GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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domingo, 16 de junho de 2019

Sergio Moro é aconselhado por aliados a adiar ida ao Senado

Do Correio Braziliense:

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, é aconselhado por alguns amigos e aliados a adiar a sua ida ao Senado esta semana. O ministro estará quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça para expor aos parlamentares a sua visão dos diálogos que, desde o último domingo, o deixam na constrangedora situação de ter que se explicar.
O maior risco é ser pego desprevenido, ou seja, que o The Intercept abasteça a oposição com novas revelações quando Moro estiver depondo.Porém, agora é tarde para o ministro recuar. A área política do governo já foi alertada de que, se Moro mudar de ideia e faltar à sessão da CCJ, vai tirar o discurso para que não haja uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

O maior risco é ser pego desprevenido, ou seja, que o The Intercept abasteça a oposição com novas revelações quando Moro estiver depondo.Porém, agora é tarde para o ministro recuar. A área política do governo já foi alertada de que, se Moro mudar de ideia e faltar à sessão da CCJ, vai tirar o discurso para que não haja uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

O colegiado é manhoso. Se Moro passar no teste, pode até recuperar o lastro para ser, no futuro, candidato. A carreira jurídica, porém, na avaliação dos senadores, está interrompida, a preços de hoje. A política dependerá do teste da semana.
(…)

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Em nova derrota do governo, decreto de armas de Bolsonaro é rejeitado na CCJ do Senado

Decreto foi editado por Bolsonaro em maio e, desde então, tem gerado questionamentos na Justiça e no Congresso. Parecer derrubado ainda terá de ser analisado pelo plenário

Por 15 votos a 9, o parecer do senador Marcos do Val (Cidadania-ES) favorável ao decreto das armas do presidente Jair Bolsonaro foi rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Os senadores viram inconstitucionalidade no texto presidencial que ampliou o acesso a armas a diversas categorias. Esta era uma das principais promessas de campanha do presidente.
O resultado foi construído a partir de um acordo entre os parlamentares contrários à política armamentista, maioria na CCJ. A costura foi confirmada pelo líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Antes da votação, Marcos do Val fez um apelo aos seus colegas e disse que sua irmã, que, segundo ele, foi alvo de ameaça, estava fazendo o teste necessário para ter porte de arma.
O relator alegou que “armas sozinhas não matam ninguém” e que “a questão não é a quantidade de armas, mas em que mãos elas estão”.

Antes mesmo da votação, o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), já previa a derrota.


“Os senadores demonstraram bom senso e sabem que armar a população brasileira não é a solução”, pontuou o líder do PT no Senado Humberto Costa.


Com a flexibilização proposta por Bolsonaro, categorias como políticos, jornalistas, advogados e agentes de trânsito passariam a ter o direito a posse de armas e munição. No final do último mês, medidas como a posse de fuzis, carabinas e espingardas para cidadãos comuns foram vetadas pelo presidente depois da repercussão negativa dos excessos do decreto.
Autor de um dos relatórios contrários ao decreto, Fabiano Contarato (Rede-ES) classifica a medida como um “retrocesso”.
“A segurança pública é direito de todos e dever do Estado. Então, o Executivo, em nome de uma medida populista, renuncia à sua tarefa e a transfere para a população”, disse Contarato.
O texto aprovado na comissão segue agora para o Plenário, onde deve ser apreciado ainda hoje e com urgência.


Fonte: Revista Fórum

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Moro relatou convite de Bolsonaro antes da eleição

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald afirmou que, em mensagens ainda não publicadas, o então juiz federal Sergio Moro relatou convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça, do qual Moro hoje é titular, antes mesmo de vencer a eleição.

Greenwald é um dos autores das reportagens do site The Intercept Brasil que divulgaram conversas de integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Paraná em um aplicativo de mensagens. Ele diz que ainda há mais conteúdo a ser divulgado.

"Temos conversas que ainda não reportamos sobre Moro estar pensando [antes da eleição] na possibilidade de aceitar uma oferta do Bolsonaro, caso ele ganhasse. Isso foi antes da eleição, acho que depois do primeiro turno", afirmou Greenwald ao UOL, sem no entanto revelar a identidade do interlocutor de Moro.

No ano passado, ao aceitar o convite de Bolsonaro, em novembro, Moro disse que havia sido sondado por Paulo Guedes, agora ministro da Economia, em 23 de outubro --cinco dias antes do segundo turno.




