GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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domingo, 8 de dezembro de 2019

"Gado bolsonarista" representa 14% da população brasileira

Estes são os "boslonaristas heavy", que acreditam em tudo o que Jair Bolsonaro, notório por suas fake news, diz. Curiosamente, há forte presença de homens brancos, moradores da região Sul e empresários neste grupo


A análise da pesquisa Datafolha, feita pelos diretores do instituto Mauro Paulino e Alessandro Janoni, revela o tamanho do que muitos consideram ser o gado bolsonarista. "Segundo a escala elaborada pelo Datafolha, a taxa de bolsonaristas 'heavy', isto é, eleitores do presidente que o aprovam e confiam em tudo que ele diz, passou de 12% para 14% na população, índice que chega a 37% entre empresários, 31% entre habitantes mais ricos do Sul e 29% entre os homens com renda superior a 5 salários mínimos", apontam os profissionais, em sua análise.


"No extremo oposto, detratores “heavy”, que não votaram, o reprovam e não confiam em Bolsonaro, oscilaram negativamente dois pontos nos últimos três meses —de 30% para 28%. São principalmente entrevistados que se auto classificam indígenas (42%) e negros (35%). Também ocorrem com mais frequência entre os que se dizem desempregados (39%), estudantes (37%) e entre as mulheres de menor renda (32%)", dizem Paulino e Janoni.


Fonte: Brasil 247

Atuação de Bolsonaro no combate à corrupção é reprovada por metade da população, diz Datafolha

Sucessivos escândalos, iniciados antes mesmo de sua posse, colaboraram para isto


Pesquisa Datafolha publicada neste domingo (8) avalia que o governo de Jair Bolsonaro vai mal em um dos pontos vitais de seu programa: o combate à corrupção.
Neste quesito, o seu desempenho caiu de 34% para 29%. Enquanto isso, subiu de 44% para 50% a reprovação ao governo nessa área.
Sucessivos escândalos, iniciados antes mesmo de sua posse, como a denúncia do caso Fabrício Queiroz, ex-motorista e assessor de seu filho, o então deputado estadual Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ), passando pelo laranjal de Minas Gerais operado pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) colaboraram para isto.
Já em relação à cultura, de acordo com o instituto, a aprovação ao trabalho do governo caiu de 31% para 28%, enquanto os que avaliam como ruim/péssimo oscilaram de 33% para 34%, e os que consideram regular, de 32% para 34%.
Representante do extinto Ministério da Cultura, a Secretaria Especial da Cultura passou por idas e vindas desde o início do governo, sendo transferida em novembro da pasta da Cidadania para a do Turismo.
Numa escala que vai de 0 a 10, a nota média atribuída pelos entrevistados ao presidente foi 5,1, a mesma de agosto.
O nível de otimismo com a atuação do governo é o mais baixo desde que Bolsonaro chegou ao poder. No início do ano, 59% achavam que ele faria um governo merecedor de aprovação.


Fonte: Revista Fórum

sábado, 7 de dezembro de 2019

Caminhoneiros prometem greve nacional e se dizem traídos por Bolsonaro

“O governo não cumpriu nada do que prometeu. O preço do óleo diesel teve 11 altas consecutivas, em 2019. Não aguentamos mais ser enganados pelo senhor Jair Messias Bolsonaro, que protege o agronegócio e diz que o caminhoneiro só sabe destruir rodovias”, diz o líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França


"Líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França afirmou, nesta sexta-feira (6/12) que, à 0h da próxima segunda-feira (16), pelo menos 70% dos cerca de 4,5 milhões de profissionais autônomos e celetistas vão parar em todo o país. O motivo é a insatisfação da categoria com o governo de Jair Bolsonaro, que, segundo França, não cumpriu o que prometeu aos trabalhadores", informa reportagem publicada no Correio Braziliense.


“O governo não cumpriu nada do que prometeu. O preço do óleo diesel teve 11 altas consecutivas, em 2019. Não aguentamos mais ser enganados pelo senhor Jair Messias Bolsonaro, que protege o agronegócio e diz que o caminhoneiro só sabe destruir rodovias”, reclamou França ao jornal.
O caminhoneiro pede também o apoio da população. “De todos que usam gasolina, óleo diesel e também gás de cozinha. Jair Bolsonaro esquece que quem transporta os produtos das indústrias e do agronegócio somos nós”, reforçou.


