GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

Mostrando postagens com marcador Denúncia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Denúncia. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de dezembro de 2019

Coincidências? Homem que roubava dinheiro da mega-sena também é vizinho de Bolsonaro

Portal Forum - Usuários das redes sociais já inventaram um apelido para o condomínio onde morava o presidente Jair Bolsonaro e sua família na Barra da Tijuca, na capital fluminense: “Vivendas da Barra Pesada”. Isso porque descobriu-se, nesta sexta-feira (13), que o condomínio de luxo, além de residência de Bolsonaro e do PM miliciano apontado como o assassino de Marielle Franco, Ronnie Lessa, era lar de um golpista que foi preso na quinta-feira (12) sob a acusação de desviar grandes quantias de um ganhador da Mega-Sena.



O jornal Extra noticiou o caso, sem dar destaque para mais essa “coincidência” no condomínio da família Bolsonaro. “O esquema foi descoberto pelo milionário quando o homem começou a aparecer com roupas e acessórios de luxo, e iniciou uma obra de R$ 4,5 milhões num condomínio de alto padrão na Barra da Tijuca”, diz a reportagem.


Fonte: Brasil 247

Hacker de Araraquara diz que Procurador da Lava Jato recebia propina

Segundo o hacker que está preso, Januário Peludo, Procurador da Lava Jato em Curitiba, teria recebido propinas de ex-diretor da Petrobrás
“Tem um áudio em que o procurador está aceitando dinheiro do Renato Duque”, disse Walter Delgatti, o hacker de Araraquara, mais conhecido como Vermelho, em entrevista a VEJA, publicada hoje (13/12).


O hacker que a polícia federal acusa de ser o responsável pelo grupo que invadiu celulares de autoridades e obteve acesso a mensagens que teria dado origem a Vaza Jato,  afirma que há um áudio que ele teve acesso, que teria revelado pagamento de propina a Procurador da Lava Jato, Januário Paludo.


O doleiro Dário Messer, havia dito em conversa privada, captada pela Polícia Federal que pagava propinas ao Procurador da força-tarefa.  Agora segundo o hacker de Araraquara, o Procurador teria recebido propina de Renato Duque.


O trecho da entrevista de VEJA com o hacker de Araraquara que trata de Paludo é o seguinte:
”No dia anterior, Paludo havia se tornado alvo de uma investigação após ser mencionado em mensagens de um doleiro como suposto beneficiário de propinas. Ex-diretor da Petrobras, Duque tentou fazer um acordo de delação. Em negociações assim, é comum que as partes combinem um valor que o criminoso deve ressarcir aos cofres públicos. Era sobre isso que o procurador falava? Delgatti, de novo, garante que não. “Naquela época, eu estava tratando da repatriação de valores que o Duque mantinha no exterior”, explica Paludo. O Ministério Público Federal do Paraná divulgou uma nota em que reitera a “plena confiança no trabalho do procurador”.
A entrevista com os jornalistas Thiago Bronzatto e Robson Bonin, da VEJA, ocorreu no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Ele também disse que novas mensagens comprometeriam Ministros, militares e até o presidente Jair Bolsonaro.
Aos colegas de cela, na Papuda, o hacker teria comentado que o material divulgado até o momento, é só uma pequena amostra do que está por vir. O Hacker ainda diz que ele fez campanha para Bolsonaro, mas que teria se arrependido, segundo as informações de VEJA.

🎥PM flagra plantação de maconha em igreja evangélica em Maceió

O caso ocorreu em outubro de 2018, uma igreja evangélica com plantação de maconha em Maceió,Alagoas. 
O curioso caso que ocorreu em Maceió, Alagoas ,foi notícia no G1Segundo informações do G1, a igreja evangélica fornecia maconha aos fiéis, até comida sendo preparada com maconha.


A polícia teria chegado ao local por uma denúncia anônima e prenderam duas pessoas, pai e filho, que se intitulavam pastores da igreja. Segundo os dois, eles teriam tido uma “revelação divina”  e a partir daí começaram a cultivar a maconha e distribuir aos fiéis, que seriam orientados a fazer chás com a erva.
Os “pastores” da Igreja, tinham uma estratégia para esconder o cultivo de maconha, que era cultivar macaxeira, pois a folha seria similar ao cannabis.


Um fiel, afirmou que eles faziam uso de maconha, durante os cultos.
Durante a visita dos policiais, os fiéis prepararam até uma “refeição inusitada”, feijão com maconha.