Polêmica

O convite a Moro provocou divergências entre integrantes da Lava Jato em Curitiba. De acordo com o jornalista, mensagens no grupo dos procuradores mostra que alguns membros alertaram sobre as consequências negativas que a ida do ex-juiz para o Executivo poderia causar.

"E tem pessoas dentro da força-tarefa da Lava Jato, outros procuradores, falando que isso iria destruir a reputação da Lava Jato, porque iria criar uma percepção de que o tempo todo não foi uma apuração contra a corrupção, nem uma apuração do Judiciário. Mas uma apuração política para impedir a esquerda e empoderar a direita", relata o jornalista.

Em 1º de outubro, a seis dias do primeiro turno, Moro tornou público um anexo da delação premiada de Antonio Palloci, homem forte dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, com denúncias contra os governos petistas.

Em documento enviado ao CNJ, Moro negou ter agido para influir na disputa eleitoral.

"Todo mundo sabe que [Moro] fez isso para impedir o adversário principal do presidente de concorrer, e isso o ajudou a ganhar a eleição", completou Greenwald.



Fonte: UOL

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Mais um vexame internacional:Bolsonaro não trouxe a "nova política". Trouxe o novo português.

Bolsonaro mostra novamente que não é amigo da língua portuguesa e passa vergonha na Argentina. Assista:




segunda-feira, 3 de junho de 2019

Bolsonaro se solidariza com funkeiro que espancou mulher grávida antes de se matar

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) postou uma mensagem de solidariedade ao MC Reaça, que espancou uma mulher grávida e se matou, nesse sábado (1º). A postagem do chefe do Executivo divide opiniões, por conta das agressões sofridas pela mulher, que ainda está hospitalizada.
O funkeiro, apoiador de Bolsonaro e conhecido por compor músicas para o presidente durante sua campanha, foi encontrado morto na Rodovia Dom Pedro I, em Valinhos (SP), na tarde de sábado. O caso foi registrado como “possível suicídio” pela Polícia Civil. O homem teria parado sua moto na altura do km 116 e foi visto por um funcionário da concessionária da estrada com uma corda nas mãos.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, antes de morrer, o funkeiro teria espancado uma mulher com quem teria um caso extraconjugal. Ele teria contado que ela estava grávida.
A mulher, de 28 anos, está internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, segundo o Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), seu estado é estável. Ela aguarda o rosto desinchar para passar por uma cirurgia. Em relação à gestação, nada foi divulgado.
“Tales Volpi, conhecido como MC Reaça, nos deixou no dia de ontem. Tinha o sonho de mudar o país e apostou em meu nome por meio de seu grande talento. Será lembrado pelo dom, pela humildade e por seu amor pelo Brasil. Que Deus o conforte juntamente com seus familiares e amigos”, escreveu o presidente.

Fonte: BHAZ

Embaixador diz que Bolsonaro cairá até julho e não haverá ditadura com Mourão

O embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Neto, ex-secretário-geral do Itamaraty durante o governo Lula, tem uma avaliação incisiva do atual cenário político brasileiro: o governo Jair Bolsonaro não deve passar de julho e uma eventual Presidência do general Hamilton Mourão não deve causar receios de uma nova ditadura militar. "No cardápio político, hoje em dia, Bolsonaro está sendo servido. O prato alternativo que se pode escolher é Mourão", afirma. 

Em entrevista ao site Intercept, Guimarães descartou a hipótese de uma eventual Presidência de Mourão colocar o país em rota de uma nova ditadura militar: "[Os militares] passaram 30 anos tentando limpar os aspectos negativos da ditadura para eles. Veio o Bolsonaro e o tempo todo relembra a ditadura. Eles ficam horrorizados com isso". Para ele, o núcleo duro do governo não é militar: "Mas o núcleo duro, por assim dizer, é militar".

Leia as respostas do embaixador Samuel Guimarães a partir de sua cogitação de um impeachment de Bolsonaro no mês de julho:

O que, em julho? Um impeachment? E aí assume Mourão.

Naturalmente. No cardápio político, hoje em dia, Bolsonaro está sendo servido. O prato alternativo que se pode escolher é Mourão. Outros pratos, como revolução socialista e proletária, estão em falta. Assembleia nacional constituinte? Também não está sendo servido. O que tem é o Mourão. Você pode não gostar, achar que é a volta dos militares, achar o que quiser.

Não o preocupa uma eventual volta dos militares ao poder?

