GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

🎥Vaza Áudio Da Deputada Carla Zambelli Sobre Compra De Votos Na Reforma Da Previdência

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acaba de divulgar em suas redes sociais, um suposto áudio de uma deputada bolsonarista, que confessa que só teria recebido emendas do governo federal, por ter “votado a favor da reforma da previdência”



A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acaba de tornar público um áudio-bomba que mostraria a suposta compra de votos para a aprovação da reforma da previdência no governo de Jair Bolsonaro. No áudio a deputada Carla Zambelli (PSLS-SP) teria confessado ao secretário de saúde da cidade de São Carlo, que só conseguiu verbas para suas emendas, porque votou a favor da reforma das previdências.
Sâmia disse em seu twitter: “Somado a diversas manifestações públicas de parlamentares e também do governo, o áudio de Carla Zambelli revela que a reforma da previdência só foi aprovada a partir da liberação de dinheiro público para compra de votos. Um verdadeiro esquema sujo de “toma lá, dá cá”.


Ontem o Ministério Público Federal do Distrito Federal um inquérito para apurar a influência indevida de Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a aprovação da reforma previdenciária.


Sobre isso, a deputada Sâmia Bomfim declarou: “A bancada do PSOL abriu inquérito no MPF para verificar a liberação de mais de R$ 444 milhões em emendas sem autorização. A integralidade da votação da reforma da previdência está em cheque. É inadmissível que dinheiro público seja usado para influenciar o processo legislativo.”
Ouça o áudio:
ESCÂNDALO! Circula na internet um áudio da deputada Carla Zambelli confessando para o Secretário de Saúde de São Carlos que só conseguiu a liberação de recursos para suas emendas porque votou a favor da reforma da previdência.

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Somado a diversas manifestações públicas de parlamentares e também do governo, o áudio de Carla Zambelli revela que a reforma da previdência só foi aprovada a partir da liberação de dinheiro público para compra de votos. Um verdadeiro esquema sujo de "toma lá, dá cá".
A bancada do PSOL abriu inquérito no MPF para verificar a liberação de mais de R$ 444 milhões em emendas sem autorização. A integralidade da votação da reforma da previdência está em cheque. É inadmissível que dinheiro público seja usado para influenciar o processo legislativo.
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Fonte: Falando Verdades

Roberto Alvim teria sido cortina de fumaça para abafar caso maior

Demissão de Roberto Alvim mantém nome de Fabio Wajngarten longe do noticiário. Discurso nazista serviu como cortina de fumaça para abafar escândalo de corrupção na área de Comunicação da Presidência da República



Tales Faria, em seu blog
O secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, e o guru do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, podem não ter pedido explicitamente, mas foram os principais responsáveis pela demissão do secretário de Cultura, Roberto Alvim.
O primeiro, porque a demissão pode servir como cortina de fumaça para abafar o noticiário sobre irregularidades na distribuição de verbas de publicidade e nas nomeações da área de Comunicação da Presidência da República.
Wajngarten entrou no olho do furacão desde que uma reportagem da Folha de S.Paulo revelou que ele recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não quer demiti-lo. Com isso, o presidente desmente suas próprias declarações da campanha eleitoral, de que afastaria do governo qualquer funcionário sobre quem recaíssem denúncias de irregularidades.
O afastamento de Roberto Alvim é uma tentativa de retomar o discurso e, ao mesmo tempo, encobrir o noticiário sobre Wajngarten pela cortina de fumaça provocada por Alvim.
Quanto a Olavo de Carvalho, tornou-se responsável pelo afastamento do seretário no momento em que divulgou no Facebook, hoje pela manhã, um post lavando as mãos para a presença do secretário no governo.


O guru do bolsonarismo declarou: “É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça.”
Olavo de Carvalho não gosta que digam, mas é ele quem dá e tira aval para os ocupantes de cargos de confiança na área cultural do governo. Convenceu Bolsonaro e os filhos de que é preciso estabelecer uma verdadeira guerra contra o comunismo, e que o campo de batalha é a área cultural.
Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Alvim chamou Olavo de “meu mestre” e declarou que “a única coisa” que o entristeceu “foi a crítica de Olavo”.
E o que há de comum entre o fato de o guru do Bolsonarismo tê-lo abandonado e o Palácio optar pela demissão de um secretário como cortina de fumaça pela preservação de outro?
A velha máxima do personagem Tancredi, de Tomaso de Lampedusa: “Tudo deve mudar para que tudo fique como está”.

