GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Moro e Deltan apavorados: Glenn avisa que revelações BOMBA só virão depois de outubro

O jornalista americano Glenn Greenwald, diretor do The Intercept Brasil, avisou que os vazamentos mais importantes da VAZA JATO só devem chegar ao público no fim do ano. Fazendo uma comparação com o caso Snowden, onde Glenn disponibilizou o maior vazamento de dados da história do governo americano, ele explicou como funciona este tipo de jornalismo:


O primeiro vazamento do caso Snowden aconteceu em 6 de junho de 2013:

Fonte: Plantão Brasil

Bolsonaro teme ser traído por senadores em votação para aprovar Eduardo Bolsonaro embaixador

Bolsonaro reluta em indicar oficialmente o filho Eduardo para a embaixador em Washington por ver que são cada vez maiores as resistências ao nome do fritador de hambúrguer.


A preocupação com a eventual reprovação da indicação de Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) à embaixada nos EUA cresceu depois que aliados de Jair Bolsonaro apontaram risco de traição entre senadores que, neste momento, sinalizam apoiar a escolha do presidente. O voto é secreto.


Questionado sobre o receio de ter a indicação negada, Eduardo disse que tem conversado com senadores e brincou: “Estou estudando para tirar nota 10”.


Fonte: Folha de São Paulo

Privatização em massa: conheça as 17 estatais que Bolsonaro vai privatizar, anúncio será feito amanhã

O governo do presidente Jair Bolsonaro anuncia nesta 4ª feira (21.ago.2019) uma lista de 17 empresas estatais que serão privatizadas. O Drive Premium –newsletter exclusiva para assinantes produzida pela equipe do Poder360– antecipou quais serão essas estatais. Eis a lista das 17 empresas:



1- Emgea (Empresa Gestora de Ativos);
2- ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias);
3- Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados);
4- Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social);
5- Casa da Moeda;
6- Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo);
7- Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais);
8- CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos);
9- Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A.);
10- Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo);
11- EBC (Empresa Brasil de Comunicação);
12- Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada);
13- Telebras
14- Correios
15- Eletrobras
16- Lotex (Loteria Instantânea Exclusiva);
17- Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo).




O governo deve anunciar detalhes das vendas em entrevista a jornalistas nesta 4ª feira (21.ago). Ainda não há informações, por exemplo, sobre quando as privatizações serão concluídas ou qual é a expectativa de faturamento do Executivo.

Além da privatização, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ainda pode avaliar outras alternativas para enxugar a máquina –como fundir, reorganizar, transferir ou até extinguir essas empresas.

Na semana passada, ao lado do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, o ministro Paulo Guedes (Economia) já havia mencionado a intenção de vender os Correios e a Eletrobras.

No mesmo evento em que mencionou as duas empresas, Guedes disse que queria incluir empresas de maior porte na lista. Afirmou ainda que o seu trabalho “é tentar vender todas as estatais”.



“Estamos começando devagar nas privatizações, mas já sabemos que vamos privatizar os Correios, vamos privatizar a Eletrobras. Eu não duvido que a gente vai privatizar algumas coisas maiores, viu, Castello?”, disse o chefe da pasta de Economia na ocasião.


Fonte: Poder 360

Doria dispara contra Bolsonaro e diz que jamais nomearia o filho para embaixada

O governador de São Paulo, João Doria, escancarou a guerra interna na direita brasileira, depois que Jair Bolsonaro vazou a sua compra de um jatinho, com financiamento estatal, ao abrir a caixa-preta do BNDES. 


"Eu jamais nomearia meu filho nem ninguém da minha família para nenhuma função pública, ainda mais numa circunstância de uma embaixada que é a mais importante embaixada brasileira no exterior", disse Doria, em entrevista a Josias de Souza, sobre a intenção de Bolsonaro de acomodar Eduardo, seu filho 03, na chefia da representação diplomática do Brasil em Washington.


Doria disse ainda que Bolsonaro é uma ameaça ao agronegócio brasileiro. "No caso da Comunidade Europeia posso afirmar que a reação foi muito forte. E pode colocar em prejuízo o agronegócio brasileiro. Se não houver uma mudança de discurso, esse risco é real." O tucano também criticou os ataques a Alberto Fernández na Argentina – "a Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil" – e criticou a adesão automática às posições de Donald Trump. "Ele é presidente dos Estados Unidos, não das Américas ou da América Latina –nem tampouco presidente do Brasil. O presidente do Brasil pode e deve a meu ver manter relações equilibradas com a China e com a América."