De forma alguma. Por várias razões. Primeiro porque temos um governo ideológico e que divide o país, promove o antagonismo social todos os dias. Agora, liberou as pessoas a transitarem com armas carregadas. É uma coisa inacreditável. Temos 63 mil mortes por ano, em toda a Guerra do Vietnã os EUA não perderam o que morre no Brasil por ano. É um governo que promove ódio racial, todo tipo de confronto na sociedade. Isso é uma coisa muito perigosa. O governador do Rio subiu num helicóptero para acompanhar uma ação em que sujeitos iam matar pessoas. Isso é uma loucura. O general Mourão, desde que tomou posse – antes, não – só fala a coisa certa. Até julho o governo tem que aprovar a [reforma da] previdência, alguma coisa tem que aprovar, porque estão achando que vai ser um milagre, se aprova a previdência e tudo vai se resolver.

Vamos supor que Bolsonaro de fato deixe o cargo, sofra um impeachment. Não é arriscado termos os militares de volta no comando do país?

Não. Em qualquer país do mundo que se respeite, os militares fazem parte da sociedade, não são contra a sociedade. Nos EUA, você acha que o establishment critica os militares? Na França? Na Alemanha? Na Inglaterra? Mas aqui criou-se essa ideia de sociedade civil de um lado e os militares do outro. Foi o príncipe dos sociólogos quem fez isso (irônico, se referindo ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso). Isso criou uma situação em que, primeiro, se tirou a responsabilidade dos civis que apoiaram a ditadura e que muito se beneficiaram, mais do que os militares, que ficaram com a culpa, mas não ficaram ricos. A Globo se criou durante a ditadura, são multimilionários. Os bancos, a mesma coisa. Esse conceito permitiu dizer: "Olha, a ditadura foi uma coisa militar. Aqui estamos nós, os civis, que nunca nos beneficiamos com ela, nunca enriquecemos nela." Enriqueceram, e muito. Com aquele crescimento muito alto (da economia nos primeiros anos da década de 1970, época do chamado "milagre econômico" brasileiro) com arrocho salarial, eles ficaram milionários, empresários como Gerdau ficaram milionários.

O senhor não vê nenhum risco de uma "recaída" dos militares, um novo AI-2 (o segundo ato institucional decretado pela ditadura, de 1965, que acabou com as eleições diretas para presidente, extinguiu partidos políticos e permitiu uma intervenção do poder Executivo no Judiciário)?

Para quê? Não vale a pena. [Os militares] Passaram 30 anos tentando limpar os aspectos negativos da ditadura para eles. Veio o Bolsonaro e o tempo todo relembra a ditadura. Eles ficam horrorizados com isso. As pesquisas de opinião mostram que os militares são um dos grupos que têm mais confiança da população brasileira. Conseguiram isso, e o Bolsonaro passa o tempo todo lembrando da ditadura, do [ditador chileno Augusto] Pinochet, do [ditador paraguaio Alfredo] Stroessner, do [coronel Carlos Alberto] Brilhante Ustra (um dos principais comandantes da tortura de adversários do regime militar).

Mourão também fez elogios a ele.

Antes de ser vice-presidente. De lá para cá, ele é monitorado pelo alto-comando. Ele não fala por ele, tanto que não é contestado, reparou? Não há nenhum general, da ativa ou da reserva, que tenha contestado Mourão publicamente. Pode ser que eles discutam [internamente], mas publicamente não vi nenhuma declaração. Porque eles sabem que [um eventual fracasso do governo Bolsonaro] vai bater lá neles, entende? Essa confusão que o Bolsonaro está armando, esse caldo de antagonismo, vai bater neles. E não interessa a eles [uma nova ditadura], porque não é mais moda no mundo, não é? Teve a moda das ditaduras militares na América Latina, Brasil, Argentina, toda parte. Hoje em dia, não é mais assim.

Vamos supor que Bolsonaro de fato deixe o cargo, sofra um impeachment. Não é arriscado termos os militares de volta no comando do país?

Não. Em qualquer país do mundo que se respeite, os militares fazem parte da sociedade, não são contra a sociedade. Nos EUA, você acha que o establishment critica os militares? Na França? Na Alemanha? Na Inglaterra? Mas aqui criou-se essa ideia de sociedade civil de um lado e os militares do outro. Foi o príncipe dos sociólogos quem fez isso (irônico, se referindo ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso). Isso criou uma situação em que, primeiro, se tirou a responsabilidade dos civis que apoiaram a ditadura e que muito se beneficiaram, mais do que os militares, que ficaram com a culpa, mas não ficaram ricos. A Globo se criou durante a ditadura, são multimilionários. Os bancos, a mesma coisa. Esse conceito permitiu dizer: “Olha, a ditadura foi uma coisa militar. Aqui estamos nós, os civis, que nunca nos beneficiamos com ela, nunca enriquecemos nela.” Enriqueceram, e muito. Com aquele crescimento muito alto (da economia nos primeiros anos da década de 1970, época do chamado “milagre econômico” brasileiro) com arrocho salarial, eles ficaram milionários, empresários como Gerdau ficaram milionários.

