GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Patrocinador de filme da Lava Jato dá calote e entra em recuperação judicial

Judiciário paraense aceitou o pedido de recuperação judicial das empresas do grupo Jari, que produz celulose solúvel no Vale do Jari, entre o Pará e o Amapá, e é controlado pelo empresário Sérgio Amoroso, principal financiador do polêmico filme "Polícia Federal: A Lei é para Todos"; a dívida total sujeita ao processo é de R$ 1,75 bilhão


A Justiça do Pará aceitou o pedido de recuperação judicial das empresas do grupo Jari, que entre outras atividades produz celulose solúvel no Vale do Jari, região amazônica entre os Estados do Pará e do Amapá, e é controlado pelo empresário Sérgio Amoroso, principal financiador do filme "Polícia Federal: A Lei é para Todos". A dívida total sujeita ao processo é de R$ 1,75 bilhão. A intenção é apresentar o plano de recuperação dentro dos 60 dias previstos em lei.


Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o presidente da Jari Celulose, Patrick Nogueira, disse que o grupo está conversando com os credores com o intuito de elaborar um plano de recuperação judicial que atenda a todos. "A Jari é um caso de recuperação judicial. Temos um mercado maravilhoso e só precisamos de tempo para arrumar a casa", afirmou.
A Jari Celulose também teve problemas na conversão da fábrica de celulose de fibra curta para a celulose solúvel há alguns anos, o que levou à paralisação da operação por um longo período.
Em abril deste ano, o Banco do Brasil bloqueou as contas da Jari, levando-a a paralisar parte de sua produção. As empresas do grupo que entraram em recuperação judicial empregam cerca de 700 trabalhadores direto e dois mil indiretos.
'A Lei é para Todos'
Amoroso foi um dos financiadores do filme "A Polícia Federal: A Lei é para Todos", muito controverso porque mostrou apenas a visão de policiais federais. Antes das revelações do Intercept Brasil, que tiveram início em 9 de junho, a esquerda já denunciava a partidarização da Operação Lava Jato. 


O site, que tem como um dos fundadores o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, vem demonstrando um conluio entre o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores do Ministério Público Federal (MPF-PR), o que feriu a equidistância entre magistrado e parte acusatória. Moro interferiu no trabalhos de integrantes do MPF-PR e sugeriu, por exemplo, inversão de ordem das fases das operações e recomendou acréscimo de informações na produção de provas.
O filme é narrado ate a condução coercitiva de Luiz Inácio Lula da Silva. Também mostra o dia em que o ex-presidente teve um diálogo com a então presidente Dilma Rousseff em 2016. Moro divulgou um grampo da conversa, o que era ilegal porque um dos participantes da conversa (Dilma) tinha prerrogativa de foro por função e, por consequência, caberia à primeira instância mandar as provas para a corte indicada. Moro pediu desculpas ao Supremo Tribunal Federal, mas não a Lula, nem a Dilma.
Será produzido um novo filme - "Polícia Federal: A Lei é para Todos 2" -, no qual não deverá aparecer a prisão de Lula, condenado sem provas, nem o vazamento das mensagens de Moro com procuradores em que aparecem a ilegalidades do ex-magistrado. A nova produção deverá mostrar aprofundamento das ações em Brasília e no Rio de Janeiro, saindo do foco em Curitiba.



Agora, após o vazamento de mensagens de Moro com procuradores, as irregularidades reveladas pelo Intercept, devem virar um filme. De acordo com Hanrrikson de Andrade, do blog Entre Quatro Poderes do Uol, imagens das audiências de Glenn Greenwald, editor do The Intercept, já têm sido captadas com objetivos cinematográficos.


Fonte: Brasil 247

terça-feira, 9 de julho de 2019

Gilmar Mendes está ansioso por novos vazamentos da Vaza Jato

do BLOG DO NOBLAT

Quando o então juiz Sérgio Moro foi finalmente confirmado como ministro da Justiça, o procurador Sérgio Luiz Pinel Dias, que atua na Lava Jato no Rio, valeu-se do WhatsApp para postar uma mensagem no grupo batizado de “MPF GILMAR MENDES”. Lamentava que Moro tivesse aceito o convite de Jair Bolsonaro.



