sábado, 25 de janeiro de 2020

Líderes evangélicos pró-Bolsonaro devem R$ 276 milhões ao governo

As igrejas evangélicas devem no total 420 milhões em impostos e apostam em Lobby da sua bancada para resolver seus problemas com a reforma tributária do governo.  Os líderes que fizeram campanha por Bolsonaro, devem o total de R$ 276 milhões, entre elas a Igreja Internacional da Graça de Deus, do pastor Romildo Ribeiro Soares – RR Soares, que deve um total de R$ 139,7 milhões, em seguida vem a Igreja Mundial do Poder de Deus com uma dívida de  R$ 85,9 milhões.


Apesar da isenção de impostos de uma série de impostos, os líderes evangélicos que ajudaram a eleger Bolsonaro devem um total de R$ 276 milhões ao governo.
Um dos parlamentares da bancada evangélica, Zequinha Marinho (PSC-PA) fez uma “lamentação” em uma das últimas sessões do Senado em 2019, reclamando de governos anteriores que teriam enquadrado igrejas em “questões tributárias”.


O parlamentar se queixou de vários pastores que estão na mira da Receita Federal.
Grande parte das dívidas dos pastores/igrejas pró-Bolsonaro se deve ao fato de não terem pago taxas como INSS aos seus funcionários.
Segundo informações da Revista VEJA, o apoio quase unânime dos pastores e líderes evangélicos a favor de Jair Bolsonaro está sendo cobrado agora.
A fatura estaria sendo cobrada em forma de lobby a favor das igrejas evangélicas em forma de um “refresco tributário”.


O governo deu um “aceno” na forma do FISCO em decisão que pode beneficiar diretamente as igrejas evangélicas.


Outra tentativa de agradar os líderes evangélicos foi tentar dar isenção e subsídio de luz aos templos.
Alguns pastores acumularam dívidas através de suas empresas privadas. A produtora de TV Rede Mundial de Comunicação, do pastor Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Reino de Deus, aparece no sistema do Fisco como devedora de 6,1 milhões em impostos.


A defesa das igrejas evangélicas dizem que a cobrança do INSS é indevida pois quase toda a força de trabalho dos templos tem funções missionárias, não podendo as pessoas que as exercem ser enquadradas como funcionárias.
Segundo os pastores e líderes evangélicos no caso das empresas privadas, a cobrança de tributos também seria “indevida” pois alegam que as empresas seriam para a “propagação da fé”.
Eles alegam que a cobrança de impostos é uma espécie de “perseguição religiosa” e você qual sua opinião?
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