sábado, 16 de fevereiro de 2019

Janaína Paschoal critica Bolsonaro: “Um líder precisa adotar critérios minimamente claros”

“Não tem cabimento um Presidente da República dizer que demitirá uma pessoa passados três dias. As admissões e demissões devem ser decididas e simplesmente comunicadas”, cobrou a deputada do PSL

Nem os aliados estão poupando Jair Bolsonaro de críticas, pela forma pela qual o caso Gustavo Bebianno foi conduzido, produzindo mais uma grave crise dentro do governo, em menos de dois meses de gestão. A deputada Janaína Paschoal (PSL) usou sua conta no Twitter para demonstrar seu descontentamento.

“Bom dia, Amados! Já se iniciou a guerra de narrativas acerca do que está ocorrendo no governo. Uns tentam divinizar Bebianno, outros Carlos Bolsonaro. Mas a verdade é uma só: ninguém sabe por qual razão o Ministro está sendo afastado”, escreveu.
Em seguida: “Vejam, o Presidente tem prerrogativa para admitir e para demitir. Ele sequer precisa dar satisfações, a retirada de uma pessoa do governo pode decorrer até mesmo de incompatibilidade de personalidades. No entanto, é necessário que um Presidente decida”, cobrou.
“Durante a campanha até era possível fomentar a guerra de todos contra todos e deixar que a situação se acomodasse naturalmente, sem que ninguém ficasse ressentido com o candidato, que era de todos. Mas, no governo, tal postura será insustentável”, acrescentou.
E finalizou: “Não tem cabimento um Presidente da República dizer que demitirá uma pessoa passados três dias. As admissões e demissões devem ser decididas e simplesmente comunicadas. Ademais, um líder precisa adotar critérios minimamente claros”.

Bom dia, Amados! Já se iniciou a guerra de narrativas acerca do que está ocorrendo no governo. Uns tentam divinizar Bebbiano, outros Carlos Bolsonaro. Mas a verdade é uma só: ninguém sabe por qual razão o Ministro está sendo afastado.
Vejam, o Presidente tem prerrogativa para admitir e para demitir. Ele sequer precisa dar satisfações, a retirada de uma pessoa do governo pode decorrer até mesmo de incompatibilidade de personalidades. No entanto, é necessário que um Presidente decida.
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Durante a campanha até era possível fomentar a guerra de todos contra todos e deixar que a situação se acomodasse naturalmente, sem que ninguém ficasse ressentido com o candidato, que era de todos. Mas, no governo, tal postura será insustentável.
Não tem cabimento um Presidente da República dizer que demitirá uma pessoa passados três dias. As admissões e demissões devem ser decididas e simplesmente comunicadas. Ademais, um líder precisa adotar critérios minimamente claros.
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