Fonte: Brasil 247

Joice diz que bolsonaristas já estão destruindo provas sobre produção e disseminação de fake news

“Gente já jogou computador fora, até quebrou o disco do computador com furadeira”, disse, em alusão à suspeita de que o vereador carioca e filho do presidente Carlos Bolsonaro teria destruído computador


Da Rede Brasil Atual – A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que presta depoimento na CPI das Fake News da Câmara nesta quarta-feira (4), apresentou uma série de documentos que atestam diversas ilegalidades cometidas por bolsonaristas relacionadas à disseminação de notícias falsas e destruição de reputações em redes sociais. Antes aliada importante do núcleo de apoio de Jair Bolsonaro (sem partido), ela agora é enfrentada como inimiga por “milícias digitais” ligadas ao clã do presidente.
Existe um padrão nas operações de distribuição de mentiras nas redes sociais, revelou a parlamentar. O esquema envolve um grande número de assessores de parlamentares de extrema-direita. Estes, recebem altos salários e têm como função a construção de narrativas mentirosas para beneficiar a ideologia em torno de Bolsonaro. Difamações e até ameaças de morte foram apresentadas por Joice, todas com origem especificada.
Joice argumentou que todos os documentos que revelam essa grande rede passaram por perícia e já são objeto de investigação. “Gente já jogou computador fora, até quebrou o disco do computador com furadeira”, disse, em alusão à suspeita de que o vereador carioca e filho do presidente Carlos Bolsonaro teria destruído computador.
O mecanismo
Uma das principais origens das mentiras, especialmente nos últimos meses, é o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). “As instruções passam muito por Eduardo e assessores ligados a ele. Eles ativam a militância e, depois, publicadores que têm muitos perfis falsos para dificultar a responsabilização das fake news. Para que não haja imputação de crime ou acionamento da Justiça, muitos perfis são falsos”, explicou.
Depois disso, vem o uso dos famigerados robôs. “Depois disso, as fake news são disseminadas em larga escala por robôs. Isso é informação técnica, a polícia já está envolvida. Tem gente que já jogou computador fora. Quem destruiu provas de ataques não levou em consideração que os dados estão protegidos na nuvem”, disse Joice.


Gabinete do ódio
Toda essa rede envolve cerca de 8 milhões de pessoas em grupos de WhattsApp, Facebook e outras redes sociais. Apesar do grande número de pessoas envolvidas, os robôs se fazem necessários para a disseminação em massa até o destino final. Dentro destes 8 milhões, existe uma escala hierárquica bem definida. Muitos dos que tomam as decisões são pagos com dinheiro público. Especialmente assessores, que formam o já conhecido “gabinete do ódio”.
“Eles têm uma tabela para que cada dia, um assessor produza um conteúdo para destruir uma reputação. Cada um um dia para fazer os ataques coordenados (…) Eles fazem listas de orientações para difamar. Entre políticos, jornalistas, enfim. Em um grupo central do WhattsApp eles coordenam e passam para os outros grupos multiplicadores”, disse Joice.

