terça-feira, 19 de maio de 2020

Chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro citado por Marinho já teve sigilo quebrado por ‘rachadinha’

Do Globo:

Ao relatar que o senador Flávio Bolsonaro soube antes da operação que expôs a movimentação financeira de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, o empresário Paulo Marinho cita que a informação foi repassada por um delegado da Polícia Federal em um encontro com Miguel Ângelo Braga Grillo, então chefe de gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Homem de confiança de Flávio e também do presidente Jair Bolsonaro, Braga teve o sigilo quebrado em virtude da investigação do Ministério Público do estado sobre a “rachadinha”, assim como outros assessores e ex-assessores do então deputado estadual. 
Atualmente, ele é chefe de gabinete de Flávio no Senado. Braga é coronel-aviador da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB), o que lhe faz até hoje ser conhecido como Coronel Braga, e começou na função principal do gabinete do parlamentar na Alerj em dezembro de 2007. Os mais íntimos, porém, o conhecem como Grillo, uma brincadeira a partir de seu último sobrenome.
Segundo relato do empresário Paulo Marinho – suplente de Flávio no Senado – em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, o senador relatou Braga recebeu, logo após o primeiro turno, uma ligação de um delegado da PF do Rio que dizia ter uma informação de interesse do filho do presidente.
Este, consultado, mandou Braga encontrá-lo. A reunião teria ocorrido na porta da Superintendência da PF na Praça Mauá, zona portuária do Rio, na presença do advogado Victor Alves e de outra pessoa da confiança do senador, Val Meliga. Victor também é um dos assessores que tiveram o sigilo quebrado.
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