Não se falou mais do grupo nas demais mensagens vazadas até agora pelo site The Intercept Brasil em parceria com a VEJA, Folha de São Paulo e rádio BAND. A um amigo, o ministro Gilmar Mendes confidenciou que rói as unhas de curiosidade à espera do que mais possa ter sido postado nesse grupo.



Fonte: VEJA

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Em evento em Curitiba, Fachin diz: “Juízes cometem ilícitos e devem ser punidos”

“Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica”, declarou o ministro do STF, sem mencionar nomes


Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava Jato na Corte, declarou nesta segunda-feira (8) que juízes também cometem atos ilícitos e que devem ser punidos. A afirmação foi durante discurso na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em Curitiba.
O ministro, no entanto, não mencionou exemplos dessas ilegalidades e, além disso, não abordou os processos da Lava Jato e, tampouco, citou o nome do ex-juiz Sérgio Moro, cujas conversas comprometedoras com procuradores foram divulgadas pelo The Intercept Brasil, de acordo com informações de Vinicius Konchinski, do UOL.


 Fachin destacou, ainda, que “ninguém está acima da lei”. “Juízes também cometem ilícitos e devem ser punidos. Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica. Se o fizer, há de submeter-se ao escrutínio da verificação”, afirmou.



MP
O ministro acrescentou que o raciocínio se aplica também aos integrantes do Ministério Público (MP). Ele disse que o órgão deve buscar punição a quem descumprir a lei. Entretanto, isso deve ocorrer dentro do que estabelece a Constituição e o Estado Democrático de Direito.


Fonte: Revista Fórum 

domingo, 7 de julho de 2019

TCU dá 24 horas para Guedes esclarecer se Coaf investiga Glenn Greenwald

O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), deu um prazo de 24 horas para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, esclareça se o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), vinculado à pasta de Economia, está ou não investigando possíveis movimentações financeiras atípicas do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, responsável pela divulgação de supostas trocas de mensagens por celular entre Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, e procuradores da operação. 

O prazo começa a contar a partir de segunda, 8, e foi determinado pelo ministro do tribunal Bruno Dantas em despacho publicado ontem, em reação a representação proposta pelo subprocurador-Geral do Ministério Público de Contas (MP/TCU), Lucas Rocha Furtado. No entanto, como Guedes é ministro de Estado, quem subscreve o expediente é o presidente do TCU, José Mucio Monteiro. Segundo apurou o Estado, Mucio deverá encaminhar o pedido a Guedes somente na segunda-feira e, aí, começa a correr o prazo de 24h.

A assessoria do Ministério da Economia não se pronunciou até agora sobre o assunto. O entendimento da representação é de que a suposta investigação teria como motivação intimidar o jornalista, mediante perseguição e abuso de poder, resultando em mau uso de recursos públicos. O despacho do ministro Bruno Dantas também dá 24 horas para que o presidente do Coaf, Roberto Leonel de Oliveira Lima, se manifeste.


As reportagens de Greenwald, que estão sendo publicadas em série, algumas em parceria com outros veículos de comunicação, mostram supostas conversas virtuais nas quais Moro, durante seu período como juiz da Lava Jato, teria orientado o trabalho dos procuradores.

Moro, que deixou o cargo de magistrado no fim do ano passado para aceitar convite do presidente Jair Bolsonaro para ser ministro da Justiça, nega conluio e afirma não ter como confirmar a autenticidade das mensagens, por não lembrar de conversas ocorridas há anos e porque, mesmo que sejam verdadeiras, já teriam sido apagadas.

A investigação do Coaf teria sido solicitada pela Polícia Federal, vinculada ao Ministério da Justiça, hoje comandado por Moro. A busca por movimentações financeiras atípicas do jornalista, na argumentação da representação, poderia caracterizar dispêndio de recursos com grave desvio de finalidade, situação que demandaria a atuação do TCU.