Sem querer fazer julgamentos morais do caso, não se pode generalizar que todas igrejas evangélicas, fazem uso de maconha ou cannabis, pois trata-se de caso isolado, assim como o Ministro da Educação, Abraham Weintraub tenta fazer uso de casos isolados para tentar criminalizar as universidades públicas.
O caso chamou bastante atenção entre internautas, após as declarações de Weintraub, Ministro da Educação, que afirmou que havia “plantação de maconha nas universidades”. Internautas usaram o caso para criticar Weintraub, que disse que há “plantação de maconha nas universidades”.
E  mesmo o uso ou consumo de cannabis é alvo de debates e é liberada em vários estados dos EUA, no Canadá e em alguns países europeus.  A Revista Época fez uma reportagem sobre o impacto da legalização da maconha nos lugares que ela foi “liberada”.
Deputados criticaram o caso, dizendo que Weintraub quer usar casos isolados, para tentar criminalizar as universidades públicas, seu corpo docente, alunos e professores.


Fonte: Falando Verdades

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Não se brinca com o Bolsa Família

Publicado originalmente em Os Divergentes
Por Helena Chagas
O Planalto adiou o anúncio da reformulação do Bolsa Família previsto para hoje. Mas o governo não desistiu da ideia. Jair Bolsonaro e seus auxiliares reconhecem o enorme potencial político e eleitoral de um dos maiores e mais efetivos programas sociais do mundo e querem um Bolsa Família para chamar de seu. No fundo, a principal razão do movimento é mudar o nome do programa para algo como “Renda Brasil”, tentando desfazer sua identificação com os governos do PT.
Se vai conseguir ou não, é difícil saber. Mas há um grande risco de o Bolsa Família acabar desmantelado, deixando milhões de brasileiros na mão. Desde o início do governo, isso vem acontecendo com os principais programas sociais do país, como o Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos, o Farmácia Popular, o Caminho da Escola…
Todas as mudanças feitas até agora pelo governo Bolsonaro nos programas sociais foram para pior, ainda que sob o disfarce de um discurso de eficiência. Mas é só ver. Não hea mais médicos cubanos, e eles não foram substituídos. O número de remédios oferecidos de graça nas farmácias foi muito reduzido. A faixa 1 do MCMV, justamente a que beneficia famílias de mais baixa renda, teve sua morte decretada. As casas entregues este ano foram construídas por contratos celebrados no passado. Não vai mais haver casa quase de graça para ninguém.
Assim como esses programas, o Bolsa Família vai esbarrar na equipe econômica em sua suposta ampliação. Sob o ponto de vista da agenda liberal, não há dinheiro para aumentar benefícios sociais, e qualquer mudança – ainda que aparentemente aumentando o valor o benefício e supostamente o número de beneficiários – vai excluir. Já se fala, por exemplo, em aumentar condicionalidades e incluir entre elas, por exemplo, o desempenho escolar das crianças de famílias que recebem o Bolsa. Ou seja: se tirar nota ruim o pai ou a mãe perdem o dinheiro?
Essa e outras mudanças saídas da cabeça de quem se sentou ali agora e acha que é simples mexer com um programa desse porte têm tudo para dar errado. Pode ser até que, num primeiro momento, Bolsonaro consiga colher louros aumentando valores do benefício. Mas vai mexer nas bases do programa e pode acabar com ele. Quem não se lembra do episódio em que milhares de beneficiários do Bolsa correram a agências da Caixa Econômica e provocaram um enorme tumulto num fim de semana de 2013 em que circulou a informação falsa de que alguns pagamentos seriam suspensos?
Não se brinca com isso. Programas sociais como o Bolsa Família foram elaborados e mantidos com uma tecnologia sofisticada, fruto e estudos, experiência e mecanismos de acompanhamento e controle. Destruir é fácil, basta uma canetada. Construir, ou reconstruir, é que são elas.



Como a extrema-direita usa o medo e fake news para influenciar pessoas

Cientista político italiano em livro tenta explicar como a extrema-direita no mundo, tenta usar os algoritmos, o medo e teorias da conspiração para influenciar pessoas 
Um cientista político franco-italiano, Giuliano da Empoli, escreveu um livro que deveria ser o novo livro de cabeceira, para quem quer entender  ascensão de Bolsonaro e da extrema-direita no mundo, afinal tudo que tem sido feito até aqui não teve resultado objetivo para derrotar o bolsonarismo e a extrema-direita.


