aquisição de livros didáticos, publicado pelo governo, estava o fim da restrição à publicidade nas obras. Uma semana depois, o governo desfez as alterações e atribuiu as mudanças à gestão anterior
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Dia 10
JANEIRO
Bolsonaro criticou os termos da proposta de fusão entre a Embraer e a Boeing. Seis dias depois, o presidente autorizou a operação
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Dia 17
JANEIRO
O governo nomeou para o cargo responsável pela elaboração do Enem um economista ligado ao combate da "doutrinação ideológica". 24 horas depois, desfez a nomeação
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Dia 23
JANEIRO
Bolsonaro discursou na abertura do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, e tinha agendada uma entrevista coletiva. Em cima da hora, cancelou o evento e gerou perplexidade entre os organizadores
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A equipe de transição do governo prometeu que as políticas públicas prioritárias seriam definidas nos dez primeiros dias de 2019. No dia 23, o governo divulgou documentos com as metas, porém sem citar a reforma da Previdência

Continua lendo no O GLOBO


Imprensa do mundo inteiro destaca que Moro e STF rasgaram a lei para proibirem Lula de ir a enterro do irmão

O Portal Rede Brasil Atual elencou algumas das matérias mais importantes sobre o caso.

“O chefe da Suprema Corte decidiu permitir que Lula fosse ver o corpo do irmão e parentes, mas determinou que o corpo deveria ser transportado para uma base militar com acesso restrito do público”, afirmou o jornal inglês The Guardian.

“O irmão de Lula morreu na terça-feira, vítima de câncer. A defesa de Lula pediu permissão para que o ex-presidente participasse do funeral, mas a Justiça rejeitou o pedido por preocupações de segurança, já que sua presença do funeral poderia atrair uma multidão”, publicou a agência Reuters.



Já o jornal Tiempo Argentino destacou na notícia a nota divulgada pelo Partido dos Trabalhadores, criticando a postura da juíza da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, Carolina Lebbos, de “usurpar o direito de um cidadão de velar um ente querido”, como previsto na Lei de Execuções Penais do Brasil. “É uma das atitudes mais cruéis possíveis”, afirmou o partido.


Fonte: Urbs Magna

Ações sobem e Vale vê oportunidade de LUCRAR com tragédia de Brumadinho; nenhum executivo de alto-escalão foi preso

A medida anunciada pela Vale para reduzir o risco de rompimentos de barragens prevê extração de minérios e representa uma atividade que dá ao rejeito de mineração uma sobrevida comercial —podendo, assim, trazer lucro à Vale.

O presidente da mineradora, Fabio Schvartsman, anunciou que a companhia vai descomissionar, ou seja, descaracterizar, todas suas barragens construídas pelo método de alteamento a montante, como as que se romperam em Brumadinho e em Mariana.

De acordo com Schvartsman, a Vale tem 19 barragens dessas no país, nove já em descomissionamento. As outras dez serão interrompidas em até três anos. 



Há dois tipos de descomissionamento de barragens de mineração: pode-se cobrir o terreno e reflorestá-lo ou pode-se aproveitar e refinar os minérios que ainda restam nos rejeitos da barragem.

Essa última técnica tem despertado interesse comercial crescente, sobretudo na região do quadrilátero ferrífero, no centro-sul de Minas Gerais, onde fica Brumadinho.

Desde 2016, os minérios extraídos nas barragens da região, chamados de pellet feed fines, têm sido usados pela Vale para criar um produto chamado BRBF (Brazilian Blend Fines), uma mistura desses minérios com o tipo extraído no Sistema Norte de Carajás, mais nobre. O produto foi anunciado ao mercado internacional pela Vale em outubro. 

Especialistas dizem que o refino de minério em barragens torna-se rentável quando sobe o preço do minério de ferro, como tem ocorrido desde o ano passado. 

Procurada, a Vale não informou quantas barragens irão passar por esse processo. Na terça, Schvartsman afirmou que a técnica seria usada, mas não especificou em que barragem. "[Será analisado] caso a caso, [será analisada] qual é a facilidade de trabalhar em cada uma delas, isso é uma decisão técnica" disse. 