A representação argumenta que a suposta investigação do Coaf a respeito das contas do jornalista do The Intercept Brasil seria "a utilização de recursos humanos e materiais com grave desvio de finalidade e abuso de poder para a realização de atividades ilegítimas voltadas a tolher a liberdade de imprensa, garantida constitucionalmente em nosso País".

Ao propor que o TCU investigue os fatos à luz de suas atribuições constitucionais, a representação recomenda a suspensão, de maneira cautelar, da suposta investigação.


Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 25 de junho de 2019

Juízes cobram investigação e possível expulsão de Sergio Moro da Ajufe

Jornal GGN – Magistrados que fazem parte da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) apresentaram nesta segunda (24) um pedido de instauração de processo administrativo disciplinar contra Sergio Moro e eventual exclusão do “herói” da Lava Jato dos quadros societários da instituição.


Os juízes querem que Moro seja punido caso fique comprovado, no procedimento investigativo, que a Ajufe foi utilizada para os fins políticos da Lava Jato.
Em conversas divulgadas pelo Intercept Brasil neste mês, Moro apareceu discutindo com Deltan Dallagnol a possibilidade de acionar a Ajufe para defender a Lava Jato de uma manifestação feita pelo PT.
Um dia após esse vazamento vir à tona, a cúpula da Ajufe informou que pediu investigação sobre a interceptação ilegal que teria resultado no dossiê do Intercept.


Agora, juízes pedem que a Associação se debruce sobre a postura questionável de Moro.
“Nos afigura inadequado, como sugerem determinadas mensagens publicadas [pelo Intercept], que a Ajufe possa ter sido utilizada para tentar influenciar a opinião pública ou mesmo defender o mérito de decisões judiciais”, afirmaram.


Para os signatários da reclamação, a “categoria de sócio benemérito”, na qual Moro foi enquadrado em 2018, “pressupõe que o homenageado tenha contribuído com serviços relevantes à Ajufe. Mas “a confirmação da prática de tais condutas impede a homenagem ou o título honorífico”, “sob pena de comprometimento da credibilidade da Associação e do próprio Poder Judiciário perante a sociedade.”
“Requeremos, dessa forma, a abertura de processo administrativo disciplinar, com
rigorosa observância do contraditório e da ampla defesa, com vistas à apuração interna dos fatos relatados. (…) se configurado o desrespeito ao Estatuto e o prejuízo moral causados à Ajufe, ao Poder Judiciário e ao Estado Democrático de Direito, requeremos a exclusão do quadro social da Ajufe do sócio benemérito Sérgio Fernando Moro”, diz o documento (leia, abaixo, em anexo).
Os juízes também defenderam que as atividades associativas e participação de Moro na Lista Ajufe sejam suspensas a partir do momento em que a representação for recebida.

Atenção, se Lula não for solto STF pode conceder prisão domiciliar hoje

A guerra interna no Supremo Tribunal Federal entre os ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia criou uma situação inusitada em torno do caso Lula – e não se sabe se seu pedido de habeas corpus será julgado nesta terça-feira, em razão da suspeição do ex-juiz Sergio Moro.


Mas uma hipótese alternativa foi publicada em reportagem do jornal Estado de S. Paulo desta terça-feira. "Não está descartada a possibilidade de os ministros discutirem conceder prisão domiciliar para o petista por meio de um habeas corpus de ofício, ou seja, sem que haja um pedido específico. Advogados ouvidos pela reportagem afirmam que a medida é possível, mas que seria inusitado, uma vez que o assunto não está mais na pauta oficialmente. A Segunda Turma, no entanto, já concedeu habeas corpus de ofício para suspender a execução da pena do ex-ministro José Dirceu, em agosto do ano passado. 