O livro organizado por Da Empoli tem um título que por si só é bem auto-explicativo: ” Os engenheiros do caos: Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições”, que está disponível em português, pela Editora Vestígio.
No livro o autor, explica como a extrema-direita usa o medo, as teorias da conspiração, o escândalo e a superexcitação permanente, para manter uma parte da sociedade mobilizada, não importando inclusive se o conteúdo que circula é VERDADE OU NÃO.

O autor em entrevista ao Nexo Jornal, o autor falou brevemente como a lógica de engajamento das redes sociais se sobrepôs a lógica de fazer política de maneira tradicional.  Segundo ele, o motor das redes sociais são as emoções. Em entrevista, ele afirmou que eles usam todo tipo de conteúdo possível para manter engajados o seu público.
O autor em entrevista ao Nexo Jornal, o autor falou brevemente como a lógica de engajamento das redes sociais se sobrepôs a lógica de fazer política de maneira tradicional.  Segundo ele, o motor das redes sociais são as emoções. Em entrevista, ele afirmou que eles usam todo tipo de conteúdo possível para manter engajados o seu público.


Fonte: Falando Verdades

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Presidente da OAB diz não duvidar da participação da família Bolsonaro no assassinato de Marielle

Ele disse também que não é recebido por Sérgio Moro


O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, afirmou, durante café da manhã com jornalistas, nesta quarta-feira (11), na sede da Ordem , em Brasília, “não duvidar” da participação da família do presidente Jair Bolsonaro no caso da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Franco.
Santa Cruz afirmou também que este é o pior momento na história da relação entre a OAB e o Ministério da Justiça. Ele disse não ser recebido por Sérgio Moro. “Não tem diálogo nenhum. Nem na ditadura isso acontecia”.


Ele também criticou a política de segurança de Wilson Witzel: “Política de genocídio das populações da periferia“.
Santa Cruz disse ainda que “quem segue apoiando o governo é porque tem algum desvio de caráter”.
“Ele (Bolsonaro) preside para a minoria. Namora os 12% que apoiam a ditadura, de 12 a 20%, namora os 10% que são racistas, homofóbicos e machistas, ele namora os 10%… ele faz um conjunto de 30% dos piores sentimentos do povo brasileiro. Eu sinceramente acho que quem segue apoiando o governo… Estou convencido, e vou falar uma coisa dura. Quem segue apoiando o governo é porque tem algum desvio de caráter”, disse.


Após a entrevista, Santa Cruz enviou nota para a coluna de Guilherme Amado, da Época, para explicar que não quis generalizar. Veja a nota na íntegra abaixo:
“Bolsonaro vem sim criando uma base em que boa parte das pessoas não possui bons sentimentos. A principal base dele tem esses sentimentos de racismo, machismo e homofobia. Não posso confundir o apoiador dele indiscriminadamente. Essa não é a realidade do conjunto de apoiadores dele, que é composto de vários setores, que têm interesses legítimos. Gostaria de esclarecer que uma frase tirada do contexto dá uma ideia errônea do que falei e do que que penso.”


Fonte: Revista Fórum

Moro desacata STF e culpa a Corte Suprema pela piora na avaliação do povo sobre corrupção no governo

O ministro da Justiça do governo de extrema-direita, Sergio Moro, atacou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre prisão em segunda instância. Para o ex-juiz da Operação Lava Jato, foi isto que piorou percepção do povo sobre corrupção. Humilhado muitas vezes por Bolsonaro em público, Moro diz que sua relação com o ocupante do Palácio do Planalto está "ótima"


O ministro da Justiça, Sergio Moro responsabilizou em entrevista a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a prisão para condenados em segunda instância pela percepção dos brasileiros de que o governo federal não atua como deve no combate à corrupção. 


Para 50% da população, a gestão do governo é ruim ou péssima na área do combate à corrupção, índice maior do que o verificado (44%) no mês de agosto, segundo pesquisa do instituto Datafolha.     
Segundo Moro, o que aconteceu nesse período que mudou a percepção dos brasileiros sobre o combate à corrupção "foi a revogação do precedente da segunda instância". 
Ele ataca assim uma decisão soberana da Corte Suprema do país em defesa da Constituição federal e do Estado democrático de direito.   
Favorável à prisão em segunda instância, o ministro de Bolsonaro está em plena campanha para derrubar a decisão do STF.  
Sergio Moro não se conforma com a liberdade do ex-presidente Lula, resultante da decisão do Supremo. Lula foi injustamente condenado por Moro.    

