GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sábado, 30 de janeiro de 2021

Notáveis que foram da PGR cobram que Aras denuncie Bolsonaro pelo crime de disseminar uma epidemia

 


Ex-integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentaram a Augusto Aras, procurador-geral da República, um documento em que pedem que ele ofereça ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro.

O motivo do pedido é a atuação do presidente quanto à pandemia de COVID-19. Segundo os procuradores, Bolsonaro cometeu o crime de favorecer a disseminação de uma epidemia, que está previsto no Código Penal e tem pena que vai de cinco a 15 anos de prisão.

De acordo com o G1, que teve acesso ao documento, os procuradores afirmam que "da mesma forma que alguém que agrava uma lesão existente responde por lesão corporal, presidente que intensifica a epidemia existente responde por esse crime".


O documento lista dez condutas do presidente que configuram crime por parte de Bolsonaro, na opinião dos procuradores. Entre as condutas, está a posição contrária à vacinação; a má condução da distribuição das vacinas; a imposição de obstáculos para a aquisição de insumos como seringas e agulhas; a ausência de resposta à carta da Pfizer; e as declarações contrárias à CoronaVac.

As outras cinco condutas são o desrespeito à Organização Mundial da Saúde (OMS); a má utilização de recursos públicos na produção de hidroxicloroquina e ivermectina; a apologia ao uso de remédios ineficazes contra a COVID-19; a prescrição de "tratamento precoce" contra a COVID-19; e o veto a trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 que impedia o contingenciamento de despesas relacionadas ao combate da pandemia.


"Jair Bolsonaro sempre soube das consequências de suas condutas, mas resolveu correr o risco. O caso é de dolo, dolo eventual, e não culpa", afirmam os procuradores no documento.


Nesta sexta-feira (29), o Brasil registrou a maior média móvel de mortes causadas pela COVID-19 desde julho, com um aumento de 12% em relação a 14 dias atrás. Nas últimas 24 horas, o país teve 1.099 novas mortes pela COVID-19 e 58.691 novos casos da doença.


Fonte: Sputnik

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Um dos articuladores do golpe de 2016, Temer diz agora que ´´honestidade de Dilma é ímpar``

 


Há dois anos longe do poder, o ex-presidente da República Michel Temer voltou a sentir o sabor das grandes decisões. Nesta semana, o conselheiro esporádico de Jair Bolsonaro entrou em campo a pedido do governador de São Paulo, João Doria, para solicitar ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, agilidade no envio de insumos indispensáveis à produção da vacina contra a Covid-19 no Brasil — ouviu que chegarão em breve. Depois, participou de um evento virtual em favor da imunização, com os também ex-inquilinos do Palácio do Planalto Fernando Henrique Cardoso e José Sarney.


Leia mais na Veja

PF abre inquérito para investigar omissão de Pazuello no colapso da saúde do Amazonas

 


A Polícia Federal instaurou nesta sexta-feira (29) inquérito para investigar a responsabilidade do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, na crise da saúde pública no Amazonas, onde dezenas de pessoas morreram asfixiadas por falta de oxigênio.

O inquérito contra Pazuello foi aberto por determinação do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. A investigação deve tramitar no Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) porque Pazuello, na condição de ministro, tem foro privilegiado.

O sistema de saúde da capital do Amazonas, Manaus, entrou em colapso no último dia 14 de janeiro. Pacientes com Covid-19 morreram sem oxigênio em hospitais da cidade devido à falta do insumo. Houve necessidade de pessoas internadas serem transferidas para outros estados.

Documentos apontam que o ministério da Saúde sabia do cenário crítico sobre o sistema de saúde em Manaus oito meses antes de ser constatada a falta de oxigênio em hospitais da capital.

Um outro fato chamou a atenção da PGR. No dia 14 de janeiro, portanto oito dias depois de Eduardo Pazuello saber do iminente colapso no sistema de saúde de Manaus, o ministério fez a entrega de 120 mil unidades de hidroxicloroquina, como medicamento para tratar a Covid-19, quase a mesma quantidade de testes do tipo PCR que havia sido entregue ao estado do Amazonas.

Fonte: Brasil 247

Grupo de ex-procuradores e desembargador pedem à PGR que denuncie Bolsonaro por crime comum

 


Um grupo de seis procuradores aposentados, e que estiveram em postos superiores no Ministério Público, entre eles Déborah Duprat, que foi procuradora federal de Direitos Humanos, e Claudio Fonteles, que foi Procurador-Geral da República, apresentaram ao PGR uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro por “crime comum no contexto da Covid-19”.



Eles pedem que o procurador Augusto Aras ofereça denúncia contra o presidente pela prática de crime descrito no artigo 267 do Código Penal, que define “causar epidemia, mediante propagação de germes patogênico”. A pena é prisão de dez a quinze anos.


“Em atenção ao princípio da eventualidade, requerem que, caso se entenda pela não tipificação do crime de epidemia, as condutas criminosas acima narradas sejam enquadradas nos artigos 132 (perigo para a vida ou saude de outrem), 268 (infração de medida sanitária preventiva) 315 (emprego irregular de verbas ou rendas públicas) e 319 (prevaricação)”.


Assinaram, além de Duprat e Fonteles, o desembargador Manoel Lauro Volkmar de Castilho, o subprocurador aposentado Paulo de Tarso Braz Lucas, os ex-procuradores dos direitos do cidadão Alvaro Augusto Ribeiro Costa e Wagner Gonçalves.


Fonte: O Globo