Fonte: Brasil 247

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Carol Proner: processos de Lula já eram nulos, mas agora está comprovada a farsa

Brasil 247:A professora Carol Proner, da Associação de Juristas pela Democracia, afirma que a revelação das fraudes processuais cometidas pelo ex-juiz Sergio Moro apenas confirma a nulidade que já havia no caso


A jurista Carol Proner considerou gravíssima a revelação de que o ex-juiz Sergio Moro escalou o time de acusação nas audiências do caso Lula. "Realmente não era conluio, era chefia imediata. Moro, pede pra sair!", disse ela.


"Faço uma ressalva importante. Os processos contra Lula são nulos independentemente dos vazamentos. Isso vem sendo mostrado pela cuidadosa defesa técnica e por centenas juristas em artigos e manifestos. As revelações, no entanto, ajudam muito,confirmam e escancaram a imensa farsa", postou ainda.

Reinaldo Azevedo: se há lei no Brasil, o processo contra Lula é nulo

"Estamos diante de uma escolha —e essa arbitragem será feita pelo STF: trata-se de decidir se, em nome do combate à corrupção, pode-se cometer uma penca de crimes", diz o jornalista Reinaldo Azevedo, que ontem revelou mais um capítulo da Vaza Jato


O jornalista Reinaldo Azevedo, que ontem revelou que o ex-juiz Sergio Moro cometeu mais um crime, ao escalar o time de acusação contra o ex-presidente Lula, defende a anulação completa do processo do triplex, em artigo publicado nesta sexta-feira. 


"Não reconheço a legitimidade do 'DPPL': o 'Direito Penal Para Lula”. Reconheço a ordem democrática, de que faz parte o devido processo legal. A lei evidencia a nulidade do processo que resultou na condenação do ex-presidente. E caberá ao STF dizer se a Lava Jato está subordinada a essa ordem democrática e legal ou se também o tribunal se subordina à Lava Jato", diz ele.



"Moro violou uma penca de artigos do Código de Ética da Magistratura, em particular o 8º: 'O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito'", aponta ainda o jornalista.
"A mesma trilha que conduz ao esbulho dos direitos de Lula leva à anomia no direito penal. Se um juiz pode apresentar testemunhas à acusação; condescender com truques para fazê-la falar; anuir com procedimentos heterodoxos para imputar ao réu o que não evidenciam os autos nem a denúncia —caso do PowerPoint—; orientar a desmoralização pública da peça apresentada pela defesa e até interferir na escolha, ainda que por via indireta, do representante do MPF que vai participar de uma audiência, cabe indagar: o que é vedado ao juiz?", questiona.
"Ora, se o devido processo legal não existe, então tudo é permitido", finaliza. "Estamos diante de uma escolha —e essa arbitragem será feita pelo STF: trata-se de decidir se, em nome do combate à corrupção, pode-se cometer uma penca de crimes. A propósito: se esse é um valor absoluto —e tudo, então, é permitido—, por que não havemos de perdoar as agressões à ordem legal cometidas em nome da justiça social?"



Fonte: Brasil 247



segunda-feira, 17 de junho de 2019

Relatório diz que presença de hackers na Vaza Jato é muito improvável

Um relatório da Recorded Future, empresa norte-americana especializada em segurança digital, coloca dúvidas sobre as alegações do ex juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e integrantes da Lava Jato, de que os vazamentos das mensagens trocadas entre eles seria fruto da ação de hackers. Para o analista Ronaldo Vasconcellos, um dos responsáveis pelo relatório, este tipo de ação é praticamente inédito no Brasil.


"É uma coisa nova. A questão é se isso foi feito por pessoas motivadas politicamente a expor o que achavam que estava errado, ou se foi uma operação apenas para causar instabilidade institucional", disse o especialista.

Segundo reportagem do jornal O Globo, o relatório, datado de abril, aponta que os hackers brasileiros são conhecidos como "piratas" pela comunidade especializada internacional, que costumam priorizar ataques para obter ganhos financeiros.



Ainda segundo ele, os raros casos de ataques políticos feitos por hackers no Brasil se concentram no "defacement", quando um site é invadido e mensagens de teor político ou textos críticos são postados no lugar dos originais.