O senhor não vê nenhum risco de uma “recaída” dos militares, um novo AI-2 (o segundo ato institucional decretado pela ditadura, de 1965, que acabou com as eleições diretas para presidente, extinguiu partidos políticos e permitiu uma intervenção do poder Executivo no Judiciário)?

Para quê? Não vale a pena. [Os militares] Passaram 30 anos tentando limpar os aspectos negativos da ditadura para eles. Veio o Bolsonaro e o tempo todo relembra a ditadura. Eles ficam horrorizados com isso. As pesquisas de opinião mostram que os militares são um dos grupos que têm mais confiança da população brasileira. Conseguiram isso, e o Bolsonaro passa o tempo todo lembrando da ditadura, do [ditador chileno Augusto] Pinochet, do [ditador paraguaio Alfredo] Stroessner, do [coronel Carlos Alberto] Brilhante Ustra (um dos principais comandantes da tortura de adversários do regime militar).



Fonte: Brasil 247

Com Bolsonaro Brasil caminha rapidamente para o “colapso social”, diz Rodrigo Maia ao jornal O Globo

Presidente da Câmara mostra que relação com Bolsonaro continua truncada e diz que a reforma da Previdência, que é colocada pelo governo como resposta para todos os males do país, não vai resolver nada por si só



Em entrevista a Bruno Góes e Eduardo Bresciani, na edição desta segunda-feira (3) do jornal O Globo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ) disse “não saber” como está sua relação com Jair Bolsonaro (PSL) que, segundo ele, estaria levando o Brasil a um colapso social.
“Para onde a gente está indo não é bom. A gente precisa que cada um, com sua atribuição, colabore, principalmente Executivo e Legislativo, para construir pautas além da Previdência, para que a gente possa cuidar desses brasileiros que estão cada vez mais em uma situação que eu tenho chamado de colapso social. Estamos caminhando de forma muito rápida para esse colapso social”, disse.



Para o deputado, “está faltando uma agenda para o Brasil” e a reforma da Previdência, que é colocada pelo governo como resposta para todos os males do país, não vai resolver nada por si só.
“Já está ficando claro para todo mundo que a reforma previdenciária por si só não vai resolver nada. Agora, para sair da trajetória (de colapso), o governo vai ter que ir muito além do que foi até agora. Vai ter que pensar projetos importantes na área de infraestrutura, políticas de segurança jurídica em muitas áreas, ter coragem de enfrentar desafios”, afirmou.


Manifestações
Maia minimizou as manifestações do dia 26, em defesa de Jair Bolsonaro, e que o colocou como um dos alvos principais dos bolsonaristas. “Foi uma manifestação basicamente do governo atacando àqueles que podem ajudar a agenda do próprio governo”.

O deputado também criticou o anunciado “pacto” acertado por Bolsonaro em reunião com ele, Davi Alcolumbre (DEM/AP), que preside o Senado, e Dias Tofolli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que priorizaria, entre outros 4 temas, as reformas da Previdência e tributária.
“Teve aí uma informação mal colocada. O ministro (Dias) Toffoli fez uma proposta de um pacto, não me lembro dos termos exatos, mas era mais de princípios, o governo veio com uma contraproposta mais política, mais ideológica, nós vamos estudar porque eu não posso assinar algo que eu não tenha apoio majoritário”, afirmou, dizendo que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM/RS), “avançou na informação sem uma construção política amarrada”.
“Ele entregou um documento, ninguém leu, e ficou parecendo para a sociedade e a imprensa que a gente fechou aquele pacto em cima daquele texto. Zero de verdade nisso”.


