GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Aliança da esquerda com o centro pode cassar Eduardo Bolsonaro

A declaração do deputado Eduardo Bolsonaro em favor da edição de um "novo AI-5" como ameaça às forças democráticas e progressistas do país abre apossibilidade de uma luta política direta entre o clã de extrema-direita reunido em torno de Jair Bolsonaro e amplas forças políticas. No centro do embate estará o pedido de cassassão do deputado.


A possibilidade de punição foi levantada pelo próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Reportagem dos jornalistas Danielle Brant, Thiago Resende e Daniel Carvalho na Folha de S.Paulo destaca que o pedido da oposição para que o deputado federal Eduardo Bolsonaro seja cassado na Câmara servirá de teste para a força política do clã e dependerá de apoio dos partidos de centro que fazem parte do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa.

O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) levantou a possibilidade de punição ao deputado logo após suas ameaças de imposição de um "novo AI-5) no país. "A apologia reiterada a instrumentos da ditadura é passível de punição pelas ferramentas que detêm as instituições democráticas brasileiras", disse Maia em nota.


A oposição vai em bsca de apoio para a cassação, que dependerá inicialmente de apoio de partidos de centro no Conselho de Ética.

Dos 21 assentos, os partidos que se declaram contrários ao governo ocupam apenas 6 cadeiras. O PSL, legenda de Eduardo, tem 2 membros, indica a reportagem.

"A questão é política. Vamos ver como é que o centrão vai reagir a isso", afirmou Ivan Valente (PSOL-SP), líder do partido na Câmara.

Contrariamente ao que disse Eduardo Bolsonaro ao invocar a imunidade parlamentar no vídeo em que tentou consertar o teor da sua declaração, as regras da Câmara permitem abrir uma investigação contra parlamentares por causa de declarações que se enquadrem como quebra de decoro.


A luta política na Câmara decidirá se o processo avançará ou não, num rito que se afigura complexo até chegar ao plenário, que é a instância decisória.


Fonte: Brasil 247

No Congresso e no Supremo, declarações do clã Bolsonaro já são vistas como ameaça real à democracia

As recorrentes manobras radicais do clã Bolsonaro, com a publicação de vídeos atacando as instituições democráticas e as ameaças de impor uma ditadura no país com a edição de um "novo AI-5" já são percebidas no Congresso e no Supremo Tribunal Federal como perigos reais, mesmo que Bolsonaro não tenha suficiente força política para isso agora



Líderes partidários e integrantes de tribunais superiores interpretam que as sucessivas ameaças de Jair Bolsonaro, seus filhos e do grupo de extrema-direita que o apoia, são ameaças reais, ultrapassando o terreno da bravata, informa a coluna Painel da Folha de S.Paulo.  
Como essas ameaças se tornaram frequentes nos últimos dias, tanto no Congresso como no STF forma-se a opinião de que o ocupante do Planalto está tomando o pulso da situação, para medir se as sua ofensiva contra o Estado democrático de direito cola na opinião pública.   
Contudo, em ambas as instituições dirigentes partidários e ministros da corte avaliam que o clã Bolsonaro ainda não tem força suficiente para impor uma ditadura, medidas autoritárias e manobras antidemocráticas.   
Políticos e magistrados trabalham com a informação de que as Forças Armadas não apoiariam medidas como essas, além de avaliar que o clã Bolsonaro conta com reduzido apoio político, de apenas um terço da população.   
A coluna informa ainda que o ministro da Defesa e o secretário de Governo de Jair Bolsonaro, ambos generais do Exército, foram acionados por ministros do Supremo nesta semana após a publicação de vídeo na rede social do presidente que equiparou a corte a uma hiena. 
Os dois manifestaram descontentamento com o gesto de Bolsonaro.


Fonte: Brasil 247

Cenário é desfavorável a Eduardo em conselho após fala sobre novo AI-5

Da Coluna do Estadão.


Se for mesmo parar no Conselho de Ética da Câmara, como quer a oposição, Eduardo Bolsonaro não encontrará um cenário amigável: três das quatro vagas do PSL, por exemplo, estão com a ala ligada a Luciano Bivar, em guerra aberta contra a família do presidente da República. O chamado “blocão” (Centrão e agregados) tem 24 das 42 vagas de titulares e de suplentes. Sem uma base de apoio até agora, o governo trabalha para evitar a qualquer custo que o caso da declaração do deputado de “novo AI-5” prospere no conselho, como sonha a oposição.


(…)
O presidente do conselho é Juscelino Filho (DEM-MA), considerado um moderado. Ao Estado, ele disse ver as declarações como “graves”, mas não entrou no mérito do decoro.
(…)
Um dos desafetos de Eduardo no Conselho de Ética é Delegado Waldir (GO), de quem o filho do presidente tirou a liderança da bancada do PSL.
(…)

MP nem sequer fez perícia no computador de onde saíram áudios que supostamente desmentem o porteiro

O Ministério Público do Rio informou que precisa de autorização do STF (Supremo Tribunal Federal) para periciar “o sistema” dos áudios que supostamente desmentem o depoimento do porteiro que mencionou Jair Bolsonaro no caso da morte da vereadora Marielle Franco.



A reportagem da revista Veja cita a matéria do jornal Folha de S.Paulo que "revelou que o MP não analisou a possibilidade de os arquivos terem sido apagados ou renomeados antes de serem entregues aos investigadores."

A matéria da revista ainda sublinha que "o MP nega e afirma que não constam indícios de adulteração nos arquivos recebidos em CD pelo órgão no dia 15 deste mês – mas informa que o computador de onde saíram os arquivos não foi analisado.“Esse CD é compatível com a planilha física. Nada impede que o sistema seja periciado como um todo tão logo tenha autorização do STF”


Fonte: Brasil 247