GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

domingo, 30 de junho de 2019

Reinaldo Azevedo e os diálogos que mostram que Lula foi condenado sem provas

Acabou a conversa mole, e está revelada a patranha, diz o jornalista Reinaldo Azevedo em sua coluna do Uol deste domingo.

Se você ler a sentença de Moro que condenou Lula, não vai encontrar os fatos — NESSE CASO, TAMBÉM CHAMADOS DE PROVAS — que justificam a denúncia apresentada pelo MPF. E a culpa não será sua, leitor. Não se trata de um déficit de entendimento. É que as tais provas não foram apresentadas pelo MPF porque os procuradores não as tinham.
Se você pertencer à seita morista, a exemplo dos que vão “protestar a favor” (!?) do ex-juiz neste domingo, faça como o seu herói: dê de ombros, não ligue, olhe para o outro lado. Afinal, o doutor eternizou nos autos esta maravilha:

Este juízo jamais afirmou, na sentença ou em lugar algum, que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobras foram usados para pagamento da vantagem indevida para o ex-Presidente”.
Entenderam? O glorioso Sérgio Moro transformou a condenação sem provas, alicerçada em suposições que nada têm a ver com os autos, numa nova categoria da Justiça brasileira.
Ora, se o próprio juiz diz que o apartamento não tem origem nos contratos da OAS com a Petrobras, cabem duas perguntas:


1: por que ele chamou para si um caso que nada tinha a ver com a Petrobras se ele era o juiz designado para cuidar apenas dos casos que tinham vínculos com a… Petrobras?
2: o doutor, então, condenou Lula com base em quê?
AS RESPOSTAS
A pergunta número um não tem resposta. Moro, então, não era o juiz do caso. Ademais, a primeira leva de diálogos revelada pelo site “The Intercept Brasil” deixa clara a manobra para levar para Curitiba a investigação do tal tríplex do Guarujá, que se dava em São Paulo e estava relacionada ao caso Bancoop. Não sei se lembram: ao tratar do assunto, Dallagnol usou até a palavra “tesão”.

Esse mundo é vasto e variado, e as pessoas têm o direito de sentir tesão por porco-espinho, cabo de guarda-chuva e suco de jiló. O tesão é livre em relações consensuais, desde que não incluam crianças. Recomendo também que se excluam os bichos, coitadinhos! O que não pode é uma inclinação erótica contribuir para prender pessoas sem provas.


A pergunta número dois tem resposta, e ela nos conduz, então, à reportagem deste domingo publicada na Folha. Moro explicou por que condenou Lula:


A corrupção perfectibilizou-se com o abatimento do preço do apartamento e do custo da reforma da conta geral de propinas, não sendo necessário para tanto a transferência da titularidade formal do imóvel”
DE VOLTA À REPORTAGEM
“Conta geral de propinas?” Mas qual “conta geral de propinas”?
Isso simplesmente não estava nos autos e era um assunto ignorado pelos senhores procuradores que cuidavam do caso. E agora isso fica ainda mais claro nas conversas dos valentes, publicada pela Folha:

26.ago.2016
Anna Carolina 19:52:11 Tinha isso de conta clandestina de Lula?
19:52:19 Esses Advs não valem nada
Jerusa 19:53:02 Nao que eu lembre
Ronaldo 20:45:40 Também não lembro. Creio que não há.
Sérgio Bruno 21:01:10 Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt. Guaruja. Diziam q não tinha crime. Nunca falaram de conta.
A reportagem evidencia que os procuradores desconfiavam das versões apresentadas por Léo Pinheiro. Os elementos que levaram o juiz Sérgio Moro a condenar Lula, pois — QUE NADA TINHAM A VER COM OS CONTRATOS COM A PETROBRAS (logo, ele nem era juiz da causa) — foram a tal conta geral de propina, de que os procuradores nunca tinha ouvido falar ao longo da investigação, e uma suposta orientação de Lula para o empresário destruir provar. E isso? Já havia aparecido nos autos? Deixemos a resposta com a procuradora Jerusa Viecili:

Jerusa 13:32:25 Houve ordem para destruição das provas. Nisso a empresa foi desleal, pois nunca houve afirmação sobre isso. Salvo quando leo falou no interrogatório sobre destruição de provas, não houve menção a este assunto.
14:09:21 Leo parece que está escondendo fatos também
UM INTERROGATÓRIO, UMA CONDENAÇÃO, UM PRÊMIO
Como se nota, na fala acima, há uma menção ao interrogatório. Informa a Folha:
Em seu depoimento, em 24 de abril, o empreiteiro [Léo Pinheiro] afirmou que tinha uma conta informal para administrar acertos com o PT, introduzindo pela primeira vez o tema em sua versão. Além disso, acusou Lula de orientá-lo a destruir provas de sua relação com o partido após o início da Lava Jato.


O depoimento foi decisivo para o desfecho do caso do tríplex, porque permitiu a Moro conectar o apartamento à corrupção na Petrobras, justificando assim a condenação do ex-presidente Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Mensagens trocadas por Deltan com seus colegas e Moro nessa época, publicadas pelo Intercept no início do mês, revelam que a força-tarefa se preocupava com a fragilidade dos elementos que tinha para estabelecer essa conexão, essencial para que o caso ficasse em Curitiba e fosse julgado por Moro.
Entenderam?


CONCLUINDO
Como fica evidente, a pantomima do PowerPoint buscava apenas disfarçar a falta de provas, que já era apontada por este “jurista”. O espetáculo foi só um jeitinho de tentar transformar o apartamento em prova de propina, O QUE SERGIO MORO IGNOROU EM SUA DENÚNCIA.
Para acusar Lula, ele recorreu ao depoimento de Léo Pinheiro, com afirmações que não tinham como ser comprovadas.
Os diálogos dos procuradores evidenciam de forma cabal que, ao longo das investigações, nunca se havia falado em conta geral de propinas e em orientação para destruir provas.



E assim se mandou um ex-presidente para a cadeia e se elegeu um presidente da República.
E assim se fez um ministro da Justiça.
Este mesmo que está sendo incensado nas ruas neste domingo.
Em nome do combate à corrupção.
Não é uma bela história?


Fonte: DCM

Nova bomba do Intercept prova que delação contra Lula foi forjada pela Lava Jato

O ex-presidente Lula vem sendo mantido como preso político há mais de um ano em razão de uma delação premiada forjada pelo Ministério Público. É o que prova o novo lote de mensagens da Vaza Jato, divulgado neste domingo pela Folha de S. Paulo, em parceria com o Intercept.

"O empreiteiro que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso que o levou à prisão foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações", aponta a reportagem deste domingo. "Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista."

A reportagem lembra que Léo Pinheiro só apresentou a versão usada para condenar Lula em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato. Os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas — e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo." Ou seja: Léo Pinheiro foi levado a incriminar Lula para ter sua delação aceita.



O empreiteiro foi recebido com ceticismo desde o início. “A primeira notícia de versão do LP [Léo Pinheiro] sobre o sítio já é bem contrária ao que apuramos aqui”, disse um dos procuradores, Paulo Roberto Galvão, no início de março. “Estamos abertos a ouvir a proposta da empresa mas não nos comprometemos com nada.”


Fonte: Brasil 247

sábado, 29 de junho de 2019

Moro diz que diálogos são supostas fofocas de procuradores

De Sérgio Moro no Twitter:

A matéria do site, se fosse verdadeira, não passaria de supostas fofocas de procuradores, a maioria de fora da Lava Jato. Houve trocas de nomes e datas pelo próprio site que as publicou, como demonstrado por OAntagonista.


Isso só reforça que as msgs não são autênticas e que são passíveis de adulteração. O que se tem é um balão vazio, cheio de nada. Até quando a honra e a privacidade de agentes da lei vão ser violadas com o propósito de anular condenações e impedir investigações contra corrupção?

