GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Após questionamento do Financial Times, PIB do 3º trimestre será revisado

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta quarta-feira que vai rever os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre deste ano em função da mudança nos dados das exportações apontada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).


Em nota técnica, o órgão afirmou que a revisão dos dados faz parte do processo dos sistemas estatísticos em todo o mundo e está prevista na metodologia das contas trimestrais brasileiras.
Os números revisados do PIB do terceiro trimestre serão divulgados em 4 de março, junto à publicação dos dados do quarto trimestre.
Na terça-feira, o IBGE informou que o PIB brasileiro cresceu 0,6% no terceiro trimestre frente aos três meses anteriores, mais do que o esperado pelo mercado.


(…)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

PIB na era Dilma, atacada pela imprensa corporativa, era muito maior do que sob Bolsonaro

A título de comparação, em 2011, também primeiro ano de governo de Dilma Rousseff (PT), a imprensa lhe infernizava pelo “pibinho” de 2,7% naqueles tempos de prosperidade. Quatro anos depois do golpe, a mídia celebra a expansão de 0,6% de Jair Bolsonaro


Por Esmael Morais, em seu blog – Se tamanho do PIB é documento, então o presidente Jair Bolsonaro está lascado. Ele apresentou um pibinho de apenas 0,6% no trimestre. No ano inteiro de 2019, se tudo der certo, chegará a 1,2%, segundo o IBGE.



A título de comparação, em 2011, também primeiro ano de governo de Dilma Rousseff (PT), a imprensa lhe infernizava pelo “pibinho” de 2,7% naqueles tempos de prosperidade.
Note o caríssimo leitor que, utilizando a calculadora, o PIB da petista era 4,5 vezes maior que o pibinho do capitão.
Ainda para azedar o arroz doce, o jornal inglês Financial Times suspeita que Bolsonaro tenha superfaturado o tamanho de seu pibinho para impressionar o mercado financeiro.
De acordo com o FT, as estatísticas do governo brasileiro não são confiáveis porque são falhas sobretudo os das exportações.
Isto mesmo: FRAUDE!
O pibinho de Bolsonaro pode ser menor ainda do que os 0,6% festejados pela Rede Globo nos últimos dias, cujos números foram desmascarados aqui em primeira mão.
Mentir o tamanho do pibinho é feio, é fraude, senhor presidente Jair Bolsonaro.


Fonte: Brasil 247

Financial Times, jornal econômicco mais importante do mundo, põe em dúvida dados do PIB brasileiro

Sob o título "Falha nos dados econômicos brasileiros desperta preocupações entre analistas", o Financial Times (acima) sublinha que "pessoas ganharam ou perderam dinheiro como resultado da confusão sobre o verdadeiro estado das exportações".


A reportagem de Jonathan Wheatley afirma que a segunda revisão dos números pelo Ministério da Economia, em menos de uma semana, "lança dúvidas sobre a divulgação de dados-chave e deixa analistas se perguntando se ainda devem confiar na segurança das estatísticas brasileiras".

O jornal ouve do economista-chefe para América Latina do ING Financial Markets, de Nova York, que "os dados do PIB, embora melhores que o esperado, levantaram dúvidas entre alguns analistas devido a um número extraordinariamente grande de estoques de empresas, um indicador negativo para a atividade econômica".


Para o FT, as duas revisões "e a possibilidade de mais por vir levantaram dúvidas pela primeira vez sobre os dados brasileiros, há muito vistos como um exemplo de pontualidade e transparência entre os países emergentes".

Seu editor de América Latina, Michael Stott, perguntou no Twitter: "Nós podemos confiar nos dados da maior economia da América Latina?".

Na semana passada, o jornal havia apoiado em editorial o plano de reformas do ministro da Economia, Paulo Guedes.



Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Preço da carne dispara e atinge o maior nível dos últimos 30 anos

O que todos sabiam aconteceu, o preço da carne disparou, os preços tendem a ficar nas alturas nos próximos meses.
O preço da carne disparou no mercado,  o valor da carne no atacado subiu 50%, aumento que foi repassado para o varejo de carnes.  O valor foi repassado quase que integralmente em alguns cortes de carne (tipos de carne).
O contrafilé por exemplo  teve reajustes acima dos 50%, o coxão mole subiu cerca de 45% nos últimos 3 meses, de acordo com informações da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Aumentos absurdos e impensáveis a determinado tempo atrás.



reportagem da Revista Exame, mostra que a projeção do mercado estaria agitado por cotações subindo em média 8,9% por semana desde início de novembro, segundo a segundo pesquisa da BoiSCOT Consultoria.
Ainda de acordo com a pesquisa, o preço atual do arroba bateu recordes e chega a ser negociado por R$ 230,00 , com aumentos registrados em 29 das 32 cortes de carne. Situação inédita, que não ocorria desde o início da década de 90.


“É a primeira vez, desde novembro de 1991, que a cotação atinge esse patamar (considerando o preço nominal e também o preço deflacionado)”, disse a BoiSCOT quado o preço bateu R$ 200.
Não há uma previsão de quando as carnes vão parar de subir, segundo economistas. Em alguns meses, pode se ter um “equilíbrio” nos preços.
A Ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, disse que a ”carne não está cara”, ela é que estava muito barata antes. Bolsonaro já avisou que o governo não fará nada, para conter ou diminuir o valor das carnes. Com tudo isso e com o aumento das carnes de frango, o brasileiro ficará sem saída, se não reivindicar a carne que antes, ele tinha na mesa todos os dias… Isso é ir  para as ruas.


Fonte: Falando Verdades

Instituto Aço Brasil é presidido por bolsonarista que só agora descobre que o país virou colônia

"O Instituto Aço Brasil recebe com perplexidade a decisão anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina", diz a nota da entidade comandada por Sergio Leite de Andrade, que apoiou em 2018 um político que age como funcionário de Donald Trump


Da revista Fórum – Presidido pelo presidente da Usiminas, Sergio Leite de Andrade, o Instituto Aço Brasil – antigo Instituto Brasileiro de Siderurgia – divulgou nota nesta segunda-feira (2) dizendo que “recebe com perplexidade a decisão anunciada hoje (02) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina”.
Andrade é um dos 10 empresários, que representam 32% do PIB, que divulgaram um manifesto de apoio a Jair Bolsonaro antes do segundo turno das eleições em 2018.
“Eu falei com o Paulo Guedes e ele é a pessoa que está conduzindo isso tudo. Eu estou muito esperançoso com as propostas dele e a gente tem um pacote de medidas que não traga mais sofrimento a ninguém”, disse Bolsonaro à época ao empresário, que representou justamente o Instituto Aço Brasil.
Nesta segunda-feira (2), o instituto confirmou que o que houve por parte dos Estados Unidos foi uma “retaliação” diante da desvalorização do real frente ao dólar.
“O Instituto Aço Brasil reforça que o câmbio no País é livre, não havendo por parte do governo qualquer iniciativa no sentido de desvalorizar artificialmente o Real e a decisão de taxar o aço brasileiro como forma de “compensar” o agricultor americano é uma retaliação ao Brasil, que não condiz com as relações de parceria entre os dois países”, diz o texto.
Leia a nota na íntegra
O Instituto Aço Brasil recebe com perplexidade a decisão anunciada hoje (02) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina, sob o argumento de que estes países têm liderado uma desvalorização maciça de suas moedas, e que isso não é bom para os agricultores dos EUA.
O Instituto Aço Brasil reforça que o câmbio no País é livre, não havendo por parte do governo qualquer iniciativa no sentido de desvalorizar artificialmente o Real e a decisão de taxar o aço brasileiro como forma de “compensar” o agricultor americano é uma retaliação ao Brasil, que não condiz com as relações de parceria entre os dois países. Por último, tal decisão acaba por prejudicar a própria indústria produtora de aço americana, que necessita dos semiacabados exportados pelo Brasil para poder operar as suas usinas.



segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Acabou o amor: para defender agricultores dos EUA, Trump anuncia retaliação comercial ao Brasil

Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para os nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as Tarifas em todo Aço e Alumínio enviado para os EUA a partir desses países. A Reserva Federal também deve agir para que os países, dos quais existem muitos, não aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportar seus produtos de maneira justa. Taxas mais baixas e frouxars – Fed!

