GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

domingo, 30 de setembro de 2018

Breno Altman: PSDB foi o responsável por libertar o neofacismo

Como o neofascismo ganhou tanta força no Brasil? Quem aborda a questão é o jornalista Breno Altman, em sua análise semanal à TV 247, ressaltando que a extrema-direita brasileira "não surgiu do nada", expondo que a centro-direta alimentou a sua ascensão. "O PSDB foi um grande responsável", condena o jornalista. 
Ao se debruçar no cenário eleitoral, Altman considera grande as chances de um segundo turno entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) "Tal projeção vem se consolidando a cada dia", aponta. Ele observa que o eleitorado que optou pelo Ciro Gomes (PDT) como voto útil para derrotar Bolsonaro, hoje encontra em Haddad a perspectiva para derrotar o candidato de extrema-direita no segundo turno.
O jornalista considera que a centro-direita anteriormente projetava a derrota do PT, mas agora passou a orquestrar fracasso de Bolsonaro."Há uma manobra política na composição de forças para derrotar o neofascismo", expõe.
"O objetivo da centro-direita com o movimento "Ele Não", cuja entrada foi pela porta dos fundos, é promover o crescimento de Alckmin (PSDB) ou, como segunda opção, Ciro Gomes. Esta operação está fadada ao fracasso", projeta Altman. 

sábado, 29 de setembro de 2018

Vídeo: Bolsonaro é chamado de fascista e lixo em avião

Após deixar o hospital Albert Einstein (SP) e entrar num avião para embarcar ao Rio de Janeiro, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) enfrentou protestos e foi chamado de “lixo fascista”. Os passageiros continuaram gritando “fascista” contra o candidato, conhecido por suas posições extremistas, como defesa de pena de morte, posse de arma para a população; assista ao vídeo
Após deixar o hospital Albert Einstein (SP) e entrar num avião para embarcar ao Rio de Janeiro, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) enfrentou protestos e foi chamado de “lixo fascista”. Os passageiros continuaram gritando “fascista” contra o candidato, conhecido por suas posições extremistas, como defesa de pena de morte, posse de arma para a população.
O ato histórico ocorrem em função de posições misóginas e fascistas do candidato, como uma declaração concedida em abril do ano passado, no Rio: “eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”.
Em 2014, o parlamentar disse que não estupraria a colega Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. “Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”, afirmou o congressista, após a parlamentar defender vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).
Bolsonaro também defende a Ditadura Militar (1964-1985). Durante a votação do impeachment, por exemplo, ele exaltou Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo e torturador na ditadura.
Fonte: Brasil 247

Político mais popular dos EUA, Bernie Sanders publica vídeo denunciando a prisão política de Lula

Político mais popular dos Estados Unidos, o senador Bernie Sanders publicou em sua página um vídeo em defesa da democracia no Brasil e contra a prisão política do ex-presidente Lula, que foi encarcerado há quase seis meses para não disputar eleições presidenciais que ele venceria com facilidade.



No vídeo, o ator Danny Glover e o pesquisador Mark Weisbrot falam dos ataques à democracia no Brasil e também da ameaça fascista representada por Jair Bolsonaro. Weisbrot diz que Bolsonaro nem pode ser comparado a Donald Trump por ser muito mais extremista do que o presidente norte-americano. "É um pesadelo", afirma Glover. Veja o vídeo:


Folha diz que censura de Luiz Fux a entrevista de Lula é a mais grave desde a ditadura

Por Fernando Brito, editor do Tijolaço – Eu não disse que o Juiz dos Juízes, Sérgio Moro,tem poder? Luiz Fux, o ministro do auxílio-moradia, acaba de conceder uma liminar suspendendo a divulgação de entrevista com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite desta sexta-feira (28). O pedido, feito pela Folha de S.Paulo, tinha sido deferido por Ricardo Lewandowski, do mesmo STF, ontem pela manhã.
A liminar pedindo a suspensão da entrevista foi protocolada pelo Partido Novo. Fux determinou que Lula "se abstenha de realizar entrevista ou declaração a qualquer meio de comunicação, seja a imprensa ou outro veículo destinado à transmissão de informação para o público em geral".
Será interessante ver a argumentação de Fux para proibir tanto a liberdade de imprensa quanto a livre manifestação do pensamento de um cidadão que, segundo a Constituição, está em pleno exercício dos seus direitos civis, pois não tem sentença transitada em julgado.

Como aqueles árbitros suspeitos do futebol, devidamente justiçados pelos gritos da platéia, Fux marcou "perigo de gol"

Atendeu ao interesse de um partido político – o dos magnatas do Novo – para impedir que a opinião política de um cidadão em pleno gozo dos direitos seja ouvida.

Um cidadão que é ex-Presidente da República.