Conforme o relatório, os hackers brasileiros também se dedicam preferencialmente a atacar brechas em transações bancárias, como as feitas por celulares, devido ao aumento da segurança dos bancos em transações feitas pela internet.



Fonte: Brasil 247

domingo, 16 de junho de 2019

Raquel Dodge é acionada por advogados para investigar condutas ilícitas de Sergio Moro

A solicitação foi protocolada neste domingo pelo coletivo Advogadas e Advogados Pela Democracia, o mesmo que ingressou no STJ com um pedido de prisão preventiva contra Moro e procuradores da Lava Jato


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recebeu neste domingo (16) pedido para que o ministro da Justiça, ex-juiz Sérgio Moro, seja investigado por condutas ilícitas revelas nas reportagens do site The Intercept Brasil.
O pedido de providências foi protocolado pelo coletivo Advogadas e Advogados Pela Democracia.

Na noite deste sábado (16), o mesmo coletivo ingressou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com um pedido de prisão preventiva contra o ex-juiz Sérgio Moro e integrantes da força-tarefa LavaJato sob o argumento de que eles agiam em conluio para praticar fraudes processuais contra réus.
Além disso, sustentam os advogados, que procuradores e o ministro da Justiça podem destruir provas e usar a função pública para dificultar as investigações


Fonte: Revista Fórum


sexta-feira, 14 de junho de 2019

Greenwald: “Com certeza Moro será retirado do cargo”

O jornalista Juremir Machado entrevistou Glenn Greenwald em seu programa na rádio Guaíba e fez uma lista com os destaques:

1) O mais explosivo do material de que dispõe ainda está para ser divulgado.


2) Ele quer ver Sérgio Moro ficar no cargo depois que tudo for revelado.
3) Nos Estados Unidos, Moro já teria sido demitido.
4) É inaceitável, do ponto de vista da legislação brasileira e da ética, o conluio entre o juiz e o Ministério Público em desfavor da parte a ser julgada.

5) A Rede Globo queria esconder os vazamentos ou só abordá-los como crime cibernético, focando num possível hacker a narrativa e não no seu conteúdo.


Fonte: DCM

Moro, Dallagnol e outros envolvidos se recusam a entregar celulares para perícia

Do blog de Bela Megale no Globo:

Uma das principais dificuldades que a Polícia Federal enfrenta na investigação dos ataques aos celulares do ministro Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol e de outras autoridades é o acesso aos aparelhos das vítimas.


Investigadores relataram à coluna que a maioria dos alvos de tentativas de invasão não quer entregar o próprio telefone. Nesses casos, os peritos vão até a vítima e fazem um “espelhamento” dos aparelhos. Por meio dessa técnica, os policiais conseguem extrair grande parte dos dados. A eficácia do trabalho, porém, não é a mesma que a de uma perícia completa no aparelho.



quinta-feira, 13 de junho de 2019

Por 8 votos a 3, STF aprova uso de leis de racismo para punir homofobia

Por 8 votos a 3, o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou nesta noite utilizar a Lei do Racismo para punir homotransfobia -- discriminação contra homossexuais e transexuais.


Mas se trata de uma medida provisória: o texto aprovado diz que a decisão de hoje vale enquanto o Congresso cria leis específicas para o tema.

Votaram por criminalizar a homofobia:

Cármen Lúcia
Celso de Mello
Luis Edson Fachin
Luís Roberto Barroso
Alexandre de Moraes
Rosa Weber
Luiz Fux
Gilmar Mendes

Votaram contra:

Ricardo Lewandowski
Marco Aurélio
Dias Toffoli
O que diz o texto aprovado
A ação que terminou de ser julgada hoje pelo STF foi provocada por associações LGBT e pelo PPS (Partido Popular Socialista), que moveram duas ações. Entenda:


As ações apresentadas pelo PPS (Partido Popular Socialista) e pela ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros) afirmam que a discriminação na sociedade tem impedido a população LGBT de viver livremente o exercício de todos os seus direitos
O STF pode reconhecer que o Congresso Nacional foi omisso ao não criar uma lei que torne crime atos de homofobia e determinar a edição de uma lei sobre o tema. A definição de quais atos seriam crime e qual a pena aplicada é de responsabilidade do Congresso.
O STF também pode decidir aplicar uma regra provisória para que a homofobia já seja considerada crime mesmo antes de haver lei aprovada pelo Legislativo.


