GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Black Friday Brasil: Após acordo entre Temer e Bolsonaro, governo vai vender mais uma fatia do pré-sal

Cristiane Sampaio, Brasil de Fato - Alvo de destaque na cartilha neoliberal, o pré-sal brasileiro está na mira de parlamentares e multinacionais por meio de diferentes iniciativas. A bola da vez é a chamada cessão onerosa, exposta no Projeto de Lei da Câmara (PLC 78/18). A proposta autoriza a Petrobras a transferir para empresas privadas até 70% dos direitos de exploração do petróleo na camada do pré-sal.

Já aprovada pela Câmara, a medida não foi votada no Senado esta semana por falta de acordo entre as equipes econômicas de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PSL), presidente recém-eleito.

Os dois discutem atualmente o formato para a distribuição dos recursos, que são alvo também do interesse de estados e municípios. Em meio à crise fiscal, prefeitos e governadores reivindicam participação na divisão do montante como forma de melhorar o fluxo de caixa das suas respectivas gestões.



A cessão onerosa resulta de um acordo feito em 2010 entre a União e a Petrobras para permitir a exploração de 5 bilhões de barris em áreas do pré-sal na Bacia de Santos (SP).

Além da transferência de parte dos direitos de exploração, o PLC 78/18 cria normas para leiloar a produção excedente do pré-sal. A proposta não prevê a divisão dos recursos com municípios e estados, por isso enfrenta resistência entre os entes federados.

O futuro ministro da economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, tenta atualmente costurar um acordo para promover um megaleilão do pré-sal sem que seja preciso submeter a medida à avaliação do Congresso Nacional.

Ele conversa atualmente com o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a proposta, e trabalha para articular um contrato que fixe novas normas para a cessão onerosa, de forma a facilitar a atuação das petrolíferas privadas.

A disputa pelo pré-sal envolve diferentes atores, com destaque para as multinacionais, interessadas na exploração do excedente, cujo montante chega a 15 bilhões de barris que podem ser explorados ao longo de 40 anos.

A venda do excedente é fortemente criticada por organizações populares, como a Federação Única dos Petroleiros (FUP). O diretor de assuntos institucionais da entidade, Deyvid Bacelar, destaca que, ao longo dos quase dois anos de governo Temer, foram realizados quatro leilões, que deixaram a Petrobras com apenas 25% da exploração do pré-sal. O restante está nas mãos de petrolíferas estrangeiras.

O dirigente ressalta que a entrega do excedente prejudicará não só a soberania nacional, mas a geração de emprego e economia.

"Essas gigantes virão pra cá com encomendas de plataformas, sondas e navios no exterior, ou seja, esses equipamentos não serão produzidos no Brasil. Consequentemente não irão gerar mão de obra e renda aqui no país, e sim lá fora. Além disso, as riquezas do petróleo do pré-sal e dessa área, que é altamente produtiva, também vão pra outros países".

Geopolítica

A geopolítica mundial é um elemento central nos debates relacionados ao pré-sal. Bacelar chama atenção para os movimentos recentes de aproximação do Brasil aos Estados Unidos, que estão interessados na busca de novas reservas de petróleo.

O produto é chamado popularmente de "ouro negro" por conta do alto valor comercial e energético. O petróleo é utilizado não só como combustível, mas também como matéria-prima para fabricação de outros produtos, como parafina e óleos de grande valor para a indústria automotiva, uma das mais poderosas do mundo.

Nesse cenário, África, Oriente Médio e América Latina têm sido os alvos mais visados porque possuem as melhores reservas. Para os Estados Unidos, responsáveis por cerca de 25% de todo o petróleo consumido no planeta, o Brasil é estratégico por conta do volume disponível nas reservas.

"A gente tem aqui uma reserva que é exclusivamente nossa. Ela é gigantesca. Ao todo, o pré-sal tem mais de 176 bilhões de barris, e essas áreas específicas da cessão onerosa são algo em torno de 20 bilhões. Não é um número pequeno", explica Bacelar.

O economista Cloviomar Cararine, especialista no setor, acrescenta que o petróleo brasileiro tem ainda outras vantagens para os estrangeiros. Uma delas é o baixo custo, uma vez que a Petrobras fez investimentos volumosos no setor, que utiliza alta tecnologia e já domina o passo a passo da exploração. A outra é o baixo risco, diretamente associado a tais fatores.