Aécio e Frota

Doria também elogiou a entrada de Alexandre Frota no PSDB e falou sobre Aécio Neves. "O PSDB deu ao deputado Aécio Neves a oportunidade para que ele fosse o protagonista da sua decisão, não aquele que vai receber a decisão do partido. Sendo bem claro e objetivo: Nesse momento eu defendo que o deputado Aécio Neves se afaste do PSDB. Ou seja afastado."


Fonte: Brasil 247

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Blogueira que comemorou morte de neto de Lula pede dinheiro nas redes para se defender de processo; deixe sua mensagem!

Uma mulher chamada Alessandra Strutzel, que classificou a morte do neto de 7 anos do ex-presidente Lula como “uma notícia boa”, criou uma vaquinha nas redes sociais para conseguir pagar a indenização movida pela família do ex-presidente e, até o momento, não conseguiu nem um centavo.




Ela também fez outros comentários grotescos. Se você pudesse deixar uma mensagem a ela, qual seria?



Juiz ignora provas e condena Haddad por crime do qual ele não foi acusado

A Justiça Eleitoral absolveu o ex-prefeito Fernando Haddad da acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro no caso que trata de recursos pagos pela empreiteira UTC na confecção de material para sua campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2012.


Na decisão, no entanto, o magistrado condenou o ex-prefeito pelo crime de caixa dois. O juiz Francisco Carlos Inouye Shintate determinou pena de “quatro anos e seis meses de reclusão, e 18 dias-multa, cada um no valor de um salário-mínimo vigente na época do fato”.

Em nota, a defesa de Fernando Haddad rebate a sentença e informa que vai recorrer da decisão. “Em primeiro lugar porque a condenação sustenta que a campanha do então prefeito teria indicado em sua prestação de contas gastos com material gráfico inexistente. Testemunhas e documentos que comprovam os gastos declarados foram apresentados”, destacam os advogados.


Para a defesa, "não há razoabilidade ou provas que sustentem a decisão". "A sentença é nula por carecer de lógica. O juiz absolveu Fernando Haddad de lavagem de dinheiro e corrupção, crimes dos quais ele não foi acusado”, enfatiza.

“A lei estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado. Em um Estado de Direito as decisões judiciais devem se pautar pela lei. O magistrado deve ser imparcial. Ao condenar alguém por algo de que nem o Ministério Público o acusa, o juiz perde sua neutralidade e sua sentença é nula”, finaliza a defesa.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro tira Coaf de aliado de Moro que caiu na Vaza Jato

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (20) que a intenção do governo federal é indicar um nome de carreira do Banco Central para o comando do novo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).


A medida provisória que promoveu mudanças no órgão federal foi publicada no “Diário Oficial da União” desta terça-feira. O Coaf passa a ser chamado de UIF (Unidade de Inteligência Financeira) e foi transferido do Ministério da Economia para o Banco Central —a MP será avaliada pelo Congresso.

Ao assumir a Presidência, Bolsonaro tirou o Coaf do Ministério da Economia (antiga Fazenda) e o colocou na Justiça, pasta de Sergio Moro. O ex-juiz federal acabou derrotado depois que o Congresso devolveu o Coaf à Economia.


Como antecipou a Folha nesta segunda-feira, a MP editada pelo presidente abriu brecha para indicações políticas na nova estrutura do Coaf, o que, na avaliação de deputados e senadores, pode comprometer a independência do órgão de combate à lavagem de dinheiro.

“A ideia do que está sendo proposto é só concursados do Banco Central”, disse. “Eu não conheço ninguém do Banco Central, mas acredito no presidente Roberto Campos Neto para fazer um bom trabalho”, disse o presidente.

Bolsonaro disse que foi sua a decisão de retirar do texto da MP a limitação a servidores do Banco Central para dar maior liberdade a Roberto Campos para formar a sua equipe. Com a mudança, o auditor-fiscal da Receita Federal Roberto Leonel, nome ligado ao ministro Sergio Moro (Justiça), deve deixar o cargo.

O presidente ficou incomodado com o comportamento de Leonel em relação à decisão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, de suspender investigações criminais pelo país que usem dados detalhados de órgãos de controle —como Coaf, Receita Federal e Banco Central— sem autorização judicial.


Toffoli atendeu a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente, alvo de investigação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

(...)

Mais recentemente, o Coaf identificou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). De acordo com o órgão, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 ao mesmo mês de 2017 —entraram em sua conta R$ 605 mil e saíram cerca de R$ 600 mil. A quantia foi considerada incompatível com o patrimônio do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.



