GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

R$ 55 milhões: nº 2 da SECOM também é acusado de fraude e crime tributário

Órgão do governo federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional acusa o atual número 2 da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Samy Liberman, de participar de um esquema empresarial de fraudes e crimes tributários. Ele está com bens bloqueados pela Justiça.



Segundo a ação, Samy está no centro de irregularidades encontradas pela Receita Federal que incluem criação de empresas fantasmas, emissão de notas fiscais falsas, simulação de contratos e sonegação de impostos nos anos de 2014 e 2015. As multas aplicadas pelo fisco no caso somam R$ 55 milhões.


Fonte: Folha de São Paulo

Regina Duarte deve R$ 319 mil por irregularidades na Lei Rouanet

A atriz Regina Duarte pode ter complicações por causa de irregularidades na Lei Rouanet. Em março de 2018, a área técnica do Ministério da Cultura reprovou a prestação de contas de um dos projetos, Coração Bazar, peça para a qual artista captou R$ 321 mil com base na legislação. Ela tem uma empresa dele chamada A Vida É Sonho Produções Artísticas. Pela decisão, cujos fundamentos são mantidos em sigilo, a atriz terá de restituir R$ 319, 6 mil ao Fundo Nacional da Cultura. Segundo informações de Veja, a conta não foi cobrada ainda porque houve apresentação de um recurso.



Dos outros dois projetos da empresa de Regina custeados por meio da Lei Rouanet, um teve contas aprovadas e o outro não foi analisado.

A atriz disse que fará “o que a Justiça determinar”.



Seu filho André Duarte, sócio-administrador de A Vida É Sonho, informou que a prestação de contas foi reprovada porque houve um descuido: a falta de comprovantes de que o monólogo, em cartaz de 2004 a 2005, foi exibido sem a cobrança de ingressos, contrapartida do contrato.




Fonte: Brasil 247


E se o Queiroz fosse do PT e Flávio fosse filho do Lula?

Vamos fazer o seguinte teste e possibilidade e se o Queiroz em vez de motorista e próximo da família Bolsonaro, fosse na realidade filiado ao PT e uma espécie de braço direito de Lulinha. E se Flávio Bolsonaro, mesmo com foro privilegiado fosse filho do ex-presidente Lula. Vamos comparar alguns tratamentos e procedimentos do Judiciário e alguns setores políticos no que diz respeito a Lulinha,Flávio e Queiroz.


E se o Queiroz fosse filiado ao PT?
Estaria ele meses sem ser encontrado?
A revista VEJA, encontrou Queiroz no hospital Albert Einstein e vivendo no Morumbi, bairro nobre na cidade de São Paulo.


Outro ponto que chamou a atenção, foi que Queiroz pagou cirurgia em hospital com dinheiro vivo… nada menos que R$ 133 mil.
Não estamos dizendo que esse dinheiro pode ter algo ilegal, longe disso.
A defesa alegou que o dinheiro estava guardado para quitar dívidas imobiliárias.



Mas imaginem situação similar com algum membro do PT.
O Ministério Público do Rio de Janeiro, identificou que Queiroz recebeu em suas contas mais de R$ 2 milhões de assessores de Flávio Bolsoanro.
Encontraram o lastro financeiro do que pode ser um esquema de rachadinhas.


Sem contar que o Ministério Público também acusou Flávio Bolsonaro de ser o chefe de quadrilha que desviava dinheiro.
Lembrando que quase todos tesoureiros do PT, acabaram presos.
Imaginaria a gritaria dos “movimentos anticorrupção” de bandeira do Brasil, de camisa da CBF, trajando verde e amarelo, caso Queiroz fosse filiado ao PT.
Com Queiroz depositando até cheque para a primeira-dama do Brasil. Valor total de R$ 24 mil.
O mundo provavelmente viria abaixo.
Em um dos episódios Flávio diz que um PM comprou R$ 21 mil em chocolates de sua empresa.


É possível presumir que caso ele fossem do PT, talvez  Moro agisse. Ah mas não é competência dele….ele não pode agir
O argumento de alguns defensores do ex-juiz é esse.
No entanto a Vaza Jato, revela que Moro quando juiz de Lula atuava como juiz e ao mesmo tempo indicava até testemunhas para incriminar Lula.


