GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Sem agenda oficial, Bolsonaro e Hélio Negão torram dinheiro público fazendo turismo no Japão

da Revista Fórum

Ao lado do fiel escudeiro, o deputado Hélio Negão (PSL-RJ), Jair Bolsonaro fez turismo pelo Japão nesta segunda-feira (21). Sem agenda oficial, ele foi ao templo xintoísta Meiji, em Tóquio, onde passou por um ritual de purificação e foi ignorado pela população local.


Segundo o jornalista Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo, durante passeio pela rua Takeshita, conhecida como o coração da cultura pop de Tóquio, Bolsonaro se aproximou de uma adolescente e perguntou: “Sabe quem eu sou?”, recebendo uma negativa após tradução de um assessor brasileiro.

Bolsonaro ainda foi jantar com a comitiva brasileira em uma lanchonete, por não gostar da culinária japonesa. “Peixe só se for frito”, comentou



O presidente brasileiro ficará três dias na capital japonesa. Nesta terça-feira (22), ele participará de cerimônia de entronização do novo imperador, Naruhito.

PSL omitiu despesas com campanha de Bolsonaro e cometeu crime eleitoral, diz reportagem

Uma das empresas beneficiadas pelo partido foi criada por ex-assessor da família Bolsonaro na Câmara dos Deputados, que teria sido contratada para propagar mensagens da campanha em grupos de whatsapp


Reportagem do portal Vortex divulgada nesta segunda-feira (21) revela documentos que comprovariam que Jair Bolsonaro teria usado dinheiro do fundo partidário do PSL para bancar sua campanha à presidência. Caso comprovado, o esquema pode ser tratado como crime eleitoral.


Segundo a reportagem investigativa, produzida por Gabriela Sá Pessoal, Wilson Lima, Teo Cury e Lucas Lago, pelo menos R$ 915,4 mil do dinheiro do PSL foram repassados a cinco empresas que relataram ter trabalhado para a campanha de Bolsonaro.
O caixa oculto elevaria em até 37% os gastos declarados por Bolsonaro na campanha. Em vez de R$ 2,45 milhões, ela poderia ter custado R$ 3,3 milhões.
Entre os gastos não contabilizados, estaria o pagamento de serviços de disparo de WhatsApp, que foi usado para propagar fake news em benefício da candidatura de Bolsonaro.

O contrato teria sido feito com a empresa Ideia Marketing, cujo dono, Érico Filipe de Mello e Costa, atuou como assessor da família Bolsonaro durante 14 anos na Câmara dos deputados.
A empresa foi aberta menos de um mês depois de ele deixar o cargo que ocupou no gabinete de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de 2016 a 2018. Antes disso, trabalhou por mais de 11 anos no gabinete de Jair Bolsonaro, de novembro de 2004 a março de 2016.


Segundo a reportagem, as notas fiscais emitidas pela empresa são sequenciais – o que indica que o PSL seria o único cliente. Nos relatórios, a Ideia Marketing afirma que angariou informações de “mais de 100 mil cadastrados para o uso de marketing digital para a campanha política” e que disparou mensagens de WhatsApp “para grupos de apoiadores em todo o Brasil” com vídeos de Jair Bolsonaro.


Fonte: Revista Fórum

sábado, 19 de outubro de 2019

Vaza Jato: Moro direcionava operações da PF sem a solicitação do Ministério Público

Além das relações de proximidades e interferências nas investigações da operação Lava Jato, o ex-juiz Sérgio Moro também direcionava ações da Polícia Federal mesmo sem ser provocado pelo Mnistério Público. Essa ação do atual ministro da Justiça é ilegal. Os episódios em que Moro ordena irregularmente buscas foram publicados pelo The Intercept neste sábado (19).


De acordo com as mensagens de conversas pelo Telegram obtidas pelo site, os policiais federais sabiam que o que Moro fazia era ilegal e brincavam com a situação. “Russo deferiu uma busca que não foi pedida por ninguém…hahahah. Kkkkk”, escreveu Luciano Flores, delegado da PF alocado na Lava Jato, em fevereiro de 2016, em grupo que reunia procuradores do Ministério Público federal e integrantes da PF.
Russo é o apelido de Moro entre os investigadores da Lava Jato. A informação de que juiz ordenava uma ação da PF sem o pedido do Ministério Público causou surpresa em outras pessoas que faziam parte do grupo. “Como assim?!”, respondeu Renata Rodrigues, delegada da PF trabalhando na Lava Jato. Flores respondeu: “Normal… deixa quieto…Vou ajeitar…kkkk”.


Outros diálogos mostram também que Moro auxiliou no planejamento da operação, tendo direcionado quais materiais deveriam ser apreendidos, o que viola o sistema de acusação.