Por conta disso, os diferentes projetos de lei e medidas do Poder Executivo que abrem a exploração do petróleo brasileiro para o mercado contam com um forte lobby de multinacionais.

"São reservas já descobertas, já testadas, então, é ganho com certeza, não tem nenhum risco pra quem entrar. É um negócio melhor ainda do que os outros [no mundo]. É colocar o dinheiro no leilão e depois só adquirir os lucros", critica Cararine.

França enquadra Bolsonaro para acordo UE-Mercosul

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse hoje (29) que a possibilidade de seu governo apoiar o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul depende da posição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, sobre o Acordo Climático de Paris.
Não podemos pedir aos agricultores e trabalhadores franceses que mudem seus hábitos de produção para liderar a transição ecológica e assinar acordos comerciais com países que não fazem o mesmo. Queremos acordos equilibrados”, disse Macron, sem citar diretamente as declarações contra o Acordo de Paris feitas por Bolsonaro.
Macron fez as afirmações em uma entrevista coletiva conjunta com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, com o qual se reuniu dois antes do início da Cúpula dos Líderes do G20, grupo formado pelas maiores economias mundiais.
A UE e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, pois a Venezuela está temporariamente suspensa) negociam o acordo com base em três pilares – o diálogo político, a cooperação e o livre-comércio – há quase 20 anos.
Macron informou também que pretende criar um fórum econômico bilateral entre França e Argentina, para que empresas de médio porte dos dois países façam mais investimentos cruzados em setores como inovação e turismo.
Depois do encontro, os dois presidentes irão para a cidade de Tigre, ao norte de Buenos Aires, para um lanche oficial.
Além de Macron, que chegou ontem à capital argentina, já estão na cidade o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, e o primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien Loong.
Sobre a cúpula do G20, Macron indicou que espera que triunfe na reunião o espírito de “diálogo e cooperação”. O presidente francês destacou ainda que tem uma relação “fácil e fluente” com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em temas como segurança e luta contra o terrorismo, mas admitiu que há “desacordos” nas discussões sobre comércio e o clima.
Fonte: Agência Brasil

Militares alertam que mudança da embaixada em Israel (ordem dos EUA) fará Brasil virar alvo de terroristas e Bolsonaro pensa em recuar

Pressionado pela ala militar do governo, Jair Bolsonaro decidiu não mais transferir a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém. Embora esteja decidido a manter a retórica sobre a mudança – que foi discutida com o assessor americano John Bolton e atende apenas à política externa dos Estados Unidos – ele não vai fixar data para a transferência da representação diplomática, segundo informa a jornalista Mônica Bergamo em coluna no jornal Folha de S. Paulo. A opção é deixar o assunto em banho-maria, sem anunciar data para que a transferência ocorra – o que na prática caracteriza o recuo.

Na reportagem, Bergamo informa que Bolsonaro sabe que "’há implicações geopolíticas importantes’ e que mudar a embaixada ’é um passo arriscado’. Está sendo aconselhado a implantar qualquer decisão ’de forma paulatina’. A abertura de um escritório de negócios em Jerusalém, por exemplo, poderia ser uma alternativa à mudança pura e simples do endereço da representação diplomática."



A matéria ainda informa que "um dos temas da conversa que Bolsonaro teve com o embaixador de Israel, Yossi Shelley, foi justamente a abertura de um escritório da República Tcheca em Jerusalém. O assunto foi puxado pelo diplomata. O setor militar do governo é um dos que alertam para as possíveis consequências de um gesto mais radical. O general e vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, disse à Folha que a mudança da embaixada pode transferir o terrorismo para o Brasil."

Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

VÍDEO: ‘Quem está falando é Deus’: Pastor afirma que homem está traindo mulher e vídeo viraliza