Brazil and Argentina have been presiding over a massive devaluation of their currencies. which is not good for our farmers. Therefore, effective immediately, I will restore the Tariffs on all Steel & Aluminum that is shipped into the U.S. from those countries. The Federal....
.....Reserve should likewise act so that countries, of which there are many, no longer take advantage of our strong dollar by further devaluing their currencies. This makes it very hard for our manufactures & farmers to fairly export their goods. Lower Rates & Loosen - Fed!
2.124 pessoas estão falando sobre isso


Fonte: DCM

Governo Bolsonaro não prevê novos beneficiados pelo Bolsa Família em 2020

Projeto reserva menos recursos do que neste ano para o mesmo número de beneficiários e sem 13º



Não há a previsão de novos beneficiários no Bolsa Família em 2020, segundo documento do governo de Jair Bolsonaro enviado à Câmara.
 
 
O Ministério da Cidadania argumentou que a cobertura do programa tem que ser compatível com o Orçamento.
O governo, "ao calcular suas despesas [com o Bolsa Família] para 2020, não incluiu novas famílias beneficiárias em suas projeções", revela o ofício.


O projeto de Orçamento elaborado pela equipe econômica reservou R$ 29,5 bilhões para o programa no próximo ano –menos que os R$ 32 bilhões de 2019 e sem a previsão do 13º para beneficiários, prometido pelo presidente.
A expectativa é que 13,2 milhões de famílias sejam atendidas em 2020. Essa é a mesma cobertura registrada em novembro, após os sucessivos enxugamentos do Bolsa Família promovidos por Bolsonaro.
O ministro Osmar Terra (Cidadania) disse que o número de beneficiários é um processo dinâmico. "Todo dia entra e sai gente do Bolsa Família."

Dados obtidos pela Folha, porém, mostram o ingresso caiu a patamares extremamente baixos sob Bolsonaro.
Até maio, 220 mil famílias, em média, conseguiam o benefício por mês. Em junho, caiu para 2.500, e o patamar tem se mantido baixo.
É a primeira vez na história do programa que o número de ingressantes ficou tanto tempo abaixo de 10 mil famílias.
Reportagem publicada pela Folha em outubro mostrou que, por falta de dinheiro, o governo começou a barrar a entrada de novas famílias.
A Câmara, então, pediu esclarecimentos ao Ministério da Cidadania. A pasta apresentou a resposta fora do prazo e sem responder aos questionamentos sobre a fila de espera.
Integrantes do governo dizem, sob sigilo, que cerca de 700 mil famílias aguardam para entrar no programa de transferência de renda, mas oficialmente o governo não informa os números e onde está a maior parte do problema.
Criado em 2004, o programa atende a pessoas extremamente vulneráveis: que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 por mês. O benefício médio atual é de R$ 191,08.
 
