GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sábado, 31 de julho de 2021

TCU conclui que app TrateCov não sofreu ataque hacker

 


 CNN - Em resposta à CPI, e contrariando o que declarou o ex-ministro Pazuello em seu depoimento, o Tribunal afirma que auditoria técnica não identificou hackeamento



Tribunal de Contas da União (TCU) comunicou esta semana que, após auditoria técnica, atendendo ao que foi solicitado pela CPI da Pandemia da Covid-19, em curso no Senado Federal, concluiu que o aplicativo TrateCov não sofreu ataque hacker.

O TrateCov foi lançando pelo Governo Federal em janeiro deste ano para consulta da população sobre a Covid-19. Ele foi retirado do ar no mesmo mês após denúncias de que o app fazia recomendação para o tratamento precoce, como ficou conhecido o uso de cloroquina e outros medicamentos sem comprovação científica de que funcionam contra a Covid-19. As recomendações eram feitas até mesmo para bebês.



Durante seu depoimento à CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello alegou que um hacker invadiu o sistema e publicou uma versão incompleta do aplicativo.

Pazuello afirmou ainda que a ideia original do Ministério da Saúde era oferecer uma ferramenta que auxiliasse os médicos a fazerem um diagnóstico mais rápido de casos de Covid-19 diante da velocidade com a qual a doença se espalhava no Amazonas.

O ex-ministro afirmou que a ideia era, após os médicos colocarem os sintomas observados no aplicativo – dando pesos para cada um deles – receber uma sugestão de diagnóstico. Ele disse, porém, que depois da apresentação o TrateCov foi hackeado e teve seus parâmetros alterados.

"Naquele dia [10 de janeiro] a plataforma foi hackeada, roubada por um cidadão, que foi descoberto. Ele alterou dados lá dentro e colocou na rede pública. Quem colocou foi ele, tem todo o Boletim de Ocorrência e vou disponibilizar aos senhores", detalhou.

"Quando descobrimos que ele foi hackeado mandei tirar do ar imediatamente. O TrateCov, no fim das contas, nunca foi utilizado por médico algum. Ele foi retirado. Ele foi iniciado, apresentado ainda não concluso."



Já Mayra Pinheiro, secretária do ministério da Saúde, afirmou, também em depoimento à CPI, que o que houve não foi um hackeamento, mas uma "extração indevida" dos dados

"Foi lançada na versão prototípica no dia 11 [de janeiro]. Entre os dias 11 e 20 estávamos cadastrando os [números de] CRMs para que apenas os médicos pudessem utilizar. Na madrugada do dia 20, houve a extração indevida dos dados dessa plataforma", afirmou Mayra, em depoimento à CPI da Pandemia.

Ela também declarou que não houve qualquer tipo de alteração no código-fonte da plataforma ou nãs recomendações emitidas pelo TrateCov "porque o sistema era seguro". "Ele só fez simulações indevidas. [O sistema] foi retirado do ar para investigação."


Pazuello presta depoimento à CPI da Pandemia
Pazuello presta depoimento à CPI da Pandemia
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Senado solicitou, então, que fosse feita uma análise técnica da plataforma. “Não foram identificados indícios de que tenha havido violação do código-fonte do TrateCov, sendo que qualquer pessoa que tivesse conhecimento do link (URL) poderia acessá-lo (e copiá-lo), pelo menos, entre 7 e 22/1/2021”, escreve a área técnica do TCU em relatório.

Sobre a alegação de "extração indevida" de dados, o Tribunal destaca que as cópias das páginas do aplicativo não configuram violação do código-fonte.

A plataforma recomendava uma série de remédios sem comprovação de eficácia contra a doença, como hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina, azitromicina e doxiciclina, dependendo dos sintomas relatados pelo paciente.

Em janeiro, o então ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou que a pasta recomendasse qualquer remédio para a Covid-19. "Defendemos e incentivamos e orientamos que a pessoa doente procure imediatamente o posto de saúde, o médico, e que o médico faça o diagnóstico clínico do paciente. Que remédios o médico vai prescrever, isso é foro íntimo do médico com seu paciente", disse Pazuello à época.

A reportagem da CNN refez a simulação de um bebê de cinco meses com febre e congestão nasal, sem contato com paciente com Covid-19. A plataforma recomendou cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, entre outros medicamentos do chamado "kit Covid".