Fonte: Folha de São Paulo

Lula será solto na próxima semana, diz Antagonista

A liberdade do ex-presidente Lula já é pressentida até pelo site que foi montado para ser porta-voz da Operação Lava Jato no Brasil. "Lula está preso há 500 dias. Apesar de ter comandado o maior esquema de propinas de todos os tempos, ele pode ser solto e inocentado na semana que vem. Se isso ocorrer, o Brasil vai virar uma Venezuela", noticiou o Antagonista.


O terrorismo da nota, no entanto, é absolutamente descabido. Os maiores juristas do Brasil e do mundo apontam Lula como preso político e vítima da maior farsa jurídica já montada na história do Brasil.

Leia abaixo reportagem da Forum sobre ação proposta pelo PSB para anular a fraude contra Lula:


O Partido Socialista Brasileiro (PSB) protocolou junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), na última sexta-feira (16), um pedido para que seja declarada a nulidade da condenação do ex-presidente Lula. Trata-se de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que, se aceita, poderá beneficiar outros presos, além de Lula, condenados em segunda instância.

Nove advogados de três estados e do Distrito Federal, a pedido do PSB, elaboraram a peça, que pede a suspensão das decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que alteraram a pena estabelecida para Lula em primeira instância mas não anularam sua condenação. Eles argumentam que os tribuanais foram balizadas em um princípio inconstitucional conhecido como “pas de nullité sans grief”, que não leva em consideração inúmeros erros que as próprias autoridades do Poder Judiciário cometeram no curso dos processos judiciais.

De acordo com os advogados que protocolaram a ação do PSB, os atos praticados no processo do triplex do Guarujá que levou Lula à prisão violaram a Constuição e também acordos firmados pelo Estado brasileiro no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A peça abrange ainda outras condenações confirmadas em segunda instância que passaram por situações semelhantes.


Caso a ADPF seja aceita pelo STF, ocorrerá como consequência imediata a suspensão da decisão do STJ, bem como das decisões anteriores do TRF-4 que definiram dosimetria penal, beneficiando seus recorrentes (dentre eles o ex-presidente Lula).

“Eventualmente acolhidos os pedidos, além da liberdade imediata do ex-presidente Lula, cada caso concreto demandará uma análise própria, para preservação da ordem jurídica com um processo penal que não seja de viés jacobino, e sem que os acusados sejam tratados como objetos, e sim como sujeitos de direitos”, afirmam os advogados.

A ação é assinada pelos advogados Rossini Corrêa, Thiago Pádua, Dinah Lima, Lucas Rivas, Airto Chaves, Mariana Tripode, Danilo Vasconcelos, Tiago Oliveira e Leonardo de Paula.


Fonte: Brasil 247

Vídeo: Sniper de Witzel mata homem que fez reféns em ônibus no Rio com arma de brinquedo

Homem, que disse ser da Polícia Militar, já havia liberado seis reféns antes de ser assassinado. A PM estima que 31 pessoas ainda estavam dentro do coletivo que fechou a ponte Rio-Niterói

O homem que fez 31 reféns na manhã desta terça-feira (20) em um ônibus da linha Jardim de Alcântara (São Gonçalo), na ponte Rio-Niterói, foi baleado e morto por snipers, que agiram com autorização do governador Wilson Witzel (PSC). O sequestrador portava gasolina e uma arma de brinquedo.


O sequestrador, que disse ser da Polícia Militar, já havia liberado seis reféns do ônibus. A PM estimava que 31 pessoas ainda estavam dentro do coletivo. Ainda não se sabe o que motivou a ação do criminoso.
“Temos um homem que se identificou como policial militar. Ele parou o ônibus da Galo Branco na Ponte Rio-Niterói. Ele está ameaçando jogar gasolina no ônibus, colocando os passageiros em perigo. Estamos em negociação com ele para liberar mais reféns, não sabemos qual o real propósito dele”, anunciou Sheila Sena, porta-voz da PRF, à TV Globo, mais cedo.


Wilson Witzel chegou de helicóptero por volta das 9h40 na ponte Rio-Niterói e comemorou junto aos policiais a morte do sequestrador. Nas redes sociais, antes do sequestrador ser atingido pelos tiros, o governador afirmou estar em contato direto com o comando da Polícia Militar.

Estou acompanhando desde cedo, com atenção, o sequestro do ônibus na ponte Rio Niterói. Estou em contato direto com o comando da Polícia Militar, que trabalha para encerrar o caso da melhor maneira possível. A prioridade absoluta é a proteção dos reféns.
3.323 pessoas estão falando sobre isso
Entenda o caso
Um homem, que ainda não foi identificado, entrou por volta das 5h30 em um ônibus da linha Jardim de Alcântara (São Gonçalo – Estácio (Centro do Rio). Ele usava uma arma de brinquedo e levava gasolina, dizendo que colocaria fogo no coletivo. O motorista do ônibus parou o veículo atravessado na subida do vão central da ponte Niterói-Rio e um grande congestionamento se formou na região.