Palavra com o advogado da Folha, tão censurada quanto o ex-presidente: "A decisão do ministro Fux é o mais grave ato de censura desde o regime militar. É uma bofetada na democracia brasileira. Revela uma visão mesquinha da liberdade de expressão", disse Luís Francisco Carvalho Filho, advogado da Folha.

Abstenho-me de falar sobre o caráter de Luiz Fux, porque ele tem poder e eu não tenho dinheiro sequer para comprar perucas vistosas e topetudas no exterior.

Lula, calado compulsoriamente, diz mais verdades que o lamentável ministro.

Que, para voltar às metáforas futebolísticas, esqueceu da velha regra das torcidas diante de um juiz deste tipo.

"Quem rouba, perde".

Aquele clima de paz no Supremo que seu novo presidente, Dias Toffoli, queria alcançar, morreu no berço.

Ricardo Lewandowski não vai aceitar a desautorização sumária por parte do "colega".

É Sérgio Moro dentro do STF.

E eu quero ver a mídia defendendo a censura...

Fonte: Brasil247

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Caos no bolsonarismo se agrava e Mourão é proibido de falar

Os ataques aos direitos dos trabalhadores como o décimo-terceiro salário, proferidos nesta quarta-feira, 27, pelo general Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), agravaram a crise na chapa da extrema-direita. 
Depois de dizer pelas redes sociais que Mourão "ofende os trabalhadores" ao dizer que o décimo-terceiro é uma "jabuticaba", Bolsonaro agora censurou o general, proibindo-o de manter agenda pública até o primeiro turno, no domingo, 7. 
"Por orientação de Jair Bolsonaro, seu candidato a vice, general reformado Antonio Hamilton Mourão, não terá mais agenda pública de campanha a partir desta sexta-feira, 28, até a data do primeiro turno, dia 7 de outubro", diz um comunicado publicado pela revista Crusoé. 
Leia também reportagem da Reuters sobre o assunto:
Bolsonaro rebate vice, diz que 13º é cláusula pétrea e que quem fala diferente desconhece Constituição
(Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, usou no início da tarde desta quinta-feira uma rede social para garantir que é impossível acabar com o décimo terceiro salário e que quem sugere isso desconhece a Constituição, em um duro recado indireto a seu colega de chapa, o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB).
Na véspera, Mourão se referiu a esse pagamento aos trabalhadores como “jabuticaba brasileira” e defendido a realização de uma reforma trabalhista “séria”.
“O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa à quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”, disse Bolsonaro, em sua conta no Twitter.
O candidato a presidente, que se recupera em um hospital do atentado à faca que foi alvo no dia 6, não fez qualquer menção direta a seu colega de chapa no tuíte.
Em palestra no Clube dos Diretores Logistas de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, na quarta-feira, Mourão criticou o pagamento dessa verba remuneratória.
“Jabuticabas brasileiras, décimo terceiro salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13? É complicado. É o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí. É sempre a visão dita social com o chapéu dos outros, não com o chapéu do governo”, disse.
O candidato a vice sugeriu também a realização de uma nova reforma trabalhista a fim de reduzir encargos para o empregador.
“Nós sabemos perfeitamente o custo que tem o trabalhador, essa questão do imposto sindical e tal em cima da atividade produtiva, é o maior custo que existe”, disse, ao considerar que há “algumas jabuticabas” que comparou serem “mochilas nas costas” de todo o empresariado.
Na reta final da campanha do primeiro turno, os adversários de Bolsonaro na corrida presidencial não perderam tempo.
“Eu não posso ser a favor, como disse aí o general Mourão, que o décimo terceiro é uma jabuticaba brasileira”, disse o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, nesta quinta-feira, após participar de uma feira com entidades religiosas na capital paulista.
“Não é possível achar que o trabalhador que a trabalhadora, que sua a camisa, que trabalha, que muitas vezes é até explorado, não tenha direito nem a ter um décimo terceiro salário, isso não é razoável”, acrescentou o tucano.
A campanha de Bolsonaro já tinha se envolvido em outra séria polêmica econômica, quando a mídia noticiou que o coordenador econômico, Paulo Guedes, estaria estudando a possibilidade de recriar um tributo nos moldes da CPMF.
Na ocasião, o presidenciável também teve que intervir para tentar evitar um estrago maior na sua candidatura.
“Ignorem essas notícias mal intencionadas dizendo que pretendemos recriar a CPMF. Não procede. Querem criar pânico pois estão em pânico com nossa chance de vitória. Ninguém aguenta mais impostos, temos consciência disso”, escreveu o presidenciável em sua conta no Twitter.
Leia mais: aqui

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Haddad: Superar Bolsonaro é o nosso processo civilizatório