O relatório técnico do TCU também informa que o aplicativo sugeria sim o uso de tais medicamentos. "O TrateCov pode ser considerado uma “ferramenta de apoio a decisão” para os usuários que a utilizam pois, a partir de dados inseridos, a aplicação sugere (ou não) um diagnóstico de Covid-19 e procedimentos de condutas médicas, incluindo a prescrição de medicamentos para tratamento", diz o documento.

"Foi constatado que, a indicação pelo usuário do TrateCov de quaisquer dois sintomas é
suficiente para a aplicação web exibir o diagnóstico “Provável diagnóstico de COVID-19”, como
por exemplo, “dor de cabeça” e “náuseas”, ou “lombalgia” e “dor em coluna toráxica”, ou ainda
“dor de garganta” e “dor em membros inferiores”, e consequentemente ocorrer a sugestão de
prescrição de medicamentos do denominado tratamento precoce", detalha o relatório.

O documento do TCU concluiu então que, "quando recomenda tratamento precoce, o Tratecov apresenta sempre a mesma lista de sete medicamentos – Disfosfato de Cloroquina, Hidroxicloroquina, Ivermectina, Azitromicina, Doxiciclina, Sulfato de Zinco e Desametazona – e a posologia (dose e frequência de uso) sugerida é sempre a mesma para quatro das medicações – Disfosfato de Cloroquina, Hidroxicloroquina, Azitromicina e Doxiciclina.

A versão do TrateCov analisada pela equipe possui comportamento muito semelhante à versão
que foi preservada no serviço Internet Archive em 20/1/2021, em especial no que concerne às
regras de cálculo dos fatores de risco e do escore da Covid-19, à lista de medicamentos utilizados
para tratamento precoce e à posologia, e não foram observadas (pela equipe) diferenças quanto a
estes aspectos."

À época do caso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu comunicado em que disse que a ferramenta não preservava o sigilo das informações e não deixava claro como seriam utilizadas, além de permitir o preenchimento por pessoas não especializadas, o que poderia induzir à automedicação.

Após perder 94 anunciantes, Sikêra Jr. é premiado com programa dominical


Revista Fórum  - Ao invés de ser repreendido ou até mesmo demitido por declarações homofóbicas, o apresentador foi premiado; A iniciativa é da TV A Crítica, mas deve ir para a RedeTV!


Ao invés de ser repreendido ou até mesmo demitido após provocar a saída de, até o momento, 94 anunciantes da grade no seu horário por declarações homofóbicas, o apresentador Sikêra Jr. vai ser promovido. Ele vai ganhar da TV A Crítica um programa dominical.

O programa terá um modelo semelhante ao que Gugu Liberato fazia no Domingo Legal, do SBT, com mistura de notícias e entretenimento. O canal amazonense, de acordo com o TV Pop, decidiu pedir ajuda para os fãs do comunicador, que vão poder contribuir dando ideias de quadros e de elementos do cenário.

Como se fosse pouco, a iniciativa é da TV A Crítica, mas já existem negociações para que a atração também seja retransmitida pela RedeTV!. A emissora de Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo Jr. não é afetada judicialmente pelos comentários feitos pelo jornalista no Alerta Nacional, já que o contrato firmado prevê a total responsabilidade do apresentador pelas convicções e opiniões ditas durante as edições do noticiário, além do comprometimento em ressarcir a emissora em caso de eventuais prejuízos provocados por indenizações.



O jornalista contou a novidade durante o Alerta Amazonas de quarta-feira (28). “Hoje nós vamos ter uma reunião envolvendo os donos da emissora, a engenharia, o pessoal de pesquisa e os diretores. É sobre o novo programa que vem aí, um programa de auditório. Vai ser um programa com plateia, muita coisa boa. Só que quem vai decidir, quem vai dizer assim… ‘olha, vocês poderiam botar uma luz, uma piscina no meio do palco’. As sugestões tem que ser dadas por vocês, então, participem dessa reunião. Esse programa vai ser montado com a sua dica. Você é quem vai dizer, você é quem vai nos ajudar. Por favor, nos ajude a montar esse programa. Vai ser muito bacana, vai ser inédito na televisão as pessoas participando e dando dicas para esse programa de auditório. Vai ser sensacional, vocês vão ver”, anunciou.




