GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Esquerda não merece ser tratada como normal, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar a imprensa nesta quinta-feira durante discurso no Palácio do Planalto, acusando os jornalistas de mentirem, e afirmou que integrantes da esquerda não merecem ser tratados como se fossem pessoas normais.



Em cerimônia de troca de comando da Operação Acolhida, que recebe refugiados venezuelanos em Roraima, o presidente também voltou a afirmar que o atentado a faca que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018 foi um crime político, visando assassiná-lo para tirá-lo da disputa, em que pese conclusões em contrário da Polícia Federal, que investigou o caso, e da Justiça, que considerou o agressor inimputável por ser portador de problemas mentais.


"A nossa imprensa tem medo da verdade. Deturpam o tempo todo e quando não conseguem deturpar, mentem descaradamente", disparou Bolsonaro, que constantemente ataca jornalistas e, na manhã desta quinta mandou que uma repórter da Folha de S.Paulo calasse a boca quando ela o questionava sobre acusações envolvendo o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten.
"A essa imprensa, não tomarei nenhuma medida para censurá-los. Mas tomem vergonha na cara!", esbravejou.
O presidente também afirmou que a imprensa não noticia fatos favoráveis à sua gestão, como as decisões do governo dos Estados Unidos de desistir de sobretaxar o aço brasileiro e de confirmar a promessa de apoiar o ingresso do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ambas as notícias, no entanto, receberam ampla cobertura dos veículos de mídia do país.
Bolsonaro chamou o fato de sobreviver à facada e sua eleição de "milagres", afirmando ter sido escolhido por Deus para governar o Brasil, e negou que o atentado, que o deixou fora de debates com os demais candidatos, tenha contribuído para sua vitória eleitoral.

"Quando eu levei a facada, não foi ela que me elegeu, porque eles sabiam que só tinha uma maneira de me tirar do páreo, era me assassinando. E esses --que eu não tenho provas ainda, porque não sou leviano como eles-- foram os que tentaram realmente abreviar a minha vida e assim retornar para o PT o comando do nosso Brasil", acusou, sem apresentar evidências.
O presidente também afirmou que sozinho não terá forças para "mudar os destinos do Brasil" e alertou seus ministros para o que chamou de "grande responsabilidade" de impedir a volta da esquerda ao poder, como ocorreu recentemente na Argentina e, segundo Bolsonaro, se encaminha para acontecer no Chile.
"Eu peço a Deus que continue abençoando o nosso Brasil, abra a mente daqueles que ainda estão do lado da esquerda. Essa maldita esquerda que não deu certo em lugar nenhum do mundo", afirmou.
"Não dê chance para essa esquerda! Eles não merecem ser tratados como se fossem pessoas normais que quisessem o bem do Brasil. Isso é mentira!"


Fonte: Terra

Heleno sobre Bolsonaro: 'o cara não sabe nada, pô, é um despreparado'

Além de ter impedido Jair Bolsonaro de demitir Sergio Moro, o general Augusto Heleno aparece em outro trecho do livro Tormenta, da jornalista Thaís Oyama.  Ainda na campanha presidencial, sem saber que estava sendo gravado, ele desabafou sobre Bolsonaro: 'o cara não sabe nada, pô, é um despreparado'. Abaixo, o material de divulgação sobre o livro que está sendo lançado pela Companhia das Letras e vídeo sobre o trabalho de Oyama:


Um retrato implacável do primeiro ano de Bolsonaro no poder.     De uma das eleições presidenciais mais polarizadas da história republicana, sai vitorioso Jair Messias Bolsonaro, ex-capitão do Exército que chegou a defender publicamente a tortura, autor de não mais que dois projetos de lei aprovados ao longo de 27 anos de mandato como deputado e merecedor de apenas três dos 512 votos de seus pares na última vez que tentou se eleger presidente da Casa, em 2017.  A partir de um rigoroso trabalho de reportagem, Tormenta revela como opera o governo do 38o presidente da República, que forças se digladiam entre as paredes do Palácio do Planalto e de que forma as crenças e os temores — reais e imaginários — de Bolsonaro e de seus filhos influenciam os rumos do país. O livro traz detalhes surpreendentes sobre a crise interna de seu mandato, revelando segredos dos generais que o cercam no Palácio, intrigas que corroem o primeiro escalão do poder e bastidores que não chegaram aos jornais.  Mais do que mostrar as peculiaridades e a dinâmica do governo de Jair Bolsonaro — e de nos situar no calendário dos atribulados primeiros 365 dias de sua gestão —, a narrativa de Thaís Oyama ajuda o leitor a compreender o ano que passou e a vislumbrar o que nos aguarda.



Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Mais isolamento: Bolsonaro determina que Brasil saia de comunidade latino-americana de 33 países

A CELAC foi criada em 2010 como forma de unir a América Latina e o Caribe em contraponto ao poderio dos Estados Unidos na região e teve o ex-presidente Lula como um dos principais articuladores


Criada em 2010 como uma espécie de Organização dos Estados Americanos (OEA) “paralela”, com a presença de todos os países das Américas menos Estados Unidos e Canadá, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) é o novo alvo do presidente Jair Bolsonaro. O ex-capitão teria comunicado na terça-feira (15) que o Brasil vai deixar a organização.
Segundo reportagem de Eliane Oliveira, do Jornal O Globo, o governo brasileiro justificou a posição de deixar a CELAC dizendo que há “ditaduras” no bloco, em referência a Cuba e Venezuela. A postura repete a retórica inflamada que o governo têm adotado na política externa.
A decisão de Bolsonaro demonstra ainda que o país busca estar cada vez mais subserviente aos interesses dos Estados Undos na política mundial. A CELAC surgiu exatamente como uma forma de contrabalancear a hegemonia estadunidense na América Latina e no Caribe, representada institucionalmente pela OEA.
A formação do bloco veio logo após a experiência bem sucedida na criação da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), que hoje encontra-se em avançado processo de desmonte após a saída de mais da metade dos membros. Capitaneada pelos ex-presidentes Lula, Felipe Calderón, do México, e Hugo Chávez, da Venezuela, a CELAC previa aumentar as trocas entre os 33 países da América Latina e do Caribe.
Caso a retirada do Brasil se confirme, ele será o primeiro a debandar oficialmente do projeto de integração que não havia sofrido o mesmo baque que a UNASUL.
Na última quarta-feira o México assumiu a presidência temporária do órgão e o governo de Andrés Manuel López Obrador prometeu “repensar o futuro do bloco e avançar em diferentes projetos em comum”. “O objetivo da presidência do México na CELAC é promover projetos de interesse comum a todos os países que pertencem à organização”, disse. Representantes de 29 dos 33 países estiveram presentes na posse dos mexicanos.


Fonte: Revista Fórum

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bolsonaro prepara novas "bombas" para 2020, diz Eliane Cantanhêde

Para a jornalista Eliane Cantanhêde , avalia que neste início de ano “vão surgindo as bombas a serem lançadas em 2020” pelo governo Jair Bolsonaro. “São bombas em forma de medidas provisórias ou decretos em elaboração nas áreas técnicas do governo”, ressalta.



“Um projeto prevê subsídios para a conta de luz de templos evangélicos, ops!, religiosos. Outro escancara reservas indígenas às mais diversas formas de exploração, sem dó nem piedade. Resta saber o que o Ministério da Economia acha de um, e a comunidade internacional, do outro”, avalia.

“Em resumo: aos evangélicos, tudo; aos índios, as migalhas. Estes não terão direito a veto ao que for imposto para suas terras, mas poderão ser recompensados pelas atividades ali instaladas. Assistirão à devastação de camarote, estendendo o pires para colher as moedas. Quando abrirem os olhos, cadê as suas reservas? Puff! Evaporaram”
afirma Cantanhêde.




“Bolsonaro não esconde os privilégios para seus preferidos, que estão na sua base de apoio no Congresso, na sua base eleitoral no Rio de Janeiro e nas suas relações de amizades. Segundo levantamento do Estado, 30% da agenda pública de Bolsonaro no seu primeiro ano foi dedicada a militares e evangélicos”, observa.

“Quanto aos índios, pobres, distantes, desarticulados, eles estão entregues à própria sorte”, completa.



Fonte: Brasil 247

Bolsonaro chamou Mourão de “filho da puta” por falso tuíte, relata livro

Jair Bolsonaro chamou o vice-presidente Hamilton Mourão de “filho da puta” durante uma conversa por WhatsApp com um amigo, em março do ano passado. É o que aponta o livro “Tormenta — O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama. A informação é de Igor Gadelha na Crusoé e publicada no site O Antagonista.


