GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

“Cabe ao STF corrigir os erros de Moro e dos procuradores”, diz Lula em carta ao povo brasileiro














A íntegra da carta de Lula sobre o pedido de progressão de regime feito pelo MPF.

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Acredite se quiser: governo monta “central” para identificar fake news nas redes

O Palácio do Planalto montou uma central para identificar “fake news” nas redes sociais. Um grupo de cerca de 50 pessoas trabalha na Presidência e no Bloco A da Esplanada dos Ministérios no monitoramento do que viraliza na internet e pode atingir o governo. Sugestões de contra-ataque são repassadas para contas oficiais do palácio no Facebook, no Twitter, no Instagram e no YouTube.


A equipe formada por profissionais de comunicação “monitora” e “toma o pulso” das redes sociais durante todo o dia, mas só responde e se posiciona em temas que o Planalto considera estar sendo atacado institucionalmente. O objetivo do grupo, segundo uma fonte da área, é “dar uma resposta oficial, despida de qualquer agressividade”. A mesma fonte lembrou que o embate político-ideológico, no entanto, fica a cargo do perfil pessoal do presidente, se este assim decidir.
(…)

Em livro, Janot revela esforço de Dallagnol para enganar STF e perseguir Lula

No livro sobre os bastidores de sua passagem à frente da PGR, Rodrigo Janot revela reunião tensa com procuradores da Lava Jato, que o pressionavam para denunciar Lula a todo custo. “Eles queriam que eu denunciasse imediatamente o ex-presidente Lula por organização criminosa, nem que para isso tivesse que deixar em segundo plano outras denúncias”