Flagrado diversas vezes cometendo irregularidades  em diálogos com procuradores da Operação Lava Jato, desmascarado perante a opinião pública com os vazamentos realizados pelo site The Intercept Brasil, Moro afirmou que não há qualquer irregularidade nas mensagens privadas com procuradores da Lava Jato, obtidas pelo site. 
O ministro acusou a Folha de S.Paulo de fazer "sensacionalismo".  
Moro sofreu uma derrota política nos últimos dias com a desidratação do chamado pacote "anticrime" aprovado pelo Congresso Nacional, mas não admite o revés. Na verdade, está se preparando, junto com aliados lavajatistas no Parlamento, para reapresentar medidas que o pacote continha, como a licença para matar, entre outras.  


O ex-juiz se esquivou do questionamento sobre possível candidatura a vice-presidente numa chapa à reeleição de Bolsonaro em 2022. Disse que a relação com o presidente está "ótima", mas admitiu divergências internas sobre o que chamou de "pontos específicos".  
Leia a íntegra das declarações de Sergio Moro na entrevista aos jornalistas Leandro Colon e Camila Mattoso no jornal Folha de S.Paulo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Acusado de assassinar Marielle, Ronnie Lessa pode ter sido alvo de queima de arquivo

Da revista Fórum – Preso como responsável pelos disparos que assassinaram Marielle Franco e Anderson Gomes, o ex-PM Ronnie Lessa tomou um tiro no pescoço ao reagir a um suposto assalto 45 dias depois do dia do crime contra a vereadora do PSol. O caso foi registrado como latrocínio, mas há diversas lacunas no inquérito e, em sigilo, policiais civis afirmaram a Flávio Costa, do portal Uol, que há suspeitas de queima de arquivo.


No registro da investigação, Ronnie teria reagido a um assalto após estacionar seu carro em frente ao restaurante Varandas, no Quebra-Mar da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, no dia 27 de abril de 2018.

Alessandro Carvalho Neves, identificado como autor do crime, chegou em uma moto, parou próximo ao quiosque, sacou o revólver e anunciou o assalto. Lessa teria se desequilibrado na ação por usar uma prótese na perna esquerda e caiu. Um bombeiro, identificado como Maxwell Correia, que iria almoçar com Lessa, mandou o assaltante largar a arma, mas ele teria reagido atirando.


Dois disparos acertaram Lessa no pescoço e Maxwell na perna. O bombeiro ainda conseguiu acertar um tiro nas costas do assaltante, que fugiu, sendo preso em seguida e condenado a 13 anos e 4 meses no processo por latrocínio.


Fonte: Brasil 247

Empresário revela atuação de Queiroz na campanha de Bolsonaro

O empresário Paulo Marinho, afirmou em depoimento na CPMI das Fake News, que Queiroz frequentava o “QG” da campanha de Bolsonaro.
Em depoimento feito na sessão da CPMI das Fake News, nessa terça-feira (10), o empresário Paulo Marinho, afirmou que Fabrício Queiroz, ia até sua casa, que servia como uma espécie de QG de Bolsonaro, sempre acompanhado do senador Flávio Bolsonaro.


Segundo o empresário, Queiroz foi até o QG, “duas ou três vezes”, segundo seu depoimento na CPMI das fake news.

Queiroz é o centro do escândalo, que envolve o senador Flávio Bolsonaro, com suspeitas de rachadinhas. E uma série de depósitos suspeitos na conta de Flávio Bolsonaro, identificados pelo COAF.


Além de cheques de Queiroz para Michelle Bolsonaro, a atual primeira-dama do Brasil. Um total de 10 cheques.
“Ele servia o senador como motorista, e eventualmente segurança, não sei qual era o trabalho que fazia; nas vezes em que o senador Flávio foi à minha residência, estava acompanhado do Queiroz”, declarou Paulo Marinho.
Paulo Marinho em entrevista a Globo News, afirmou que repassavam fake news no QG de Bolsonaro, que era sua residência. No entanto hoje, ele afirmou que foi “mal interpretado”.
“O que eu repassava eram memes, o que eu chamo de fake news é aquela coisa de produzir uma desconstrução da idoneidade de uma determinada pessoa e tentar viralizar”, argumentou em sua defesa.