O candidato à presidência Fernando Haddad (PT) se encontrou com artistas em São Paulo e defendeu a luta contra Bolsonaro como um passo civilizatório para o país: "não tem como se desenvolver do ponto de vista institucional sem passar por alguns partos". Depois de tocar violão e cantar, Haddad acrescentou: "as nações que chegaram ao desenvolvimento, que a gente respeita, passaram por momentos tão dramáticos quanto o que nós estamos passando agora".
A reportagem do jornal Folha de S. Paulorelata alguns momentos importantes do encontro e destaca as declarações de Fernando Haddad: "se a gente vencer essa etapa, nós vamos olhar para trás e, ao invés de acusar aqueles que querem votar no Bolsonaro e tudo o mais, vamos compreender que é uma parte de um sentimento que se expressou dessa maneira, como uma febre alta, mas que foi importante em determinado momento para a gente pensar que tem uma coisa errada com esse organismo aqui e vamos cuidar dele porque é muito importante para nós".Haddad foi recebido na casa da marchand e figurinista Regina Boni logo após o debate do SBT, Folha e UOL. Estavam presentes artistas como Odair José, Monique Gardenberg e Felipe Cordeiro. Regina Boni disse: "ele é muito humano, tem ótima interlocução".
Ao final do encontro, o compositor Francis Hime tocou "Vai Passar", de Chico Buarque, ao piano, acompanhado pelo público, que também cantou. Depois, Hime puxou o coro de "ole, ole, olá, Lula, Lula" e outras canções.
Haddad também tocou violão e mostrou-se otimista: "a política é sempre muito complicada, tem certos protocolos difíceis de romper, mas talvez depois de quatro anos de sofrimento, exista um ambiente para superar essa fase que chamam de polarização".
O ex-prefeito continuou: "o Brasil está preparado para essa superação, sobretudo se essa ameaça que paira no ar não for compreendida como uma ameaça propriamente dita, mas como um alerta. Não tenho medo do futuro, nenhum, acho que o Brasil vai superar."
Fonte: Brasil 247

URGENTE: Primo da mulher de Sergio Moro acaba de ser preso por envolvimento na Lava Jato

O juiz Paulo Sérgio Ribeiro, que autorizou a segunda fase da Operação Integração, derivada da Lava Jato, determinou nesta quarta-feira, 26, a prisão do empresário Luiz Fernando Wolff de Carvalho, proprietário da Triunfo Participações, responsável pela concessionária de pedágio Econorte.Carvalho é primo de Rosangela Wolff, mulher do juiz federal Sergio Moro, que abriu mão do caso em junho, como relata reportagem da revista Veja. No pedido de prisão formulado pelo Ministério Público Federal e aceito por Ribeiro, Wolff de Carvalho é descrito pelo delator Nelson Leal Júnior, ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), como sendo "o representante de empresa de pedágio que mantinha o contato mais próximo com o governo do Paraná".

Fonte: Brasil247

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Barroso: O impeachment fez mal para o Brasil

Na esteira das recentes declarações do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso pega carona e reitera o óbvio: que se deve respeitar a democracia e o resultado das eleições. Embora protocolar, Barroso vai além e faz duas declarações políticas: diz que os dois governos Lula foram bons para o Brasil e que o impeachment de Dilma Rousseff fez mal para o Brasil. O ministro ainda diz que a corrupção no país é sistêmica e que tem vergonha de acordar todos os dias e ver o Brasil na 96ª posição no ranking internacional da percepção da corrupção.
Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, Barroso dá a sua opinião sobre avanços e retrocessos recentes do Brasil: "eu tenho um olhar positivo e construtivo de uma maneira geral. Portanto eu acho que, nesses 30 anos da Constituição, há conquistas relevantes a serem celebradas: a estabilidade institucional e monetária e uma expressiva inclusão social.
Além disso, nós tivemos avanços muito importantes em direitos fundamentais, das mulheres —na conquista da liberdade sexual, igualdade na sociedade conjugal, avanço no mercado de trabalho e na luta contra a violência doméstica.Houve também vitórias em favor dos afrodescendentes, da comunidade LGBT, na dramática situação dos transgêneros, que passaram a poder fazer a cirurgia de redesignação de sexo no SUS e a adotar seu nome social no registro civil".
Sobre a corrupção, Barroso diz: "foi uma corrupção estrutural, sistêmica e programada de arrecadação e de distribuição de recursos públicos com um nível de contágio muito impressionante. A sociedade, felizmente, num determinado momento, começou a reagir. E deixou de aceitar o inaceitável.
(...)
A corrupção foi produto de um pacto oligárquico celebrado entre parte da classe política, parte da classe empresarial e parte da burocracia estatal. Precisamos substituí-lo por um pacto de integridade".
Barroso fala também sobre a colocação do Brasil no ranking da corrupção: "o Brasil é o 96º colocado no índice de percepção de corrupção da Transparência Internacional. Eu acordo todos os dias envergonhado com esse número".
Sobre os governos Lula, o ministro do STF diz: "não sou analista político. Mas os dois primeiros governos de Lula foram momentos venturosos do Brasil, com crescimento econômico, inclusão social e aumento de renda. Eu não sou analista econômico tampouco para dizer quando chegou a conta desse período. Mas as pessoas associam a esse período uma fase positiva de sua vida".
Sobre a violência, Barroso acrescenta: "eu destacaria ainda a questão da violência. São 63 mil homicídios por ano no Brasil, um genocídio de jovens que precisa entrar no radar da sociedade brasileira.
Quando o assunto é impeachment, Barroso manifesta, em tom de lamento, que o processo interrompeu o curso natural da democracia brasileira: "a minha visão é que [com o impeachment] se interrompeu artificialmente um ciclo que deveria ter tido o seu curso natural. Se ele se completasse, teria acabado naturalmente e talvez o quadro fosse outro".