De acordo o livro, Bolsonaro xingou o general após receber de um amigo um tuíte “fake” no qual o vice pedia indicação de um “bom psiquiatra”, “especialista em vício em redes sociais”, para o “filho de um amigo meu”.

O livro já havia relatado que, após o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, criticar uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acerca do Coaf que beneficiava o senador Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro decidiu demitir o ex-juiz. Mas o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, o convenceu a voltar atrás.



Ainda segundo informações da jornalista, Jair Bolsonaro ordenou a Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (sem partido), que não comparecesse ao depoimento no Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) em dezembro de 2018 (leia aqui).

Queiroz está envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro que ocorria na Alerj quando o filho de Jair Bolsonaro era deputado estadua. Queiroz movimentou R$ 7 mihões em de 2014 a 2017, de acordo com relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).


Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

O choro é livre: PSDB não se conforma com indicação de Democracia em Vertigem ao Oscar

Apoiadores do golpe contra Dilma Rousseff, que aconteceu em 2016, já demonstram revolta com o fato de "Democracia em Vertigem" ter sido indicado nesta segunda-feira (13) oficialmente ao Oscar 2020 no quesito "melhor documentário". O filme sobre a ruptura institucional é dirigido por Petra Costa e distribuído pela Netflix.


"Parabéns à diretora Petra Costa pela indicação de melhor ficção e fantasia por Democracia em Vertigem", postou o PSDB no Twitter.

O Movimento Brasil Livre também criticou a indicação. "O MBL fez seu próprio filme sobre o impeachment de Dilma, prestigiando você que foi às ruas para construir um Brasil melhor, e não quem estava roubando a nação nos Palácios em Brasília. Assista agora ’Não Vai ter Golpe’ no iTunes, Youtube, Google Play, NET Now e Looke".



"Democracia em Vertigem: Oscar de efeitos especiais para o maior assalto da história", afirmou um internauta.

O secretário Especial de Cultura do governo Federal, Roberto Alvim, ironizou a indicação. "Se fosse na categoria ficção, estaria correta a indicação", afirmou Alvim à coluna de Mônica Bergamo nesta segunda (13).



Fonte: Brasil 247

Estadão diz em editorial que Bolsonaro está “sem rumo” em um “governo perdido”

Jornal da família Mesquita, que serve de porta-voz ao sistema financeiro e ao empresariado paulista, afirma que "são abundantes os sintomas de que o governo está perdido"


Em editorial nesta segunda-feira (13), o jornal O Estado de S.Paulo criticou a falta de “rumo definido” de Jair Bolsonaro à frente do governo, classificado como perdido pela publicação da família Mesquita, que serve de porta-voz ao sistema financeiro e ao empresariado paulista.
“No início de seu segundo ano, o governo de Jair Bolsonaro dá claros sinais de estar sem rumo definido. A cada semana surgem novas medidas e ações, absolutamente pontuais e sem um objetivo comum”, diz o texto, que diz ainda que Bolsonaro está tirando “eficácia da ação estatal”. “Essa falta de coordenação provoca atritos e tensões absolutamente desnecessários entre órgãos do governo”.
O jornal critica diretamente duas medidas recentes de Bolsonaro: a de conceder subsídios nas contas de luz de templos religiosos e da redução, para colocar fim em um futuro próximo, ao Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
“Como era previsível, a equipe econômica manifestou resistência à proposta do subsídio na conta de luz para as igrejas. O ministro da Economia, Paulo Guedes, sempre defendeu a necessidade de reduzir esse tipo de benefício”, diz o jornal, sempre saindo na defesa das políticas neoliberais de Paulo Guedes, tentando descolar o ministro do governo.
Segundo o Estadão, “são abundantes os sintomas de que o governo está perdido”. “Mas há reformas a serem feitas, e este é o caminho óbvio que o País deve seguir. Há um país a ser governado. Basta querer fazê-lo”, sentencia o jornalão.

domingo, 12 de janeiro de 2020

Globo: Moro já é político

O grupo de comunicação Globo, um dos mais alinhados ao ministro da Justiça, Sergio Moro, fez uma análise sobre suas posições públicas e concluiu que ele é um político; portanto, Moro já pode ser considerado um dos potenciais candidatos à presidência em 2022 e um adversário de Jair Bolsonaro no campo da direita


"Em pouco mais de 700 tuítes até agora, o ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) tem desenhado um perfil cada vez mais político para si. Desde abril, quando ingressou na rede social, Moro reduziu a frequência de postagens sobre ações de governo e aumentou a carga de elogios, críticas e posicionamentos sobre temas variados, desde a soltura do ex-presidente Lula até índices de criminalidade no país", aponta reportagem de Bernardo Mello, publicada no jornal O Globo deste domingo.