Hoje, o empresário é suplente de Flávio Bolsonaro (sem partido) e atual presidente do PSDB no Rio de Janeiro. Segundo Marinho, Flávio Bolsonaro lhe pediu conselhos sobre o caso COAF, que envolvia Queiroz, mostra o UOL.
A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), afirmou que as milícias digitais bolsonaristas, operavam com dinheiro público para espalhar mentiras e agredir críticos do governo Bolsonaro. Marinho  disse não saber em depoimento a CPI, se membros da campanha de Bolsonaro disparavam fake news.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Casal bolsonarista é preso por agredir filho adotivo, que está em estado grave

Cristão e seguidor de Jair Bolsonaro, o casal Sarah Carvalho e Israel Antunes foi preso em flagrante neste domingo (8) por suspeitas de agredir o filho adotivo com “chineladas e palmadas” que fizeram o menino de 8 anos ir parar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico de Londrina (PR).
A criança foi adotada pelo casal há cerca de dois meses. Os pais resolveram usar das agressões físicas para “corrigir a postura”. O método adotado, que incluiria tortura segundo o Conselho Tutelar, deixou graves lesões,
No Boletim de Ocorrência registrado na delegacia, uma conselheira tutelar foi acionada pelo hospital assim que o menino deu entrada no local. A unidade médica avaliou que as lesões eram típicas de agressões.
Assim que chegou ao local, a conselheira verificou as marcas, notou indícios de tortura, e prontamente acionou a Polícia Militar. O casal foi levado à delegacia e preso em flagrante.
Com informações do A Rede e do Diário do Centro do Mundo

Acusado de corrupção e assédio, pastor Marco Feliciano é expulso do Podemos

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado está em viagem com o chanceler Ernesto Araújo e ainda não comentou a decisão do partido


O deputado federal Marco Feliciano (SP) foi expulso nesta segunda-feira (9) de seu partido, o Podemos, devido a uma série de denúncias de corrupção contra ele. Vice-líder do governo no Congresso e pré-candidato a vice de Bolsonaro em 2022, Feliciano protagonizou um episódio que levantou suspeitas até entre sua base evangélica quando gastou R$ 157 mil em tratamento dentário.


Na denúncia apresentada por filiados e aceita pelo presidente estadual do Podemos em São Paulo, Mário Covas Neto, Feliciano é acusado de corrupção, assédio sexual, recebimento de propina, pagamento a funcionários fantasmas, até comentários incompatíveis sobre o cantor Caetano Veloso. Um dos casos destacados é o do tratamento dentário.


Na decisão, o partido aponta “incompatibilidade programática e comportamento incondizente com as diretrizes”, em meio a um esforço de se firmar como a legenda oficial da Lava Jato, porém afastada do núcleo bolsonarista.


A ativista Patrícia Lélis, responsável por uma das denúncias de assédio sexual contra Feliciano, comentou a decisão. “Marco Feliciano foi expulso do partido Podemos, após uma série de acusações envolvendo inclusive assédio sexual no gabinete. Volto a dizer: Não fui a primeira vítima do Feliciano e muito menos a única, apenas a primeira a denunciá-lo”, publicou.
Feliciano ainda não comentou a expulsão. Ele está em viagem com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
Com informações do Estado de S. Paulo

domingo, 8 de dezembro de 2019

Socorristas criticam PM de Doria em caso Paraisópolis: “Parece que queriam que as pessoas morressem”

Profissionais contam que a PM chegou a cancelar o pedido de ambulâncias, mesmo com a gravidade do estado de saúde de alguns dos jovens


Socorristas de equipes de emergência de São Paulo disseram, em entrevista ao UOL, que a ação da Polícia Militar de João Doria em Paraisópolis foi uma “cascata de erros” e que negligência pode ter custado a vida dos nove jovens mortos durante operação em baile funk no último domingo (1).
“Foi uma cascata de erros. Parece que eles queriam que os jovens morressem”, avaliou um socorrista. Profissionais contam que a PM chegou a cancelar o pedido de ambulâncias, mesmo com a gravidade no estado de saúde de alguns dos jovens, informando que as viaturas já tinham socorrido os feridos.
“Os policiais não tinham formação mínima para transportar alguém com politraumatismo e trauma raquimedular”, contestou uma das fontes. “Na verdade, tiraram a chance de sobrevivência de alguns deles ao removê-los”, avaliou outro.
Os entrevistados também afirmam que a remoção de jovens dificultou o trabalho da perícia. “Perícia com corpo no local é uma coisa diferente de perícia sem o corpo. No segundo caso, a chance de descobrir o que aconteceu de fato é bem menor”, explica um deles.
Fato semelhante foi denunciado por moradores do Heliópolis, comunidade também localizada na Zona Sul de São Paulo onde outro jovem foi assassinado na mesma noite da operação em Paraisópolis. Eles afirmam que a Polícia Militar limpou o local onde um homem foi baleado no último domingo (1), durante operação em um baile funk.