Apesar de possuir teores de ferro menores do que os minérios extraídos das minas, o refino captado nas barragens apresenta concentrações significativas do material. 

Segundo uma amostra captada na barragem 1 do Córrego do Feijão (a que se rompeu) e que consta em estudo da empresa de 2014, os rejeitos contidos ali apresentavam teores médios de 48,08% de ferro. Com o método de separação magnética, chegou-se a um concentrado com até 67,54% de teor de ferro.


 Fonte: Folha

Eleições podem esvaziar papel de Onyx e deixar governo nas mãos de Renan e Maia

O governo corre o risco de queimar seu primeiro fusível na relação com o Congresso. As eleições para as presidências da Câmara e do Senado podem instalar no comando do Legislativo dois personagens que têm relações já desgastadas com os articuladores do Planalto.
Ao ser anunciado por Jair Bolsonaro como chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni foi encarado com ceticismo. O deputado ganhou o cargo por ter sido um aliado fiel, mas sempre foi visto como uma figura pouco experiente, que acumulava anos de convivência conturbada com colegas.
Novo responsável pela articulação política do governo, ele conseguiu a proeza de acumular desavenças tanto com Rodrigo Maia quanto com Renan Calheiros —dois favoritos para comandar o Congresso a partir desta sexta-feira (1º).
Se a vitória da dupla se confirmar, o Planalto pode passar por apuros. Maia e Renan já disseram publicamente que estão alinhados com boa parte da agenda de Bolsonaro, mas Onyx certamente não terá vida fácil.
Embora tenha prometido não interferir nas eleições, o governo deixou digitais nas duas disputas. Maia e Onyx já não eram melhores amigos. Para piorar, aliados do presidente da Câmara atribuem ao ministro uma tentativa de lançar um nome alternativo a sua candidatura.
No Senado, a ação foi escancarada. O chefe da Casa Civil escalou um auxiliar, o deputado Leonardo Quintão, para angariar apoio para Davi Alcolumbre, do DEM. Ele rodou gabinetes e chegou a dizer que recebera o aval de Bolsonaro para a ação.

Fonte: Blog da Cidadania 

Globo: Justiça vai amanhã “melar a festa de Flávio Bolsonaro”

Um dos principais jornalistas do jornal O Globo, Bernardo Mello Franco informa que o ministro Marco Aurélio Mello vai determinar que continuem as investigações envolvendo Flávio Bolsonaro por suspeitas em suas contas bancárias.
Título da coluna:  “Marco Aurélio vai melar a festa de Flávio Bolsonaro”
Essa é hoje uma das principais fontes de desgaste do governo Bolsonaro. Flávio foi aconselhado a renunciar para ajudar o pai, mas recusou.
O filho de Bolsonaro ainda tem de responder sua sua proximidade com as milícias, suspeitas de terem matado Marielle Franco.
Trecho da  coluna:
O ministro Marco Aurélio Mello deve cassar a liminar do colega Luiz Fux que blindou o senador. “A decisão sai na sexta-feira. As investigações estão paradas, não podem continuar assim”, disse à coluna.
Depois do dia 1º, a situação de Flávio tende a se complicar. Sem a proteção do foro privilegiado, seu caso deverá ser devolvido à primeira instância. Os promotores vão receber novas informações do Coaf. Se quiserem, também poderão avançar na apuração sobre os elos da família presidencial com as milícias.
A revista Veja desta semana complicou a vida do senador, ao divulgar novo trecho do relatório Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)

O relatório analisa movimentações financeiras de entre 1º de agosto de 2017 e 31 de janeiro de 2018.
Nesse período, ele movimentou uma quantia de R$ 613 mil, que seria incompatível com a renda do senador.
O documento também mostra que a maior parte dos créditos na conta de Flávio Bolsonaro, no período analisado, veio da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Veja relata que o Coaf encontrou novos indícios suspeitos na conta de Fabrício Queiroz.
Entre 20 de dezembro de 2016 e junho de 2018, o ex-motorista sacou R$ 190 mil em 38 operações bancárias.
Novamente, a movimentação ocorreu em valores fracionados.