Durante um culto da Igreja Pentecostal do Deus Vivo, um pastor afirma para um casal que o homem tem um amante. “Deus manda você transformar a sua vida, se não você vai perder essa mulher que tem aí do lado.” O vídeo já teve mais de 750 mil visualizações e despertou a curiosidade dos internautas.
Um vídeo de um pastor revelando uma suposta traição de um homem para a esposa viralizou nas redes sociais nesta semana. Nas imagens, gravadas em uma Igreja Pentecostal do Deus Vivo, o pastor conversa com um casal e manda o homem admitir a traição para a mulher, em frente a outros fiéis. O vídeo, postado na terça-feira (27), já teve mais de 750 mil visualizações e 17 mil compartilhamentos (assista ao vídeo ao final da matéria).https://www.facebook.com/eric.rodrigues.71/videos/10212600249070798/
No início do vídeo, o casal Tailane e Fabrício aparece lado a lado, de pé, na igreja. O pastor, então, de dirige ao homem: “Fabrício, você nunca me viu antes, não é? Levanta a mão”. O religioso diz que “Deus manda você valorizar mais a sua mulher”.
O pastor começa a falar que Deus está mandando o homem “largar as amantes”. Neste momento, inicia-se um burburinho na igreja e o religioso continua. “Deus manda você transformar a sua vida, se não você vai perder essa mulher que tem aí do lado.”
Fabrício afirma que não tem amante. O pastor diz que “quem está falando é Deus” e diz que revelará o nome da amante. Ela se direciona à mulher e diz: “O nome dela é Aline, sua melhor amiga”. Muitos gritos e aplausos são ouvidos na igreja.
O pastor caminha e fica frente a frente com o homem e diz que dará o nome do motel, o dia e horário em que ele esteve com a amante. “Sábado passado você estava procurando ele igual maluca. Ele disse que estava na casa da mãe dele”, diz o pastor para Tailane, que confirma a história. “Eu ficava ligando a noite toda e ele não atendia”, conta a mulher.
O religioso diz que o casal vive de aparências, que já está dividido há muito tempo. “Deus trouxe vocês aqui para dar um choque”, fala o pastor, que manda o homem ir até o altar para ajoelhar e rezar.
Nos comentários, os internautas desconfiam do pastor. “Pagou um detetive e fez essa confusão… E ainda coloca o nome de Deus nisso”; “Falsos profetas sempre vão existir”; “Deus não envergonha ninguém assim”, foram algumas das mensagens.
Assista:


Com Magno Malta fora do governo, Bancada Evangélica abre guerra contra Bolsonaro

Coluna do Estadão de Andreza Matais informa que a indicação de Osmar Terra para o Ministério da Cidadania irritou a bancada evangélica, que ameaça se rebelar caso não tenha cargos na Esplanada. Formado por 180 deputados, o grupo foi consultado por Jair Bolsonaro sobre nomes para a nova pasta, mas acabou surpreendido com a escolha. “Quem é Osmar Terra comparado ao Magno Malta?”, questiona o pastor Silas Malafaia, que diz manter o apoio “intransigente” a Bolsonaro, porém com liberdade para críticas. Este já é o segundo nocaute no colegiado. O primeiro foi quando Bolsonaro indicou Ricardo Vélez Rodríguez para a Educação sem aguardar a sugestão dos evangélicos.
De acordo com a publicação, a lista de “abandonados” inclui, além de Magno Malta, os deputados Fernando Francischini, Alberto Fraga (ambos da bancada da bala) e Pauderney Avelino. Os amigos brincam que eles entrarão na segunda fase. O pecuarista Nabhan Garcia não chegou a ficar de fora do time, mas sobrou com um cargo de segundo escalão. Ninguém quer a missão de contar para ele que não terá status de ministro.
Magno Malta jogou a toalha na noite de segunda-feira, quando deixou Brasília dizendo-se “magoado e machucado” para se isolar num sítio. Reclamava de estar entre os últimos a serem convocados. “Vou receber a marmita?” Até agora nem isso. Malta acusa os filhos de Bolsonaro e o general Hamilton Mourão pelo veto ao seu nome. Com a nomeação de Osmar Terra para o Ministério da Cidadania, Bolsonaro ressuscita Darcísio Perondi (MDB-RS), aliado de Michel Temer e principal defensor da reforma da Previdência. Ele ficou na suplência, completa o Estadão.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Novo general de Toffoli fez campanha por Bolsonaro

O general Ajax Porto Pinheiro, que foi indicado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, para sua assessoria, fez campanha para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Em um vídeo gravado para o segundo turno, ele afirmou que "os militares seriam as maiores vítimas" caso o PT voltasse ao poder. "Não tenham dúvida, se voltarem ao poder eles farão, tentarão fazer, a sua ideologia fez, em alguns países, por exemplo, como a Venezuela, onde o Exército venezuelano é completamente dominado pelo poder político", diz Pinheiro no vídeo que circula nas redes sociais.