Seu papel que deveria ser de um juiz neutro, caiu por terra com as revelações da VAZA JATO.
E se Queiroz e Flávio fossem do PT? Teríamos todo esse cuidado ao tratar do caso Flávio-Queiroz?
Teríamos um Moro distante do caso, sem declarações a respeito? Diferente dos casos em que ele comentava sobre o caso Lula/PT.


Moro seria o Moro que foi contra Lula e o PT…. se Queiroz e Flávio fossem do PT?
Divulgar delação, correr para condenar, fazer operações com a PF as 6 da manhã ao vivo na Globo, condena-los na mídia antes mesmo de aparecer alguma prova…

Fonte: Falando Verdades

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

As pensões vitalícias dos acusados de crimes na ditadura

Agência Pública mostra que pelo menos quatro pessoas ligadas a crimes na ditadura deixaram pensões para beneficiários. Valores são pagos até hoje



José de Souza morreu em 17 de abril de 1964, nas primeiras semanas da recém-instaurada ditadura militar brasileira. Um dos cinco filhos de Nair Barbosa e Alcides de Souza, ele era mecânico e ligado ao Sindicato dos Ferroviários do Rio de Janeiro. Ele havia sido preso nove dias antes, detido para averiguações sob a acusação genérica de envolvimento em “atividades subversivas em conivência com o sindicato”.
Levado ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops) da Guanabara, Souza foi mantido em uma sala com cerca de cem pessoas igualmente presas pelo regime. Durante a detenção, o mecânico presenciou companheiros de cárcere indo prestar depoimentos e voltando desmaiados.
“Constantemente [se] escutava gritos e tiros de metralhadora nas dependências do Dops”, afirmou um colega de cela de Souza em depoimento à Comissão de Direitos Humanos e Assistência Jurídica da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ).
Foram os militares que deram a notícia: o corpo de Souza estava no pátio do Dops. Ele teria se atirado pela janela do terceiro andar do edifício às 5 da manhã. O laudo médico informou óbito por choque com fratura de crânio com hemorragia cerebral.



Levaria 50 anos para que a história de Souza fosse reescrita. No relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), de 2014, a morte do mecânico foi apontada como consequência de ter sido torturado pelas autoridades que o prenderam arbitrariamente.
Segundo o documento, Souza morreu em decorrência da tortura por agentes do Estado –entre eles Cecil de Macedo Borer, então diretor do Dops da Guanabara – no contexto das sistemáticas violações de direitos humanos promovidas pela ditadura militar.

A morte de Souza foi decisiva para a CNV incluir Borer em uma lista de 377 pessoas apontadas como responsáveis por crimes cometidos durante a ditadura. Além de José, Borer foi responsabilizado por assinar documentos sobre a morte de Edu Barreto Leite, terceiro-sargento do Exército brasileiro que teria se jogado de uma janela após ter sido perseguido pelos órgãos de inteligência por suposto envolvimento em atividades subversivas.
Borer também foi o responsável pela primeira prisão do ex-governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, em 1933, quando este era estudante, e por coordenar os policiais que perseguiram e balearam o ex-deputado do Partido Comunista Brasileiro (PCB) Carlos Marighella em um cinema, no Rio de Janeiro, em 1964.
Apesar do seu papel como diretor do Dops, Borer teria se aposentado no ano seguinte à morte de Souza, em 1965, recebendo aposentadoria militar. A partir de 2003, o ex-chefe do centro de tortura ainda deixou uma pensão vitalícia para a ex-companheira, Maria de Lourdes Mendonça. Em dezembro, o valor bruto pago foi de R$ 29 mil.
O benefício não é exclusividade de Borer: segundo apuração inédita da Agência Pública, ao menos outras três pessoas ligadas a crimes na ditadura deixaram pensões para beneficiários pagas até hoje, 35 anos após o fim do regime militar.


Leia mais na Revista Exame

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Eduardo posta foto de reunião com Bolsonaro com livro de Ustra na mesa

Eduardo Bolsonaro postou foto nesta quarta-feira (22) de uma reunião e, em cima da mesa, está um livro do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. No livro 'A Verdade Sufocada', Ustra conta como os órgãos de segurança derrotaram as "organizações terroristas" durante a ditadura militar.
Na reunião estavam, além de Eduardo, Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub e Arthur Weintraub.