Fonte: Catraca Livre 

Sem diploma, Damares se apresentava a índios como advogada Mestre em Direito Familiar e educação em discursos em igrejas

Num de seus discursos mais famosos, ao menos até virar ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves se apresenta à plateia: não estão diante apenas de uma pastora, mas de “uma advogada” que é também “mestre em educação” e “em direito constitucional e direito da família”.

Títulos acadêmicos, contudo, que a titular na Esplanada de Jair Bolsonaro nunca teve de fato, como a própria disse, por meio da assessoria de imprensa do ministério, após ser questionada pela Folha por três semanas sobre quais eram as instituições em que ela adquirira os alegados mestrados.




Questionada pela reportagem, Damares afirmou que seu título tem a ver com o ensino bíblico. “Diferentemente do mestre secular, que precisa ir a uma universidade para fazer mestrado, nas igrejas cristãs é chamado mestre todo aquele que é dedicado ao ensino bíblico.”


Fonte: DCM 

Militares de Israel deixam Brumadinho após apenas 4 dias com resultados pífios

Os militares das Forças de Defesa de Israel (FDI), que chegaram ao Brasil no domingo para ajudar nos trabalhos de Brumadinho, devem retornar a seu país nesta quinta-feira (31), às 15h. O Palácio do Planalto foi informado do retorno nesta quarta (30).
O governo brasileiro não sabia explicar exatamente as razões. A divisão de protagonismo de trabalho no socorro às vítimas da tragédia de Brumadinho tem causado vários “curtos-circuitos” entre o governo de Minas e as Forças Armadas. Essas colocaram um contingente de mil homens, desde sexta-feira, para auxiliar no resgate de sobreviventes.
Só que não houve solicitação de uso do grupo. O governo de Minas informou que não havia necessidade daquele tipo de apoio e, se precisasse, solicitaria. A avaliação de militares é de que o salvamento de Brumadinho “está muito politizado”.
A equipe de cerca de 130 soldados e oficiais israelenses desembarcou domingo à noite. Eles começaram a trabalhar na segunda-feira e logo foram informados de declarações do comandante das operações de resgate, tenente-coronel Eduardo Ângelo, de que os equipamentos trazidos de Israel para Brumadinho (MG) não eram efetivos para esse tipo de desastre.
Questionado, o governo de Minas Gerais esclareceu que “não houve recusa de colaboração de militares” e tropas federais poderão ser solicitadas “caso haja necessidade”.

Fonte: Correio

Congresso se omite e multa à Vale não passa de R$ 3,2 mil

A omissão do Congresso impediu o aumento do valor das multas aplicadas a mineradoras pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e uma manobra eliminou a exigência para que diretores do órgão regulador tivessem experiência na área que vão fiscalizar. As propostas estavam previstas em duas medidas provisórias enviadas pelo governo Michel Temer. Ao deixar caducar uma delas, o valor máximo das multas às mineradoras, que seria elevado para R$ 30 milhões, foi mantido em R$ 3,2 mil.
Com isso, a punição máxima que a ANM poderá aplicar à Vale pelo rompimento da barragem em Brumadinho será de R$ 3.293,90. A multa é quase a mesma que um motorista alcoolizado teria de pagar: R$ 2.934,70. Boletim divulgado nesta quarta-feira,  30, registrou 99 mortos pela tragédia e 259 desaparecidos.
O valor irrisório para empresas de grande porte consta de decreto publicado em junho de 2018, que regulamentou o Código Nacional de Mineração, de 1967. Para se ter uma ideia, o lucro líquido da Vale acumulado de janeiro a setembro de 2018 foi de R$ 11,171 bilhões. Mesmo assim, até agora, a ANM não multou a Vale.