O Conselho de Ética da Câmara arquivou duas representações contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) por quebra do decoro (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).
Farra com dinheiro público
Um dos grupos mais ativos e violentos é coordenado pelo gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP). O parlamentar possui sob seu domínio uma série de militantes que coordenam as ações das fake news. Todos eles muito bem remunerados com dinheiro público.
Douglas Garcia faz parte de um grupo chamado Movimento Conservador, idealizado por Eduardo Bolsonaro, que tem como objetivo a disseminação do ódio e a manutenção das ideologias de extrema-direita. Todos eles também do grupo radical ultraconservador chamado Direita São Paulo.
“Edson Salomão ganha 24 mil pra fazer meme e atacar pessoas do gabinete do Douglas Garcia. Mais de um milhão de reais em dinheiro público por ano em assessores de gabinetes. Jorge Saldanha, 18 mil reais de salário. Todos eles do Direita São Paulo. Alexandre da Silva, 9 mil reais.  André Petros, quase 10 mil reais também. Todos eles Direita São Paulo e Movimento Conservador. Carlos Olímpio, Dylan Dantas, esses 7 mil reais de dinheiro público para atacar. Jhonatan Valencio, Lilian Goulart, Lucas Reis, quase 12 mil reais. O gabinete inteiro do Douglas Garcia. Maicon Tropiano, Matheus Galdino.” Estes são alguns nomes dos militantes centrais de tal teia de mentiras.
Laranjal
Em seus documentos, a partir das datas das postagens e atribuições, com muitos prints de telas de WhatsApp do núcleo bolsonarista, Joice revelou que o método consiste em iniciar uma mentira ou difamação de forma mais leve e, então, aprofundar, radicalizar as mentiras e ataques, a partir de sites e blogs de fachada criados pelos próprios assessores.
Um dos articuladores, Eduardo Guimarães (Dudu Guimarães), que é secretário parlamentar de Eduardo Bolsonaro, inicia uma narrativa, por exemplo. “O grupo Bolsofeios é do Dudu, esse é um dos grupos de organização do gabinete do ódio.
Então, começam a aprofundar a narrativa. Uma das fake news contra mim começou em um site Click Cozinha, dizendo que eu teria usado verba pública para difamar filhos do Bolsonaro. Eles usam esses sites laranjas.”
De mentiras a ameaças
Joice disse que se incomodou severamente com o esquema quando uma montagem sua em um corpo de porca e roupas de prostituta chegou no celular de seu filho de 11 anos. Ela chegou a rastrear a origem da montagem e chegou no esquema de Douglas Garcia. Mesmo grave a difamação, o cenário ainda pode piorar.
As influências das fake news criadas pelos grupos bolsonaristas ultrapassam os ataques pessoais, chegam na esfera da influência direta em articulações políticas e acabam atingindo a pura ameaça à vida. Em um vídeo do pessoal ligado ao Direita São Paulo e ao Movimento Conservador, assessores parlamentares armados com submetralhadoras e outras armas de grosso calibre ameaçam de morte o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.
Em outro caso, sugerem articulações para proteger a família Bolsonaro de investigações criminais. “Tem um grupo chamado Ódio do Bem. Em mensagens desse grupo que estão já na perícia, afirmam que ‘é importante que travem a Lava Jato. Deltan deve cair. Augusto Aras deve assumir a PGR. Mendonça assumira o STF. Tem como blindar o Flávio’, afirma a administração desse grupo.”


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Da UNE ao Livres, movimentos ensaiam frente ampla pela democracia “até doer”

Em comum, concordam que a democracia está ameaçada em várias sentidos e buscam mobilização



Citando o poeta pernambucano Marcelo Mario de Melo, o jornalista Juca Kfouri pregou nesta segunda-feira, em São Paulo, que uma frente a favor da democracia deve ser “ampla, tão ampla, que precisa doer”. Porque “se não doer não vai ser ampla”. Significa que, para mais de 30 lideranças que se reuniram no teatro FECAP, no centro da cidade, o momento é de deixar as diferenças de lado para fazer frente aos desafios à ordem democrática lançados pela extrema direita que chegou ao poder, liderada pelo presidente Jair Bolsonaro.


O ato, nomeado Em Frente Pela Democracia, foi organizado pelo grupo Pacto pela Democracia. Participaram representantes de instituições e movimentos sociais de diferentes espectros ideológicos ― esquerda, centro, direita ― e que atuam em frentes diferentes: combatem o racismo e o genocídio da população negra, lecionam em universidades, pregam o liberalismo econômico, estão nas trincheiras da Amazônia pelo meio ambiente e as populações indígenas, buscam a renovação da política institucional, defendem os diretos humanos de forma mais ampla. Os partidos políticos não estiveram representados como tal.
Acontecimentos e declarações governistas foram lembrados, como as recentes ameaças de um novo AI-5 proferidas pelo ministro Paulo Guedes e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Mas dois episódios permearam toda a noite. Um deles foi a prisão de quatro brigadistas do Projeto Saúde e Alegria em Alter do Chão, no Pará. “Parece que uma semana dura anos, que o dia dura 100 anos. Você não sabe se está num sonho ou pesadelo”, afirmou Caetano Scannavino, coordenador da ONG. E também a morte de nove jovens da favela Paraisópolis após ação da Polícia Militar em um baile funk: “Bem-vindos ao nosso mundo. Espinho, balas... O que aconteceu em Paraisópolis não é novidade”, discursou José Adão, um dos fundadores do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, em plena ditadura militar.
Leia mais no Elpaís

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Bancos e grandes empresas desembarcam do governo Bolsonaro e ligam cronômetro para impeachment

Criado em 1875 para defender os interesses da elite escravista cafeeira e hoje controlado pelo setor agro-financeiro-empresarial paulista, o Estadão tem feito sucessivos editoriais mostrando para Bolsonaro que o tempo dado a ele para impor as reformas está chegando ao fim