A fila de espera se forma quando as respostas demoram mais de 45 dias. Esse prazo vinha sendo cumprido desde agosto de 2017.
Aos deputados o governo se recusou –mais uma vez– a fornecer dados sobre o enxugamento do Bolsa Família e indicar uma solução para o fim da fila. Pela Lei de Acesso à Informação, o ministério também não responde.
Apesar da negativa, a oposição na Câmara apresentou mais um requerimento para que o governo dê esclarecimentos sobre o programa.
"A recusa em fornecer a resposta, seu não atendimento ou o fornecimento de informações falsas, importa em crime de responsabilidade", diz o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), autor do primeiro pedido que teve a chancela da Casa.
Um dos argumentos usados pelo governo para não prestar as informações é que o primeiro pedido se referia ao número de pessoas na fila de espera, em vez de número de famílias, como é a medição de atendimento do programa.
O Ministério da Cidadania não responde aos questionamentos feitos desde outubro.
A cobertura prevista para 2020, de 13,2 milhões de famílias, seria a menor desde 2010, quando, em média, 12,8 milhões de casas foram beneficiadas. Portanto, o Bolsa Família deve recuar a patamares vistos dez anos antes.
Parlamentares poderão alterar o projeto de Orçamento do próximo ano e tentar ampliar a cobertura.
O programa é reconhecido internacionalmente como ação efetiva no combate à pobreza e extrema pobreza.
Em maio, a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) recomendou que o país invista mais no Bolsa Família e aumente o limite de renda para que as pessoas se enquadrem no programa.
No mesmo mês, o Bolsa Família atingiu o recorde de cobertura, com 14,3 milhões de famílias atendidas. Desde então, só são registrados recuos.
Diante dos problemas, a oposição apresentou um projeto de lei para alterar as regras do programa.
Uma das ideias é que, após a aprovação do benefício, o valor seja devido desde o momento do pedido, e não apenas da hora da concessão. Além disso, o primeiro pagamento seria em até 45 dias, forçando uma resposta à solicitação.
Isso evitaria que o governo deixasse a fila de espera se formar para atrasar despesas com a população mais pobre.
A proposta do PSOL prevê ainda que os critérios que definem pobreza e extrema pobreza sejam atualizados todos os anos com base na inflação.
No pacote de medidas sociais lançado no mês passado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), há também uma proposta para que o benefício do Bolsa Família seja reajustado acima da inflação anualmente.
O governo estuda alterações nos programas sociais, em especial no Bolsa Família.
Na quinta (28), o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que as conversas, porém, ainda estão limitadas ao entorno de Bolsonaro e que a ala econômica ainda não foi consultada sobre possíveis mudanças.
Almeida considera o Bolsa Família um dos programas mais eficazes do país e defende a ampliação das transferências a famílias de baixa renda.
Uma alternativa sugerida por ele é que uma parte do orçamento para o abono salarial (cerca de R$ 20 bilhões em 2020) seja destinada ao Bolsa Família. O abono é uma espécie de 14º salário pago pelo governo a trabalhadores com carteira assinada e renda de até dois salários mínimos.
A equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) tem a avaliação de que, por o abono ser voltado a pessoas já empregadas, a medida tem efeito social menor que o Bolsa Família.
O Ipea apresentou uma proposta de criar um novo sistema de proteção social no Brasil, ao fundir quatro iniciativas: Bolsa Família, salário-família, abono salarial e revisão da dedução no Imposto de Renda.

sábado, 30 de novembro de 2019

Carne de frango deve ficar mais cara no governo Bolsonaro

Após a elevação do custo da carne de boi, em  que a Ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, Tereza Cristina, afirmou que ‘ a carne estava muito barato antes”, agora o preço da carne de frango deve seguir a tendência e também subir.
O preço do frango estaria sendo observada de perto pelo governo,segundo o Estadão, devido ao aumento na procura por frango e peixes, a tendência do “live mercado” é que os preços aumentem. A Ministra Tereza Cristina, disse que o preço da carne, estava sendo “prejudicial” ao produtor do gado.
“O produtor vinha tendo muitos problemas, querendo até trocar de atividade, porque estava tendo prejuízo” afirmou a Ministra.
O preço da carne vermelha, subiu mais de 35% em apenas um mês em São Paulo. Apesar dos aumentos significativos no preço da carne vermelha, a Ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, diz que os preços não voltarão ao patamar anterior.


Se os preços aumentarem, resta saber como o governo vai agir, na Argentina o aumento no preço dos alimentos, levou o povo ás ruas e fez com que Macrí viesse a congelar o preço  dos alimentos e outros produtos para conter a escalada de aumentos e perda do poder de compra e consumo da população. Em um momento que parece que o país ruma para um abismo social, o governo fala em AI-5 para repressão a protestos, quando o povo não ver a carne na mesa, resta saber qual será sua resposta.