Do PT no Senado - O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot confessou no livro “Nada menos que tudo”, onde relata histórias de sua passagem pela chefia do Ministério Público Federal, que em setembro de 2016 foi procurado pelo chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e outros integrantes da República de Curitiba com o objetivo de pressioná-lo a dar prioridade nas denúncias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele conta que se negou a atender ao pedido porque não poderia desobedecer a uma decisão anterior do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato, que morreria depois, num acidente trágico de avião em 19 de janeiro de 2017.
Segundo Janot, Dallagnol e outros integrantes da Lava Jato – os procuradores Januário Paludo, Roberson Pozzobon, Antônio Carlos Welter e Júlio Carlos Motta Noronha – o pressionaram a oferecer denúncia contra Lula por organização criminosa pouco depois deles terem acusado formalmente o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Antes, durante a fase inicial do caso do tríplex, Teori havia autorizado o uso de documentos obtidos no inquérito sobre organização criminosa relacionada ao PT com a força-tarefa.
“Eles haviam me pedido para ter acesso ao material e eu prontamente atendera. Na decisão, o ministro deixara bem claro que eles poderiam usar os documentos, mas não poderiam tratar de organização criminosa, porque o caso já era alvo de um inquérito no STF, o qual tinha como relator o próprio Teori Zavascki e cujas investigações eram conduzidas por mim”, conta Janot. Os procuradores ignoraram a decisão do ministro do STF e, no famoso power point apresentado à imprensa com alarde colocaram Lula no centro da organização criminosa, conforme o desejo de Deltan Dallagnol, mesmo diante de frágeis evidências.
A revelação de Janot reforça as denúncias da Vaza Jato, trazidas à tona pelo site The Intercept Brasil e outros veículos da grande imprensa, de que os procuradores montaram um conluio junto com ex-juiz Sérgio Moro para condenar Lula no caso do tríplex do Guarujá. Nos autos do processo, não havia provas e nem evidências apontando que o imóvel pertencia a Lula e teria sido entregue pela OAS como parte de uma propina oferecida pela empreiteira. A delação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro foi sendo moldada à medida que os procuradores o pressionavam a confessar para obter o benefício da redução da pena. Com idas e vindas, até que o delator incluísse Lula, mesmo sem nada que mostrasse em que o ex-presidente teria beneficiado a empreiteira para receber em troca o apartamento como favorecimento da construtora. Lula acabou condenado por Sérgio Moro por “fato indeterminado”.
“Eles queriam que eu denunciasse imediatamente o ex-presidente Lula por organização criminosa, nem que para isso tivesse que deixar em segundo plano outras denúncias em estágio mais avançado”, relata Janot no capítulo 15 do seu livro. “‘Precisamos que você inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro’, disse Dallagnol, logo no início da reunião”. No livro, o ex-procurador rechaçou o pedido: “‘Não, eu não vou inverter. Vou seguir o meu critério. A que estiver mais evoluída vai na frente. Não tem razão para eu mudar essa ordem. Por que eu deveria fazer isso?’, respondi”.
Paludo disse, então, que Janot teria que denunciar o PT e Lula logo. Isso porque, se não tomasse tal decisão, a denúncia apresentada pela força-tarefa contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta. “Pela lei, a acusação por lavagem depende de um crime antecedente, no caso, organização criminosa”, conta o ex-procurador-geral. “Ou seja, eu teria que acusar o ex-presidente e outros políticos do PT com foro no Supremo Tribunal Federal em Brasília para dar lastro à denúncia apresentada por eles ao juiz Sergio Moro em Curitiba. Isso era o que daria a base jurídica para o crime de lavagem imputado a Lula”.
Rodrigo Janot relata: “Ora, e o que Dallagnol fez? Sem qualquer consulta prévia a mim ou à minha equipe, acusou Lula de lavar dinheiro desviado de uma organização criminosa por ele chefiada. Lula era o ‘grande general’, o ‘comandante máximo da organização criminosa’, como o procurador dizia na entrevista coletiva convocada para explicar, diante de um PowerPoint, a denúncia contra o ex-presidente. No PowerPoint, tudo convergia para Lula, que seria chefe de uma organização criminosa formada por deputados, senadores e outros políticos com foro no STF”.
Em 15 de setembro, Dallagnol deu a famosa coletiva em que não aponta provas, mas externa suas convicções. “Provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese. Todas essas informações e todas essas provas analisadas como num quebra-cabeça permitem formar seguramente, formar seguramente a figura de Lula no comando do esquema criminoso identificado na Lava Jato”, disse o chefe da força-tarefa da Lava Jato. Na mesma entrevista, Pozzebon confirmou: “Precisamos dizer desde já que, em se tratando da lavagem de dinheiro, ou seja, em se tratando de uma tentativa de manter as aparências de licitude, não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento”.
A tensa reunião é descrita pelo ex-procurador-geral com diálogos duros trocados entre os colegas de Ministério Público. “‘Se você não fizer a denúncia, a gente perde a lavagem’, reforçou Dallagnol, logo depois da fala de Paludo. ‘Eu não vou fazer isso!’, repeti. ‘Você está querendo interferir no nosso trabalho!’, exclamou Dallagnol, aparentemente irritado. ‘Eu não quero interferir no trabalho de vocês. Ao que parece, vocês é que querem interferir no meu. Quando houve o compartilhamento da prova, o ministro Teori excluiu expressamente a possibilidade de vocês investigarem e denunciarem o Lula por crime de organização criminosa, que seguia no Supremo. E vocês fizeram isso. Vocês desobedeceram à ordem do ministro e colocaram como crime precedente organização criminosa. Eu não tenho o que fazer com isso’, eu disse


Fonte: Brasil 247

Procuradores ligados à Lava Jato já defendem novo julgamento para Lula

Para eles, esta seria a única forma de pacificar o país e afastar as inúmeras suspeitas que passaram a pesar sobre os procuradores e o ex-juiz Sergio Moro