“Raça desgraçada”

Ao criticar a campanha em prol do Orgulho LGBT produzida pela rede Burger King, onde crianças falam sobre diversidade sexual, o apresentador Sikêra Jr. se referiu as pessoas LGBT como “raça desgraçada”.

“A criançada está sendo usada. Um povo lacrador que não convence mais os adultos e agora vão usar as crianças. (…) Deixa essa tara, não vem para o lado das crianças. (…) A gente tá calado engolindo essa raça desgraçada. (…) O comercial é podre, nojento, ridículo”, disse o apresentador ao vivo, ao comentar comercial do Burger King em respeito à diversidade.


A partir dessa declaração, o movimento Sleeping Giants levantou a tag #DesmonetizaSikera. Desde então, grandes marcas que anunciavam no programa, entre elas a construtora MRV e HapVida Saúde, anunciaram a retirada de seus anúncios do programa.

Homofóbico reincidente

Em maio deste ano o ativista LGBT Agripino Magalhães protocolou no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) um pedido de prisão preventiva do apresentador do Alerta Nacional, Sikêra Jr., por prática recorrente de homofobia ao vivo em seu programa.



O documento foi entregue ao MP nesta terça-feira (11) e segue em análise. A ação tem como base a edição do Alerta Nacional exibido no dia 5 de maio. Ao comentar sobre uma ação de jovens que vandalizaram uma igreja, Sikêra buscou fazer uma associação entre o crime da reportagem e a comunidade LGBT. Além disso, Sikêra Jr. também faz menções indiretas ao ativista Agripino Magalhães.

Renan apresenta requerimento para quebrar o sigilo bancário da Jovem Pan

 


 Carta Capital - O relator da CPI da Covid se refere à emissora como uma 'grande disseminadora das chamadas fake news'


O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, protocolou um requerimento para quebrar o sigilo bancário da rádio Jovem Pan, à qual ele se refere como “grande disseminadora das chamadas ‘fake news‘”.

Renan quer obter detalhes sobre as movimentações bancárias da emissora desde o início de 2018. Segundo o senador, “deve ser apresentada análise comparativa entre os períodos, anterior e posterior à situação de pandemia, até a presente data”.

Além disso, destaca o parlamentar, “a quebra, a transferência e todas as análises, em especial a comparativa (…), deverão ser elaboradas com dados e informações, outrossim ligações com outras pessoas naturais e jurídicas, disponíveis nas diversas bases de dados da Receita Federal do Brasil”.

A CPI volta do recesso na próxima terça-feira 3, com o depoimento do reverendo Amilton Gomes de Paula, apontado por representantes da Davati Medical Supply como um “intermediador” entre o governo federal e empresas que ofereciam vacinas.

Para que o requerimento de Renan Calheiros seja aprovado, tem de receber o endosso da maioria dos 11 membros titulares da comissão.

Leia a íntegra do texto: DOC-REQ 12232021 - CPIPANDEMIA-20210730 (1)




Partidos pedem que TSE exija de Bolsonaro provas de fraudes eleitorais


Metrópoles  - Petição é assinada por 11 siglas e protocolada no Tribunal Superior Eleitoral para que presidente comprove acusação contra urnas eletrônicas


Pelo menos onze partidos políticos ingressaram com um pedido de interpelação ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que ele explique as declarações, durante a live realizada na última quinta-feira (29/7), sobre a existência de possível fraude nas urnas eletrônicas de votação.


No pedido, assinado pelos líderes do MDB, PT, PDT, PSDB, PSol, Rede, Solidariedade, Cidadania, PV, PSTU e PCdoB, as agremiações solicitam que Bolsonaro apresente documentos e provas das afirmações contra as urnas eleitorais.

“É uma tentativa de fazer com que o Bolsonaro pare com essas loucuras de todos os dias e volte para a política”, afirmou Paulinho da Força, presidente do Solidariedade.



Desde que tomou posse no Palácio do Planalto, Bolsonaro tem afirmado ter provas sobre possíveis fraudes eleitorais, mas sem nunca ter apresentado formalmente os documentos.

Na transmissão ocorrida na quinta, o próprio presidente reconheceu não ter comprovações sobre as acusações, mas insistiu na tese de violação do sistema eleitoral.