Pinheiro foi indicado para o cargo pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, após o atual assessor especial de Toffoli, general Fernando Azevedo e Silva ter sido indicado por Bolsonaro para assumir o Ministério da Defesa. O cargo de assessor militar nunca existiu no STF.
No vídeo, Pinheiro faz menção à fala do general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Bolsonaro, que durante campanha falou de "coisas que só existem no Brasil". "A jabuticaba é uma delas", destaca o militar. "A outra é um partido cujo candidato a presidente é orientado, dominado e controlado por um presidiário. Então um dos candidatos a presidente recebe ordens do presídio", afirma. A declaração é uma referência ao fato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é mantido como preso político em Curitiba, pertencer ao mesmo partido do então candidato do PT à Presidência da República Fernando Haddad.

Bolsonaro vai tirar Brasil do Acordo de Paris; vergonha mundial


O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que pediu para que o Brasil não sediasse a Conferência de Clima da ONU no próximo ano, a COP 25, para evitar que um possível anúncio da ruptura do Acordo de Paris ocorresse no país.
"Houve participação minha nessa decisão. Ao nosso futuro ministro (Ernesto Araújo) eu recomendei que evitasse a realização desse evento aqui no Brasil", disse Bolsonaro, segundos depois de o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) dizer que o governo eleito não tinha "nada a ver" com a retirada da candidatura.



Segundo Bolsonaro, está em jogo o "triplo A" na COP 25. "O que é o triplo A? É uma grande faixa que pega do Andes, a Amazônia e Atlântico, de 136 milhões de hectares, ao longo das calhas do rio Solimões e Amazônia, que poderá fazer com que percamos a nossa soberania nessa área. Então eu quero deixar bem claro, como futuro presidente, que, se isso for o contrapeso, nós teremos uma posição que pode contrariar muita gente, mas que vai estar de acordo com o pensamento nacional. Então não quero anunciar uma possível ruptura (do Acordo de Paris) dentro do Brasil. Além dos custos (da COP), que seriam muito exagerados, tendo em vista o déficit que nós já temos no momento", disse Bolsonaro.

Como mostra reportagem do jornal O Globo, o Acordo de Paris é a reunião de compromissos voluntários dos países para a redução da emissão de gases poluentes. Não há no documento qualquer menção ao que Bolsonaro chama de "triplo A". Auxiliares dele, porém, afirmam que tal exigência está implícita.

Segundo Bolsonaro, o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente. “Mas não pode uma política ambiental atrapalhar o desenvolvimento do Brasil”, ressalvou. “Hoje a economia quase está dando certo apenas - quase - na questão do agronegócio. E eles estão sufocados por questões ambientais que não colaboram em nada para o desenvolvimento e a preservação do meio ambiente.”

Bolsonaro mente. O Brasil é o país que mias devasta florestas no mundo, o presidente eleito quer apenas ampliar a devastação para aumentar o lucro do agronegócio, que apoiou sua candidatura.

Fonte: Brasil 247

PGR pede ao STF para apurar suposto caixa 2 de Onyx e 9 parlamentares

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a abertura de uma "petição autônoma" específica para analisar as acusações de caixa 2 feitas por delatores da JBS a dez parlamentares, incluindo o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que comanda a transição do governo Jair Bolsonaro. Pesam sobre ele o relato e planilhas dando conta de pagamentos de R$ 100 mil em 2012 e R$ 200 mil em 2014. O deputado federal admitiu em uma entrevista ter recebido R$ 100 mil e pediu desculpas.
Na manifestação enviada pela PGR ao Supremo nesta terça-feira, 27, Raquel pediu a separação dos trechos das delações da JBS sobre caixa 2 específicos sobre dez autoridades - deputados e senadores à época dos fatos narrados e que seguirão com prerrogativa de foro em 2019 vão ser alvo de procedimentos semelhantes, que podem resultar na abertura de inquérito ou mesmo em formulação de denúncia.

Leia mais aqui

Palloci vai para casa após acusar Lula e Dilma

Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) votou nesta quarta-feira (28) por conceder prisão domiciliar a Antonio Palocci, condenado na Lava Jato por negociar propina com a Odebrecht.
A sessão ainda não foi finalizada, mas a maioria dos presentes votou a favor do regime domiciliar.
João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato na segunda instância, tinha aumentado a pena de Palocci para pouco mais de 18 anos de prisão. No entanto, segundo reportagem do G1, o ex-ministro fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal e reduziu o tempo para nove anos e 10 meses, com o benefício de ter prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.