Depois de 3 horas e meia, às 09h02, o homem desceu do veículo e foi baleado por snipers, autorizados pelo governador Wilson Witzel (PSC), e foi socorrido por ambulâncias que já estavam no local, mas não resistiu. Testemunhas disseram que foram cerca de seis disparos, seguidos de aplausos da população que acompanhava o caso. Um dos snipers também teria comemorado sobre um carro de bombeiros, sinalizando para os demais policiais que acertou o sequestrador.


Ao todo, havia 37 pessoas dentro do ônibus. Porém, seis reféns – 4 mulheres e 2 homens – foram liberados no momento que o sequestrador desceu do ônibus. Nenhum refém se feriu. Não se sabe ainda o que motivou o sequestro.
Veja vídeo do momento em que sniper dispara contra o sequestrador, que portava uma arma de brinquedo:

Fonte: Revista Fórum 

Proteção a Guedes explicita corrupção da Lava Jato, diz Glenn

O jornalista Glenn Greenwald, que vem revelando irregularidades da Lava Jato, alertou novamente para a partidarização da operação, que blindou o ministro da Economia, Paulo Guedes. A GPG Consultoria, empresa do titular da pasta, repassou R$ 560,8 mil em 2007 a um escritório de fachada, suspeito de lavar dinheiro para esquema de distribuição de propinas a agentes públicos no governo do Paraná. A instituição que recebeu a quantia foi a Power Marketing Assessoria e Planejamento, operada por um assessor do ex-governador Beto Richa (PSDB-PR).


"Pode-se debater quais intenções impulsionaram Moro e Lava Jato no início (2014/5). Há muitas evidências de que eles foram corrompidos até então. Mas agora está além do debate razoável que, ao longo dos últimos anos, eles foram primariamente uma operação politizada e corrompida", escreveu o jornalista no Twitter.

A Lava Jato denunciou em abril do ano passado 18 pessoas, acusadas de participar do suposto esquema de corrupção e desvio de verbas do estado. De acordo com as investigações, o objetivo do esquema era o de beneficiar a Econorte, do Grupo Triunfo, em concessões de rodovias. O caso foi investigado na Operação Integração, fase da Lava Jato deflagrada em 22 de fevereiro de 2018.



Guedes não ficou entre os acusados de corrupção. A Lava Jato afirma que a denúncia focou pessoas e empresas sobre as quais havia “prova robusta".

Ao jornal Folha de S.Paulo, Guedes não disse quais serviços justificaram o desembolso. 


Fonte: Brasil 247

Lava Jato blindou Paulo Guedes e fingiu não ver repasse para empresa de fachada

Surge mais uma prova de parcialidade da Lava Jato, que há 500 dias prendeu, sem provas, o ex-presidente Lula para solapar a democracia brasileira, fraudar o processo eleitoral e abrir espaço para a ascensão do neofascismo. Um repasse de uma empresa de Paulo Guedes a uma empresa de fachada, usada para pagar propinas no Paraná, foi solenemente ignorado pela operação


"A Lava Jato descobriu que uma empresa do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, fez pagamento a um escritório de fachada, suspeito de lavar dinheiro para esquema de distribuição de propinas a agentes públicos no governo do Paraná", revela o jornalista Fábio Fabrini, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo. "A força-tarefa da operação em Curitiba apresentou denúncia sobre o caso em abril de 2018 e não incluiu no rol de acusados Guedes ou outros representantes de sua empresa. Na época, o agora ministro integrava a pré-campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República", prossegue ainda o jornalista.


É mais uma prova do viés político da operação, que prendeu o ex-presidente Lula sem provas há exatos 500 dias, para que ele fosse impedido de disputar a presidência da República e vencer as eleições, como indicavam todas as pesquisas. Com a exclusão artificial de Lula do processo político, Jair Bolsonaro pôde assumir o poder e implantar um programa de extrema-direita no Brasil.


"Os responsáveis por outras duas companhias que destinaram recursos ao escritório suspeito foram presos, denunciados e viraram réus de ação penal aberta pelo então juiz Sergio Moro", diz Fábio Fabrini. Guedes não foi incomodado. Questionado pela reportagem, ele não conseguiu justificar o repasse.
O repasse de R$ 560,8 mil foi feito em 2007 pela GPG Consultoria, de Guedes, à Power Marketing Assessoria e Planejamento, operada por um assessor do ex-governador Beto Richa (PSDB-PR).