Fonte: Estadão

“Agora é Bolsonaro”, dizem invasores armados em terra indígena, segundo presidente da Funai

A equipe da Funai tirou a foto de uma placa da terra dos Uru-Eu-Wau-Wau, com marcas de bala. Devido ao risco dos invasores, que visam a extração ilegal de madeira, Franklimberg Freitas quer o apoio da Polícia Federal

Em viagem à Rondônia para monitorar a invasão de homens armados em terras indígenas dos povos Karipuna e Uru-Eu-Wau-Wau, o presidente da Funai, Franklimberg de Freitas, afirmou que ouviu depoimentos de que os invasores estariam dizendo que o presidente Jair Bolsonaro apoia suas ações. “Agora é Bolsonaro”, dizem os invasores, segundo relato de indígenas ouvidos por Freitas. “Alguns posseiros fizeram esses comentários, de que o presidente estaria apoiando invasões. Isso é boato. É falso. O presidente não tem interesse em qualquer ação nesse sentido. Hoje estivemos na Uru-Eu-Wau-Waupara dizer que isso não é verdade”, disse o presidente da Funai, segundo...

Em viagem à Rondônia para monitorar a invasão de homens armados em terras indígenas dos povos Karipuna e Uru-Eu-Wau-Wau, o presidente da Funai, Franklimberg de Freitas, afirmou que ouviu depoimentos de que os invasores estariam dizendo que o presidente Jair Bolsonaro apoia suas ações. “Agora é Bolsonaro”, dizem os invasores, segundo relato de indígenas ouvidos por Freitas.
“Alguns posseiros fizeram esses comentários, de que o presidente estaria apoiando invasões. Isso é boato. É falso. O presidente não tem interesse em qualquer ação nesse sentido. Hoje estivemos na Uru-Eu-Wau-Waupara dizer que isso não é verdade”, disse o presidente da Funai, segundo o jornalista Guilherme Amado, da revista Época.
A equipe da Funai tirou a foto de uma placa da terra dos Uru-Eu-Wau-Wau, com marcas de bala. Devido ao risco que os invasores representam, Franklimberg quer o apoio da Polícia Federal.
“Vamos acionar os órgãos de segurança pública para nos apoiar nessas ações de vigilância para a proteção dos povos indígenas”, disse ele, ressaltando que as invasões visam a extração ilegal de madeira.
“Algumas lideranças indígenas dos povos Karipuna e Uru-Eu-Wau-Wau, que relataram dificuldades que estão passando em razão das frequentes invasões de posseiros interessados em atuar como na extração de madeira e no garimpo ilegais”.

Fonte: Revista Fórum

Revogação do decreto que mudou Lei de Acesso à Informação é pedida pela Transparência Brasil

O Painel, da Folha, informa que a Transparência Brasil vai divulgar carta aberta à Controladoria-Geral da União, nesta quinta (31), na qual questiona o decreto do governo que alterou a Lei de Acesso à Informação e ampliou o número de servidores que podem colocar documentos públicos sob sigilo
A entidade pede que a próxima reunião do Conselho de Transparência Pública da CGU, que acontecerá em março, discuta a revogação da medida e formas de “aprimorar a transparência e tornar o sigilo realmente uma exceção”.

Fonte: DCM

Em nota oficial, Ministério da Educação chama jornalista d’O Globo de agente da KGB

Viralizou pelo ridículo: Com o intuito de desqualificar o trabalho jornalístico de Ancelmo Gois, o ministro da Educação adotou uma linguagem um tanto quanto bolsonarista e chegou a citar supostas relações do jornalista com a União Soviética e o serviço secreto comunista

O Ministério da Educação (MEC) divulgou em suas páginas oficiais nas redes sociais, nesta quarta-feira (30), uma nota em que adota um linguajar bolsonarista que chega a citar o antigo serviço secreto comunista, a KGB, e a União Soviética, para atacar o jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo. A nota informa que o Instituto Nacional de Ensino de Surdos (Ines) abriu uma sindicância para apurar o sumiço dos vídeos sobre a esquerda da TV Ines, primeiro canal de TV público para surdos. O caso, noticiado por Ancelmo Gois, foi destrinchado em uma reportagem na Fórum. De acordo com depoimentos...
O Ministério da Educação (MEC) divulgou em suas páginas oficiais nas redes sociais, nesta quarta-feira (30), uma nota em que adota um linguajar bolsonarista que chega a citar o antigo serviço secreto comunista, a KGB, e a União Soviética, para atacar o jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
A nota informa que o Instituto Nacional de Ensino de Surdos (Ines) abriu uma sindicância para apurar o sumiço dos vídeos sobre a esquerda da TV Ines, primeiro canal de TV público para surdos. O caso, noticiado por Ancelmo Gois, foi destrinchado em uma reportagem na Fórum.