A análise do jornal a partir das publicações de Moro no Twitter aponta que o ministro usou a rede social de forma mais opinativa nos últimos meses. "Em dezembro, por exemplo, a conta do ministro somou 25 tuítes em que predominaram opiniões, por exemplo, sobre o decreto do indulto natalino, a sanção à figura do juiz de garantias e a escolha do próprio Moro como uma das personalidades da década por um jornal britânico. Já no mês de estreia na rede social foram apenas 14 postagens com esse perfil, a maioria rebatendo críticas ao pacote anticrime. Enquanto Moro fez quase 100 publicações em abril destinadas a divulgar ou explicar ações de governo, a incidência desse perfil caiu para 36 tuítes em novembro, mês que antecedeu a aprovação do pacote anticrime no Congresso. Ao criar sua conta no Twitter, Moro disse que usaria a rede social para 'divulgar os projetos e propostas' do Ministério da Justiça", informa o jornalista.
Essa mudança de perfil indica que Moro já pode ser considerado um dos potenciais candidatos à presidência em 2022 e um adversário de Jair Bolsonaro no campo da direita. Ele já tem convite, inclusive, do Podemos, de Alvaro Dias, para disputar o cargo daqui a três anos. Não por acaso, o Podemos foi um dos alvos recentes de Bolsonaro.



Fonte: Brasil 247

sábado, 11 de janeiro de 2020

Bivar detona Bolsonaro e diz que ele estava ensandecido pelo dinheiro do fundo partidário

"Olha, há quem diga que o dinheiro traz tudo, mas o dinheiro traz também um pouco de maldição. As pessoas ficam ensandecidas", afirmou o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE). Também disse que o governo Jair Bolsonaro "se preocupa com coisas que não fazem sentido"


O presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE), afirmou que  Jair Bolsonaro é ensandecido pelo dinheiro público do fundo partidário. O parlamentar afirmou que o motivo do racha com o seu ex-colega de partido foi o dinheiro público destinado à sigla. 
"Olha, há quem diga que o dinheiro traz tudo, mas o dinheiro traz também um pouco de maldição. As pessoas ficam ensandecidas. Não era esse (conseguir verba do fundo partidário) o objetivo do PSL. Era alcançar o poder para realizar as reformas. No momento em que o PSL tem um fundo partidário, a cúpula do governo ficou ensandecida para pegar esse dinheiro. Acho uma coisa abominável isso. Se eu pudesse hoje renunciar a tudo isso, eu faria", disse Bivar em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.
O deputado também afirmou que "o governo não tem a habilidade para fazer as reformas que a gente precisa por uma questão de que se preocupa com coisas que não fazem sentido". "Se preocupa mais com os costumes e o conservadorismo que com a economia propriamente dita".
O racha entre Bivar e Bolsonaro aumentou em outubro. Em uma conversa na saída do Palácio da Alvorada, um apoiador disse a Bolsonaro: "Eu, Bolsonaro e Bivar. Juntos por um novo Recife. Aê!". O ocupante do Planalto retrucou: "Cara, não divulga isso não. O cara tá queimado para caramba lá. Entendeu? E vai queimar o meu filme também. Esquece cara. Esquece o partido".
Bivar estaria envolvido em um esquema de candidaturas laranjas. O dirigente teria apoiado o repasse de R$ 400 mil em verbas do fundo partidário para uma candidata "laranja" em Pernambuco. Maria de Lourdes Paixão, 68 anos, teria sido a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o País. O ex-ministro Gustavo Bebianno teria autorizado o repasse.


Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

🎥Lula diz que Bolsonaro é “lambe botas dos EUA”

O ex-presidente Lula, atacou de maneira dura o apoio quase que automático de Bolsonaro a tudo de Trump, mais especificamente, sobre o fato de apoiar a investidura americana contra o Irã. Em entrevista ao DCM (Diário do Centro do Mundo), Lula não economizou nas críticas a subserviência de Bolsonaro a Trump. Chamou Bolsonaro de lambe botas.



Em entrevista exclusiva ao site Diário do Centro do Mundo, realizada hoje (8), Lula criticou o alinhamento total de Bolsonaro a Trump e aos EUA. E mandou um recado a Bolsonaro:
“Ô, Bolsonaro, o Brasil não precisa disso. O Brasil não precisa ser lambe-botas de ninguém”.



Lula comentou o clima de conflito no Oriente Médio, em entrevista transmitida pela internet pelo Diário do Centro do Mundo e falou  que o Brasil não deve se envolver no conflito entre Irã e EUA.


“A época não é própria, não é adequada para um país como o Brasil se meter em confusão numa briga externa. O Brasil é um país que não tem contencioso. […] O papel de um país como o Brasil era não se meter nisso. O Brasil tem superávit comercial com o Irã. Pode ser parceiro do Irã e dos Estados Unidos. O Brasil não tinha cair de joelhos nos pés do presidente Trump e logo concordar que o ataque ao general foi um ataque a um terrorista”, disse Lula.
Lula acredita que a postura de Trump é para tirar o foco do Impeachemnt e garantir sua reeleição:
“O Trump sabe que não está fácil a reeleição com a quantidade de coisa que ele faz lá. Ele sabe que pode perder a eleição. Então, uma guerra sempre ajuda muito. É o que ele está provocando”, alegou.
Lula frisa que o Brasil, sempre foi um construtor da paz e não deve se meter no conflito entre Irã e EUA. E criticou a posição do governo brasileiro em relação a morte do general iraniano Qaasem Soleimani.
Até o Irã pediu explicações ao governo Bolsonaro sobre a note de apoio a Trump


“Bolsonaro não tem medido esforços para provar que é lambe-botas dos Estados Unidos. Já bateu continência para a bandeira americana, ficou orgulhoso de um encontro de 17 segundos que teve com o Trump, tem orgulho de o filho dele ser amigo daquele cidadão americano que orientou aquele tal de Guaidó se autoprocolamar presidente da República. O que fico triste é que os americanos criam essa situação melancólica, triste e patética e o governo Bolsonaro vai atrás tentando mostrar que tudo de errado é a Venezuela”, declarou o ex-presidente, dizendo ainda que essa subserviência é grave e vai na contramão do discurso de soberania de Bolsonaro. “Acho que é a incompetência de não saber o orgulho de não saber o orgulho que dá ser presidente de um país soberano. […] O cidadão tem que ser altivo”, alfinetou Lula.


Veja a entrevista completa no DCM:

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

EUA-Irã: Maia condena posicionamento do Brasil

Do jornal O Globo:

De férias no Estados Unidos, Rodrigo Maia comentou com amigos que considerou mais uma pixotada de Bolsonaro a decisão do governo de se posicionar a favor do ataque dos Estados Unidos ao Irã, importante parceiro comercial do Brasil. 



segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Bolsonaro ataca general iraniano assassinado por Trump e mostra posicionamento contra Irã

Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (6) que a tendência do preço do combustível no Brasil é se estabilizar, mesmo com a tensão no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã. A relação entre os dois países ficou tensa após o governo Donald Trump mandar matar o general iraniano Qassem Soleimani. O governo do Irã prometeu retaliação. Outro detalhe é que o preço do barril do petróleo teve forte alta na semana passada. Irã e Iraque estão entre os maiores produtores do mundo. Bolsonaro afirmou, ainda, que Soleimani "não era general".


"Reconheço que o preço [dos combustíveis] está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos Estados Unidos e Iraque, do general lá que não é general e perdeu a vida [Soleimani], não houve... O impacto não foi grande. Foi 5% passou para 3,5%. Não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada.



A declaração de Bolsonaro coloca em risco o comércio com os iranianos. A balança comercial entre os dois países foi favorável ao Brasil, com um saldo de US$ 2,2 bilhões entre janeiro e novembro de 2019. Entre os principais produtos, estão milho e soja, que corresponderam 44% e 26% do valor comercializado, respectivamente.