Fonte: Falando Verdades

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Bolsonaro autoriza tarifa no Cheque Especial e até quem não usar dinheiro vai ter de pagar

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução nesta segunda-feira que muda o desenho do cheque especial, estabelecendo que a taxa de juros do produto não poderá superar 8% ao mês --cerca de 150% ao ano.


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução nesta segunda-feira que muda o desenho do cheque especial, estabelecendo que a taxa de juros do produto não poderá superar 8% ao mês --cerca de 150% ao ano.


Para limites superiores a esse montante, poderá ser cobrada tarifa mensal de até 0,25% sobre o valor do limite que exceder 500 reais. De acordo com o BC, a tarifa deverá ser descontada do valor devido a título de juros de cheque especial no respectivo mês.

O BC defendeu que a medida irá tornar o cheque especial menos regressivo e mais eficiente.

Os bancos cobram atualmente uma taxa média de 305,9% ao ano para o crédito do cheque especial, segundo números mais recentes, de outubro, compilados pelo BC.


Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

'Carne estava muito barata', diz ministra da Agricultura

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o consumidor brasileiro terá que se acostumar com o forte aumento no preço da carne nos últimos meses. A alta chegou a 26%. Ela disse: "a carne ficou por 3 anos com valor muito baixo. Isso faz com que o mercado sinta mais essa subida”


A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o consumidor brasileiro terá que se acostumar com o forte aumento no preço da carne nos últimos meses. A alta chegou a 26%. Ela disse: "a carne ficou por 3 anos com valor muito baixo. Isso faz com que o mercado sinta mais essa subida”. 


A reportagem do site Poder360 explica o aumento de preços com a tese do governo: "a alta é consequência sobretudo do aumento da demanda dos chineses. A peste suína africana levou à perda de 40% do rebanho de suínos do país. Com isso, a China está comprando mais carne bovina de muitos países, incluindo o Brasil. As exportações para o país asiático passaram de 20.000 toneladas em junho para 65 mil em outubro."

A matéria ainda acrescenta mais um trecho da "análise" da ministra: "tivemos uma seca 1 pouco prolongada neste ano, com pastos não de muita qualidade para fazer o acabamento do gado. Geralmente,  o que o produtor faz é dar ração para o gado para fazer o acabamento. Neste ano, com o valor da arroba, não fechava a conta, então a maioria não conseguiu fazer isso e houve 1 retardamento da oferta de boi gordo."


Fonte: Brasil 247

Maior rede de mercados do Norte do Brasil avisa que não tem carne e nem vai ter

A rede de supermercados LÍDER, a maior do Norte, estampou um aviso em um dos mercados de Belém avisando que não tem mais carne e nem vai ter, e que os clientes devem substituir a carne bovina por outro tipo de alimento. Diz a mensagem:


"Estamos passando por um momento complicado com relação ao abastecimento de carne bovina. Os preços dispararam e o produto está em falta.

Os frigoríficos alegamque a exportação do boi em pé e da carne "in natura" para outros países faz o preço subir diariamente.

O LÍDER já utilizou todo o gado em condições de abate de suas fazendas.



Os preços estão altos, mas o problema não é só conosco, nem há esperança de voltar à normalidade a curto prazo, só restando a todos substituir a carne bovina por outro tipo de alimento.

Agradecemos a compreensão





Fonte: Plantão Brasil

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Bolsonaro quer taxar todos os produtos da cesta básica

De Marcello Corrêa no Globo.

O governo quer acabar totalmente com a desoneração da cesta básica e substituir o benefício por uma devolução direta de dinheiro a famílias mais pobres . Em entrevista ao GLOBO, Vanessa Rahal Canado, assessora especial do ministro da Economia, Paulo Guedes , disse que a medida fará parte da primeira etapa da reforma tributária que deverá ser enviada ao Congresso ainda este ano.