Fonte: UOL

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Rachel Sheherazade diz que foi enganada por Moro e Dallagnol: “Havia sim um projeto de poder político”; veja vídeo

Confessando desconhecer a sentença e o processo de condenação do ex-presidente - mesmo tornados públicos há mais de um ano -, a jornalista disse que não cabe a ela, fazer "juízo de valor sobre a culpa ou inocência de Lula a quem eu tanto critiquei", mas ressalta que os "vícios" do processo podem anular a sentença dada ao petista


Apoiadora ferrenha de Sergio Moro e da operação Lava Jato em tempos passados, a jornalista do SBT Rachel Sheherazade gravou um vídeo, divulgado nesta terça-feira (11) nas suas redes sociais, onde diz que foi enganada sobre as “boas intenções” do ex-juiz e dos investigadores, que fazem parte “de um projeto de poder político”.


Segundo ela, ambição política e revanchismo hoje mancham a até então “imaculada imagem da operação Lava Jato”.
“Mensagens trocadas entre Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol são um verdadeiro ataque ao Estado Democrático de Direito. Essas mensagens provam o quando estávamos enganados sobre as boas intenções tanto do juiz, quanto do procurador”, disse, sobre as reportagens publicadas pelo The Intercept.


De acordo com a jornalista, a nomeação de Moro para o Ministério da Justiça de Bolsonaro comprovam que a operação Lava Jato era parte de um projeto político.
“Os vazamentos estratégicos e seletivos antes das eleições presidenciais, a ascensão de Sergio Moro a ministro de Estado e agora a revelação desta intimidade promíscua entre Moro e Dallagnol dão provas de que por trás da luta contra a corrupção, que é justa, havia sim um projeto de poder político. Isso se concretizou com a nomeação de Sergio Moro como ministro da Justiça do presidente Jair Bolsonaro”, afirmou.


Confessando desconhecer a sentença e o processo de condenação do ex-presidente – mesmo tornados públicos há mais de um ano -, a jornalista disse que não cabe a ela, fazer “juízo de valor sobre a culpa ou inocência de Lula a quem eu tanto critiquei”, mas ressalta que os “vícios” do processo podem anular a sentença dada ao petista.

“Eu não tive acesso aos autos da condenação de Lula, por isso não posso opinar sobre o mérito do processo. Mas eu conheço o papel do poder judiciário, sei quais são as incumbências do MP e do juiz. Uma coisa é certa, o juiz não pode orientar qualquer uma das partes. Não trata-se apenas de um desvio ético, trata sim de um vício processual que pode tornar nulo a investigação criminal, o processo judicial e a própria sentença condenatória”, disse.
Assista ao vídeo





Fonte: Revista Fórum

Presidente da OAB, defendeu o afastamento de Deltan Dallagnol da Lava Jato

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, defendeu o afastamento de Deltan Dallagnol da Lava Jato. "Ele [Dallagnol] comanda a talvez mais importante força-tarefa do Ministério Público Federal, na qual a população brasileira depositou nos últimos anos grandes esperanças de moralização, de fim da impunidade. [O afastamento de Dallagnol] é até para preservar a Operação Lava Jato, os processos, a imagem que se tem dela. Acho muito ruim que o método da Lava Jato acabe sendo desacreditado, porque ela colocou fim à ideia de impunidade da classe dominante. Isso seria muito grave para a fé que a população tem na Justiça", afirmou em entrevista à revista Época.