A sucessão de revelações, derrotas e reveses sofridos pelo Ministério Público Federal (MPF), sobretudo as denúncias do The Intercept em parceria com outros veículos sobre conluio com o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, está mexendo com o órgão.
De acordo com nota publicada na coluna de Mônica Bergamo desta segunda-feira (30), alguns procuradores que participaram da operação Lava Jato na equipe do ex-procurador Rodrigo Janot passaram a defender um novo julgamento para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para eles, esta seria a única forma de pacificar o país e afastar as inúmeras suspeitas que passaram a pesar sobre os procuradores e Moro.
Prisão domiciliar
Num claro sinal de recuo, o MPF pediu, na última sexta-feira, que a Justiça conceda prisão domiciliar a Lula. Os procuradores da Operação Lava Jato afirmam: “o cumprimento da pena privativa de liberdade tem como pressuposto a sua execução de forma progressiva”. Lula já teria cumprido um sexto dela, e portanto já poderia cumprir a condenação em regime semiaberto.
Deltan Dallagnol, Roberto Pozzobon e Laura Tessler são os procuradores que assinam o documento enviado ao Supremo Tribunal Federal


O ex-presidente, no entanto, se antecipou à decisão e afirmou que ficará na cadeia por não aceitar entrar no jogo feito pelos procuradores.


O perfil oficial do presidente postou uma resposta dada em entrevista ao site GGN. “Não vou pedir progressão. Estou ciente do papel que estou cumprindo e da canalhice que fizeram comigo. Quero sair daqui inocente, 100%, como entrei. Estou aqui por responsabilidade deles.”


Fonte: Revista Fórum

Começam a desmoronar as redes sociais do bolsonarismo

As redes sociais bolsonaristas começam a ser desmontadas diante da crise da extrema-direita. O Brasil 247 teve acesso a mensagens divulgadas em 100 grupos de WhatsApp que apoiam Jair Bolsonaro. Neles, o coordernador Carlos Henrique enviou um áudio neste domingo com críticas pesadas a Bolsonaro e anunciou também a desativação da rede.

"Basta! se o Brasil está acima de tudo, tenho pena de todos que estão abaixo dele", criticou Carlos Henrique, referindo-se a Bolsonaro, em um áudio de 14 minutos enviado aos grupos bolsonaristas.

"O mito nos salvou. Eu, particulamente, um dos comandantes da guerra virtual, que mais trabalhou para eleger Bolsonaro, já estou de saco cheio do mito e desta ilusão de salvador da pátria", disparou Carlos Henrique em outro trecho do áudio.

Além do áudio, Carlos Henque publicou um texto onde chama Bolsonaro de "omisso".

"Ola amigo. Estamos sem postar porque uma profunda tristeza e reflexão faz-se necessária. Nossa principal bandeira, a Lava Jato, a qual também atribuímos a eleição de Bolsonaro foi condenada a morte pelo STF e com a omissão de nosso Presidente. Segue um áudio que peço que ouça até o fim e compartilhe. Porque a partir de hoje vamos ficar um tempo off para refletir como devemos continuar nosso ativismo em prol do Brasil. Desde já agradeço a todos que nos acompanham aqui e tanto fizeram e fazem pelo Brasil. O momento é triste mas nossa fé no Povo de Bem é maior e com certeza surgirá uma nova forma de continuarmos nossa luta. Abs e boa semana".

Leia mais no Brasil247

Delegado da PF denuncia: Lava Jato destruiu provas em inquérito

A defesa de Mario Renato Castanheira Fanton, delegado da Polícia Federal denunciado sob acusação de vazar informações sigilosas, apresentou à Justiça um documento com mensagens que indicam claramente tentativa de destruição de provas da Lava Jato por colegas que atuaram na operação. A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo.

São anexadas capturas de tela de WhatsApp que a defesa diz ser de um conflito a respeito do assunto que ocorreu em 2015 entre Fanton e outro delegado, Maurício Moscardi Grillo.

Nas mensagens atribuídas a Moscardi, ele pede a Fanton que um depoimento da doleira Nelma Kodama não seja anexado em um inquérito que investigava policiais desafetos da operação. ?Moscardi também teria solicitado que esse depoimento fosse refeito com “pitacos” dele. As mensagens, diz a defesa, foram submetidas à perícia.