Fonte: DCM

Reinaldo Azevedo: com vergonha na cara, todos os procuradores da Lava Jato pediriam para sair

O jornalista Reinaldo Azevedo escreveu neste sábado (29) que, "a cada nova informação que vem a público sobre diálogos travados entre procuradores da Lava Jato — com a participação de Sergio Moro ou sobre ele —, defender os métodos da força-tarefa e do ex-juiz e suas relações com a política deixa de ser uma questão de avaliação, gosto ou rigor técnico. Trata-se de uma questão de caráter e, vai ficando claro, de condescender ou não com ações criminosas. Lembrando sempre que a tarefa dos procuradores e do então juiz era… combater o crime."
Segundo Reinaldo, a última reportagem publicada neste sábado pelo Intercept Brasil "traz à luz diálogos verdadeiramente asquerosos dos membros da força-tarefa. Procuradoras e procuradores tinham clareza absoluta da atuação indevida de Moro; fazem considerações muito pouco lisonjeiras sobre ela; admitem por meio de palavras ou da anuência silenciosa 'violação [por Moro] do sistema acusatório', mas tomam a decisão — QUE TEM DE SER CHAMADA DE POLÍTICA — de endossar os desatinos do juiz.
Para Reinaldo, "com vergonha na cara, todos os procuradores da Lava Jato pediriam para sair".



Vaza Jato: Dallagnol tentou acelerar ação contra Jaques Wagner antes do segundo turno

Três dias antes do segundo turno das eleições de 2018, o procurador da Lava Jato tentou forçar ações de busca e apreensão contra o atual senador Jaques Wagner (PT-BA)


Em sua coluna deste sábado (29), na Folha de S.Paulo, Mônica Bergamoconta que o procurador Deltan Dallagnol demonstrou, em diálogos com colegas da Lava Jato, obtidos pelo The Intercept Brasil, em outubro de 2018, que era preciso acelerar ações contra Jaques Wagner (PT-BA), que tinha acabado de se eleger senador pela Bahia e tomaria posse em fevereiro. Para Dallangol, valeria fazer busca e apreensão sobre o político “por questão simbólica”. A revelação comprova a perseguição do procurador ao PT.
Em uma das conversas, de 24 de outubro do ano passado, Dallagnol pergunta: “Caros, Jaques Wagner evoluiu? É agora ou nunca… Temos alguma chance?”. Naquele momento, Fernando Haddad e Jair Bolsonaro disputavam a presidência da República e Sérgio Moro negociava com a equipe de Jair Bolsonaro sua ida para o Ministério da Justiça.

Um procurador identificado como Athayde (provavelmente Athayde Ribeiro Costa) responde: “As primeiras quebras em face dele não foram deferidas”. Mas novos fatos surgiram e eles iriam “pedir reconsideração”.


“Isso é urgentíssimo. Tipo agora ou nunca kkkkk”, escreve Dallagnol. Athayde diz que “isso não impactará o foro”. Deltan responde: “Não impactará, mas só podemos fazer BAs [operações de busca e apreensão] nele antes [da posse]”.
Uma procuradora pondera que o petista já sofrera uma busca: “Nem sei se vale outra”. Dallagnol argumenta: “Acho que se tivermos coisa pra denúncia, vale outra BA até, por questão simbólica”. E completa: “Mas temos que ter um caso forte”.

Athayde informa que seria “mais fácil” Wagner aparecer “forte” em outro caso, e Dallagnol completa: “Isso seria bom demais”.


Fonte: Revista Fórum


Nova bomba do The Intercept, mostra que nem Procuradores confiavam em Moro

Acaba de sair a prévia do próximo lote de mensagens comprometedoras da Lava Jato; nesta leva, os procuradores se mostram chocados com a conduta de Sergio Moro. Eles dizem não confiar em Moro e postulam: “Moro viola sempre o sistema acusatório”
Os procuradores afirmam que Sergio Moro é inquisidor, centralizador que que usa o Ministério Público para corroborar suas ideias.