Fonte: Revista Fórum

sábado, 7 de dezembro de 2019

Eduardo Bolsonaro defende trabalho infantil e culpa jovens pelos 9 assassinatos da polícia em baile funk

Eduardo Bolsonaro retuitou (ou seja, chancelou, avalizou) publicação extremamente repugnante que além de defender trabalho infantil, ainda culpa os jovens pela violência policial no baile funk, que matou 9 pessoas:





Fonte: Plantão Brasil

Joice diz que bolsonaristas já estão destruindo provas sobre produção e disseminação de fake news

“Gente já jogou computador fora, até quebrou o disco do computador com furadeira”, disse, em alusão à suspeita de que o vereador carioca e filho do presidente Carlos Bolsonaro teria destruído computador


Da Rede Brasil Atual – A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que presta depoimento na CPI das Fake News da Câmara nesta quarta-feira (4), apresentou uma série de documentos que atestam diversas ilegalidades cometidas por bolsonaristas relacionadas à disseminação de notícias falsas e destruição de reputações em redes sociais. Antes aliada importante do núcleo de apoio de Jair Bolsonaro (sem partido), ela agora é enfrentada como inimiga por “milícias digitais” ligadas ao clã do presidente.
Existe um padrão nas operações de distribuição de mentiras nas redes sociais, revelou a parlamentar. O esquema envolve um grande número de assessores de parlamentares de extrema-direita. Estes, recebem altos salários e têm como função a construção de narrativas mentirosas para beneficiar a ideologia em torno de Bolsonaro. Difamações e até ameaças de morte foram apresentadas por Joice, todas com origem especificada.
Joice argumentou que todos os documentos que revelam essa grande rede passaram por perícia e já são objeto de investigação. “Gente já jogou computador fora, até quebrou o disco do computador com furadeira”, disse, em alusão à suspeita de que o vereador carioca e filho do presidente Carlos Bolsonaro teria destruído computador.
O mecanismo
Uma das principais origens das mentiras, especialmente nos últimos meses, é o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). “As instruções passam muito por Eduardo e assessores ligados a ele. Eles ativam a militância e, depois, publicadores que têm muitos perfis falsos para dificultar a responsabilização das fake news. Para que não haja imputação de crime ou acionamento da Justiça, muitos perfis são falsos”, explicou.
Depois disso, vem o uso dos famigerados robôs. “Depois disso, as fake news são disseminadas em larga escala por robôs. Isso é informação técnica, a polícia já está envolvida. Tem gente que já jogou computador fora. Quem destruiu provas de ataques não levou em consideração que os dados estão protegidos na nuvem”, disse Joice.


Gabinete do ódio
Toda essa rede envolve cerca de 8 milhões de pessoas em grupos de WhattsApp, Facebook e outras redes sociais. Apesar do grande número de pessoas envolvidas, os robôs se fazem necessários para a disseminação em massa até o destino final. Dentro destes 8 milhões, existe uma escala hierárquica bem definida. Muitos dos que tomam as decisões são pagos com dinheiro público. Especialmente assessores, que formam o já conhecido “gabinete do ódio”.
“Eles têm uma tabela para que cada dia, um assessor produza um conteúdo para destruir uma reputação. Cada um um dia para fazer os ataques coordenados (…) Eles fazem listas de orientações para difamar. Entre políticos, jornalistas, enfim. Em um grupo central do WhattsApp eles coordenam e passam para os outros grupos multiplicadores”, disse Joice.