Fonte: Brasil 247

Dilma: após 500 dias da prisão ilegal de Lula, o neofascismo devasta o Brasil

"Agora, o mal está feito. O Brasil está sendo devastado por um governo neofascista na política e neoliberal na economia, encabeçado por um presidente escatológico e intolerante. Flagradas suas parcialidades, o juiz e os procuradores que se uniram em conluio para condenar Lula, destruir a economia e atropelar a Justiça negam o inegável. Desmentem o indesmentível", diz a ex-presidente Dilma Rousseff, deposta pelo golpe de 2016, sobre a prisão política de Lula

Por Dilma Rousseff – Um poema do pastor Martin Niemöller, que inspirou Bertold Brecht e Eduardo Alves da Costa, tornou-se símbolo da crítica à indiferença diante do nazismo. Nos momentos históricos em que valores estão em jogo, a indiferença torna-se dramática e leva ao caos. Valeu para a Alemanha dos anos 1930, vale hoje. 


“Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, 
porque, afinal, eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, 
porque, afinal, eu não era social-democrata.
Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, 
porque, afinal, eu não era sindicalista.
Quando levaram os judeus, eu não protestei, 
porque, afinal, eu não era judeu.
Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse."
A prisão de Lula completa nesta terça-feira (20) 500 dias de ilegalidade e de ofensa ao Estado democrático de Direito. Representa o desrespeito às garantias constitucionais, ao devido processo legal, à presunção de inocência e aos direitos humanos. É uma ameaça. Se Lula está preso ilegalmente, qualquer um pode ser. Tudo começou quando fui derrubada pelo golpe de 2016, sem que houvesse cometido crime.
Ali está o ato inaugural de um processo de destruição da democracia. E ficou por isso mesmo.
Exceto pelos progressistas e democratas, diante do golpe e da prisão de Lula, quando era urdida uma injustiça contra um inocente, muita gente deixou de reagir. Sua única transgressão é ser o maior líder popular da história do Brasil. Agora, depois das revelações do site The Intercept, todos sabem que Lula foi vítima de uma trama para destruir sua reputação e roubar sua liberdade. 
O juiz que o condenou foi o mesmo que grampeou um telefonema entre mim e o ex-presidente e vazou o áudio para a TV Globo. Crime grave, alvo apenas de suave reprimenda. E ficou por isso mesmo.
O mesmo juiz que condenou Lula validou delação arrancada sob coação de um empresário que, antes, havia dito que o ex-presidente era inocente. Arrancada por intimidação, tal delação foi a base da condenação. E o abuso prevaleceu.

Para emprestar sentido à sentença, o juiz alegou que condenava Lula por "atos indeterminados". Até mesmo a Lava Jato confessara não ter provas. Mas também esta extravagância judicial prevaleceu.
Com Lula já preso, esse juiz suspendeu as próprias férias para coagir a Polícia Federal a descumprir decisão de desembargador que mandara libertá-l o. E, como nas situações anteriores, o abuso não foi corrigido.
Em 2018, na semana do 2º turno, o juiz vazou delação rejeitada pelos procuradores, assegurando a vitória da extrema-direita. E a Justiça não tomou qualquer providência.
Após a eleição, o juiz foi convidado a se tornar ministro do presidente eleito graças às suas interferências ilegais. E ficou por isso mesmo. 


Agora, o mal está feito. O Brasil está sendo devastado por um governo neofascista na política e neoliberal na economia, encabeçado por um presidente escatológico e intolerante. Flagradas suas parcialidades, o juiz e os procuradores que se uniram em conluio para condenar Lula, destruir a economia e atropelar a Justiça negam o inegável. Desmentem o indesmentível.
O resultado é vergonhoso: um inocente está preso e um neofascista despreparado está no poder.
Só haverá justiça com a anulação do julgamento e a absolvição de Lula. 
#LulaLivre é um imperativo moral, uma exigência civilizatória, um ato de justiça que o Judiciário não pode negar a um inocente. Mais ainda quando o inocente é o único capaz de pacificar o país. Livre para promover entendimento, Lula levará o Brasil a unir as forças sociais, sem exclusões, numa frente pela democracia, pela soberania e pelos direitos do povo. Tal frente vai buscar a saída para a crise institucional, política e econômica em que Brasil foi jogado pelo golpe de 2016, pela prisão de Lula e pela eleição de Bolsonaro.
#LulaLivre é um grito de esperança para que deixemos de ser um país conflagrado, contaminado pelo ódio e governado pela insensibilidade, para voltar a ser uma nação viável, socialmente justa e generosa com o seu povo.

#LulaLivre significa paz e democracia para o Brasil.


Fonte: Brasil 247