De acordo com depoimentos de estudantes e alunos ouvidos pela Fórum, a retirada dos vídeos teria influência do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, um admirador de Olavo de Carvalho. A mesma possibilidade foi aventada por Gois e, no intuito de desqualificar seu trabalho, o MEC recorreu à retórica simplista anticomunista, típica do presidente da República, chegando a sugerir que Gois fosse um agente da KGB.
“Durante sua vida como docente, o ministro da Educação sempre ensinou e defendeu a pluralidade e o debate de ideias, recusando-se a adotar métodos de manipulação da informação, desaparecimentos de pessoas e de objetos, que eram próprios de organizações como a KGB, que na década de 60, quando da sua fuga do Brasil para a Rússia, protegeu e forneceu identidade falsa para o colunista de O Globo”, diz a nota, que prossegue com mais associações ao comunismo.
Pelo ridículo exposto, a postagem do MEC viralizou em pouco tempo.

Fonte: Revista Fórum

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

VÍDEO – Blindado por assessores, Flávio Bolsonaro foge de perguntas sobre Queiroz no Congresso








Fonte: DCM 

Lula: “Não deixaram que eu me despedisse do Vavá por pura maudade”

Nem mesmo a Ditadura Militar foi capaz de fazer algo do tipo e, numa demonstração mínima de humanidade, permitiu que deixasse o cárcere e participasse do enterro da mãe em 1980, disse Gleisi Hoffmann, presidenta do PT.

Em nota no site do Partido dos Trabalhadores, a presidenta do partido, Gleisi Hoffmann (PT/PR) transmitiu a mensagem e o sentimento do ex-presidente Lula, que foi impedido pela Polícia Federal de Sérgio Moro e por decisões da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Criminal de Curitiba, e o desembargador Leandro Paulsen, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).
“Não deixaram que eu me despedisse do Vavá por pura maldade”, disse Lula, que foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal a comparecer ao velório apenas quando não havia mais tempo de chegar.
Gleisi também revelou que Lula, acostumado a enfrentar as mais variadas adversidades desde a infância pobre em Pernambuco, sentiu-se impotente diante do impiedoso tratamento recebido por ele até mesmo quando desejava apenas se despedir do irmão mais velho.
Nem mesmo a Ditadura Militar foi capaz de fazer algo do tipo e, numa demonstração mínima de humanidade, permitiu que deixasse o cárcere e participasse do enterro da mãe em 1980. “Não posso fazer nada porque não me deixaram ir. O que eu posso fazer é ficar aqui e chorar”, lamentou Lula.

Dilma: “Eles têm medo de Lula”

Ao impedir Lula de ir ao enterro do irmão, direito assegurado a todo e qualquer detento, o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal demonstram de maneira definitiva que o maior líder popular do Brasil é um preso político, submetido ao mais absoluto isolamento.
Essas instituições promoveram, deliberadamente, um vergonhoso jogo protelatório para, no final, recusar ao ex-presidente Lula um direito humanitário expressamente estabelecido no artigo 120 da Lei de Execução Penal.
O ex-presidente Lula é vítima da mais vergonhosa arbitrariedade, que nem mesmo a ditadura militar cometeu contra ele. Em 1981, quando estava detido, foi autorizado a ir ao enterro de sua mãe, Dona Lindu, em pleno regime ditatorial.
Para as forças que ascenderam ao poder pelo golpe de 2016, não bastou condená-lo injustamente para impedir que fosse eleito presidente. A simples existência de Lula tumultua e impacta seus desígnios. Querem-no invisível, despido de qualquer cidadania, como se não existisse. Não querem sequer que Lula seja visto pelo povo.
O desrespeito a um direito humanitário tão evidente diminui o Brasil perante o mundo, torna o nosso país menos civilizado e menos compassivo com o sofrimento humano. Vivemos tempos de injustiça, violência e desprezo pela vida.
Mas nós sabemos, e Lula sabe, que luto é sofrimento, mas também é verbo. Por isso, continuaremos lutando por sua liberdade e pela libertação do Brasil daqueles que chegaram ao poder para destruir a soberania nacional e os direitos do povo.
Minha solidariedade fraterna a Lula e à sua família neste momento em que passam por mais uma perda. Que as boas lembranças de Vavá os confortem nesta difícil jornada contra a dor e a injustiça. A covardia dos poderosos foi, ao longo da história, sinal de fraqueza. Agora também. É medo de Lula e do povo.
DILMA ROUSSEFF
Publicado no site oficial de Dilma Rousseff