Fonte: Revista Fórum 

quarta-feira, 29 de maio de 2019

VÍDEO: Em discurso desconexo, Bolsonaro humilha Maia, ao seu lado, dizendo que tem mais poder que ele


Vídeo incorporado

Declaração do presidente da República após a reunião que discutiu o "terceiro pacto republicano"

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Bolsonaro trai Moro e pede para PSL votar por manter Coaf na Economia

Do g1:

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), afirmou nesta terça-feira (28) que o partido atenderá o pedido de ministros do governo e do presidente Jair Bolsonaro e votará pela mudança do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para o da Economia, como já havia aprovado a Câmara dos Deputados.
Olímpio deu a declaração após uma audiência com Bolsonaro no início desta tarde. O senador disse que tanto o ministro da Justiça, Sergio Moro, quanto o da Economia, Paulo Guedes, pediram para que a medida provisória que reestruturou os ministérios fosse aprovada no Senado sem modificações em relação ao texto votado na Câmara.

Olímpio deu a declaração após uma audiência com Bolsonaro no início desta tarde. O senador disse que tanto o ministro da Justiça, Sergio Moro, quanto o da Economia, Paulo Guedes, pediram para que a medida provisória que reestruturou os ministérios fosse aprovada no Senado sem modificações em relação ao texto votado na Câmara.

Aliados do governo tentavam manter o Coaf sob a alçada do Ministério da Justiça, como estava previsto no texto original da medida provisória. Agora, se o Senado modificar o texto aprovado na Câmara, a MP tem que ser reanalisada pelos deputados, o que pode fazer o texto “caducar”. Isso porque a MP perde a validade no dia 3 de junho e até lá precisa ser aprovada no Congresso.
“Nós vamos votar com o pedido do presidente, com o pedido do Paulo Guedes. Além do pedido, é uma certeza de que será mantido a estrutura do Coaf dentro do que é possível”, disse Olímpio.

(…)

General Heleno toca o terror e diz que Brasil está virando uma Venezuela

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, afirma que é preciso se "unir para sair do buraco". De acordo com o titular da pasta, “O Brasil está à beira do abismo”. A entrevista foi concedida ao jornal Valor Econômico.

“Subida violenta do dólar, queda abrupta das ações das empresas brasileiras, desabastecimento. Vamos virar uma Venezuela! Vamos disputar arroz no tapa, vamos disputar feijão no tapa! Venezuela é um exemplo típico que continua a ser a menina dos olhos de algumas pessoas nesse país. Isso não dá para entender. Desabastecimento foi uma das principais causas do regime militar. Eu vivi isso porque eu já era nascido, tinha 16 anos, estava no colégio militar. Minha mãe ia para fila às 5 da manhã para comprar 3 quilos de arroz. aí quando estava na fila há 3 horas avisavam que não era mais no mercado Mundial, que o arroz ia chegar na Casas da Banha. Saia todo mundo correndo para o outro mercado. Vivemos uma crise de desabastecimento seríssima no país, e até hoje os caras querem esconder isso, contar uma história diferente.”


Para Heleno, é preciso "esquecer que o presidente é o Jair Bolsonaro e, portanto, esquecer essa bobagem de que se a reforma da Previdência passar, com economia de R$ 1 trilhão em dez anos, Bolsonaro será reeleito", disse ele 



Fonte: Brasil247

domingo, 26 de maio de 2019

Deputado bolsonarista da “família real brasileira” prega abertamente o fechamento do Congresso

O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança, do PSL, está pregando abertamente o fechamento do Congresso.
O dia 13 de maio entrou pra a história, a redentora trouxe um Brasil livre, uma figura que representaria o nosso país e poderia ter sido a nossa imperatriz. Resultado do golpe republicano foram anos de golpes e governos corruptos.
1.625 pessoas estão falando sobre isso
Tudo o que aconteceu nesse governo foi culpa dos republicanos, a MONARQUIA trouxe todas as mudanças sociais necessárias, temos que retomar a MONARQUIA constitucionalista e derrubar esse governo que se mostrou FRACO! O povo não deve temer o governo, e sim o governo temer o POVO!
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Luiz Phillipe, da “família real brasileira”, alega que é obra de hacker.

Curiosamente, o hacker é monarquista como ele.
Luiz Phillipe acha que será aclamado rei do Brasil no dia 26 de maio.

sábado, 25 de maio de 2019

‘Manifestação errada em hora inadequada’, diz ‘O Globo’

Em editorial neste sábado (25), o jornal “O Globo” diz que a manifestação programada para este domingo é inadequada: “em vez de gastar tempo e energia num ato extemporâneo, os bolsonaristas devem procurar entender que o jogo político é travado no Parlamento, onde são negociados projetos”.


“O presidente Jair Bolsonaro diz que não irá às manifestações de amanhã, alegadamente para defendê-lo e a seu governo de um suposto avanço da esquerda, demonstrado pelas passeatas em defesa da Educação. As derrapagens do governo no MEC criaram mesmo um chamativo pretexto. Mas não havia apenas a cor vermelha nas passeatas.