Submissão do Brasil a Trump abre crise com Mourão e com agronegócio

O primeiro choque anunciado do governo Bolsonaro está desenhado. Ele ocorrerá entre o chanceler informal do Brasil, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e duas forças poderosas que apoiam o bolsonarismo: o agronegócio e os militares nacionalistas. A crise inevitável veio à tona no dia de ontem quando, com um boné de Donald Trump na cabeça, Bolsonaro filho anunciou a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, decisão que contraria os interesses econômicos nacionais e apenas evidencia a submissão da família Bolsonaro a Trump e ao líder israelense Benjamin Netanyahu.
"A questão não é perguntar se vai, a questão é perguntar quando será", afirmou Eduardo (saiba mais aqui). O problema é que, com isso, o Brasil poderá perder bilhões em exportações, concentradas justamente no agronegócio. Juntas, as nações árabes são o segundo maior comprador de proteína animal brasileira. As exportações somaram US$ 13,5 bilhões em 2017 e o superávit para o Brasil foi de US$ 7,17 bilhões, enquanto o comércio com Israel é praticamente inexistente.



Por isso mesmo, de forma nacionalista e pragmática, o general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, concedeu entrevista na semana passada, em que deixou claro que o Brasil não poderia colocar os interesses nacionais em risco. "É óbvio que a questão terá que ser bem pensada. É uma decisão que não pode ser tomada de afogadilho, de orelhada. Nós temos um relacionamento comercial importante com o mundo árabe. E competidores que estão de olho se perdermos essa via de comércio. Há também uma população de origem árabe muito grande em nosso país, concentrada nas nossas fronteiras. Temos sempre que olhar a questão do terrorismo internacional oriundo da questão religiosa, que poderá ser transferida para o Brasil se houver um posicionamento mais forte em relação ao conflito do Oriente Médio", afirmou Mourão, em entrevista à Folha de S. Paulo, há uma semana.

Ou seja: Mourão deixou claro que não apenas os interesses econômicos do Brasil estão ameaçados com a postura de Eduardo Bolsonaro, como também a própria segurança nacional – uma vez que o país poderá vir a se tornar alvo de ações terroristas caso confirme sua submissão total aos Estados Unidos e a Israel.



Em entrevista recente à TV 247, o sociólogo Marcelo Zero explicou que a postura da família Bolsonaro prejudica até as relações de longo prazo com os Estados Unidos, uma vez que Trump enfrenta forte oposição interna e pode vir a ser um fenômeno passageiro.
Fonte: Brasil 247

Vélez Rodrígues anuncia que Bolsonaro irá censurar Enem

O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou nesta segunda (26), em Londrina (PR), que permitirá ao futuro presidente que conheça as provas do Enem previamente e as censure. "Se o presidente se interessar, ninguém vai impedir. Ótimo que o presidente se interesse pela qualidade das nossas provas", disse. Se a decisão for efetivada, além de submeter a prova à censura de Bolsonaro, o futuro ministro, na prática, irá acabar com o sigilo do Enem, abrindo a possibilidade a todo tipo de fraudes
Vélez falou aos jornalistas em referência ao ataque de Bolsonaro ao Enem, em 10 de novembro, quando o presidente eleito disse que "vai tomar conhecimento da prova antes" da realização do Enem pelos estudantes, o que confronta critérios técnicos e de segurança do exame (leia aqui). A polêmica surgiu com uma questão da prova que tratava do "dialeto secreto" utilizado por gays e travestis.
A declaração de Vélez, ocorreu em um encontro oferecido pela direção da Faculdade Positivo, onde leciona, em que foi homenageado por colegas professores.
O futuro ministro Vélez também afirmou que a reforma do ensino médio iniciada depois do golpe de 2016 ficou incompleta e que o nome do Ministério da Educação deve sofrer mudanças —embora a reformulação completa da pasta, que deve abrigar outras como a da Cultura, ainda não esteja clara.
Ele sinalizou que o Ensino Médio será voltado para adestramento de mão de obra: "Em princípio [reforma do ensino médio], foi bem encaminhada mas ficou incompleta. O aluno tem que sair do segundo grau pronto para o mercado de trabalho. Nem todo mundo quer fazer uma universidade. É bobagem pensar na democratização da universidade, nem todo mundo gosta".