Fonte: Brasil 247

terça-feira, 11 de junho de 2019

Congresso dos EUA quer investigar Lava Jato

O deputado Ro Khanna, da Califórnia, pediu ao governo Trump para investigar o caso envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil; o pedido se deu após a denúncia do The Intercept que mostrou o ex-juiz Sérgio Moro tramado com promotores ações ilegais para condenar o ex-presidente e impedir que o PT retornasse ao governo após ter sofrido um golpe em 2016


Khanna afirmou ao site The Intercept: "esta reportagem confirma o que sabíamos o tempo todo - que Moro era um péssimo ator e parte de uma conspiração maior para mandar Lula para a cadeia (...) Embora não seja o caso de os Estados Unidos fazerem um julgamento factual sobre a inocência de Lula, essa reportagem mostra que Moro não era imparcial, mas 'coordenado' com os promotores. Isso viola todas as normas e ética judiciais. Espero que a administração Trump apoie uma investigação completa sobre este assunto, uma vez que Lula ainda está na prisão e Moro é ministro da Justiça de Bolsonaro."



A reportagem destaca que "o presidente Donald Trump abraçou Jair Bolsonaro, o presidente de direita do Brasil que, como Trump, tem uma história de declarações fanáticas, homofóbicas e misóginas."
E acrescenta: "no domingo, o The Intercept e o The Intercept Brasil publicaram trechos de uma enorme quantidade de documentos secretos, incluindo admissões privadas de dúvidas dos promotores sobre se havia provas suficientes para provar a culpa de Lula. A ampla investigação sobre corrupção, conhecida como Operation Car Wash, remonta a cinco anos e resultou em centenas de pessoas acusadas de centenas de crimes."


A matéria ainda sublinha que "Lula, que foi eleito presidente em 2002 e 2006, foi indiciado sob a investigação e considerado culpado em 2017 de corrupção e lavagem de dinheiro, acusações relacionadas à aceitação de propinas de empresas de construção. Ele foi condenado a quase 10 anos de prisão. O aprisionamento de Lula o forçou a sair da corrida presidencial de 2018, que se esperava que ele vencesse; isso pavimentou o caminho para Bolsonaro, que então nomeou Moro como ministro da justiça. De acordo com o arquivo, a promotoria também trabalhou em estratégias para evitar uma entrevista na prisão com Lula durante a eleição, com medo de ajudar o Partido dos Trabalhadores."


Fonte: Brasil 247

Vídeo: Moro deixa Senado aos gritos de “corrupto” e “qual é seu partido”

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, tenta recuperar a confiança dos parlamentares, mas, ao que tudo indica, sua tumultuada visita ao Senado nesta terça-feira (11) demonstra que sua popularidade anda em baixa; sua presença surpresa no local causou tensão nos corredores; ao deixar o gabinete do bloco, ele ouviu gritos de “juiz corrupto” e “qual é o seu partido, Moro?”


O ministro da Justiça, Sérgio Moro, tenta recuperar a confiança dos parlamentares, mas, ao que tudo indica, sua tumultuada visita ao Senado nesta terça-feira (11) demonstra que sua popularidade anda em baixa. Após o site “The Intercept” divulgar mensagens com conteúdo escuso entre ele e o procurador da República Dalton Dallagnol, Moro passou a terça em reunião com Bolsonaro e, na sequência, fez uma visita surpresa ao Senado para um almoço com parlamentares do bloco formado por Democratas, PL e DC (Democracia Cristã).


A presença do ex-juiz federal na Casa provocou tumulto nos corredores. Ao deixar o gabinete do bloco, ele teve dificuldades para se retirar e ouviu gritos de “juiz corrupto” e “qual é o seu partido, Moro?”. Após a cena constrangedora, Moro saiu do local sem falar com a imprensa.

Fonte:Brasil 247
VIDEO:






Em meio a crise de vazamentos que colocam em cheque sua isenção nos processos envolvendo o ex-presidente Lula, @SF_Moro faz visita fora da agenda ao Senado e deixa o parlamento sem responder a questionamentos de jornalistas http://bit.ly/2K9URFb 

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