Fonte: G1

General detona Bolsonaro publicamente e diz que ele não combate a corrupção

O ex-ministro da Secretaria de Governo general Carlos Alberto dos Santos Cruz avalia que Jair Bolsonaro não combate a corrupção e critica mudanças no Coaf e na PF. "São os instrumentos (com) que você combate corrupção, controlando lavagem de dinheiro. Esses mecanismos sofreram um pouco de desgaste", continua


O ex-ministro da Secretaria de Governo general Carlos Alberto dos Santos Cruz avalia que Jair Bolsonaro não combate a corrupção. "Eu não entraria em um partido hoje do presidente Bolsonaro de jeito nenhum. Ele tem valores que não coincidem com os meus; ele tem atitudes que eu acho que não têm cabimento", disse, em entrevista à BBC News Brasil.
"(O combate à) Corrupção, da maneira que estava estruturada no momento da eleição, você tinha operação Lava Jato, na realidade a Polícia Federal, Ministério Público trabalhando nisso, você tinha o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras, hoje renomeado Unidade de Inteligência Financeira). São os instrumentos (com) que você combate corrupção, controlando lavagem de dinheiro. Esses mecanismos sofreram um pouco de desgaste", continua.
Segundo o ex-ministro, "o Coaf, quando foi para o Banco Central (por escolha do governo Bolsonaro), muitos percebem que ele trocou de nome e reduziu atividade".
"A própria operação Lava Jato passou, passa por diversos desgastes também. A própria Polícia Federal, teve um período ali de muita pressão sobre o diretor para ser trocado ou não (em setembro, o presidente disse que a PF precisava de uma "arejada" e que Moro podia trocar o diretor Maurício Valeixo, o que não se concretizou). Essas coisas atrapalham", acrescenta.
"Agora, foi criada uma nova figura de juiz de garantia, tem que ver como é que vai ser. A prisão em segundo instância (foi proibida pelo STF), tudo isso, todo esse conjunto de coisas trouxe um pouco de sensação de que o combate à corrupção está se tornando cada dia mais difícil".

Fonte: Brasil 247

domingo, 5 de janeiro de 2020

Do Rio para Brasilia, a milícia abre caminho a bala e fogo, desafiando o Judiciário e o Congresso. Por Ricardo Kotscho

Publicado originalmente no Balaio do Kotscho:
POR RICARDO KOTSCHO
Por que os mandantes do assassinato de Marielle Franco ainda estão livres, leves e soltos, quase dois anos após esse atentado de terrorismo político-miliciano?
Para encontrar a resposta a essa singela pergunta, recomendo a leitura do artigo “Em defesa da República _ Desafio da sociedade em 2020 é iniciar concertação contra o milicianismo”, de Oscar Vilhena Vieira, publicado hoje na Folha.
Vilhena vai direto ao ponto:
“Para o milicianismo não há cidadãos ou direitos (…) Os que não se curvam à extorsão nada recebem. Os que se insubordinam são eliminados, como ocorreu com Marielle Franco”.
Como profetizava o final do filme “Tropa de Elite 2”, ao sobrevoar Brasília, o poder paralelo instaurado pelo milicianismo no Rio de Janeiro, com suas ramificações na política, já estava se preparando para ocupar o vazio deixado pelo Estado.
“A ascensão de lideranças políticas que orbitam em torno do mundo das milícias, ou que partilham do seu ethos, estabelece novos desafios às nossas instituições políticas (…) A questão que se coloca neste momento é como as instituições têm lidado com a dimensão mais corrosiva deste governo, contígua ao populismo reacionário, que é o milicianismo?”.
Do Rio para Brasilia, e de lá para o resto do país, dia a dia a nova ordem da desordem se impõe, cria suas próprias leis, abre caminho a bala e fogo, desafiando o Judiciário e o Congresso, que já não conseguem acionar o sistema de freios e contrapesos.
Professor da FGV Direito SP e autor do livro “A Batalha dos Poderes”, Vilhena mostra a ofensiva das tropas milicianas em todas as áreas da vida nacional, e faz uma grave advertência:
“A ampliação das invasões das terras indígenas, o aumento das queimadas na Amazônia, o crescimento das mortes pela polícia, os ataques à liberdade de expressão, a total negligência com o sistema educacional e o combate frontal à cultura não decorreram de mudanças propriamente institucionais. Ao contrário, foram consequência de uma ação paraestatal sistemática promovida pela dimensão miliciana do atual governo que provoca a erosão, captura e desgaste das instituições.