Fonte: Revista Fórum

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Vaja Jato: MP blindou Temer para garantir o golpe contra Dilma

O novo capítulo da Vaza Jato, fruto de uma parceria entre o El Pais e o Intercept, revela que procuradores da Lava Jato seguraram uma acusação sobre corrupção contra Michel Temer para garantir o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Com Temer no poder, teve início o processo de entega do pré-sal e da Embraer, assim como de retirada de direitos dos trabalhadores


A Operação Lava Jato, que se vendeu para a opinião pública como uma ação de combate à corrupção, atuou decisivamente para garantir a derrubada de uma presidente reconhecidamente honesta, Dilma Rousseff, e para garantir a subida ao poder de um grupo notoriamente corrupto, o PMDB de Michel Temer. É o que mostra o novo capítulo da Vaza Jato, revelado nesta sexta-feira pelo jornal El Pais, em parceria com o Intercept.
Duas semanas antes do golpe de estado, que alguns chamam de impeachment, os procuradores seguraram uma acusação sobre corrupção contra Michel Temer para garantir o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Com Temer no poder, teve início o processo de entega do pré-sal e da Embraer, assim como de retirada de direitos dos trabalhadores


"Na época, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao 'interesse público' e não aceitaram a proposta de delação. Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente. A delação, rejeitada em abril 2016 com anuência do Procuradoria Geral, mas que deu suporte à prisão de Temer em março de 2019, foi feita pelo empresário José Antunes Sobrinho, sócio da construtora Engevix, que relatou um pagamento de propina para Temer", revela a reportagem do El Pais.
As conversas no chat “Acordos Engevix” no Telegram mostram que os procuradores de Curitiba, Rio e Brasília receberam a proposta de Antunes em 4 de abril de 2016. O menção a Temer, que viria a ser batizada de “anexo-bomba” mais tarde, dizia que Antunes fez um pagamento de 1 milhão de reais para atender a interesses de Temer. O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix. 


Fonte: Brasil 247

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Foto de Bolsonaro fazendo sinal de arminha e Moro abaixando cabeça viraliza

Foto: Gabriela Biló/Estadão
A foto de Gabriela Biló, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira (16), foi feita durante a cerimônia de hasteamento da bandeira nesta terça-feira (15). Ela ilustra reportagem sobre a nova crise instaurada por Jair Bolsonaro após a ação da Polícia Federal, comandada pelo mnistro Sérgio Moro, contra o presidente do PSL, Luciano Bivar
Revista Fórum – Uma imagem estampada na capa na edição desta quarta-feira (16) do jornal O Estado de S.Paulo, captada pela fotojornalista Gabriela Biló, mostra Jair Bolsonaro (PSL) com sua imortalizada imagem de arma nas mãos apontada para a cabeça do ministro da Justiça, Sergio Moro, sob risos de seu colega da Economia, Paulo Guedes.


A foto, feita durante a cerimônia de hasteamento da bandeira, ilustra a reportagem de capa sobre a nova crise instaurada por Bolsonaro após a ação da Polícia Federal, comandada por Moro, contra o presidente do PSL, Luciano Bivar, na investigação sobre as candidaturas laranjas da sigla.
De forma metafórica, a imagem mostra um Moro rendido às ordens de Bolsonaro, a quem teria antecipado as informações sobre a operação da PF contra o presidente da sigla que levou o capitão ao poder.


Após receber R$ 340 mil do PSL, advogada de Bolsonaro pede saída de Luciano Bivar

Karina Kufa deve acionar o TSE ainda nesta semana para abrir a "caixa-preta do PSL". Medida busca identificar irregularidades no uso de recursos partidários e incriminar Bivar


Os advogados do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Karina Kufa e Admar Gonzaga, estão atuando juntos para trazer uma solução à crise interna que o PSL enfrenta há cerca de uma semana. Uma das investidas é na saída do presidente da sigla, Luciano Bivar, investigado pela PF no esquema dos candidatos laranjas. Como forma de defender a transparência do partido, Bivar divulgou nesta semana os gastos do PSL com Kufa, valor que chega aos R$ 340 mil.




“A saída do presidente da República não deveria ser o caminho adotado, considerando que o PSL era um partido pequeno”, disse a advogada, defendendo que a legenda cresceu graças a Bolsonaro. “Que saia o presidente que está lá desde 1989, que não possibilitou nenhuma eleição interna de forma minimamente democrática”, completou, mandando recado a Luciano Bivar.
Endereços de Bivar em Recife foram alvo de um mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (15) pela PF de Sergio Moro. A suspeita é que o presidente do PSL tenha comandado no estado esquema de candidaturas de laranjas nas eleições de 2018.