Na petição ao TSE, os partidos destacaram que, além de não ter comprovado qualquer fraude, Bolsonaro lançou acusações contra instituições e autoridades públicas, antecipando o debate eleitoral e utilizando-se da estrutura pública para promover a desconfiança na Justiça Eleitoral.

Estadão: Áudios apontam lobby de militar para a Davati


 Estadão  - Tenente-coronel Marcelo Blanco teria intermediado encontro entre representante da empresa e Roberto Dias, do Ministério da Saúde.



Áudios obtidos pelo Estadão em posse da CPI da Covid indicam que o tenente-coronel da reserva do Exército Marcelo Blanco, ex-assessor do Departamento de Logística (DLOG) do Ministério da Saúde, usou a experiência como funcionário da pasta e a boa relação com seu ex-chefe, Roberto Dias, para abrir caminho a um interessado em vender 400 milhões de doses inexistentes de vacina contra covid-19. A reportagem é do Estadão.



As mensagens com as orientações foram enviadas cerca de 40 dias após o militar deixar o ministério. Os áudios sugerem uma atuação de Blanco em conjunto com Dias, nome indicado pelo Centrão para ocupar a diretoria do DLOG no governo de Jair Bolsonaro.

As gravações, mantidas sob sigilo, foram entregues à CPI por Cristiano Alberto Hossri Carvalho, representante da Davati Medical Supply, empresa que propôs vender até 400 milhões de doses da AstraZeneca ao governo. A Davati, no entanto, não representava a farmacêutica e não possuía as doses.



No dia 3 de março, Blanco enviou mensagem de áudio a Carvalho, na qual deu orientações sobre como acessar Dias. O coronel havia sido exonerado em 19 de janeiro. “Então, me faz uma gentileza, faz em nome do Roberto e manda naquele e-mail dele, do Roberto, né, e do DLOG. São dois e-mails que eu passei para o Dominghetti. Dele, Roberto, institucional, e do próprio departamento institucional. Entendeu?”, orientou Blanco, numa referência ao policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que também se apresentou como representante da Davati.



O segundo áudio também menciona Dominghetti. “Cristiano, só uma dúvida aqui. A representação não ia se dar por intermédio do Dominguetti? Ou eu entendi errado? É, porque aí no caso é você representando, né? Nessa carta, né?”




Cabo da PM de Minas, Dominghetti tinha aval de Carvalho para negociar vacinas em Brasília. O policial relatou ter ouvido de Dias, então diretor de Logística do Ministério da Saúde, pedido de propina de US$ 1 por dose para fechar o acordo.

A mensagem de Blanco é posterior ao jantar em que, segundo Dominghetti, a cobrança de propina teria sido apresentada, em 25 de fevereiro. Foi o coronel quem levou Dominghetti ao local do encontro e estava à mesa quando o pedido de pagamento teria sido feito. Três dias antes do encontro, Blanco abriu a Valorem Consultoria em Gestão Empresarial, representante comercial de medicamentos e insumos, que também atua na área de consultoria empresarial.

CPI da Covid quer aprofundar as investigações sobre a relação entre Dias e Blanco. O coronel deve prestar depoimento ao colegiado após o recesso parlamentar. A comissão retoma as atividades em agosto e o requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) para ouvir Blanco já foi aprovado.

‘Orientação’

Blanco disse ao Estadão que não negociou as vacinas e passou apenas uma orientação a Carvalho. “Eu oriento, (que) seja enviado nos e-mails institucionais, justamente para dar uma clareza e uma transparência de um ato lícito”, afirmou. “Eu jamais articulei ou intermediei nada. Eu só orientei: ‘Cara, envia nos e-mails institucionais’. Porque ali a coisa é formal. Foi tão somente isso”, declarou.

No depoimento à CPI, em 15 de julho, Carvalho disse que, logo após o jantar que Dominghetti teve com Blanco e com Dias, “me foi reportado que tinha um pedido de ‘comissionamento extra’ para o grupo do Blanco”. De acordo com ele, Blanco o procurou pela primeira vez em 1.º de março e disse que gostaria de fazer uma call com ele e Dias. “Aparentemente, o Roberto Dias havia indicado Marcelo Blanco para negociar comigo, porque ele falava em nome do Roberto Dias o tempo todo”, afirmou Carvalho.