Na mesma edição da Folha, encontramos na matéria “Bolsonaro anistia grilagem, freia novas áreas indígenas e estaciona reforma agrária” (página A4) a medida provisória 910, assinada discretamente por Bolsonaro, no último dia 10 de dezembro.
Se o Congresso aprovar mais esta aberração, no prazo de 120 dias, abre-se o caminho para a privatização de terras públicas invadidas ilegalmente, acabando na prática com a demarcação de terras indígenas prevista na Constituição de 1988.
São favas contadas: a bancada ruralista, com quase 300 deputados no total de 513, é claro que vai aprovar a toque de caixa esta velha reivindicação dos “empreendedores rurais”, que adotam na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal o mesmo modus operandi das milícias nos subúrbios cariocas: ocupar as áreas na marra e no grito, se preciso a bala, e subjugar as comunidades.
Sem verbas previstas em 2020 para os novos projetos de assentamentos da reforma agrária, os pequenos produtores sem terra vão virar mão de obra barata do agronegócio e das mineradoras que já se preparam para explorar o subsolo.
A bancada ruralista já ocupa todos os principais cargos do Ministério da Agricultura, inclusive o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), de onde foi defenestrado o general João Carlos Jesus Corrêa, que resistia aos ataques do milicianismo rural em marcha.
Em 2019, a demarcação de terras indígenas e quilombolas foi simplesmente abandonada, como mostra a reportagem de Fabiano Maisonnave, que fornece amplo material para o próximo artigo de Oscar Vilhena Vieira.
“O grande desafio da sociedade brasileira em 2020 é dar início a uma ampla concertação político-institucional contra o milicianismo e em favor da República”, propõe Vilhena no final do seu texto.
Temo apenas que seja tarde demais.
A civilização já perdeu para a barbárie, agora oficializada.
Vida que segue.

Bolsonaro trai seus apoiadores e volta a defender juiz de garantias

"O juiz de garantias, apesar das críticas que recebeu, não é nenhum ataque à Lava Jato. Vai demorar anos para ser colocado em prática. Já existe no Brasil, que são as centrais de inquérito. A própria Lava Jato não teve só o Moro que trabalhou. [...] Foram vários outros juízes do lado dele”, disse ele



Sputinik – O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado, em uma live no Facebook, que o instrumento do juiz de garantia não representa um ataque à Operação Lava Jato.
A figura do juiz de garantia está prevista no projeto anticrime, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente na semana passada, informou Agência Brasil.


A nova lei estabelece que o juiz responsável pela condução do processo (juiz de garantias) não vai proferir a sentença do caso.
"O juiz de garantias, apesar das críticas que recebeu, não é nenhum ataque à Lava Jato. Vai demorar anos para ser colocado em prática. Já existe no Brasil, que são as centrais de inquérito. A própria Lava Jato não teve só o Moro que trabalhou. [...] Foram vários outros juízes do lado dele”, disse Bolsonaro, citado pela agência.

Mais polêmica

O Fundo Eleitoral é um tema que tem gerado críticas nas redes sociais. Segundo Bolsonaro, se o Parlamento tivesse aprovado um fundo de R$ 3,8 bilhões no Orçamento de 2020 ele teria como vetar, pois feriria o interesse público.
Em dezembro, o Congresso aprovou o Orçamento para 2020 com a previsão de R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral. O texto seguiu para análise do presidente da República.
"Eu te pergunto posso vetar o orçamento da Educação? Não posso, porque está na lei, a mesma coisa da Saúde e a mesma coisa do Fundão, é lei de 2017. Se eu vetar incorre em crime de responsabilidade. Estou atentando contra a lei, corro o risco de impeachment. E qualquer um do povo pode entrar com o pedido de impeachment", declarou o presidente.


Fonte: Revista Fórum

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Governo de esquerda argentino congela preço do transporte público

Segundo o chefe de gabinete do governo peronista de Alberto Fernández, Santiago Cafiero,  a medida terá duração de 120 dias e será concentrada na região metropolitana de Buenos Aires, a capital da Argentina, onde vivem cerca de 15 milhões de pessoas. A medida irá tornar mais acessível o transporte público argentino.