Fonte: Brasil 247

Bolsonaro também ameaçou de morte jornalista que revelou seu plano terrorista e sua prisão no exército; ela recebeu escolta policial

Em 1987, uma reportagem da Veja revelou que Jair Bolsonaro elaborou um plano terrorista para explodir bombas em quartéis e outros locais estratégicos no Rio de Janeiro.Bolsonaro e outro militar, Fábio Passos, queriam pressionar o comando.

“Sem o menor constrangimento, Bolsonaro deu uma detalhada explicação sobre como construir uma bomba-relógio”, escreveu a repórter Cássia Maria.
“O explosivo seria o trinitrotolueno, o TNT, a popular dinamite. O plano dos oficiais foi feito para que não houvesse vítimas. A intenção era demonstrar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro Leônidas Pires Gonçalves. De acordo com Bolsonaro, se algum dia o ministro do Exército resolvesse articular um golpe militar, ‘ele é que acabaria golpeado por sua própria tropa, que se recusaria a obedecê-lo’”.

Leônidas tentou desmentir a história, mas a revista publicou desenhos feitos à mão pelo próprio Bolsonaro, mostrando a adutora de Guandu, que abastece o Rio, e o rabisco de uma carga de dinamite.

O ato grave de indisciplina culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão.

Documentos foram publicados pelo DCM com exclusividade.

O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO) e de suas explicações não terem sido consideradas satisfatórias.

Bolsonaro alegou que não conhecia Cássia. E depois a ameaçou de morte, contou ela.

Cássia afirma que, quando se preparava para depôr no caso, encontrou Bolsonaro.

Ele fez um gesto com as mãos, como se estivesse disparando uma arma contra ela. “Você vai se dar mal”, disse-lhe.

Cássia passou a precisar de proteção policial.

A história foi registrada na revista e no Jornal do Brasil (abaixo, os recortes).

Trinta e um anos depois, esse sujeito é líder nas pesquisas eleitorais, com basicamente os mesmos métodos.

Fonte: DCM

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Rejeição a Bolsonaro vai de 42% para 46% em uma semana

A rejeição ao candidato que lidera as pesquisas de intenção de voto na disputa presidencial, Jair Bolsonaro, cresceu quatro pontos em apenas uma semana,  segundo o levantamento Ibope divulgado no início da noite desta segunda-feira 24, passando de 42% para 46%.
O segundo colocado no ranking é Fernando Haddad, cuja rejeição oscilou de 29% para 30%, seguido de Marina Silva (26% para 25%), Geraldo Alckmin (manteve os 20%) e Ciro Gomes (18% para 19%).A pesquisa capta três semanas de propaganda eleitoral. Bolsonaro vivenciou uma trégua desde o período em que foi esfaqueado, em 6 de setembro, e teve sua visibilidade aumentada no noticiário. Recentemente, as críticas na campanha voltaram a mirar fortemente o candidato do PSL.

Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Ao PSDB, só resta se ajoelhar à democracia