Roberto Alvim sai para que a área cultural permaneça como está, sob o controle do bolsonarismo radical. E para que a área de Comunicação permaneça sob o comando de Wajngarten.



🎥Documentário jornalístico mostra a influência dos EUA na Lava Jato

O documentário do Jornal GGN, dá detalhes da influência norte-americana na Operação Lava Jato e como a operação “anticorrupção” se tornou vital para o interesse norte-americano na política e geopolítica. Não a toa que depois dessa farsa jurídica, com amplo apoio midiático levou ao poder Jair Bolsonaro, totalmente alinhado a Trump.



O jornal GGN produziu um documentário financiado por seus leitores, sobre a influência dos EUA na Operação Lava Jato.
Um documentário que mostra como os EUA montaram uma estrutura anticorrupção que espalhou seus tentáculos por diversos países, incluindo o Brasil, atingindo em cheio a Petrobras e outras grandes companhias nacionais.
A Lava Jato levou a Petrobras a ser processada nos Estados Unidos. No total, a empresa despendeu 3,8 bilhões de dólares em multa imposta pelo governo norte-americano e indenizações aos acionistas estrangeiros.


As perdas da Petrobras no exterior se devem à montagem de uma estrutura global dedicada ao combate à corrupção, que cresceu exponencialmente após o atentado às Torres Gêmeas, levando o País a se tornar uma espécie de polícia do mundo.
Essa estrutura foi construída a partir de três leis e duas instituições que vamos abordar no primeiro capítulo da série.
As leis permitem investigações contra estrangeiros mesmo quando os crimes não têm origem nos Estados Unidos.


Já as duas instituições fundaram uma notável rede de cooperação internacional, um arranjo que alguns críticos consideram inconstitucional porque desrespeita a soberania dos estados nacionais.
Este vídeo é a estreia da série inédita do GGN sobre a influência dos Estados Unidos na Lava Jato e a indústria do compliance.
São 5 capítulos, no total, cada um abordando uma peça específica desse grande “xadrez” envolvendo a Lava Jato e os interesses norte-americanos:
1- Como a anticorrupção virou bandeira política dos EUA
2- A cooperação internacional BRA-EUA: do Banestado à Lava Jato
3 – A geopolítica do capital: Brasil (e pré-sal!) na mira dos EUA
4 – Os processos que a Petrobras enfrentou nos EUA
5 – A indústria do compliance



Veja o documentário:

🎥Manifestante é agarrada pelos cabelos e agredida pela PM em protesto do MPL em SP




GENTE, @andrezadelgado está com o celular, está falando no zap com a gente. Ela pediu para subir um vídeo aqui, vou upar AGORA. Ajudem a divulgar com a tag:
| 🆘
A @andrezadelgado ajudava pessoas agredidas pela PM, quando a polícia A PUXOU PELO CABELO, JOGOU NO CHAO E ARRASTOU, além de golpes diversos dados nela e em mais pessoas que estavam protestando por direitos.
Vídeo (FB)


🎥Secretário de Cultura posta vídeo de inspiração nazista ao propor nova arte para o Brasil

Roberto Alvim, que se notabilizou por insultar Fernanda Montenegro, apresentou em video o prêmio nacional de Cultura citando Goebbels, um dos ideólogos do nazismo, e com música de Richard Wagner ao fundo, compositor preferido dos nazistas; ou seja: o nazismo é a nova ameaça que ronda o Brasil sob Bolsonaro; vídeo



O secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, copiou a proposta nazista ao propor uma nova arte para o Brasil. Reproduzindo uma fala de Joseph Goebbels, ideólogo da propaganda nazista, ele propôs uma nova arte para o Brasil. "A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada", disse ele.
Goebbels já havia dito coisa bem parecida no auge do nazismo. "A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada", afirmou.
Para completar o quadro grotesto, Alvim postou seu vídeo com a ópera de Richard Wagner, compositor preferido dos nazistas ao fundo. Confira:

| Marco histórico nas artes e na cultura brasileira! Com investimento de mais de R$ 20 milhões, o Prêmio Nacional das Artes vai apoiar projetos de sete categorias em todas as regiões do Brasil. Dê o play e confira!