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Fraude apoiada pela PGR: Prestação de contas da campanha de Bolsonaro tem doadores mortos e empresa sem registro

Na prestação de contas da campanha de Bolsonaro, foram identificados doadores desempregados, funcionários de uma mesma empresa privada e mortos. Tais indícios poderão ensejar apuração em outras instâncias.
Raquel Dodge recomendou a aprovação com ressalvas. Segundo a PGR, as irregularidades no valor de R$ 171 mil “não comprometem”. Sobre a usina de fake news no WhatsApp, nem uma palavra.



Fonte: Brasil 247

STF deve julgar segunda instância e soltar Lula no início de 2019

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, deverá pautar no início de 2019, o julgamento das ações sobre prisão de réus condenados em segunda instância.
Segundo os jornalistas Carolina Brígido e Paulo Celso Pereira, do jornal O Globo, a tendência da Corte é manter o entendimento atual, de que a pena pode começar a ser cumprida depois que a condenação for confirmada pela segunda instância.



O julgamento terá impacto no destino do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é mantido como preso político desde abril deste ano, após ter sido condenado em segunda instância no processo relativo ao triplex do Guarujá, investigado pela Operação Lava-Jato.

Fonte: Brasil247

Após delatar e acusar Lula, Palloci deve sair da cadeia, afirma Gleisi Hoffmann

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou nesta segunda-feira, 26, que o ex-ministro Antonio Palocci deverá deixar a prisão, após fazer acusações contra o ex-presidente Lula em delação premiada premiada com a Polícia Federal; “Palocci deve sair da prisão por estes dias. Já fez o serviço sujo, delatou mentiras contra o Lula. Mentiras q ñ foram homologadas via MP. Agora foram via PF. Moro não sossegou enquanto não conseguiu isso. Começam a vazar os novos trechos da delação pra sacanear Lula. Muito triste”, disse Gleisi pelo Twitter
– A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou nesta segunda-feira, 26, que o ex-ministro Antonio Palocci deverá deixar a prisão, após fazer acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em delação premiada premiada firmada com a Polícia Federal.
“Palocci deve sair da prisão por estes dias. Já fez o serviço sujo, delatou mentiras contra o Lula. Mentiras q ñ foram homologadas via MP. Agora foram via PF. Moro não sossegou enquanto não conseguiu isso. Começam a vazar os novos trechos da delação pra sacanear Lula. Muito triste”, disse Gleisi pelo Twitter.
Faltando uma semana das eleições presidenciais do primeiro turno, o ex-juiz federal Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça do governo eleito de Jair Bolsonaro, liberou o sigilo da delação de Palocci em que ele faz acusações contra Lula e contra a presidente deposta Dilma Rousseff.
No depoimento feito por Palocci à Polícia Federal em abril deste ano, há acusações variadas: as campanhas presidenciais do partido em 2010 e 2014 custaram na verdade, ele diz, 1,4 bilhão de reais, um valor bem acima do declarado à Justiça Eleitoral; houve algum tipo de propina em 90% das medidas provisórias editadas pelos governos Lula e Dilma Rousseff; e a exploração do pré-sal foi desenhada “para garantir o futuro político do país e do Partido dos Trabalhadores.”
Antonio Palocci foi condenado pelo juiz Sergio Moro, que comandou os processos da Operação Lava-Jato em Curitiba, a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Parlamentares eleitos devem R$ 660 milhões e querem lei para perdoar dívida; entre eles estão o presidente do PSL e Onyx Lorenzoni

Os deputados e senadores que iniciarão um novo mandato a partir de fevereiro do próximo ano devem a bagatela de R$ 660,8 milhões aos cofres da União, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Deste total, mais de 90% do valor está concentrado em apenas 15 parlamentares dos quais, muitos deles, defendem a criação de um novo Refis com grandes descontos para a quitação dos débitos. A Receita Federal já está em alerta para uma possível investida do Congresso por meio dos chamados "viciados em Refis" na nova legislatura.
Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, do passivo total, R$ 328,9 milhões são considerados em situação irregular, já que não fizeram qualquer tipo de renegociação, e outros R$ 331,9 milhões são referentes a parcelamentos. O último Refis – com descontos de até 90% e redução de até 70% dos juros - teve o prazo de adesão encerrado no final do ano passado.

A maior dívida, R$ 135,4 milhões, está em nome de empresas ligadas ao senador Jader Barbalho (MDB-PA). Sua ex-mulher, deputada Elcione Barbalho (MDB-PA), tem R$ 117,8 milhões de dívidas em empresas nas quais figura como sócia. Ambos informaram que não possuem débitos como pessoas físicas e que as dívidas das empresas já estariam financiadas por meio do último Refis ou são alvo de questionamentos na Justiça.