Talvez muita gente não saiba, mas em 1978, na sua primeira disputa por um mandato eletivo, o já consagrado sociólogo e então candidato a senador pelo MDB Fernando Henrique Cardoso recebeu o apoio de Luiz Inácio da Silva, já naquela época o principal líder sindical do País.
"Preferi remar contra a maré e apoiar o homem que eu achava ser o melhor dos candidatos", justificou o sindicalista, que veio a acrescentar Lula no nome original quatro anos depois. FHC recebeu apoio de vários outros líderes da esquerda, numa conformação de forças contra a ditadura militar, e conseguiu ser eleito para o Senado.
11 anos depois, em 11 de dezembro de 1989, o então líder do PSDB no Senado e principal interlocutor do partido, Fernando Henrique Cardoso, subiu no palanque de Lula contra Fernando Collor de Mello no segundo turno das eleições presidenciais. O comício na praça Charles Miller, no Pacaembu, em São Paulo, contou também com a presença do senador tucano Mario Covas e do governador de Pernambuco, Miguel Arraes.
PSDB estava claramente dividido, apoiou Lula apontando as divergências programáticas. FHC também não escondia seu ressentimento pelo fato de Lula e o PT não terem o apoiado nas eleições para a prefeitura de São Paulo em 1985, quando FHC perdeu para Jânio Quadros depois de ter sentado na cadeira de prefeito antes do pleito. Há quem diga que o apoio de FHC a Lula foi proforma, ajudando Lula a perder para Collor.
De lá para cá, como sabemos, FHC ganhou de Lula duas vezes, em 1994 e 1998, e o PSDB perdeu quatros vezes para o PT, com duas para Lula, em 2002 e 2006, e duas para Dilma Rousseff, em 2010 e 2014.
Como também sabemos, o PSDB, sob o comando intelectual de FHC, liderou um golpe parlamentar que retirou Dilma do poder sem comprovação de crime de responsabilidade, e tutelou ideologicamente o governo de Michel Temer para todo tipo de atrocidade contra o País, com retirada de direitos, entrega do pré-sal, explosão do desemprego e a mais severa crise econômica da história. Além disso, com apoio da mídia e de parte do Judiciário, atuaram para condenar e prender Lula, o maior presidente popular do País, que desde abril recebe os maiores intelectuais e líderes internacionais em sua cela na Polícia Federal em Curitiba.
FHC e os tucanos também flertaram com o fascismo, que saiu do controle do partido e resultou no fortalecimento de Jair Bolsonaro e seus asseclas que espumam ódio à democracia, defendem a tortura e o assassinato de oponentes políticos, além do completo despreparo para conduzir os rumos do País.
Para surpresa geral de FHC, o golpe deu tudo errado. O senador Aécio Neves foi carbonizado pela história, sendo hoje candidato a deputado federal, fracassaram todas as tentativas do establishment de criar um candidato outsider (Luciano Huck, Joaquim Barbosa), e o nome do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin, protagoniza o maior vexame eleitoral da história tucana. Em seu próprio reduto, São Paulo, Alckmin não é competitivo e o seu candidato a governador, João Doria, o ex-prefake, enfrenta um sério risco de perder para Paulo Skaf.
Sob este cenário de terra arrasada para o PSDB, e com ameaça do fascismo assustando cada vez mais os avanços civilizatórios conquistados pelo Brasil, Fernando Henrique Cardoso envia sinais, ainda contraditórios, de que a única saída para o partido que ajudou a fundar e que tinha como programa a luta contra a ditadura e os valores da Social Democracia, é se ajoelhar novamente perante a Democracia e lutar de novo contra a ditadura, representada por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.
A única saída disponível na história para FHC e o PSDB é repetir 1989 e declarar novamente apoio a Lula, que, violentamente impedido de disputar, está representado por Fernando Haddad. Não há outra porta para a redenção tucana que não a defesa da democracia.
Fonte: Brasil 247

Curva de Haddad nas pesquisas ’procura’ as de Lula e Dilma

A agência de notícias financeiras Bloomberg teve uma ideia simples e reveladora: reuniu numa tabela as curvas de pesquisas de Haddad agora em 2018 com as de Lula nas eleições de 2002 e 2006 e as de Dilma em 2010 e 2014. Veja reportagem do 247 aqui. A tabela usa como referência as pesquisa do Ibopee depois os resultados no primeiro e segundo turno. O que ela mostra? Duas conclusões são patentes: 1) a semelhança das performances de Lula e Dilma nas pesquisas; 2) Como a curva das pesquisas de Haddad "procura" as curvas de Lula e Dilma. Veja:


O movimento é inequívoco. Há um crescimento vertiginoso da curva de Haddad, em busca das de Lula e Dilma. Como os dois ex-presidentes tiveram suas candidaturas lançadas meses antes das eleições, a curva de ambos nas pesquisas apresentou um crescimento mais foi mais suave. Agora não. Com seu nome oficializado em 11 de setembro, apenas uma semana depois Haddad deu um saltou vertiginoso nas intenções de voto, em busca dos patamares que podem ser considerados históricos do PT.

Nas pesquisas realizadas em setembro, Lula teve 39% em 2002 e 51% em 2016; Dilma teve 35% em 2010 e 36% em 2014. Haddad teve 19%. Dada a curva do candidato do PT nesta eleição, a interrogação é se a aceleração apresentada entre agosto e setembro irá se manter, ainda que com uma desaceleração inevitável, posto que em um mês, segundo o Ibope, Haddad mais que quadruplicou sua intenção de voto (de 4% para 19%). A tarefa para que ele fique próximo dos 41% de Dilma em 2014 (o pior resultado nas quatro eleições) implica dobrar as intenções de voto atuais de Haddad. Difícil, quase impossível. Mas uma subida de mais 50%, que parece razoável, irá colocá-lo no segundo turno com folga, com algo entre 28% e 30%.