A reportagem ainda informa que o documento apresentado pelos advogados é uma manifestação preliminar, protocolada na 14ª Vara Federal de Curitiba em setembro deste ano, em resposta à acusação de desvio de função por vazamento de dados. A denúncia ainda não foi analisada pela Justiça e é sigilosa.

Os advogados de Fanton afirmam que seu cliente não cometeu nenhum desvio funcional e que tentou alertar o procurador Januário Paludo, da força-tarefa do Ministério Público Federal, sobre suspeitas de irregularidades que teriam sido cometidas pelos delegados da Lava Jato. Também é anexada uma captura de tela de conversa com Paludo em que é feito esse alerta.

Representante da defesa de Fanton, o advogado José Augusto Marcondes de Moura Jr. afirma que irá oficiar à OAB para que acompanhe os casos relativos ao seu cliente, informa a reportagem de José Marques.

Em 2015, quando as conversas teriam ocorrido, Fanton conduzia um inquérito que tinha como objetivo apurar se havia um conluio entre delegados da Polícia Federal do Paraná e advogados para produzir um dossiê contrário à Lava Jato.

Fonte: Brasil 247

The Intercept revela casos de venda de sentenças por juízes e desembargadores

A partir de levantamento feito junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Lei de Acesso à Informação, a reportagem chegou a 21 casos de vendas de sentenças com valores que vão de R$ 750 a R$ 400 mil


A reportagem do The Intercept Brasil desta segunda-feira (30) revelou um lucrativo mercado de venda de sentenças envolvendo juízes e
 desembargadores em pelo menos nove tribunais estaduais e três federais do país. A partir de levantamento feito junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Lei de Acesso à Informação, a reportagem chegou a 21 casos de vendas de sentenças com valores que vão de R$ 750 a R$ 400 mil.


De acordo com o levantamento, sete juízes e 14 desembargadores foram condenados por tal ilegalidade no Brasil. Há ainda outros 13 casos em que os relatores dos processos não deixam claro que o magistrado recebeu dinheiro em troca de uma decisão, mas há fortes indícios de que isso tenha ocorrido. Tocantins, Bahia e o Ceará são os estados campeões, com têm quatro casos cada um.
A sentença mais cara foi cobrada pelo desembargador Rubem Dário Peregrino Cunha, do Tribunal de Justiça da Bahia: R$ 400 mil. A compra foi feita pelo então prefeito de São Francisco do Conde, Antônio Pascoal Batista (PDT), em 2007. Ele havia sido denunciado pelo Ministério Público do estado por roubar cerca de R$ 1,5 milhão da prefeitura e corria o risco de ser preso. O processo encaminhado ao gabinete do desembargador Cunha, que, além do dinheiro, ainda pediu um cargo para a namorada do filho.

Enquanto em São Francisco do Conde a sentença era salgada e de acesso a poucos, em Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte, o juiz José Dantas de Lira se contentava em receber R$ 750 por liminar, valor ainda dividido com outras cinco pessoas. O negócio funcionava no atacado e, em seis meses, Lira concedeu 22 liminares a apenas três pessoas.


Somente de 2007 a 2009, o Ministério Público do Rio Grande do Norte descobriu que foram movimentados mais de R$ 3 milhões na conta de um dos envolvidos no esquema. Lira foi condenado em 2017 a aposentadoria compulsória, punição mais grave que o CNJ pode aplicar aos magistrados.


Corregedores
Encarregados de fiscalizar e garantir o trabalho dos outros magistrados, pelo menos dois corregedores também foram envolvidos no “mercado de sentenças”. Jovaldo dos Santos Aguiar, corregedor do Tribunal de Justiça do Amazonas, foi afastado após ser denunciado por um empresário e advogado que
pagou, mas não recebeu a decisão negociada.
Já o desembargador Antônio Fernando Guimarães, do TRT de Minas Gerais, deixou o escritório de advocacia que trabalhava “subsidiasse” o aluguel de seu apartamento. Guimarães passou dez anos pagando R$ 200 reais por um apartamento de luxo em Lourdes, um dos bairros mais caros de Belo Horizonte. Em troca, o escritório Vilhena&Vilhena tinha a segurança de contar com a mão amiga do magistrado.