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Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

URGENTE: MPF abre inquérito contra Bolsonaro e Maia

A pedido do PSOL, o MPF vai investigar "interferências indevidas" de Bolsonaro, Rodrigo Maia e do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no processo de aprovação da reforma da Previdência

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu, nesta quinta-feira (16), abrir um inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, (DEM-RJ),  e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
A investigação será sobre “interferências indevidas” dos três no processo que levou à aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, no ano passado.


O procurador Carlos Bruno Ferreira da Silva, que assina o documento com a informação no Diário do MPF, diz que  “há a necessidade de promover ampla apuração dos fatos noticiados”.
A abertura de inquérito veio a partir de um pedido feito pelos deputados do PSOL, entre eles David Miranda (RJ), Edmilson Rodrigues (PA), Fernanda Melchionna (RS) e Glauber Braga (RJ).


Fonte: Revista Fórum

Docs revelam como os EUA usou apresentador para influenciar brasileiros

O jornalista Glenn Greenwald, trouxe de novo a tona documentos do Wikileaks, que revelam a influência do governo dos Estados Unidos sobre um determinado apresentador, roteirista, diretor brasileiro, mais conhecido como Marcelo Tas, para validar e ampliar as mensagens do governo norte-americano para influenciar os brasileiros politicamente. Os documentos fazem parte de um vazamento do Wikileaks sobre e-mails de Hillary Clinton,ex-candidata .



Glenn Greenwald, o vencedor do prêmio Pulitizer de jornalismo, trouxe a tona de novo, documentos secretos do governo norte-americano, que foram vazados pelo Wikileaks. O conteúdo é nada mais nada menos, de como eles usaram o apresentador Marcelo Tas, para validar e massificar as mensagens do governo norte-americano no Brasil e influenciar politicamente os brasileiros.
Os e-mails vazados que tratam do apresentador Marcelo Tas, são do ano de 2011. O ano em que o Partido dos Trabalhadores, com Dilma Rousseff governava o Brasil e na época gozada de imensa popularidade.



De lá para cá, muita coisa mudou no tecido social e político do Brasil, uma verdadeira volta em 360 graus na nossa  política. De um governo de centro-esquerda para um governo de extrema-direita americanófilo e totalmente pró-Trump.


Não estamos dizendo que Marcelo Tas foi quem contribuiu para a chegada de Jair Bolsonaro ao poder, ou todo esse quadro político que está o Brasil afundado hoje. Estamos apenas trazendo ao debate o que Glenn Greenwald mostrou através das mensagens do Wikileaks.
Tudo começou quando Marcelo Tas, ridicularizou os apelos de Glenn Greenwald de que houvesse jornalistas do The Intercept Brasil na bancada do programa Roda Viva, que irá entrevistar o atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro.



Tas era muito influente politicamente principalmente no engajamento pelo Impeachment da ex-presidente Dilma.
Tas também postou vídeo em seu Facebook, que a época viralizou, onde no estádio mandavam Dilma ”tomar no c**”, o que acabou criando um efeito propagandístico forte.
Após isso, Glenn trouxe de novo a tona os documentos do Wikileaks que mostram como o governo norte-americano tinha uma “colaboração” com Marcelo Tas e como teria usado inclusive suas redes sociais, para ”disseminar a propaganda oficial do governo dos EUA” segundo Glenn.
Confira os documentos:
Interessante email do arquivo de Hillary sobre como usaram @MarceloTas para "validar e ampliar" mensagens dos EUA https://wikileaks.org/clinton-emails/emailid/27096 
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Este documento secreto do governo dos EUA, divulgado e publicado em 2016 pelo WikiLeaks, merece muito mais atenção: como os EUA usa as contas da rede sociais do @MarceloTas para divulgar e disseminar a propaganda oficial das EUA, sem que ninguém saiba. https://wikileaks.org/clinton-emails/emailid/27096 
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