Esta semana há duas pesquisa do Ibope previstas, para esta segunda (24) e quarta (26). Todos veremos a trajetória de Haddad.

Quanto ao segundo turno, é outra história. Um passo de cada vez. 

Fonte: Brasil 247

domingo, 23 de setembro de 2018

Armação: suspeitas movimentações em torno de Adélio Bispo, o esfaqueador

A quinze dias do primeiro turno das eleições, a movimentação em torno de Adélio Bispo de Oliveira, réu confesso da facada desferida contra o presidenciável Jair Bolsonaro, em 6 de setembro, no centro de Juiz de Fora (MG), desperta a atenção das assessorias jurídicas de candidatos receosos de possíveis surpresas/armações que possam estar sendo urgidas na tentativa de interferir no resultado do pleito.



Coincidência ou não, nessa última semana, ao mesmo tempo em que a Polícia Federal solicitou mais 15 dias para concluir a investigação que prometera entregar dia 21 passado (sexta-feira), ocorreu um súbito interesse de órgãos de imprensa para entrevistarem Bispo, o agressor. Dos três pedido protocolados, dois deles – da revista Veja e de Roberto Cabrini, do SBT –, foram autorizados, mas, segundo consta, ainda não realizados. Um terceiro, de O Globo, está pendente de despacho.
O deputado Fernando Francischini, delegado federal licenciado e líder do PSL – partido de Bolsonaro – na Câmara Federal, até tentou bloquear as autorizações. Alegou que isso poderá ser prejudicial à candidatura. Porém não encontrou respaldo, O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara Federal em Juiz de Fora, não viu motivo para atender ao deputado e manteve as duas decisões. Embora não tenham se manifestado até o momento, na cúpula do PT também há preocupação com esta movimentação.

Tratamento diverso – Bispo encontra-se em prisão preventiva, enquanto a polícia trabalha no inquérito que servirá de base a uma ação penal a ser aberta a partir da denúncia pelo Ministério Público Federal. Está em um presidio cujo acesso, teoricamente, é limitado e controlado.

Ainda assim dois juízes federais autorizaram jornalistas a entrevistá-lo. Além de Savino, o juiz corregedor dos presídios em Campo Grande, Dalton Igor Kita Conrado, também teve que ser ouvido, pois controla o acesso à penitenciária. Mas não se opôs ao ingresso de jornalistas.

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre uma antecipação de pena a partir de uma decisão que fera a Constituição justamente por não respeitar a presunção de inocência que deve existir até o trânsito em julgado de uma sentença criminal.

Está recolhido a uma sala de estado maior – cujo acesso, teoricamente, é bem menos limitado do que em um presídio de segurança máxima. Ainda assim, teve todos os pedidos de entrevistas formulados por jornalistas negados pela juíza Carolina Moura Lebbos, da Vara de Execução Penal em Curitiba.

Oficialmente, os advogados de Bispo, notadamente Zanone Manuel de Oliveira Júnior, de Contagem (MG) e Fernando Costa Oliveira Magalhães, de Lagoa Santa (MG), que o visitaram no presidio federal de Campo Grande (MS) na quinta e na sexta-feira, garantem que ele sustenta a mesma versão apresentada logo após seu gesto transloucado, no centro de Juiz de Fora, em 6 de setembro. Insiste que foi um ato solitário, sem mandantes. No dia em que foi preso, confessou ter agido “a mando de Deus”.

Curiosamente, uma semana antes de pedir à 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG) a prorrogação do inquérito, a Polícia Federal foi à penitenciária de Campo Grande. Sem qualquer comunicação à defesa do preso, tomou seu terceiro depoimento. Até sexta-feira (21/09) os advogados desconheciam o teor deste novo interrogatório. Souberam da versão apresentada pelo cliente.

De pronto, encaminharam à Justiça dois pedidos. Em Juiz de Fora, na 3ª Vara Federal, pediram acesso à integra do documento. Em Campo Grande, informaram ao juiz corregedor Dalton Igor Kita Conrado (da 5ª Vara Federal) que não foram avisados do depoimento no presídio à Polícia Federal, o que teria causado surpresa ao magistrado. Reivindicaram que o fato não ocorresse novamente.