"Reunião em que falamos, dentre outros temas, das escolas cívico-militares. 76% dos brasileiros são a favor deste tipo de ensino. Lamentavelmente em alguns estados, como SP e RJ, os governadores não aderiram ao programa federal, o que dificulta sua implementação. A quem isso serve? Vaidade?", escreveu Eduardo Bolsonaro.
Reunião em que falamos,dentre outros temas,das escolas cívico-militares 76% dos brasileiros são a favor deste tipo de ensino

Lamentavelmente alguns estados, como SP e RJ,os governadores não aderiram ao programa federal,o que dificulta sua implementação.A quem isso serve?Vaidade?
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Fonte: Brasil 247

Sem cargo público, irmão de Bolsonaro faz intermediação de verbas do governo federal

Renato Bolsonaro viabilizou liberação de ao menos R$ 110 milhões para prefeituras de SP; ele nega receber vantagens




O comerciante Renato Bolsonaro, irmão do presidente da República, Jair Bolsonaro, tem atuado como mediador informal de demandas de prefeitos do estado de São Paulo interessados em verbas federais para obras e investimentos. 
Folha identificou a participação do irmão do presidente na liberação de dinheiro para ao menos quatro municípios do litoral e do Vale do Ribeira, região de origem da família Bolsonaro.
Sem cargo público, Renato participa de solenidades de anúncio de obras, assina como testemunha contratos de liberação de verbas, discursa e recebe agradecimentos públicos de prefeitos pela ajuda no contato com a gestão federal comandada pelo irmão. 


Ao todo, após a atuação de Renato, foram mais de R$ 110 milhões repassados para construção de pontes, recapeamento asfáltico e investimento em centros de cultura e esportes nas cidades de São Vicente, Itaoca, Pariquera-Açu e Eldorado, município onde moram familiares do presidente. 
Renato nega ser pago nesse trabalho e não responde se alguém custeia seus gastos, que incluem viagens pelo estado de São Paulo. 


