terça-feira, 13 de abril de 2021

TV pública alemã destaca relação da família Bolsonaro com as milícias


Reportagem relata o avanço das milícias no estado do Rio de Janeiro e a conexão do miliciano Alexandre da Nóbrega com Flávio Bolsonaro e o assassinato da vereadora Marielle Franco



Reportagem do canal de notícias Tagesschau, que é público, destacou o avanço das milícias no Rio de Janeiro e a ligação da família Bolsonaro com miliciano de Rio das Pedras. O assassinato de Marielle Franco e a conexão paramilitar com vereadores da cidade também foram destaques.

“Na Câmara de Vereadores do Rio, os parlamentares de direita são condierados o braço estendido da milícia. A maioria deles também são ex-policiais militares. Os políticos que estão no caminho do cartel criminoso devem temer por suas vidas”, diz a reportagem.

Em seguida, o canal relata o assassinato de Marielle Franco e de como personagens acusados de terem participado do assassinato da vereadora possuem laços estreitos com a família Bolsonaro.

“A deputada de esquerda Marielle Franco lutou durante anos contra a influência das milícias nas favelas do Rio. Em 2018, ela e seu motorista foram mortos a tiros na rua. O brutal assassinato causou raiva e perplexidade no Rio.”


Posteriormente, a reportagem traz a história de Adriano da Nóbrega, chefe da milícia de Rio das Pedras, que foi morto em confronto com a polícia do estado da Bahia. O programa explicou detalhadamente as relações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, com Nóbrega.

“Acima de tudo, os contatos de Nóbrega na política são incomuns. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro elogiou publicamente o chefe da milícia quando ele era parlamentar. Seu filho Flavio, senador do Rio de Janeiro, concedeu a Nóbrega a maior homenagem da cidade do Rio muito antes do assassinato. Além disso, a esposa e a mãe do chefe da milícia foram funcionárias falsas do gabinete parlamentar do filho do presidente durante anos. Esta é outra razão pela qual Flavio Bolsonaro está sendo investigado por formar uma organização criminosa.”

Para assistir à reportagem, clique aqui.


Fonte: Revista Fórum


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