Fonte: Revista Fórum

Moro divulga matérias de sites de fake news bolsonaristas

Da revista Fórum – Cada vez menor politicamente – e sendo obrigado a viver à sombra de Jair Bolsonaro nos últimos tempos, por ter sua imagem arranhada após a divulgação dos diálogos na Vaza Jato – Sergio Moro apela para sites reconhecidamente como propagadores de fake news para manter a sua vaidade.


O site Crítica Nacional fez um post elogiando os trabalhos do ministro e da Policia Federal. Moro compartilhou a publicação usando apenas a palavra seguimos. “Governo Bolsonaro exibe records em volume de drogas apreendidas, oito fases da Operação Lava Jato esse ano, e redução da criminalidade. Mas apesar disso, os apocalípticos e desinformantes insistem em dizer que A Lava Jato acabou”, escreveu a página em sua conta no Twitter.

Antes endeusado pelos grandes veículos de comunicação, o atual ministro da Justiça vê seu prestígio cada vez menor. Acostumados com afagos da mídia, Moro está tendo que conviver com críticas mais contundentes com daqueles que antes só o elogiavam.


Fonte: Brasil 247

Moro e Maia conspiram contra CPI da Vaza Jato

Aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), contam que, na semana passada, o ministro da Justiça do governo de extrema-direita de Bolsonaro demonstrou preocupação com o pedido de instalação da CPI da Vaza Jato, diz a coluna.


A CPI tem por finalidade investigar mensagens da força-tarefa da Lava Jato obtidas pelo The Intercept que incluem o ex-juiz.

A coluna informa que Maia tranquilizou Moro, com a avaliação de que não é hora de gerar crises entre os Poderes.


A posição de Rodrigo Maia contraria todas as expectativas das forças democráticas do país, que querem a apuração sobre os desmandos e ilegalidades cometidas por Moro e os procuradores da Operação Lava Jato.

Rodrigo Maia corre o risco de se indispor com amplos setores políticos na Câmara, onde há um generalizado sentimento contra Moro devido à sua cruzada para criminalizar a atividade política democrática.


Fonte: Brasil 247

domingo, 29 de setembro de 2019

Corrupção na campanha de Bolsonaro: falsa produtora recebeu 240 mil

Empresa não existe no endereço informado pela Receita Federal
A Mosqueteiro Filme, empresa que segundo o PSL foi a responsável por fazer vídeos e as redes sociais da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, não existe no endereço informado pelo partido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O imóvel fica na cidade de Petrolina-PE, e de acordo com a revista Época o local está fechado há pleo menos dois anos. Segundo a prestação de contas da legenda, a empresa recebeu R$ 240 mil, o que equivale a 20% de tudo que foi gasto para que Bolsonaro vencesse as eleições de 2018.


O valor é muito inferior ao preço normal de mercado para esse tipo de atividade. Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplou, desembolsou R$ 15 milhões, e Henrique Meirelles (MDB) investiu R$ 10 milhões pelo mesmo tipo de serviço.

A Mosqueteiro Filmes está registrada nos nomes da esposa e do filho de Lucas Salles. O empresário é ligado ao vice-presidente do PSL, Julian Lemos, e mantém outras atividades ligadas à publicidade em João Pessoa. Uma de suas empresas, a Alfa9, recebeu mais R$ 30 mil da campanha de Bolsonaro.


Fonte: Segundo a lei eleitoral, informar na prestação de contas o CNPJ de uma empresa que não a real prestadora de serviço é ser considerado crime de falsidade ideológica eleitoral. A pena para esse tipo de crime é de até cinco anos de prisão.