O Conselho de Ética da Câmara arquivou duas representações contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) por quebra do decoro (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).
Farra com dinheiro público
Um dos grupos mais ativos e violentos é coordenado pelo gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP). O parlamentar possui sob seu domínio uma série de militantes que coordenam as ações das fake news. Todos eles muito bem remunerados com dinheiro público.
Douglas Garcia faz parte de um grupo chamado Movimento Conservador, idealizado por Eduardo Bolsonaro, que tem como objetivo a disseminação do ódio e a manutenção das ideologias de extrema-direita. Todos eles também do grupo radical ultraconservador chamado Direita São Paulo.
“Edson Salomão ganha 24 mil pra fazer meme e atacar pessoas do gabinete do Douglas Garcia. Mais de um milhão de reais em dinheiro público por ano em assessores de gabinetes. Jorge Saldanha, 18 mil reais de salário. Todos eles do Direita São Paulo. Alexandre da Silva, 9 mil reais.  André Petros, quase 10 mil reais também. Todos eles Direita São Paulo e Movimento Conservador. Carlos Olímpio, Dylan Dantas, esses 7 mil reais de dinheiro público para atacar. Jhonatan Valencio, Lilian Goulart, Lucas Reis, quase 12 mil reais. O gabinete inteiro do Douglas Garcia. Maicon Tropiano, Matheus Galdino.” Estes são alguns nomes dos militantes centrais de tal teia de mentiras.
Laranjal
Em seus documentos, a partir das datas das postagens e atribuições, com muitos prints de telas de WhatsApp do núcleo bolsonarista, Joice revelou que o método consiste em iniciar uma mentira ou difamação de forma mais leve e, então, aprofundar, radicalizar as mentiras e ataques, a partir de sites e blogs de fachada criados pelos próprios assessores.
Um dos articuladores, Eduardo Guimarães (Dudu Guimarães), que é secretário parlamentar de Eduardo Bolsonaro, inicia uma narrativa, por exemplo. “O grupo Bolsofeios é do Dudu, esse é um dos grupos de organização do gabinete do ódio.
Então, começam a aprofundar a narrativa. Uma das fake news contra mim começou em um site Click Cozinha, dizendo que eu teria usado verba pública para difamar filhos do Bolsonaro. Eles usam esses sites laranjas.”
De mentiras a ameaças
Joice disse que se incomodou severamente com o esquema quando uma montagem sua em um corpo de porca e roupas de prostituta chegou no celular de seu filho de 11 anos. Ela chegou a rastrear a origem da montagem e chegou no esquema de Douglas Garcia. Mesmo grave a difamação, o cenário ainda pode piorar.
As influências das fake news criadas pelos grupos bolsonaristas ultrapassam os ataques pessoais, chegam na esfera da influência direta em articulações políticas e acabam atingindo a pura ameaça à vida. Em um vídeo do pessoal ligado ao Direita São Paulo e ao Movimento Conservador, assessores parlamentares armados com submetralhadoras e outras armas de grosso calibre ameaçam de morte o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.
Em outro caso, sugerem articulações para proteger a família Bolsonaro de investigações criminais. “Tem um grupo chamado Ódio do Bem. Em mensagens desse grupo que estão já na perícia, afirmam que ‘é importante que travem a Lava Jato. Deltan deve cair. Augusto Aras deve assumir a PGR. Mendonça assumira o STF. Tem como blindar o Flávio’, afirma a administração desse grupo.”


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

"Gabinete do Ódio" gasta meio milhão do dinheiro público para espalhar fake news, diz Joice

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, afirmou nesta quarta-feira, 4, em depoimento à CPI das Fake News, que bolsonaristas utilizam ao menos R$ 491 mil do dinheiro público por ano para espalhar fake news. Essa verba seria destinada ao "gabinete do ódio", criado para cuidar da comunicação do presidente.
A parlamentar apresentou uma série de slides que mostram como funciona o chamado "Gabinet do Ódio", que seria comandando pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSl-SP) e pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ). 


Segundo denúncia da deputada à CPI mista, esses funcionários recebem a ordem através do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Uma vez que o alvo é identificado e as montagens e notícias falsas são criadas, estes assessores enviam para os multiplicadores via Whatsapp, "a partir deste momento não tem mais volta", ressaltou a deputada. O próximo passo é a ativação dos robôs que espalham a notícia pela internet.
Segundo levantamento da deputada, somente as contas oficiais do presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, contam com 1,87 milhão de robôs.
Slide apresentado por @joicehasselmann, na CMPI das Fake News, de como seriam organizados os ataques virtuais por Eduardo Bolsonaro.
View image on Twitter

356 people are talking about this

Fonte: Brasil 247