domingo, 28 de março de 2021

Biden vai aumentar os impostos sobre os ricos enquanto Bolsonaro ataca os pobres


É covardia comparar, mas vamos lá.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vai aumentar os impostos sobre as empresas e os ricos como antídoto necessário para a desigualdade econômica



A taxação do andar de cima, nos EUA, visa recompor o caixa depois dos cortes de impostos promovidos pelo ex-presidente Donald Trump.



Há quase 80 anos a Receita americana não tem uma mexida tão significativa como programam os democratas.

A ideia do governo Biden consiste em desencorajar os americanos a acumular fortunas e, com isso, passem a investir na produção e na geração de empregos.


A partir de 2017, Trump havia cortado impostos dos muitos ricos e das grandes empresas.

Joe Biden pretende modernizar a economia dos EUA, além da ajuda de R$ 1,9 trilhão, com programas que investem em infraestrutura, educação, redução de carbono e mães trabalhadoras. Esses projetos estão estimados em até US$ 4 trilhões.

Para cumprir suas promessas da campanha de 2020, Biden planeja financiar esses gastos, pelo menos em parte, com aumentos de impostos que podem levantar mais de US$ 2,5 trilhões em receita.

Tristeza no Brasil

No Brasil, sob Jair Bolsonaro, o governo continua no ataque contra os pobres. Ao invés de colocar dinheiro na economia, como faz os EUA, o mandatário persegue servidores públicos e reduz o auxílio emergencial na pandemia.

Em nenhum momento Bolsonaro pensou em taxar as grandes fortunas e as grandes empresas para reduzir desigualdades e promover o consumo das massas. Pelo contrário. o presidente brasileiro facilitou nos últimos meses redução de salário, precarização da mão de obra com a flexibilização de jornada, enfim, atacou o “trabalho” para favorecer o “capital”.



Sadicamente, o governo Bolsonaro aprovou um “auxílio emergencial” de R$ 65 bilhões para meia dúzia de bancos –a título de pagamento de juros e amortizações da dívida interna– enquanto destinou um teto de apenas R$ 44 bilhões para cerca de 77 milhões de pessoas vulneráveis na pandemia (informais, desempregados, etc.).



Fonte: Esmael Morais

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