quarta-feira, 21 de agosto de 2019

BC vai acelerar queima de reservas e coloca em risco a economia brasileira

Sob o comando de Roberto Campos Neto e contrariando a área técnica, o Banco Central vai leiloar US$ 3,845 bilhões das reservas internacionais do Brasil, entre 21 e 29 de agosto; acumuladas em sua maioria pelos governos Lula e Dilma, as reservas somam US$ 388 bilhões e servem de proteção à economia brasileira contra crises cambiais de grandes proporções


O Banco Central adotou nesta quarta-feira, 21, uma mudança na política cambial do País que poderá colocar a economia do Brasil em risco. 


Sob o comando de Roberto Campos Neto e contrariando a área técnica, o Banco Central decidiu vender parte das reservas internacionais do Brasil, atualmente em US$ 388 bilhões, em sua absoluta maioria acumuladas nos governos de Lula e Dilma. 


A autoridade monetária leiloará US$ 550 milhões por dia entre 21 e 29 de agosto, totalizando US$ 3,845 bilhões no período, simultaneamente à oferta de montante equivalente em swaps cambiais reversos, que funcionam como compra de dólares no mercado futuro. 
Economistas defensores da queima das reservas internacionais classificam a medida do Banco Central como "quebra de tabu". Para Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de política monetária do Banco Central e sócio-fundador da Mauá Capital, o Brasil poderia ter US$ 150 bilhões a menos em reservas. 
"Um volume de um pouco mais de US$ 200 bilhões é bom mas, mais do que isso, é excessivo e o Brasil está carregando a muito tempo", disse ele ao Infomoney.



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