Fonte: Segundo a lei eleitoral, informar na prestação de contas o CNPJ de uma empresa que não a real prestadora de serviço é ser considerado crime de falsidade ideológica eleitoral. A pena para esse tipo de crime é de até cinco anos de prisão.
Fonte:.  Segundo a lei eleitoral, informar na prestação de contas o CNPJ de uma empresa que não a real prestadora de serviço é ser considerado crime de falsidade ideológica eleitoral. A pena para esse tipo de crime é de até cinco anos de prisão.

Sargento preso com cocaína na Espanha processa Eduardo Bolsonaro, que o impede de ser ouvido na Câmara

O sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) Manoel Silva Rodrigues, que se encontra atualmente preso na Espanha, acusado de transportar 39 quilos de cocaína em avião da comitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro, está lutando na Justiça pelo direito de contar a sua versão dos fatos à Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Mas, de acordo com o militar detido na Europa, o deputado ignorou todos os seus pedidos para se manifestar.
É o que se observa em publicação constante na edição do último dia 9 do Diário Oficial da Justiça do Distrito Federal, que segue abaixo.
Assim, conforme alega o ex-membro da comitiva de Jair Bolsonaro, no dia 10 de julho deste ano, Eduardo, chamado de 03 por seu próprio pai, convidou representantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência e da FAB para se manifestarem sobre os fatos ocorridos em aeronave da comitiva presidencial, nos quais Manoel Silva Rodrigues foi acusado de tráfico de drogas.


O militar argumenta que tem direito de manifestação perante à referida Comissão (por meio de seus advogados, pois se encontra preso na Espanha), em razão do direito de resposta que lhe é assegurado por lei.


No mesmo processo judicial movido contra Eduardo, ele diz ter enviado uma série de pedidos por email ao deputado federal do PSL, mas que não recebeu qualquer resposta.
Assim, ainda segundo os advogados do militar preso, não restou alternativa a não ser acionar a Justiça para que pudesse ser ouvido, já que, segundo alega, os membros do Gabinete de Segurança Institucional estariam dizendo inverdades a respeito do caso.


Até agora, porém, Manoel Silva Rodrigues não teve sucesso em seu intento. Nem Eduardo Bolsonaro chegou sequer a responder seus e-mails, nem a juíza de primeira instância que julgou o caso, Joana Cristina Brasil Barbosa Ferreira, da Primeira Vara Cível de Taquatinga (DF), atendeu a seu pedido para ser ouvido.

Flávio Bolsonaro usou verba pública para viajar e gravar com Sílvio Santos

Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e também o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), para aparecerem nos quadros de Sílvio Santos, tiveram ajuda dos cofres públicos.  Os dois teriam viajado a São Paulo, em voos proporcionados pelo Congresso e cargos que ocupam e ainda tiveram auxílio para a hospedagem na capital paulista.


Flávio Bolsonaro, pagou a viagem do próprio bolso até São Paulo, no entanto depois pediu reembolso do Senado. Alcolumbre usou voo da FAB para ir até São Paulo.



Eliane Cantânhede já compara Lava Jato a um Titanic

"Com a sucessão de eventos da semana passada, a Lava Jato começa a ir a pique como o Titanic. Hackers, The Intercept Brasil, Supremo, Congresso, Planalto e, agora, a absurda, inacreditável, chocante história do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que entrou armado na mais alta corte do País para assassinar o ministro Gilmar Mendes", diz a jornalista Eliane Cantânhede, em artigo publicado neste domingo.


"Depois das ’flechadas’ contra Michel Temer, Janot queria assassinar Gilmar a tiros. Não tirou o mandato de um nem a vida do outro, mas acaba de matar sua própria reputação. Procuradores são servidores públicos e ele não era apenas um procurador qualquer, era o procurador-geral e estava disposto a cometer não um crime qualquer, mas o mais grave de todos: assassinato. E de um ministro do Supremo!", diz ainda a colunista, que afirma que Janot agia como justiceiro.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro decreta sigilo de 25 anos em gastos de sua viagem aos EUA; ele usou até carro blindado

"A Presidência da República exigiu que o carro que transportou Jair Bolsonaro em Nova York fosse blindado. Nunca antes na história deste país um presidente requisitou um automóvel blindado para andar pelas ruas da cidade americana", informa o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna. "Quanto custou esse cuidado a mais? Os brasileiros terão que esperar até 2044 para saber. O valor do aluguel do automóvel, acredite, está protegido por um sigilo de 25 anos", diz ele.