O coronel, porém, negou que tenha havido pedido de propina e que existisse um “grupo do Blanco”. “Que grupo? Chega a ser hilário um negócio desses. Me colocou como chefe de quadrilha.” Ele disse achar “natural” usar o conhecimento agregado de sua passagem pelo Ministério da Saúde em sua empresa de consultoria empresarial. “É natural que você possa utilizar isso daí de forma lícita, legal, quando você estiver do lado de fora. Até porque o meu cargo, até por ser um cargo de muito pouca expressão no ministério, não exigia quarentena”, afirmou ele ao Estadão.

Relação

Ao depor na CPI da Covid, Dias desconversou sobre seu vínculo com Blanco. “É um ex-colega de trabalho”, disse. Para o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Dias afirmou apenas que conversava com o então colega de trabalho. “Foi meu assessor, foi meu diretor substituto. Era uma indicação do general (Eduardo) Pazuello e, eventualmente, eu conversava com o coronel Blanco.” Blanco disse que tinha uma relação “muito amistosa” com Dias, “como tinha com todo mundo”.

Por meio de nota, a defesa de Dias afirmou que “falas, escritas e/ou posicionamentos do coronel Blanco devem ser a ele questionados”. “Desconheço quaisquer desses diálogos com a minha pessoa, eis que nunca representaram um posicionamento meu ou do departamento”, diz o comunicado.

Mourão é aconselhado por aliado a renunciar, diz jornal

     


 CNN Brasil - O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), foi aconselhado por um general da reserva muito próximo a ele a renunciar ao cargo, segundo Caio Junqueira, da CNN Brasil. Para Mourão, ainda não é o momento para deixar o governo, mas o vice avalia a possibilidade.

De acordo com interlocutores, uma eventual renúncia ganhou força desde que Jair Bolsonaro disse que Mourão atrapalha o governo, comparando-o com um cunhado indesejado. Ao saber da declaração do chefe do governo, o vice ficou indignado.



Mourão planeja ter nos próximos dias uma conversa a sós com Bolsonaro para demonstrar seu incômodo.

O vice analisa que sua renúncia poderia abrir caminho para o impeachment, já que a cadeira da presidência passaria, sem a presença de Mourão, para o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que também é responsável por pautar os pedidos de impeachment.




URGENTE: Bolsonaro impõe sigilo de 100 anos aos crachás de acesso dos filhos ao Planalto


Revista Crusoé - O governo Jair Bolsonaro impôs um sigilo de 100 anos sobre informações referentes aos crachás de acesso ao Palácio do Planalto expedidos em nome dos filhos dele. Em documentos públicos enviados à CPI da Covid no mês passado, a própria Presidência assumiu a existência dos cartões usados pelo vereador Carlos e pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro para acessar a sede do governo. A informação foi publicada pela revista Crusoé.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, "as informações solicitadas dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos familiares do senhor Presidente da República, que são protegidas com restrição de acesso, nos termos do artigo 31 da Lei nº 12.527, de 2011".



O documento do Planalto determinou que "as informações pessoais, a que se refere este artigo, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem terão seu acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 (cem) anos".

Governo pagou R$ 54 mil em passagens e diárias para namorada acompanhar Pazuello

 


 Folha de S. Paulo  - Namorada do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, a primeira-tenente, infectologista e diretora de programa na Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Laura Appi, recebeu R$ 54.036,24 da pasta entre maio de 2020 e março deste ano como pagamento de diárias de viagens. A informação foi publicada pela coluna de Mônica Bergamo.



No mesmo período, Pazuello recebeu R$ 88,5 mil em diárias e ajuda de custo do Ministério da Saúde em 2020. Em ao menos nove viagens reembolsadas, Appi se apresentou como acompanhante do então ministro no campo de justificativa para a viagem.




Recurso, recesso e indefinição de Lira dão sobrevida a Flordelis

 

Metrópoles - Processo de cassação da deputada está pronto para ser votado no plenário da Câmara, mas Arthur Lira (PP-AL) ainda não marcou a votação



Quase dois meses após o Conselho de Ética da Câmara aprovar parecer pela cassação da deputada Flordelis (sem partido-RJ, a parlamentar segue exercendo o mandato e recebendo o salário mensal de R$ 33,7 mil brutos.