Porta-voz de banqueiros e grandes empresários, que concentram escritórios entre as avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista, o jornal O Estado de S.Paulo tem mandado recados sucessivos a Jair Bolsonaro que o tempo – e a paciência – dado a ele pelos detentores de um terço do PIB nacional para impor as reformas neoliberais está no fim e que o impeachment pode ser seu destino em um futuro próximo.
Após dizer que a “nova política” proposta por Bolsonaro não passa de “amadorismo” no domingo (1º), nesta terça-feira (3), o jornal, que foi criado em 1875 para defender os interesses da elite escravista cafeeira e hoje é controlado pelo setor agro-financeiro-empresarial paulista, voltou à tona em novo editorial, criticando duramente a postura submissa e passiva do presidente brasileiro ante à retaliação comercial anunciado por Donald Trump contra a indústria do aço e alumínio do Brasil.
“É difícil dizer se a passividade de Bolsonaro diante de uma evidente agressão reflete seu despreparo em relação a questões de Estado, uma espantosa ingenuidade ou incompreensão do que se passa no cenário internacional. Ou será uma mistura de tudo isso?”, relata o Estadão.
Nesta segunda-feira (2), o Instituto Aço Brasil – antigo Instituto Brasileiro de Siderurgia, presidido pelo bolsonarista, Sergio Leite de Andrade, demonstrou “perplexidade” diante da retaliação imposta por Trump, que atinge diretamente o setor.
Presidente da Usiminas, Andrade é um dos 10 empresários, que representam 32% do PIB, que divulgaram um manifesto de apoio a Jair Bolsonaro antes do segundo turno das eleições em 2018.
Banqueiros
A insatisfação crescente com as medidas atabalhoadas do governo é refletida nos boletins diários que chegam aos banqueiros em relatórios feitos pala Atlas Político, que tem revelado um derretimento da popularidade de Bolsonaro, que já atinge um em cada quatro brasileiros.
Para o cientista político Andrei Roman, da empresa que faz esse monitoramento, as declarações autoritárias em defesa do AI-5 e achaques à imprensa e a ONGs impactaram no aumento da rejeição de Bolsonaro.
As acusações infundadas que resultaram na prisão de quatro brigadistas ligadas ao projeto Saúde e Alegria, que é financiado por grandes empresas, como responsáveis pelos incêndios na Amazônia formaram mais um ponto de inflexão no discurso dos capitalistas em relação a Bolsonaro.


Em dura nota divulgada na quinta-feira (28), o Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), que reúne entidades ligadas a 141 empresas que financiam projetos nas áreas sociais, criticou duramente as “aspirações autocráticas mais profundas” de Jair Bolsonaro que promovem a “erosão crescente do nosso ambiente democrático”.
“No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil”, diz a nota pública do grupo, que reúne fundações ligadas a bancos como Bradesco, Banco do Brasil e Bank of America, e às maiores empresas em atuação no país, além de grupos de comunicação, como a Rede Globo.
No Congresso
As conversas sobre o fim da linha para Bolsonaro já é pauta nos corredores do Congresso Nacional até mesmo entre apoiadores do presidente, que levantam até mesmo hipóteses para iniciar o processo.
Em áudio vazado nesta segunda-feira (2), o presidente do PSL do Rio Grande do Sul, o deputado federal Nereu Crispim, declara, em conversa com uma interlocutora a quem chama de Rose, que Jair Bolsonaro “vai tomar um impeachment” e liga a possibilidade à ligação do capitão com o esquema de candidaturas laranjas da sigla, que quase cassou o mandato do parlamentar.
“Eu conheço o Bivar. E se houve alguma coisa lá errada, tem que cassar é o mandato do Bolsonaro, porque o partido tava com ele, não era com o Bivar, antes”, afirmou o deputado.
Em outro trecho, ele declarou: “Eu vou só dizer uma coisa pra ti: o Bolsonaro vai tomar um impeachment. Escuta o que eu tô te dizendo”.
Detentores de um terço do PIB nacional – com transações que chegaram a R$ 2,2 trilhões em 2018 -, os escritórios da Paulista e da Faria Lima mandam recado pelas páginas do Estadão que o cronômetro do impeachment contra Bolsonaro foi acionado. Resta saber quanto tempo o capitão ainda tem para impor aquilo que lhe foi encomendado até ser descartado por quem o colocou na Presidência. Tic tac.