O estranho é fazer manifestação como se estivéssemos em período eleitoral. Diante da evidência de que o movimento foi criado a partir das redes sociais, por onde transitam frações da extrema direita e suas propostas radicais, inconstitucionais, o presidente, que teria chegado a admitir comparecer, recuou. Seria uma sandice ir”, diz ainda o texto.


Fonte: Catraca Livre

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Previdência: Policiais chamam Bolsonaro de ‘traidor’ em protesto em Brasília, vídeos

Nesta terça-feira (21/05), policiais civis e federais de todo o País protestaram em Brasília contra a proposta de Reforma da Previdência (PEC 06/2019) do governo Bolsonaro
Por volta das 18h , eles passaram em frente ao Palácio do Planalto, chamando Bolsonaro de “traidor”

Vídeo incorporado
POLICIAIS CIVIS CHAMAM BOLSONARO DE “TRAIDOR”

Em manifestação contra reforma da previdência, grupos de Policiais Civis que manifestou pela Esplanada gritou “Bolsonaro, Traidor!” em frente ao Palácio do Planalto, no fim da tarde desta terça-feira. @sbtjornalismo
32 pessoas estão falando sobre isso
Um pouco mais cedo, em torno das 17h, o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), foi até a manifestação levar o apoio da bancada às reivindicações de policiais federais e civis.


PT na Câmara
O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), reafirmou hoje (21) a policiais civis e federais de todo o País que estão em Brasília protestando contra a proposta de Reforma da Previdência (PEC 06/2019), que a bancada petista é totalmente contrária à medida, além de ser contra o chamado “pacote da segurança” enviado ao Congresso pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro.
As declarações do líder foram feitas durante manifestação de policiais civis estaduais e federais, servidores do sistema penitenciário e representantes de guardas municipais, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, contra a Reforma da Previdência. A manifestação foi organizada pela União dos Policiais do Brasil (UPB), Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) e outras entidades.
Respeito
No caso específico dos servidores civis da área, Pimenta observou que a PEC 06 é inaceitável, pois trata esse segmento de forma diferenciada, como se a vida deles valesse menos que as dos integrantes das Forças Armadas e das polícias militares.
“O governo Bolsonaro introduz essa contradição, quando escolhe a área da segurança pública que merece aposentadoria ou pensão integral”, disse Pimenta. “Todos os servidores da área de segurança pública merecem o mesmo tratamento e respeito”, destacou o líder.
O líder observou que os policiais civis, por exemplo, praticamente todos os dias enfrentam uma guerra contra criminosos, enquanto integrantes das Forças Armadas – tratados de forma privilegiada por Bolsonaro no âmbito da Reforma da Previdência – só enfrentaram um conflito armado na Guerra do Paraguai, no século XIX, não justificando, portanto, tratamento diferenciado em relação às outras categorias.
Ficção de Moro
Em relação ao pacote da segurança de Moro, o líder do PT afirmou tratar-se de uma ficção, pois não aborda questões fundamentais como o patrulhamento de fronteira, inteligência, investimento no sistema prisional e valorização das carreiras do setor de segurança pública. Segundo Pimenta, a proposta de Moro tem que ser rejeitada pelo Congresso.
O líder do PT avaliou que, para a Bancada, não importa que boa parte dos servidores da área de segurança pública tenha votado em Bolsonaro.
“Sei que muita gente aqui votou neste presidente, mas isso não impede a coerência e a manutenção do posicionamento histórico do PT em favor dos servidores da área de segurança pública”, comentou Pimenta.
O parlamentar observou que os servidores da área de segurança que apoiaram Bolsonaro em boa parte “devem estar decepcionados, afinal, quem poderia imaginar que em menos de quatro meses a decepção tivesse tomado conta dos que acreditaram na ladainha e nas mentiras deste governo?” .

Paulo Pimenta lembrou que a PEC da Reforma da Previdência ataca os direitos da população brasileira, em especial os mais pobres, a mantém as grandes distorções, “que devem ser enfrentadas, mas sem campanha contra os servidores públicos, em especial os da área de segurança”.
“O PT continua onde sempre esteve: ao lado do povo e ao lado dos servidores da área de segurança pública”, enfatizou o líder. “Contem sempre com a Bancada do PT, a bancada do presidente Lula”, completou Paulo Pimenta

Fonte: Viomundo