Flordelis vem ganhando “sobrevida” graças a uma combinação de fatores, que vão desde recursos regimentais, atraso na remessa do processo pelo Conselho de Ética e indefinição do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

O conselho concluiu a análise do caso em 8 de junho. Como a coluna noticiou, o presidente do colegiado, Paulo Azi (DEM-BA), porém, demorou a comunicar a conclusão para que Lira abrisse o prazo regimental para recurso.



A deputada recorreu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O recurso foi negado em 13 de julho, véspera do início do recesso parlamentar, que só acabará em 3 de agosto.

Agora, o processo depende apenas de Lira para ser finalmente votado no plenário da Casa, última etapa da tramitação. Até agora, porém, ele não marcou a votação. Procurado, o presidente da Câmara não respondeu.




Reunião de Mario Frias com extremista não teve conteúdo registrado

 


 MetrópolesSecretaria da Cultura não fez qualquer registro sobre o que foi conversado entre Mário Frias e a deputada da extrema-direita alemã Beatrix von Storch, neta de um ministro de Adolf Hitler, na reunião entre eles em 22 de julho.



A reunião consta na agenda oficial do secretário sob a justificativa de discutir a liberdade de expressão nas empresas big techs, como são chamadas as grandes empresas de tecnologia. Segundo a secretaria, no entanto, não foram produzidas atas ou outros registros sobre o que foi debatido no encontro.

O órgão também diz que não ter registros sobre o pedido de reunião porque von Storch acompanhou o deputado estadual Gil Diniz e que este solicitou o encontro diretamente por telefone.



As informações foram repassadas à coluna por meio da Lei de Acesso à Informação.

Von Storch já foi investigada por incitar o ódio contra mulçumanos e ficou conhecida por defender políticas xenofóbicas e anti-imigração.



Com virada e emoção, Stefani e Pigossi conquistam bronze inédito no tênis

 


Metrópoles -Dupla brasileira derrotou as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova e garantiu a medalha inédita para o país no tênis



Um feito histórico. Nas primeiras horas deste sábado (31/7), a dupla brasileira Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistou a medalha de bronze no torneio de duplas femininas no tênis após um final eletrizante, em que as brasileiras salvaram quatro match points. Essa é a primeira medalha do Brasil na modalidade.



As brasileiras venceram a dupla russa formada pelas tenistas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova por 2 sets a 1. A medalha coroa a boa campanha da dupla, que deixou algumas favoritas pelo caminho, mas acabaram perdendo na semifinal para a dupla da Suíça formada por Belinda Bencic e Viktorija Golubic.



Antes, a melhor campanha do Brasil no tênis Olímpico havia sido em 1996, em Atlanta, com Fernando Menigeni que acabou com a 4ª colocação. Luisa Stefani e Laura Pigossi só souberam que jogariam as Olimpíadas no dia 16 de julho, a oito dias da estreia.



Lula se encontra com presidente de Portugal, que está no Brasil

 


 Brasil 247O presidente português Marcelo Rebelo de Sousa está no Brasil para a reabertura do Museu da Língua Portuguesa. "Conversamos muito sobre as relações Brasil-Portugal e União Europeia. Um agradável encontro", disse Lula pelas redes





Rebelo está no Brasil para participar da reabertura do Museu da Língua Portuguesa, no Centro de São Paulo, será reaberto ao público no próximo domingo (1º) após passar 6 anos fechados depois de ter sido atingido por um incêndio. 

"Conversamos muito sobre as relações Brasil-Portugal e União Europeia. Um agradável encontro", disse Lula pelo Twitter. 




O museu vai funcionar de terça-feira ao domingo, das 9h às 18h. O ingresso inteiro custa R$ 20 e deve ser adquirido pela internet. Aos sábados, a entrada é gratuita, mas a visitação deve ser agendada, já que há um controle de pessoas devido à pandemia de coronavírus.



Diálogo fraterno com o presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa, que chegou hoje no Brasil para participar da inauguração do Museu da Língua Portuguesa. Conversamos muito sobre as relações Brasil-Portugal e União Europeia. Um agradável encontro. Foto: Ricardo Stuckert
Imagem
11,6 mil
498
Compartilhar este Tweet