Fonte: Revista Fórum

Governo desobriga empresa de cumprir cota para trabalhador com deficiência

Projeto de lei permite substituir contratação por pagamento destinado a programa

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei institui o fim das políticas de cotas para pessoas com deficiência ou reabilitadas no mercado de trabalho. O texto permite que o empregador faça a substituição pelo pelo pagamento de um valor correspondente a dois salários mínimos mensais.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, uma reunião na Câmara dos Deputados hoje (3), no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, deve definir uma estratégia para barrar o avanço do projeto e derrubar a urgência com que ele está tramitando.
Na avaliação do vice-presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos (Ampid), a subprocuradora-geral do trabalho Maria Aparecida Gurgel, todo o projeto de lei é grave para as pessoas com deficiência.
“Ele desconfigura toda a ação afirmativa que é a reserva de cargos”, afirma. O grupo representa 10% da população, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Na avaliação do governo, através do Ministério da Economia, o conjunto de mudanças deve beneficiar 1,25 milhão de trabalhadores.


Leia mais na Folha de São Paulo

domingo, 1 de dezembro de 2019

🎥Em encontro com Bolsonaro, pecuarista comemora aumento da carne: “Vai ficar na história, presidente”

Presidente admitiu que o preço subiu por conta de "uma pequena crise"


Enquanto o trabalhador sente no bolso o aumento do preço da carne, pecuaristas comemoram o fato. Em conversa com eleitores, Jair Bolsonaro ouviu o agradecimento de um criador pela alto valor do produto.
“Com esse aumento da arroba, isso aí pra nós, que somos pecuaristas, vai ficar na história presidente”, comentou um homem que se encontrou com o presidente neste sábado (30), em Brasília.
Bolsonaro admitiu que elevação do preço da carne bovina se deu por um problema econômico. “Tivemos uma pequena crise, daqui a pouco vai melhorar”, respondeu o presidente.
O aumento do preço da carne observado nos últimos meses promete se estender também para o próximo ano. Quem também comemorou o preço mais caro do produto esta semana foi a ministra da Agricultura, Teresa Cristina.
“Vai ter uma estabilização. Não vão ter mais essas puxadas. Mas não tem perigo de voltar ao que era. Mudou o patamar. Já tinha mudado o da soja, do milho”, afirmou a ministra. “A carne ficou por três anos com valor muito baixo. Isso faz com que o mercado sinta mais essa subida”
📽 Pecuarista apoiador de Bolsonaro comemora aumento do preço da carne: "Com esse aumento da arroba, isso aí pra nós, que somos pecuaristas, vai ficar na história presidente".

Bolsonaro então respondeu: "Tivemos uma pequena crise, daqui a pouco vai melhorar"

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Fonte: Revista Fórum

sábado, 30 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro ataca Estadão e sustenta que Leonardo DiCaprio “tacou fogo” na Amazônia

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo e sustentar sua tese de que o ator Leonardo DiCaprio como um dos responsáveis pelas queimadas na Amazônia.


"O @Estadao insinua que Jornal do SBT @SBTonline e Jornal da Band @BandJornalismo fazem matérias sem provas", postou o parlamentar compartilhando a reportagem do Estadão que diz "Sem mostrar provas, Bolsonaro acusa Leonardo DiCaprio de pagar para ‘tacar fogo’ na Amazônia".

A reportagem do Estadão citou a declaração de Bolsonaro durante a live semanal na quinta-feira (28), que apontou o ator Leonardo DiCaprio como um dos responsáveis pelas queimadas na Amazônia.


"Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada. O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, declarou.



Fonte: Brasil 247

Na direção certa, Folha faz editorial histórico e se pinta pra guerra contra Bolsonaro

"Será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança", afirma o jornal, em duro editorial


A Folha de S.Paulo publicou, na noite desta sexta-feira (29), um editorial chamado “Fantasia de imperador”, em que considera que o presidente Jair Bolsonaro “combina leviandade e autoritarismo” e não entende os “limites que a República impõe ao exercício da Presidência”.


“O Palácio do Planalto não é uma extensão da casa na Barra da Tijuca que o presidente mantém no Rio de Janeiro. Nem os seus vizinhos na praça dos Três Poderes são os daquele condomínio”, afirma a Folha, ‌logo após dizer que “será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança”.