“Os aumentos nas tarifas de transporte para toda a região metropolitana, área contemplada pelo Ministério dos Transportes do país, estão suspensos por aproximadamente 120 dias, uma medida que envolve cerca de 15 milhões de argentinos e argentinas que circulam diariamente com ônibus e trens”, informou o chefe de Gabinete, Santiago Cafiero, em uma coletiva de imprensa.
O Ministro de Transportes da Argentina também anunciou que também revisará os subsídios  para empresas de ônibus, metrô e trens.



O Ministro também incentivou outras regiões do país, além da região de Buenos Aires a aderir  a medida.
“É uma medida que o presidente nos pediu e que tem a ver com a revisão da política de subsídios, porque é necessário torná-la mais eficiente, torná-la transparente e dar maior equidade na distribuição de fundos pelo Estado”, disse o Ministro dos Transportes argentino.
Com o congelamento dos preços a passagem em Buenos Aires se mantém em 18 pesos cerca de R$ 1,21. Mesmo com o valor congelado, argentinos ainda terão desconto de 55% com a “tarifa social” .


A tarifa social inclui Aposentados, trabalhadores domésticos, beneficiários de subsídios sociais, pensionistas e outros.
Macri, o candidato derrotado nas últimas eleições, que Bolsonaro fez de tudo para ganhar por lá, também tentou promover congelamento de preços, para conter as altas de preços que estavam fora de controle no país. Mas isso só ocorreu perto das eleições presidenciais…


A Argentina no ano passado, decretou até emergência alimentar por causa do aumento da fome no país. Lembrando que o país era governado por Macri que implemento um governo liberal economicamente, com aprovação de reforma da previdência e outros.
A medida do governo argentino, visa tornar mais acessível o transporte público.

Fonte: Falando Verdades

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Temer diz que votou em Bolsonaro e avalia bem o governo

O ex-presidente Michel Temer, que chegou ao poder por uma conspiração contra a presidente eleita Dilma Rousseff, disse em entrevista que votou em Bolsonaro e que governo Bolsonaro é “bom” porque é a “continuação do seu governo”. Temer afirma em entrevista ao Estadão, que votou em Bolsonaro.


O governo Bolsonaro representa a continuação do governo Bolsonaro e quem avalia isso é o próprio em entrevista ao jornalista Pedro Venceslau do Estadão “O governo vai indo bem porque está dando sequência ao que fiz. Peguei uma estrada esburacada. O PIB estava negativo 4%. Um ano e sete meses depois o PIB estava positivo 1.1%, além da queda da inflação e da recuperação das estatais. Entreguei uma estrada asfaltada. O governo Bolsonaro, diferente do que é comum em outros governos que invalidam anterior, deu sequência. Bolsonaro está dando sequência ao que eu fiz”, afirma Temer na entrevista.
Para Temer, o “bom” do governo Bolsonaro é que ele está “dando sequência” a tudo que ele fez em seu governo.



Temer acaba confessando também que votou em Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2018: ” Acabei votando nele (no segundo turno) por uma razão. Eu recebia muitas críticas indevidas da outra candidatura (Fernando Haddad). Votei em quem não falou mal do meu governo.”
Lembrando quando Jair Bolsonaro era apenas um deputado federal, ele votou a favor de projetos do governo Temer.
Inclusive antes de assumir como presidente, Bolsonaro afirmou que iria manter muita coisa do governo Temer.


Temer disse que Bolsonaro foi procura-lo após ser eleito para ‘pedir conselhos”.
“Cada um tem o seu estilo. Ele tem o estilo do confronto, que é oposto ao meu, de conciliação. Fui falar em Oxford, Madrid e Salamanca e pude avaliar uma certa preocupação com isso. Mas a preocupação central é com a segurança jurídica. As pessoas querem ter certeza que se investirem aqui não terão surpresas. O presidente Bolsonaro diz uma determinada coisa, mas sua ação é diversa. Quando ele me visitou logo após a eleição, me pediu modestamente para dar conselhos. Eu disse que não daria conselhos para quem foi eleito com quase 60 milhões de votos, mas disse que daria palpites. Disse que a relação com China é importantíssima. Não podemos ser unilateralistas. E verifiquei que, tempos depois, ele foi à China.” disse Temer


Fonte: Falando Verdades