O presidente do PSL, Luciano Bivar, mesmo partido do presidente eleito Jair Bolsonaro, tem débitos de R$ 27,3 milhões ligados a três empresas em seu nome. Segundo seu advogado, Bivar não é mais sócio de uma das empresas e já estaria tomando medidas legais sobre o assunto.
Futuro ministro do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) também aparece como detentor de uma dívida de R$ 604 mil referente a duas empresas que estão com parcelamento ativo.

Segundo Lorenzoni, o Refis é uma forma de "ajudar empresários em dificuldades". "Essa é uma das minhas batalhas desde sempre no Congresso. É a esse alto número de taxas e impostos que o presidente Jair Bolsonaro se refere quando fala em ’tirar o governo do cangote das pessoas’", disse.

Reportagem completa no Estadão: aqui

Mais corruptos terão cargos: Bolsonaro descumpre promessa e diz que dará ministérios a partidos do centrão ainda este mês

247 com Reuters - Jair Bolsonaro afirmou que espera fechar, até o fim mês, o seu ministério e que a escolha dos ministros que ainda faltam será resultado de uma conversa com bancadas e não de indicação de partidos. Em vez da negociação com os partidos políticos, ele tem negociado com as bancadas corporativas, por interesses diversos, como a bancada da bala, a evangélica, a dos ruralistas, além da mais importante, a "bancada" extra-parlamentar dos bancos. 
Bolsonaro concedeu entrevista depois de deixar a Escola de Educação Física do Exército, na Urca, no Rio de Janeiro, e um pouco antes de chegar ao condomínio onde mora, na Barra da Tijuca. Os nomes para muitos ministérios já foram definidos. Mas falta, por exemplo, saber quem comandará o Ministério de Minas e Energia, estratégico em um país como o Brasil, grande exportador de commodities.

“Até o fim do mês, espero ter resolvido essa questão de ministério”, disse ele após participar de um evento em uma unidade militar na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro.



“Tenho conversado com bancadas e as bancadas é que tem indicado e não partidos.”

Na véspera, o presidente eleito havia afirmado que não tinha pressa para fechar o seu ministério, embora tenha manifestado que já gostaria de ter definido todos os nomes.

Bolsonaro afirmou que o critério de escolha leva em conta também um perfil de pessoas isentas, honestas, independentes, que pensem no Brasil “e não na agremiação partidária”.
Ao ser questionado se teria dificuldades nesse critério de escolha de ministros para obter apoio em votações importantes no Congresso a partir de 2019, ele acrescentou que foi eleito para fazer uma nova política.

“Decidi que faria uma política diferente; vai dar certo!?: Espero que sim. Agora, para fazer a mesma política, seria dar errado”, frisou.

Deputados do PP, ex-partido de Bolsonaro, pressionam Maia para afrouxar leis anti-corrupção criadas por Dilma

A pressão da Câmara dos Deputados por uma revisão das leis de execução penal é cada vez maior. Deputados estão atemorizados com a senha persecutória de Sérgio Moro, que será o novo Ministro da Justiça, e acossam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a colocar o tema em votação. Integrantes do PP já deixaram claro que a condição para o apoio à recondução de Maia à presidência da casa é a referida votação entrar na pauta. 

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo explica a movimentação: "um grupo de parlamentares de partidos envolvidos nas investigações da Lava Jato pressiona o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a colocar em votação nas próximas semanas projeto que altera as regras de execução penal no Brasil, afrouxando a punição a diversos crimes, incluindo os de colarinho branco."

E relata a situação do PP: "integrantes do PP —uma das siglas mais implicadas no escândalo da Petrobras e a terceira maior bancada na Câmara—, entre outros partidos, dizem ser essa uma das condições para o apoio a Maia, que tentará a reeleição ao cargo em fevereiro."



Sobre a resposta de Maia a essas pressões, o jornal informa: "questionado se irá colocar o projeto na pauta de votações, o presidente da Câmara afirmou: ’Estou estudando o assunto e ouvindo algumas pessoas antes de decidir’."