Toffoli autoriza Lula a sair da prisão para se despedir do irmão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, de plantão no recesso do Judiciário, autorizou nesta quarta-feira (30) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a deixar a prisão, em Curitiba, para se despedir do irmão em São Bernardo Campo.
Genival Inácio da Silva, o Vavá, como era conhecido, morreu na manhã desta terça-feira (29), aos 79 anos.

Leia mais no G1

Deltan disse que conceder direito a Lula poderia afetar buscas em Brumadinho

O pânico do Ministério Público com a possível ida do ex-presidente Lula ao enterro de seu irmão Vavá ficou patente na própria redação e velocidade do parecer assinado por Deltan Dallagnol (a decisão do MPF saiu minutos depois do parecer da PF). O que fundamenta o não deferimento do pedido da defesa é, em linhas gerais, o poder popular de Lula (que põe em risco a 'segurança'). Mas, o que chama mais a atenção é a associação do pedido ao crime-catástrofe da Vale em Brumadinho. O texto diz: "consultada a Coordenação de Aviação Operacional da PF, sobreveio a informação de que no momento os helicópteros que não estão em manutenção estão sendo utilizados para apoio aos resgates das vítimas de Brumadinho."
O parecer de Deltan Dallagnol e da Lava Jato insere a discussão no seguinte viés: "conforme a mencionada decisão, a permissão de saída pretendida esbarra em insuperável obstáculo técnico: a impossibilidade de, ao tempo e modo, conduzir o custodiado mediante escolta e com as salvaguardas devidas, aos atos fúnebres de seu irmão."
E complementa: "no tocante à logística necessária para sua retirada da cela em Curitiba com trajeto passando pelo aeroporto de São José dos Pinhais/PR, aeroporto de São Paulo e Cemitério de São Bernardo do Campo/SP, para que tudo fosse feito em tempo oportuno e com a devida segurança, seria necessário um transporte de helicóptero da sede da Superintendência da PF em Curitiba até o primeiro aeroporto, uma aeronave da PF – com a devida segurança e piloto próprio – para o transporte entre Curitiba e São Paulo/SP e outro helicóptero até o cemitério. Consultada a Coordenação de Aviação Operacional da PF, sobreveio a informação de que no momento os helicópteros que não estão em manutenção estão sendo utilizados para apoio aos resgates das vítimas de Brumadinho.

 Além disso, a aeronave de asa fixa, disponível no momento, por questões de segurança poderia voar somente a partir das 6:00 de 30/01/2019, cujo tempo estimado entre a vinda da aeronave de Brasília, chegada em Curitiba e deste local para o Aeroporto de Congonhas, demandaria no mínimo 6 (seis) horas, considerando o tempo dos vôos, movimentação em pista e abastecimento em Curitiba/PR. 

Sobre o deslocamento do aeroporto de Congonhas ao Cemitério de São Bernardo do Campo/SP seriam necessárias mais 2 (duas) horas. Feitas as considerações no tocante ao meio de deslocamento, o que por si só resta inviabilizado o atendimento ao pedido, seja porque os helicópteros da PF estão sendo utilizados no momento em Minas Gerais, para auxiliar nos resgastes de Brumadinho, seja pela ausência de tempo hábil para o deslocamento da única aeronave da PF disponível no momento, restam as ponderações relativas às análises de risco e do efetivo policial que seria necessário empregar para uma escolta como esta."

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