terça-feira, 11 de junho de 2019

Telegram afirma que não houve invasão de seus servidores para interceptar conversas de Moro

@telegrambr afirmou ao @TechTudo que não houve violação das transmissões de conversas entre os procuradores da Lava Jato. Segundo a ferramenta, também não houve qualquer tipo de violação em seus servidores que levaram ao compartilhamento dos dados com terceiros.


O aplicativo de mensagens reforçou a tese que vem sendo apresentada por especialistas – e que eu já expliquei na @radiojovempan – de que a vulnerabilidade foi explorada diretamente nos dispositivos (smartphones).
Duas possibilidades para isso:
1) um malware instalado silenciosamente no aparelho deu acesso não só ao Telegram, mas a tudo o que havia no smartphone invadido (isso é bem comum!)


2) a obtenção do código enviado pelo Telegram por SMS para validar o acesso ao aplicativo em outro dispositivo. Isso pode ter sido feito por meio da clonagem da linha ou interceptação. Essa segunda opção é menos comum.
Ouvi de especialistas que apenas um aparelho violado seria capaz de gerar o volume de informações obtidas pelo hacker e publicadas pelo site Intercept. Afinal, mesmo com a criptografia ponta a ponta do Telegram, tendo acesso ao dispositivo, é possível acessar todas as conversas.]
O @telegram_br afirmou ao @TechTudo que não houve violação das transmissões de conversas entre os procuradores da Lava Jato. Segundo a ferramenta, também não houve qualquer tipo de violação em seus servidores que levaram ao compartilhamento dos dados com terceiros.
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