Como ninguém esclarece o que foi falado neste novo interrogatório do dia 13, suspeita-se que ele tenha motivado o pedido de prorrogação do prazo. Um dos defensores admitiu essa hipótese. Afinal, dias após o atentado, a polícia, convencida de que o atentado foi um ato de um “lobo solitário”, tal como definiu o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, prometia encerrar a o IPL em 15 dias. Prazo que venceria sexta-feira (21/09). Na véspera pediu a prorrogação. Oficialmente, o adiamento é atribuído à necessidade de concluírem os laudos periciais no notebook e celulares encontrados com Adélio Bispo.

Fonte: Brasil 247

sábado, 22 de setembro de 2018

Economista de Bolsonaro quer reduzir IR dos ricos e aumentar o dos pobres

Paulo Guedes propõe aumentar para 20% a alíquota de quem ganha até R$ 3.938 e reduzir a dos mais ricos para o mesmo percentual
São Paulo – O economista Paulo Guedes, provável ministro da Fazenda em caso de vitória do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), anunciou ontem (18) proposta para aumentar a alíquota do Imposto de Renda (IR) para os mais pobres e reduzir a alíquota dos que ganham mais, criando uma taxa única de 20% para todas as pessoas físicas ou jurídicas. Além disso, seria eliminada a contribuição patronal para a Previdência Social, aplicada sobre a folha de salarial, e que atualmente tem a mesma alíquota de 20%.
Na prática, considerando o sistema atual, seriam extintas as alíquotas de 7,5%, para quem ganha de R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65, e de 15% para quem ganha entre R$ 2.826,66 e R$ 3.751,05. Todos passariam a ter 20% de seus salários brutos descontados mensalmente. Da mesma forma, quem ganha salários maiores – e que tem descontado 27,5% a título de imposto de renda – teria a alíquota do imposto reduzida para 20%, inclusive as empresas. Guedes também falou em criar um novo imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da extinta CPMF. Ele apresentou a proposta em encontro de empresários organizado pela GPS Investimentos, especialista em gestão de grandes fortunas. As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.
Para o diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Cândido Grzybowski, a proposta vai prejudicar a população de baixa renda em benefício dos mais ricos. “É totalmente injusto. Ela devia ser maior para quem ganha mais. A sociedade não tem o mesmo padrão de renda e está longe de estar próximo. Cobrar a mesma alíquota é penalizar os mais pobres. Como já ocorre com o ICMS, que o ricaço paga o mesmo imposto, na compra de um feijão, por exemplo, que o cara que ganha Bolsa Família”, afirmou.
A proposta não consta do Programa de Governo de Bolsonaro. No documento constam apenas a redução massiva de impostos e, de certa forma, o fim do atual regime de previdência pública, com migração para um sistema de capitalização. Também está presente, de forma superficial, a simplificação dos impostos, aliada a programas não especificados de “desburocratização e privatização”.
O programa de governo do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, vai à direção oposta. Propõe um reajuste na tabela do Imposto de Renda, com isenção para aqueles que ganham até cinco salários mínimos (R$ 4.770,00), com consequente aumento para os chamados super ricos, que pouco ou nada pagam hoje. A proposta fala sobre a retomada da cobrança de impostos sobre lucros e dividendos, extinta durante o governo FHC, e também prevê a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).
Ciro Gomes, candidato pelo PDT, propõe a simplificação dos impostos , com a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unifica outros tributos. O texto prevê ainda a redução do Imposto de Renda das empresas, com consequente diminuição dos impostos relacionados ao consumo, como PIS/Cofins e ICMS. Por fim, o retorno da taxação de lucros e dividendos e o aumento da cobrança de tributos sobre heranças e doações.
O candidato tucano Geraldo Alckmin é um dos que menos fala sobre reforma tributária. Nada diz sobre a necessidade de uma maior justiça fiscal, apenas aponta para a simplificação da arrecadação. “Simplificar o sistema tributário pela substituição de cinco impostos e contribuições por um único tributo: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA)”, afirma o texto.
Fonte: Terra

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Para tentar evitar vitória de Haddad e dividir votos, Rede Globo entra com Operação Ciro

Líder do golpe de 2016, que destruiu a economia brasileira e assegurou a entrega do pré-sal às petroleiras internacionais, o grupo Globo decidiu reforçar a sua “Operação Ciro Gomes”, que consiste em buscar uma terceira via entre a candidatura de Fernando Haddad, do PT, e o neofascismo de Jair Bolsonaro, que é resultado do ambiente de ódio criado pelos meios de comunicação; nesta sexta-feira, a Globo oferece a capa de Época a Ciro e também um editorial de Merval Pereira para tentar dividir o campo progressista e enfraquecer o PT, que pode voltar ao poder, numa vitória épica do ex-presidente Lula contra a própria Globo
Brasil 247 – Líder do golpe de 2016, que destruiu a economia brasileira e assegurou a entrega do pré-sal às petroleiras internacionais, o grupo Globo decidiu reforçar a sua “Operação Ciro Gomes”, que consiste em buscar uma terceira via entre a candidatura de Fernando Haddad, do PT, e o neofascismo de Jair Bolsonaro, que é resultado do ambiente de ódio criado pelos meios de comunicação.

