segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Queiroz é investigado por morte. Sobrevivente fala depois de 19 anos, pela primeira vez

 


Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), enfrentará ao longo de 2021 outras investigações criminais além do caso da "rachadinha", a devolução ilegal de salários na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Em outubro do ano passado, ele foi denunciado ao Tribunal de Justiça fluminense junto com o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro. Mas o subtenente da reserva da PM do Rio também é investigado pela morte de Gênesis Conceição da Silva e pela tentativa de homicídio sofrida por Antônio Rabelo em decorrência de uma ação policial, na comunidade da Cidade de Deus, na zona oeste do Rio.



O caso ocorreu em novembro de 2002 e é investigado pela 32ª Delegacia de Polícia. Desde então, diferentes delegados pediram três vezes o arquivamento do inquérito sem sequer tomar o depoimento do sobrevivente ao tiroteio. No fim do ano passado, a promotora Denise Pita, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal-Núcleo Jacarepaguá e Madureira, exigiu o depoimento e outras providências. Para ela, há "circunstâncias anômalas" no procedimento.



O sobrevivente contou, em entrevista ao UOL, que após o crime recebeu a visita de um policial que tentou convencê-lo de que não tinha sido ferido pelos PMs.


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