A Folha também critica diretamente as manobras feitas por Bolsonaro para privilegiar seus filhos, destacando que “a legalidade, a impessoalidade e a moralidade governam a administração pública, não se trata de palavras lançadas ao vento numa ‘live’ de rede social”.
“A Carta equivale a uma ordem do general à sua tropa. Quem não cumpre deve ser punido. Descumpri-la é, por exemplo, afastar o fiscal que lhe aplicou uma multa. Retaliar a imprensa crítica por meio de medidas provisórias”, diz ainda o veículo, citando a retaliação promovida por Bolsonaro contra o periódico e seus anunciantes.


Outro lado da moeda
A mesma Folha fez um editorial há 14 dias elogiando a política econômica comandada pelo ministro Paulo Guedes, em uma aparente tentativa de recomposição com o presidente. O título do texto é “Na direção certa”. Diante da reafirmação de Bolsonaro em uma postura autoritária, o veículo foi para o embate.
“Prestes a completar cem anos, este jornal tem de lidar, mais uma vez, com um presidente fantasiado de imperador. Encara a tarefa com um misto de lamento e otimismo. Lamento pelo amesquinhamento dos valores da República que esse ocupante circunstancial da Presidência patrocina. Otimismo pela convicção de que o futuro do Brasil é maior do que a figura que neste momento o governa”, finaliza o editorial.


Fonte: Revista Fórum

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro diz que Leonardo Di Caprio é um dos culpados pelo incêndio na Amazônia

A WWF informa através de nota que a organização “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio
Desta vez o deputado federal Eduardo Bolsonaro resolveu provocar o ator americano Leonardo DiCaprio. Em postagem nas suas redes sociais, nesta quinta-feira (28), ele acusa o ator de ter doado “USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia”.
Dudão diz ainda que “a ONG WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas”.


A WWF, por sua vez, informa através de nota que a organização “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio. Tais informações que estão circulando são inverídicas”.

Leonardo DiCaprio doou USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia, a ONG @WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas.

Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Maior rede de mercados do Norte do Brasil avisa que não tem carne e nem vai ter

A rede de supermercados LÍDER, a maior do Norte, estampou um aviso em um dos mercados de Belém avisando que não tem mais carne e nem vai ter, e que os clientes devem substituir a carne bovina por outro tipo de alimento. Diz a mensagem:


"Estamos passando por um momento complicado com relação ao abastecimento de carne bovina. Os preços dispararam e o produto está em falta.

Os frigoríficos alegamque a exportação do boi em pé e da carne "in natura" para outros países faz o preço subir diariamente.

O LÍDER já utilizou todo o gado em condições de abate de suas fazendas.



Os preços estão altos, mas o problema não é só conosco, nem há esperança de voltar à normalidade a curto prazo, só restando a todos substituir a carne bovina por outro tipo de alimento.

Agradecemos a compreensão





Fonte: Plantão Brasil

Após protestos, Câmara do Chile aprova redução de 50% em salário de autoridades

Senadores, deputados, ministros, governadores e até o próprio presidente serão afetados caso a medida seja também aprovada no Senado chileno.


Após massivos protestos no Chile, que chegaram a contabilizar 1 milhão em Santiago na capital do país, a câmara dos deputados do país aprovou nessa quarta-feira,27,  um projeto de lei que irá reduzir o salário de autoridades, que incluem Ministros, deputados, senadores, governadores e até o presidente em cerca de 50%. A medida para entrar em vigor tem que ser ratificada pelo Senado Chileno.
Não se sabe se isso será o suficiente para acalmar as ruas chilenas, que protestam entre coisas, por causa do sistema de pensões e previdência, as privatizações que encareceram o preço dos serviços, uma maioria de aposentados que atualmente sobrevive com menos de um salário mínimo, ao aumento do custo dos transportes públicos, que consomem uma boa parte do orçamento das famílias chilenas, além de outras causas que vinham se acumulando e que “explodiram” quando se iniciou um protesto contra o aumento das tarifas de metrô em Santiago.


Se a lei de redução de salários for aprovada, ela entrará em vigor em cerca de 60 dias e uma comissão especial será formada para estipular os novos salários das autoridades. Salários de funcionários do Judiciário também sofrerão redução no Chile.
Há mais de um mês, o país está coberto por grandes protestos, o que fez a popularidade do presidente Sebastian Piñera cair para 13%, com uma agenda econômica neoliberal, que levou uma multidão ás ruas, não se sabe se a medida irá funcionar para acalmaras ruas, que protestam pro salários, aposentadorias, ensino público , saúde e desigualdades sociais, que tem relação direta com a vida cotidiana das pessoas.
Entenda porque o povo chileno protesta: