GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Jornalista da Globo publica foto de Dodge ao lado de Bolsonaro e Michelle: “Quer ser reconduzida à PGR”

Revista Fórum: Guilherme Amado, colunista da Revista Época, publicou em seu Twitter uma foto da Procuradora-Geral da República, Rachel Dodge, rindo e trocando afagos com o presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle

“Esta é Raquel Dodge, a quem constitucionalmente cabe o papel de fiscalizar e eventualmente investigar o presidente da República. A foto foi ontem. Raquel quer ser reconduzida à PGR”, publicou em sua conta na rede social. A foto, na verdade, é do dia 9 de julho, data do lançamento Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, mas demonstra uma estratégia de Dodge.
Esta é Raquel Dodge, a quem constitucionalmente cabe o papel de fiscalizar e eventualmente investigar o presidente da República. A foto foi ontem. Raquel quer ser reconduzida à PGR.
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O mandato da procuradora termina em setembro e, apesar de não ter participado da eleição e muito menos fazer parte da lista tríplice, ela quer seguir no posto e tem sinalizado a Bolsonaro que pretende ser uma aliada. O presidente do STF, Dias Toffoli, já deixou o caminho em aberto.

Desde 2003, os procuradores escolhidos fazem parte da lista tríplice da ANPR, criada pela primeira vez em 2001. Nos governos Lula e Dilma, sempre foi conduzido ao posto o primeiro colocado. Michel Temer, em 2017, conduziu Rachel Dodge, que havia ficado em segundo lugar da lista. Nos governos FHC, a escolha para a PGR não se baseavam em lista e Geraldo Brindeiro, titular do posto, ficou conhecido como “Engavetador Geral da República”.

‘Pretendo beneficiar filho meu, sim’, diz Bolsonaro sobre embaixada nos EUA

Brasil 247 – O presidente Jair Blsonaro confirmou nesta quinta-feira, 18, durante transmissão ao vivo nas redes sociais, que pretende indicar o filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada nos EUA

“Lógico, que é filho meu, pretendo beneficiar filho meu, sim. Pretendo, se puder, dar filé mignon, eu dou, mas não tem nada a ver com filé mignon, nada a ver, é realmente, nós aprofundarmos um relacionamento com um país que é a maior potência econômica e militar do mundo”, disse Bolsonaro.
Ele afirmou que poderia também demitir o chanceler Ernesto Araújo e colocar o filho em seu lugar. “Se eu quiser hoje, eu não vou fazer isso jamais, chamo o Ernesto Araújo, falo: O Ernesto vai para Washington, que eu vou botar o Eduardo no Ministério da Relações Exteriores”, afirmou.

Veja diz que suposta sociedade secreta planeja matar Bolsonaro

Revista deste fim de semana traz na capa um plano rocambolesco de um ataque terrorista contra Jair Bolsonaro, que seria praticado por uma certa Sociedade Secreta Silvestre. É uma reportagem bizarra e o que importa é tentar saber o que há por trás dela


A revista Veja deste fim de semana publica, em sua capa, uma suposta ameaça de ataque terrorista contra o presidente Jair Bolsonaro, que seria praticada por uma certa Sociedade Secreta Silvestre, composta por "ecorradicais". O plano seria matar Bolsonaro.  Confira abaixo um trecho e leia a íntegra neste link:


Em 1º setembro do ano passado, ninguém deu atenção a uma mensagem no Facebook que trazia uma ameaça ao então deputado Jair Bolsonaro. O autor escreveu que testaria “a valentia” do então candidato do PSL à Presidência da República quando os dois se encontrassem e que ele “merecia” levar um tiro na cabeça. Ninguém deu atenção à postagem porque ameaças assim quase sempre não passam de bravatas. Ninguém deu atenção porque o autor, um garçom desempregado, também costumava publicar em sua página na rede social textos desconexos e teorias conspiratórias absolutamente sem sentido. Parecia coisa de maluco. Cinco dias depois, no entanto, Adélio Bispo de Oliveira, o autor da mensagem, esfaqueou Bolsonaro em uma passeata em Juiz de Fora (MG). O agressor de fato era um desequilibrado mental, mas o atentado ensinou que ameaças não devem ser subestimadas, por mais improváveis que pareçam.



Há seis meses a Polícia Federal caça, ainda sem sucesso, os integrantes de um grupo terrorista que já praticou pelo menos três atentados a bomba em Brasília e anuncia como seu objetivo mais audacioso matar o presidente da República. Nas duas últimas semanas, VEJA entrevistou um dos líderes da Sociedade Secreta Silvestre (SSS), que se apresenta como braço brasileiro do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização internacional que se diz ecoextremista e é investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países. O terrorista identifica-se como “Anhangá”. Por orientação do grupo, o contato foi feito pela deep web, uma espécie de área clandestina da internet que, irrastreável, é utilizada como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades.

Anhangá garante que o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito. Era para ter sido executado no dia da posse, mas o forte esquema de segurança montado pela polícia e pelo Exército acabou fazendo com que o grupo adiasse a ação. “Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, afirma o terrorista. Dias antes da posse, a SSS colocou uma bomba em frente a uma igreja católica distante 50 quilômetros do Palácio do Planalto. O artefato não explodiu por uma falha do detonador. No mesmo dia, a SSS postou um vídeo na internet reivindicando o ataque e revelando detalhes da bomba que só quem a construiu poderia conhecer. Nessa postagem, o grupo também anunciou que o próximo alvo seria o presidente eleito, o que levou as autoridades a sugerir o cancelamento do desfile em carro aberto. “Facilmente poderíamos nos misturar e executar este ataque, mas o risco era enorme (…) então seria suicida. Não queríamos isso.” Na ação seriam usados explosivos e armas. “A finalidade máxima seriam disparos contra Bolsonaro ou sua família, seus filhos, sua esposa.”


Fonte: 

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Patrocinador de filme da Lava Jato dá calote e entra em recuperação judicial

Judiciário paraense aceitou o pedido de recuperação judicial das empresas do grupo Jari, que produz celulose solúvel no Vale do Jari, entre o Pará e o Amapá, e é controlado pelo empresário Sérgio Amoroso, principal financiador do polêmico filme "Polícia Federal: A Lei é para Todos"; a dívida total sujeita ao processo é de R$ 1,75 bilhão


A Justiça do Pará aceitou o pedido de recuperação judicial das empresas do grupo Jari, que entre outras atividades produz celulose solúvel no Vale do Jari, região amazônica entre os Estados do Pará e do Amapá, e é controlado pelo empresário Sérgio Amoroso, principal financiador do filme "Polícia Federal: A Lei é para Todos". A dívida total sujeita ao processo é de R$ 1,75 bilhão. A intenção é apresentar o plano de recuperação dentro dos 60 dias previstos em lei.


Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o presidente da Jari Celulose, Patrick Nogueira, disse que o grupo está conversando com os credores com o intuito de elaborar um plano de recuperação judicial que atenda a todos. "A Jari é um caso de recuperação judicial. Temos um mercado maravilhoso e só precisamos de tempo para arrumar a casa", afirmou.
A Jari Celulose também teve problemas na conversão da fábrica de celulose de fibra curta para a celulose solúvel há alguns anos, o que levou à paralisação da operação por um longo período.
Em abril deste ano, o Banco do Brasil bloqueou as contas da Jari, levando-a a paralisar parte de sua produção. As empresas do grupo que entraram em recuperação judicial empregam cerca de 700 trabalhadores direto e dois mil indiretos.
'A Lei é para Todos'
Amoroso foi um dos financiadores do filme "A Polícia Federal: A Lei é para Todos", muito controverso porque mostrou apenas a visão de policiais federais. Antes das revelações do Intercept Brasil, que tiveram início em 9 de junho, a esquerda já denunciava a partidarização da Operação Lava Jato. 


O site, que tem como um dos fundadores o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, vem demonstrando um conluio entre o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores do Ministério Público Federal (MPF-PR), o que feriu a equidistância entre magistrado e parte acusatória. Moro interferiu no trabalhos de integrantes do MPF-PR e sugeriu, por exemplo, inversão de ordem das fases das operações e recomendou acréscimo de informações na produção de provas.
O filme é narrado ate a condução coercitiva de Luiz Inácio Lula da Silva. Também mostra o dia em que o ex-presidente teve um diálogo com a então presidente Dilma Rousseff em 2016. Moro divulgou um grampo da conversa, o que era ilegal porque um dos participantes da conversa (Dilma) tinha prerrogativa de foro por função e, por consequência, caberia à primeira instância mandar as provas para a corte indicada. Moro pediu desculpas ao Supremo Tribunal Federal, mas não a Lula, nem a Dilma.
Será produzido um novo filme - "Polícia Federal: A Lei é para Todos 2" -, no qual não deverá aparecer a prisão de Lula, condenado sem provas, nem o vazamento das mensagens de Moro com procuradores em que aparecem a ilegalidades do ex-magistrado. A nova produção deverá mostrar aprofundamento das ações em Brasília e no Rio de Janeiro, saindo do foco em Curitiba.



Agora, após o vazamento de mensagens de Moro com procuradores, as irregularidades reveladas pelo Intercept, devem virar um filme. De acordo com Hanrrikson de Andrade, do blog Entre Quatro Poderes do Uol, imagens das audiências de Glenn Greenwald, editor do The Intercept, já têm sido captadas com objetivos cinematográficos.


Fonte: Brasil 247