As trocas de mensagem sã chocantes. Os procuradores se sentem acuados e dão a entender que se não atenderem aos ‘pedidos’ de Moro, este iria “resolver” com seus próprios “recursos”.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Glenn Greenwald anuncia nova bomba: “Hoje é o pior dia para eles”

Hoje pela manhã em seu Twitter Glenn Greenwald, do Intercept, anunciou a publicação até o final do dia de novos vazamentos para a série de reportagens sobre a Lava…

O desespero aqui é triste. Vamos esperar até o final do dia - hoje - e depois me dizer se o que o @Estadao publicou aqui hoje é verdade ou não. Eu acho que a resposta será bem clara. https://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/desgaste-gera-receio-de-mais-atraso-na-reforma/ 
Ver imagem no Twitter
"A versão de integrantes da inteligência do governo dá conta de que já se esgotou o arsenal do The Intercept contra Moro."- rindo muito. De todos os dias para afirmar isso, hj é o pior dia possível para eles. E obviamente, eles não têm ideia do que temos, então por que fingir?
2.676 pessoas estão falando sobre isso


O desespero aqui é triste. Vamos esperar até o final do dia - hoje - e depois me dizer se o que o @Estadao publicou aqui hoje é verdade ou não. Eu acho que a resposta será bem clara. https://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/desgaste-gera-receio-de-mais-atraso-na-reforma/ 
4.790 pessoas estão falando sobre isso

A revista Veja publica primeira matéria da parceria com The Intercept e complica Sérgio Moro

Veja conversou com as duas testemunhas ocultas que teriam sido procuradas pelo MPF a conselho de Moro, de acordo com vazamentos do The Intercept. Uma delas confirmou que foi de fato abordada


Apesar de não anunciar a parceria oficialmente, a revista Veja publica, em sua edição que chega às bancas nesta sexta-feira (28), matéria baseada nos vazamentos do The Intercept das conversas entre o então juiz federal e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador federal Deltan Dallagnol, que pode complicar ainda mais a dupla.
Nela, a revista conseguiu encontrar as duas testemunhas que teriam, segundo a conversa do juiz e do procurador e que não se confirmou, informações relevantes sobre negócios envolvendo a família do ex-presidente Lula.


Além de publicar a identidade das testemunhas, coisa que ninguém havia feito até o momento, a revista ainda conseguiu a confissão de uma delas de que foi, de fato, procurada pelo Ministério Público, conforme as instruções que Moro teria dado a Dallagnol nas conversas vazadas.
A principal testemunha encontrada é o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves, de 57 anos. Abordado pela reportagem de VEJA na tarde de quarta-feira, ele foi evasivo, assim como teria feito quando procurado por Dallagnol, conforme os diálogos vazados. “Não sei por que meu nome está nessa história. Alguém deve ter falado alguma coisa errada”, disse. Indagado sobre se teria informações referentes aos filhos de Lula e se havia prestado depoimento aos procuradores da Lava-Jato com relação ao tema, ele encerrou a conversa dizendo que não iria declarar mais nada.

O segundo personagem da história, também localizado por Veja, é o empresário Mário César Neves, dono de um posto de gasolina também em Campo Grande. Ele confirmou que, na época, em dezembro de 2015, um representante do Ministério Público Federal entrara em contato para pedir-lhe informações sobre o técnico em contabilidade Nilton Aparecido. “O pessoal do Ministério Público me ligou, não sei mais o nome da pessoa, mas ela queria saber quem era o Nilton, que serviços ele prestava e como poderia encontrá-lo”, contou.
Questionado sobre se ouvira do técnico em contabilidade algo referente a negócios do filho do ex-presidente, o empresário negou, assim como também teria feito com Dallagnol. Disse que desconhecia o assunto. Ele, porém, confirma que repassou ao Ministério Público o endereço e o telefone de Nilton. “Eu soube que o Nilton foi chamado para prestar depoimento logo depois dessa ligação para mim”, diz Mário. O empresário acrescenta que soube disso por meio de funcionários do escritório de Nilton, que trabalha para ele há mais de quinze anos.


