GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Marca estampa Bolsonaro em saco de coleta de cocô de cães: ‘Bozobag’

Segundo site, colocar a foto do presidente em um recipiente para fezes de cachorro é uma forma de protestar contra o mandatário

Uma marca de produtos de higiene para o banheiro criou um saco de coletar cocô de cachorro com o rosto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estampado.


Batizada de “Bozobag”, a empresa anunciou pelo site oficial que o objetivo da campanha é protestar contra o mandatário do país.
“Os saquinhos são usados como uma forma de protesto contra a situação atual do nosso país. Mostre toda sua indignação com o governo atual fazendo a coisa certa, coletando cocô de seu pet com a cara do responsável”, descreveu a marca pelas redes.


Segundo o fabricante, o saco é 100% reciclado e feito com materiais resistentes para evitar vazamentos, já que “governo já te dá muita dor de cabeça”.
“O produto foi desenvolvido pensando no seu conforto, feito com material resistente e à prova de vazamentos para você não ter que se preocupar. Afinal, o governo já te dá muita dor de cabeça”, continuou, a descrição.

O saco para coleta de fezes de cachorro tem valor de R$18, e o pacote oferecido vem com 30 unidades. “Garanta o seu antes que os minions derrubem esse site!”, ironizou a marca.
Ainda, a “Bozobag” informa que a analogia foi feita pelos idealizadores que “cansaram” do Bolsonaro “cagar na nossa cabeça”. “Esses saquinhos são para você que também já cansou do presidente cagando no nosso país e tem vontade de esfregar a cara dele no cocô do cachorro”, alfinetou.

Fonte: Metrópoles

Senador quer investigar possível ´crime da rachadinha` no gabinete de Bolsonaro

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou pelo Twitter que pedirá investigação ao Ministério Público Federal sobre o “vaivém” no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro. Segundo Randolfe, a movimentação revelada por reportagem da Folha de S. Paulo pode se configurar a “prática da rachadinha” – esquema de corrupção que ocorre quando funcionários de um gabinete devolvem parte de seus salários para um político ou assessores.


Segundo matéria publicada na Folha de S.Paulo, análise de documentos relativos aos 28 anos de atividade parlamentar de Bolsonaro, de 1991 a 2018, mostra rotatividade salarial atípica de funcionários, que atingiriam cerca de um terço das mais de 100 pessoas que trabalharam em seu gabinete, informou o site Sputnik.

Empresa de ex-mulher de Wassef se beneficiou com aditivos em contratos no governo

RIO - A Globalweb Outsourcing, empresa ligada a Maria Cristina Boner Léo, ex-mulher do advogado Frederick Wassef, obteve dois aditivos durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro em um contrato firmado com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e questionado pela Controladoria-Geral da União (CGU). A Ebserh, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), é responsável pela gestão de hospitais universitários federais. Um auditoria da CGU apontou prejuízo na ata de preços em que se baseou o contrato. Após os aditivos, o valor final chegou a R$ 37,4 milhões, segundo o Portal da Transparência. As empresas negam irregularidades.


Cristina é uma das fundadoras da empresa, hoje administrada por uma de suas filhas, Bruna Boner. A ex-mulher de Wassef, ex-advogado da família Bolsonaro, ficou impedida de participar de contratações do governo após ser condenada na Operação Caixa de Pandora, em 2019. Há duas semanas, porém, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) anulou a condenação de Cristina por improbidade administrativa. O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MP/TCU), Lucas Rocha Furtado, pediu que a corregedoria do TJ-DF investigue “se foi mera coincidência ou casuísmo” a definição da data de julgamento do recurso de Cristina. A absolvição ocorreu um dia após o MP pedir investigação sobre contratos firmados pela Globalweb com o governo federal e sobre a suspensão de uma multa de R$ 27 milhões com a Dataprev.


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domingo, 5 de julho de 2020

Jair Bolsonaro fez centenas de trocas de assessores e há suspeita fortíssima de rachadinha

A análise dos documentos relativos aos 28 anos em que Jair Bolsonaro foi deputado federal, de 1991 a 2018, mostra uma intensa e incomum rotatividade salarial de seus assessores, atingindo cerca de um terço das mais de cem pessoas que passaram por seu gabinete nesse período.


O modelo de gestão incluiu ainda exonerações de auxiliares que eram recontratados no mesmo dia, prática que acabou proibida pela Câmara dos Deputados sob o argumento de ser lesiva aos cofres públicos.

Nove assessores de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) que tiveram o sigilo quebrado pela Justiça na investigação sobre “rachadinha” (desvio de dinheiro público por meio da apropriação de parte do salários de funcionários) na Assembleia Legislativa do Rio foram lotados, antes, no gabinete do pai na Câmara dos Deputados.

É o caso da assessora Marselle Lopes Marques, que ficou cerca de um ano e meio lotada no gabinete de Bolsonaro, em 2004 e 2005.

Ela ingressou com um dos menores salários, R$ 261 (valores da época). Três meses depois, foi mudada de cargo e dobrou a remuneração. Com um ano, passou a ganhar o maior contracheque entre todos os assessores, R$ 6.011. Três meses depois, o salário foi cortado em 90%.

Nomeada posteriormente no gabinete de Flávio, no Rio, Marselle é uma das investigadas no suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia.

Filha do policial militar aposentado Fabrício Queiroz (pivô do escândalo das “rachadinhas” e atualmente preso no Rio), Nathália Queiroz também passou por oscilações salariais no gabinete de Jair Bolsonaro até ser demitida, em 15 de outubro de 2018, mesmo dia em que seu pai foi exonerado por Flávio.

Como mostrou a Folha, ao mesmo tempo que era contratada na Câmara, ela atuava como personal trainer no Rio?.


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