Nesta sexta-feira, a Globo oferece a capa de Época a Ciro e também um editorial de Merval Pereira para tentar dividir o campo progressista e enfraquecer o PT, que pode voltar ao poder, numa vitória épica do ex-presidente Lula contra a própria Globo.

“O resultado da pesquisa do DataFolha parece ter reaberto a possibilidade de surgir uma terceira via pelo centro contra os extremos. Ciro Gomes busca esse caminho de volta às suas origens, depois de ter flertado com a esquerda nos últimos anos. Se apresenta como centro politico, nem esquerda nem direita, e parece estar mais conectado ao espírito dos tempos atuais, que favorece os candidatos mais assertivos, sem importar muito se suas promessas e ideias são factíveis. A disputa está tão radicalizada que o centro pode ser representado por Ciro, um político irascível e com ideias econômicas ultrapassadas, como proibir a fusão da Embraer com a Boeing”, diz Merval, em sua coluna De volta ao jogo, que, de certa forma, condiciona o apoio da Globo a Ciro a um eventual compromisso do pedetista com o entreguismo.
Em Época, Ciro também é apresentado como uma terceira via entre “dois extremos” – o que frauda a realidade, uma vez que o ex-presidente Lula é quem verdadeiramente representa o centro político do País.
Em sua análise política semanal, o jornalista Breno Altman, editor do Opera Mundi, antecipou o que seria a “Operação Ciro Gomes” na Globo.

Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Lewandowski diz que tentará liberar na próxima semana voto sobre soltura de Lula e STF terá que julgar sua liberdade em plenário

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira (19) que tentará liberar na próxima semana o voto sobre um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Condenado num processo da Lava Jato, Lula está preso desde abril, e os advogados recorreram ao STF.

Na semana passada, os ministros do tribunal começaram a analisar o caso em plenário virtual (o placar estava 7 a 1 contra Lula), mas Lewandowski pediu mais tempo para analisar o processo e, com isso, o recurso terá de ser votado em sessão presencial.Após Lewandowski liberar o voto, caberá ao presidente do Supremo, Dias Toffoli, marcar a data do julgamento.

No plenário físico, o julgamento começará de novo – todos os ministros votarão, inclusive os que já tinham se posicionado no plenário virtual. Estes poderão manter ou modificar o voto.

Pedido de vista interrompe julgamento de recurso que tenta revogar prisão de Lula

Liberação do recurso
Ao ser questionado, nesta quarta-feira, sobre a previsão de julgamento, Lewandowski afirmou: "Tem o prazo regimental e eu vou procurar liberar dentro do prazo regimental. Os prazos do judiciário são impróprios, porque depende da pauta, do acúmulo de serviços".

A resolução sobre o plenário virtual prevê prazo de dez dias para liberação do tema para julgamento. Com isso, o ministro teria até o dia 26 de setembro para análise.


Quando Lewandowski liberar o caso, caberá ao presidente do Supremo, Dias Toffoli, marcar uma data. Na última segunda (19), Toffoli disse que a pauta de setembro já estava pronta, mas que conversaria com Lewandowski para fixarem a melhor data para julgamento a partir de outubro.

Lewandowski informou que pediu vista diante da divergência apresentada pelo ministro Marco Aurélio Mello, o único a se manifestar contra a manutenção da prisão.

Entenda a situação de Lula
No recurso, a defesa de Lula pediu que o Supremo considere inadequada a ordem de prisão porque o juiz Sérgio Moro não indicou os motivos para a necessidade de prender o ex-presidente.

No entendimento dos advogados, a prisão em segunda instância foi permitida, mas não pode ser automática, já que os juízes precisariam esclarecer as razões para prender alguém enquanto ainda houver recurso pendente de julgamento.

Fonte: G1

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Mulheres marcam protestos contra Bolsonaro em vários países

A onda de mulheres contra Jair Bolsonaro (PSL) está tomando não só o Brasil, como todo o mundo.
No próximo dia 29, países como EUA, Alemanha, Inglaterra, Portugal, Holanda, entre outros, receberão manifestações simultâneas em repúdio ao candidato.
“Mulheres, estamos unidas contra o fascismo em qualquer lugar do mundo! Na atual situação política do Brasil é de extrema importância lutarmos. O FASCISMO NÃO É POSIÇÃO POLÍTICA; O FASCISMO É ÓDIO E PRECONCEITO“, diz um dos eventos no Facebook.
Confira a lista completa das cidades:
Lyon
Haia
Londres
Porto
Lisboa
Coimbra
Nova York
Boston
Atlanta
Fonte: DCM