A revista completa que, “se for verdade, a situação de Moro complica-se ainda mais do ponto de vista jurídico. A comprovação de que o Ministério Público, de fato, não apenas ouvia, mas seguia suas orientações, reforça a tese de que, quando magistrado, Moro abandonou a posição de imparcialidade para instruir um dos lados da ação, algo considerado ilegal pelo Código de Processo Penal”.

A Veja reforça ainda a sua matéria afirmando que, “de todas as mensagens trocadas entre Moro e Dallagnol, a mais comprometedora até o momento é esta, que mostra o atual ministro da Justiça passando ao procurador a dica de duas testemunhas que teriam informações relevantes sobre negócios envolvendo a família do ex-presidente Lula”.
Ao final, a revista afirma que “encaminhou oito perguntas à força-tarefa em Curitiba. Perguntou se os procuradores intimaram e ouviram formalmente o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves ou o empresário Mário César Neves, que argumentos utilizaram para procurar as duas testemunhas e quem foi o responsável pela tomada dos depoimentos. Até o fechamento desta edição, não houve resposta. O contato não foi por Telegram”, encerra.
O editor da Revista Fórum, Renato Rovai, fez um vídeo explicando o contexto desta reportagem. Assista abaixo e entenda melhor o significado desta reportagem e da parceria da Veja com o The Intercept.


Fonte: Revista Fórum



FAB desmente Globo e diz que sargento traficante só acompanhou presidentes a partir de 2016

O Jornal Nacional, assim como boa parte da mídia corporativa, tenta colar o tráfico de drogas por um sargento em voo da comitiva presidencial de Bolsonaro aos presidentes antes dele, Dilma, Temer, numa tentativa de normatizar a presença do traficante voador, que foi flagrado com 39 kg de cocaína anteontem, em Sevilha, Espanha.

Mas o porta-voz da Aeronáutica é claro: o sargento traficante só foi incorporado às comitivas presidenciais em 2016, e não em 2011, como afirmara reportagem anterior da Globo, ou 2010 (para botar Lula no rolo, Kamel?), como afirmou a Globo no Jornal Nacional, em reportagem de Délis Ortiz, aquela que entregou uma bíblia de presente a Bolsonaro num puxassaquismo constrangedor. Confira:




Fonte: Blog do Mello

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Bolsococa: Militar preso com drogas na Espanha é bolsonarista de fazer arminha com as mãos

O segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, preso na Espanha com 39 quilos de cocaína, fez ao menos 29 viagens no Brasil e no exterior desde 2011.
Rodrigues era comissário de um avião da FAB de apoio à comitiva da viagem de Jair Bolsonaro para o encontro do G-20 no Japão. 
Bolsonaro está tentando se desvencilhar do sujeito, como se fosse um fantasma ou um imigrante ilegal — “escória” — infiltrado.
É claro que não é possível estabelecer um vínculo direto entre ele e Jair.


Mas o fato é que o sujeito, por força do ofício, sempre esteve por perto.
Em fevereiro, ele estava entre os militares que o seguiram em viagem de Brasília a São Paulo para a realização de exames médicos.
Entre 18 e 20 de março, houve mais uma missão de transporte do “escalão avançado” da Presidência.
Em 24 de maio, fez bate-volta de Brasília a Recife, acompanhando o presidente, que passou todo o dia em Pernambuco, relata a Folha.

Aos poucos, vão surgindo detalhes do perfil de Rodrigues. Aos 38 anos, ganha salário bruto de R$ 7.298.
E, no Facebook, mostrou de quem era eleitor, fazendo arminha com as mãos com camiseta amarela.
Cidadão de bem das Forças Armadas do Brasil, com muito orgulho, com muito amor.
O segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues


Fonte: DCM