Fonte: Brasil 247

Processo contra Lula sobre o sítio de Atibaia deve retroceder nove meses

"O processo em que o ex-presidente Lula foi condenado em primeira instância a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem em decorrência de refromas em um sítio de Atibaia (SP) já se encaminhava para a fase decisiva na segunda instância, mas agora tende a ser revisto", informa o jornalista Felipe Bachtold, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo.


O motivo é a nova jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que determina que delatados devem se manifestar após a posição dos delatores que os acusam.


"Além das etapas a serem refeitas, outro fator deve impactar o andamento dessa ação penal contra o ex-presidente: o caso mudará de mãos. Agora, a sentença deverá ser de responsabilidade de um magistrado que ainda não havia se debruçado sobre o assunto, o juiz Luiz Antonio Bonat, que assumiu a titularidade da Vara Federal da Lava Jato em março deste ano. Com a eventual anulação da sentença de Hardt, Bonat precisará revisitar uma série de numerosas provas colhidas ao longo do processo, que foi aberto em agosto de 2017", informa ainda Bachtold.


Fonte: Brasil 247

FOI GOLPE! Colunista de O Globo já diz que história do Impeachment está sendo reescrita

"Três anos depois, a história do impeachment de Dilma Rousseff continua a ser reescrita. Na sexta-feira, o tucano Aloysio Nunes afirmou que a Lava-Jato cometeu ’ilegitimidades’ e vendeu ’peixe podre’ para forçar a derrubada da ex-presidente. Ele se referia ao grampo do ’Bessias’, vazado por Sergio Moro às vésperas da votação decisiva na Câmara", diz o colunista Bernardo Mello Franco, do Globo.


"O tucano foi beneficiário direto do impeachment. Candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves, ele virou líder do governo de Michel Temer no Senado. Meses depois, foi promovido a ministro das Relações Exteriores. Na sexta, o tucano disse não ter dúvidas de que a nomeação de Lula teria evitado a queda de Dilma", afirma ainda o colunista.


Fonte: Brasil 247

sábado, 28 de setembro de 2019

Bafo: homem desmoralizado por Bolsonaro não é desempregado e trabalha no Ministério do Turismo

Juliano Daldegan é assistente administrativo do Ministério do Turismo e na ocasião falava algo relacionado a ajudar o setor; segundo a fonte que o identificou para a Fórum, é entusiasmado apoiador do presidente

Na sexta-feira (27), Jair Bolsonaro foi flagrado em vídeo enquanto tirava selfies na entrada do Palácio da Alvorada, em Brasília, acompanhado por seus seguranças dizendo para um deles: “Só pelo bafo não vai ter emprego”.
Ele falava de um homem que enquanto tirava fotos lhe pedia algo. Mas não era emprego, como se pensava inicialmente. Juliano Daldegan é assistente administrativo do Ministério do Turismo e na ocasião falava algo relacionado a ajudar o setor, como se pode confirmar no vídeo. E ainda repetia a frase “vai dar tudo certo, vai dar tudo certo”.

Daldegan, segundo a fonte que o identificou para a Fórum, é entusiasmado apoiador de Bolsonaro.
Ele é do interior de Minas e parte da sua família hoje mora em Belo Horizonte.
Fórum procurou Daldegan pelas redes sociais e não obteve retorno.
Um apoiador do Bolsonaro foi pedir emprego pra ele, disse que "vai dar tudo certo" e tirou uma selfie sorridente.

O presidente comenta com um segurança: "só pelo bafo não vai ter emprego".
1.729 pessoas estão falando sobre isso

Fonte: Revista Fórum