Filiado ao PSL, ele tem apoiado a criação do novo partido de Bolsonaro, a Aliança pelo Brasil, mas, por ser irmão do presidente, enfrenta restrições legais para se candidatar a prefeito nas eleições deste ano. 
Renato mora em Miracatu, município de pouco mais de 20 mil habitantes, também no Vale do Ribeira, que desde a posse de Bolsonaro tem recebido a visita de altos funcionários do governo federal.
Estiveram por lá no ano passado os secretários da Pesca, Jorge Seif, e de Assuntos Fundiários, Luiz Antônio Nabhan Garcia, além do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Luiz de Almeida, e do presidente da Embratur, Gilson Machado.
O irmão de Bolsonaro também fez o caminho contrário e procurou diretamente as autoridades para essa intermediação por recursos federais.
Em São Vicente, por exemplo, atuou em meio a um jogo de empurra entre prefeitura e governo do estado sobre quem deveria custear as obras de recuperação da Ponte dos Barreiros, que liga as áreas continental e insular da cidade litorânea. A ponte corria risco de colapso e foi interditada por determinação da Justiça, no final de novembro do ano passado. 
O impasse sobre quem financiaria as obras acabou graças a Renato, que convenceu a gestão federal a pagar a conta. O irmão do presidente foi pessoalmente no dia 30 de dezembro anunciar um convênio de R$ 58 milhões de verba federal para a cidade.
Ele posou para fotos ao lado do prefeito da cidade, Pedro Gouvêa (MDB), cunhado do ex-governador Márcio França (PSB). Na frente das câmeras, assinou, como testemunha, o contrato entre governo federal e Prefeitura de São Vicente. 
Em entrevista ao jornal A Tribuna, de Santos, Renato disse que ajuda quem quer ter acesso facilitado ao seu irmão.
“Estou doando meu tempo, porque naturalmente sou muito procurado pela questão de relacionamento familiar. Não tenho poder de decisão. A única coisa que faço é fazer chegar mais rápido ao presidente aquilo que acho viável. Mas ele é que tem poder de análise e decisão. Eu faço a ajuda, encurto a distância”, disse.
Além de Renato, as prefeituras também dizem que nunca pagaram nada ao irmão do presidente nem custearam viagens para que ele fosse pedir verbas.
Também no final do ano passado, Renato anunciou um convênio milionário para obras na cidade de Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira. Desta vez, foi um pacote de benfeitorias.
Além de R$ 14 milhões liberados para a construção de uma ponte, ele divulgou que foram destinados R$ 1 milhão para obras de pavimentação, R$ 764 mil para a canalização de um centro de eventos e outros R$ 550 mil a serem investidos em um centro esportivo de artes marciais.
Dez dias antes, ele havia sido a estrela da solenidade de entrega de 21 casas do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, na cidade de Eldorado, onde ele e seu irmão Jair cresceram.
Ele também anunciou a liberação de R$ 11,4 milhões de verba federal para a construção de uma ponte sobre o rio Ribeira de Iguape, no distrito de Barra do Batatal, que pertence a Eldorado, e R$ 292 mil para asfaltar ruas da cidade.
Em Itaoca, também no Vale do Ribeira, Renato ajudou na liberação de R$ 24 milhões para a construção de uma ponte que liga a cidade ao município vizinho de Adrianópolis. Na página oficial da prefeitura consta um agradecimento do prefeito ao irmão do presidente da República.
O diretor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto, especialista em direito do estado, diz que, "se ele não for remunerado para isso", não há irregularidade na atuação de Renato ao pedir verbas federais.
"Mas para a liberação de verbas acontecer as prefeituras têm que preencher os requisitos formais exigidos para a destinação voluntária de recursos da União", diz Marques Neto. "E há um problema político. Ele está postulando verba no lugar de um agente público. A princípio, este é um trabalho que deveria ser feito por um parlamentar, por exemplo", afirma.
Renato comemora os convênios em vídeos nas redes sociais. “Ta certo, é um dia importante, prefeito. São 14 anos, então, na luta? Em menos de um ano a Presidência da República conseguiu a liberação [de verbas para restauro da ponte]”, disse ele, sorrindo em evento na prefeitura. ​    
“Eu quero parabenizar você Wagner [Costa, vice-prefeito] pelo empenho, pela insistência, autonomia que o prefeito passou para você correr atrás. Agradecer ao presidente a liberdade que me deu também de poder estar intermediando, estar levando essas questões lá para o presidente. Não sou assessor, mas faço voluntariamente pelo bem de todos”, disse Renato.
O irmão do presidente afirma que conta com aliados na intermediação dos pedidos que faz em nome dos prefeitos do interior.
“Agradecer aqui outras pessoas envolvidas que tem os assessores da Presidência, através do Mosart Aragão [assessor especial], que é um amigo também incansável que nos atendeu sempre, ao presidente da Embratur, o Gilson [Machado Neto], que depois da sua visita aqui, que não tem muito a ver com a sua área, mas ele se comoveu, se prontificou e ajudou muito para que essa conquista chegasse no dia de hoje”, diz o irmão de Bolsonaro.
A Constituição impede que parentes de até terceiro grau do presidente da República disputem eleições —exceção a familiar que já está num cargo e tente a reeleição. Com isso, Renato está impedido de se candidatar neste ano. 
Na disputa municipal em Miracatu, tudo indica que ele será cabo eleitoral do vereador Vinícius Brandão de Queiroz (PL), pré-candidato à prefeitura. Vinícius Queiroz tem figurado em vídeos ao lado de Renato e de Jair Bolsonaro.
No feriado da Proclamação da República, em 15 de novembro, Vinícius Queiroz esteve num pequeno barco pescando ao lado do presidente e seu irmão Renato. Tudo gravado e divulgado em redes sociais.
"Estive com meu amigo Jair Messias Bolsonaro em uma pescaria descontraída, merecemos uma folga, afinal o Brasil está dando certo!", escreveu Vinícius Queiroz em uma rede social. "Está filmando aí, mané?", diz Bolsonaro no vídeo, ao saber que estava sendo gravado colocando isca no anzol. 
O próprio Renato já tentou ser prefeito de Miracatu duas vezes duas vezes. Na última delas, em 2016, concorreu após denúncia de que foi funcionário fantasma da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Uma reportagem do SBT apontou que, apesar de ser contratado como assessor parlamentar do deputado estadual André do Prado (PL), com remuneração de R$ 17 mil mensais, ele não dava expediente no Legislativo.
No horário em que deveria estar na Assembleia, Renato trabalhava nas suas lojas de venda de móveis, no Vale do Ribeira. Após a reportagem, ele foi exonerado do cargo que exercia havia três anos. O Ministério Público de São Paulo chegou a analisar esse caso, mas não houve denúncia.

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