Fonte: Folha

Em entrevista à Folha, Haddad confirma que Ciro foi convidado pra ser candidato à presidência em chapa com Haddad vice

O candidato que disputou o segundo turno com Bolsonaro, Fernando Haddad, falou sobre Ciro Gomes à jornalista Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo. Ele disse: "o Lula foi preso e o Ciro não soube fazer a coalizão que o levaria à vitoria, que só poderia ser uma coalizão com o PT". Haddad diz que o guru de Ciro, o filósofo Mangabeira Unger, fez a previsão errada (que Ciro ’comprou’), a de que depois de Lula preso, o PT seria uma legenda ’decadente’.
À jornalista, Haddad disse: "ele [Ciro] não quis fazer [a coalizão]. Uma das razões foi declarada pelo [filósofo Roberto] Mangabeira [Unger, aliado de Ciro] nesta casa. Ele dizia: ’Nós não queremos ser os continuadores do lulismo. Não queremos receber o bastão do Lula. Nós queremos correr em raia própria’. Palavras dele. Eles não queriam ser vistos como a continuidade do que julgavam decadente. Apostavam que, com Lula preso, o PT não teria voto a transferir. Aconteceu exatamente o oposto."



Haddad destaca outro ponto das (não) conversas entre Ciro e PT: "não houve uma reunião entre o Ciro e o Lula. No final, [quando ficou claro que Lula não poderia concorrer], ele foi sondado por mim e por todos os governadores do PT. Eu sou amigo, gosto do Ciro. Mas ele errou no diagnóstico. E pode voltar a errar se entender que isolar o PT é a solução para o seu projeto pessoal."

E revela que Ciro ainda não sinalizou para uma conversa: "olha, eu não consegui falar com o Ciro até hoje. Sobre ele e o Fernando Henrique Cardoso [que também se recusou a dar apoio ao PT], eu diria, a favor deles: os dois tinham três governadores [em seus próprios partidos] disputando a eleição fazendo campanha para o Bolsonaro. O PDT [de Ciro] é um partido de esquerda, ’pero no mucho’."

Fonte: Brasil 247

PDT e PSB insistem em oposição sem PT, maior partido do país

A articulação para formar uma frente de esquerda sem o PT avançou na Câmara e também no Senado. Entre os deputados, as conversas entre PDT e PSB estão nos ajustes finais e o PC do B, que ainda era dúvida, caminha para fechar com eles.
No Senado, as tratativas se desenrolam entre PDT, PSB, PPS e Rede. Líderes desses partidos marcaram uma reunião dia 5 de dezembro, no apartamento de Katia Abreu (PDT-TO). Na ocasião, pretendem discutir os termos de um manifesto.
Os idealizadores da frente dizem que não se trata de um movimento para a simples exclusão do PT, mas de criar um grupo que possa atuar de maneira independente do governo, sem que isso seja vinculado aos partidários de Lula, vistos como pontas de lança de uma oposição sistemática e acrítica.

Fonte: Blog da cidadania


Bolsonaro já propôs cotas raciais para deputado federal. Mas como deboche…

O presidente eleito, que discursa todo o tempo contra as cotas de inclusão para negros na educação, já apresentou, ele próprio, um projeto de lei – o PLP – 354/2006 – propondo que metade das vagas de deputado federal fosse reservada a parlamentares originários “das  populações negras e pardas”.
Na justificação, ele escreve:
“A cada dia se torna mais freqüente o surgimento das chamadas ações afirmativas, que buscam a inclusão de minorias e segmentos ditos “menos favorecidos”. Neste sentido, a previsão de cotas para as populações negras e pardas em Universidades Públicas ilustra bem esse contexto.
O exemplo tem que vir desta Casa que, por essência, é a legítima representação do povo e, em assim sendo, deve possuir de forma proporcional representantes de todos os segmentos sociais.”
Mas, calma… Apesar de ter subscrito o projeto, Bolsonaro esclarece que o faz por deboche:
“Mesmo sendo autor da proposição, por coerência, votarei contra esta matéria.”
Sim, é isso mesmo, ele propõe uma lei apenas para poder fazer politicagem com o tema das cotas raciais.
Arquivado duas vezes pelo término da legislatura, Bolsonaro pediu seu desarquivamento a cada novo mandato, pela última vez em 2015.
Não é à toa que jamais tenha sido levado a sério como parlamentar pelos seus pares.
Fico curioso do que seria a sua resposta caso um jornalista perguntasse, em meio a uma coletiva, porque ele havia três vezes proposto a criação de cotas para negros e pardos na Câmara dos Deputados.
-Eu ‘tava’ de sacanagem, tá ok?
Que tipo de governo um moleque pode fazer? Poupem-me da resposta.

Fonte: Tijolaço