Fonte: O Globo

Miriam Leitão diz que Paulo Guedes assusta e Bolsonaro já partiu para o autoritarismo

A jornalista Miriam Leitão afirma que, se houver um novo AI-5, como cogitou o ministro Paulo Guedes (Economia), "os investidores fugirão do Brasil". Segundo a colunista, o governo Jair Bolsonaro saiu "das palavras autoritárias para as propostas autoritárias". "O perigo mudou de patamar", alerta


Em sua coluna publicada no jornal O Globo, Miriam Leitão afirma que, "se houver um outro AI-5, ou que nome tenha uma violenta repressão policial militar às liberdades democráticas, os investidores fugirão do Brasil". "A economia não é uma ilha que possa manter seu equilíbrio sobre escombros da civilização", diz ela, após o ministro Paulo Guedes (Economia) dizer que ninguém deve ficar surpreso se alguém do governo pedir a implementação de um AI-5.


De acordo com a jornalista, membros da equipe de Jair Bolsonaro saíram "das palavras autoritárias para as propostas autoritárias". "O perigo mudou de patamar. A ideia de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para ação na área rural mais a proposta de que dentro das GLOs haja o 'excludente de ilicitude' formam uma mistura perigosa", continua.



"Alguns tentam isolar a economia, dizendo que ela está melhorando, apesar dos péssimos sinais em outras áreas. Eu nunca acreditei que fosse possível essa separação. O ministro ajudou a esclarecer as coisas. Ao ecoar explicitamente a ameaça feita pelo filho do presidente, removeu o suposto isolamento e uniu a economia à parte sombria do governo que abraçou", complementa.


Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Governo Bolsonaro tira 10 Reais do reajuste do salário mínimo

O governo federal anunciou nesse sábado (23), que o salário mínimo será de R$ 1030, em 2020.  O valor é inferior aos R$ 1.039,00, previstos no Orçamento, que o governo Bolsonaro havia enviado ao Congresso, em outubro.


Anteriormente, a equipe do governo Bolsonaro, já havia reduzido o mínimo de R$ 1040 para R$ 1039, o governo alegou nessa primeira redução, que devido ao “fraco desempenho da economia”,a correção do salário mínimo pela inflação seria menor. Uma política de reajuste, sem o aumento real ( reajuste acima do valor da inflação) , diferente do que vinham fazendo os governos de Lula e Dilma, que concediam aumentos no salário mínimo com aumento real.


O Governo Federal faz o reajuste anual do salário mínimo de acordo com o INPC – o Índice Nacional de Preços ao Consumidor do IBGE, que mede a inflação oficial no país. Com o desaquecimento da economia, o reajuste do mínimo, também será menor.


O time de Paulo Guedes, Ministro da Economia de Bolsonaro, defende que os reajustes do salário mínimo sejam feitos apenas com reajustes de acordo com a inflação, sem ganho real ou superior o do valor da inflação.
Com informações do G1 e Folha de São Paulo

sábado, 23 de novembro de 2019

Governo Bolsonaro aumenta novamente o preço do gás de cozinha

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira reajuste médio de 4% no preço do gás de cozinha para venda em botijão de 13 quilos, mais usado por clientes residenciais. A companhia também aumentará o produto para venda em grandes botijões ou a granel em 0,6%, em média.


Trata-se do segundo aumento seguido no preço do gás para botijões de 13 quilos – em outubro, houve alta média de 5%. Após cinco ajustes no ano (quatro aumentos e uma queda de 8,2%), o combustível tem alta acumulada de 4,8%.

Os repasses para o consumidor dependem da política comercial de distribuidoras e revendedores. O preço de venda nas refinarias da Petrobras representa cerca de 40% do preço final do botijão. O resto são margens de lucro e impostos.


Com os ajustes, a empresa elimina de vez a diferença de preços entre os dois produtos, vigente desde o primeiro governo Lula. A equiparação dos preços era uma demanda do mercado e foi aprovada pelo governo Jair Bolsonaro em agosto.

Fonte: Diário SM