Os advogados de Bolsonaro também pretendem acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda nesta semana para obrigar a cúpula do PSL a abrir as contas do partido, a chamada “caixa-preta do PSL”, para identificar irregularidades no uso de recursos partidários e incriminar Bivar, obrigando-o a deixar a sigla.
Advogada
Luciano Bivar divulgou a um grupo de parlamentares que os gastos do PSL com a advogada Karina Kufa chegou aos R$ 340 mil. Além de receber R$ 40 mil por mês, ela firmou contrato de R$ 200 mil para apresentar ações diretas de inconstitucionalidade no STF


Os outros R$ 100 mil foram usados para defender a senadora Juíza Selma (PSL-MT), acusada de abuso de poder econômico e caixa dois nas eleições de 2018. A assessoria de Kufa diz que os valores “são totalmente correspondentes aos praticados no mercado de Brasília”.
Com informações da Folha de S. Paulo.

Olavo de Carvalho conclama ditadura Bolsonaro e milicianos virtuais já pedem novo AI-5

"Só uma coisa pode salvar o Brasil: a união indissolúvel de povo, presidente e Forças Armadas", escreveu o guru, incitando doutrinados a defenderem uma nova ditadura capitaneada por Jair Bolsonaro


O guru Olavo de Carvalho determinou uma nova frente de batalha nas redes sociais e pregou uma ditadura militar comandada por Jair Bolsonaro na madrugada desta quarta-feira (16) pela sua conta no Twitter.




“Só uma coisa pode salvar o Brasil: a união indissolúvel de povo, presidente e Forças Armadas”, escreveu em sua rede social.


A convocação, no entanto, parece ter chegado antes aos comandantes da milícia virtual. Nesta terça-feira (15), Allan dos Santos, principal líder dos doutrinados olavistas nas redes sociais, afirmou que “o povo” quer um novo AI-5, referindo-se ao Ato Institucional instituído em 13 de dezembro de 1968 pela ditadura, que resultou na perda de mandatos de parlamentares contrários aos militares, intervenções e a suspensão de garantias constitucionais que resultaram na institucionalização da tortura pelo Estado.
“O establishment quer ver Bolsonaro repetindo o AI-5, mas o que vejo é o povo querendo um novo AI-5 e ai de Bolsonaro caso tente parar o povo. Será varrido junto. Não há UM brasileiro que aceitará, caso a decisão do STF seja soltar os CRIMINOSOS EM MASSA. Lava Jato regnat”, escreveu Allan dos Santos, referindo-se ao julgamento pelo STF da constitucionalidade de prisão em segunda instância.


O establishment quer ver Bolsonaro repetindo o AI-5, mas o que vejo é o povo querendo um novo AI-5 e ai de Bolsonaro caso tente parar o povo. Será varrido junto. Não há UM brasileiro que aceitará, caso a decisão do STF seja soltar os CRIMINOSOS EM MASSA. Lava Jato regnat.
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Fonte: Revista Fórum

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Assessor de Bolsonaro que atuou com milícias virtuais é convocado pela CPMI das fake news

Convocação é fruto da matéria publicada na revista Crusoé sobre o financiamento e articulação do assessor com milícias virtuais bolsonaristas


O assessor especial de Jair Bolsonaro para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, foi convocado pelo deputado federal Rui Falcão (PT) a dar depoimento na CPMI das Fake News. O requerimento chama Filipe de “influenciador digital” e tem como principal argumento a reportagem de Felipe Moura Brasil “Os blogueiros de crachá”, publicada na Crusoé na última sexta-feira (11).
No Twitter, o assessor disse que a convocação se trata de uma tentativa de criminalizar o presidente Jair Bolsonaro e seu governo. “Quem quer que ouse expressar uma visão positiva do governo é logo bombardeado com acusações infundadas, ofensas e narrativas delirantes (milícia virtual, etc). Vamos pro pau!”, escreveu nesta terça-feira (15).
A reportagem da Crusoé revelou que Martins atuou estrategicamente junto aos membros da milícia virtual bolsonarista, em articulação realizada através de grupos no WhatsApp. Ele e os demais membros da milícia – empresários, blogueiros e funcionários públicos – atuaram em conjunto e de maneira organizada para derrubar funcionários, como foi o caso do general Carlos Alberto dos Santos Cruz, e apoiar aliados.


Fonte: Revista Fórum

Ministério de Bolsonaro tem 3 denunciados, 2 investigados e 1 condenado

Dos 22 ministros do governo de Jair Bolsonaro (PSL), seis enfrentam acusações e suspeitas na Justiça, de acordo com levantamento feito pelo UOL. Os casos resultaram em processos e investigações por caixa dois, improbidade administrativa, desvio de recursos públicos e irregularidades em negócios com fundos de pensão.


Eleito com um discurso que prometeu linha dura contra irregularidades dos políticos, Bolsonaro tem mantido nos cargos os ministros implicados em investigações.


Sobre o mais barulhento dos casos, a suspeita de candidaturas laranjas envolvendo o titular do Turismo, Bolsonaro disse que a "intenção não é atingir o ministro". "Sou eu, Bolsonaro, que querem rotular como corrupto", afirmou, ao rebater as denúncias.

Até o momento, Bolsonaro não expressou intenção de afastar nenhum dos ministros que são objeto de investigações. Entenda o que recai sobre cada um deles — que se declaram inocentes nestes casos envolvendo a atual gestão ou fatos anteriores:


Fonte: UOL

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Investigação da PF liga sargento da cocaína preso na Espanha a militar de alta patente

Do Globo:

A Polícia Federal identificou fortes indícios de que o sargento Manoel Rodrigues, preso com 39 quilos de cocaína ao desembarcar de um avião presidencial na Espanha, tem ligações com um conhecido traficante que atua nas cidades-satélites de Brasília.



A PF está convicta de que o militar não agiu sozinho. Mais do que isso: a principal linha de investigação indica que ele fazia o serviço de mula para outro militar, um oficial de alta patente.



(...)

Eleito por São Paulo, Tiririca gasta R$ 70 mil da Câmara em voos para o Ceará

Do Congresso em Foco:

Em suas três eleições, o deputado Tiririca (PL-SP) recebeu quase 3 milhões de votos dos eleitores paulistas. A votação recorde, no entanto, não garante a proximidade entre o representante e os seus representados. Desde o início do ano, Tiririca só voou uma vez para São Paulo, de acordo com os registros oficiais da Câmara. Nascido no Ceará, ele está cada vez mais perto de seus conterrâneos: foram 70 trechos voados entre Brasília e Fortaleza no mesmo período, ou seja, 35 viagens de ida e volta. Somente com esses deslocamentos aéreos a Câmara gastou R$ 70.760,57.


De acordo com as regras da Casa, a cota de passagens aéreas só deve ser utilizada para atividades relacionadas ao mandato e deslocamento do parlamentar para sua base eleitoral. Servidores só podem viajar se estiverem a serviço. A Câmara expediu, ao todo, R$ 142,9 mil para o gabinete de Tiririca. Foram R$ 70,5 mil apenas para custear passagens de três servidores. Procurados, o deputado e sua assessoria declararam que não comentariam os motivos das viagens.


As passagens de uma assessora custaram R$ 40,2 mil, dos quais R$ 24,9 mil em viagens entre Brasília e Fortaleza, capital distante 2,3 mil km (em trajeto aéreo) da paulista, principal base eleitoral de Tiririca. Com outro assessor os gastos chegaram a R$ 20,7 mil. Já o terceiro somou R$ 5,6 mil. Com exceção de um trecho, os demais voos desses dois foram entre Brasília e cidades paulistas, como São Paulo, São José do Rio Preto, Campinas e Ribeirão Preto.


Fonte: DCM

NOVA VAZA JATO: Lava Jato usou denúncia contra Lula para criar distração e abafar crise entre Temer e Janot

O mais recente capítulo da Vaza Jato, publicado nesta madrugada pelo Intercept, revela que procuradores da força-tarefa da Lava Jato decidiram denunciar o ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia (SP), no momento em que a Procuradoria-Geral da República era questionada pelos áudios da JBS que apontavam para Michel Temer e Aécio Neves. "Vamos criar distração", disse o procurador Carlos Fernando Lima





"Procuradores da Lava Jato no Paraná programaram a divulgação da denúncia contra Luiz Inácio Lula da Silva no caso do sítio em Atibaia fazendo um cálculo corporativista e midiático. Em maio de 2017, eles decidiram publicar a acusação numa tentativa de distrair a população e a imprensa das críticas que atingiam Procuradoria-Geral da República na época, mostram discussões travadas em chats no aplicativo Telegram entregues ao Intercept por uma fonte anônima", aponta reportagem do jornalista Rafael Neves, publicada nesta segunda-feira no Intercept, no novo capítulo da Vaza Jato.


"À época, a equipe do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estava sob bombardeio por causa de um áudio vazado da colaboração premiada dos executivos do conglomerado JBS que atingia em cheio o presidente Michel Temer. Havia suspeitas de que o material havia sido editado. Meses depois, problemas mais graves – como o jogo duplo do procurador Marcelo Miller, que recebeu R$ 700 mil para orientar a JBS – levaram o próprio Janot a pedir que o acordo fosse rescindido", aponta ainda o jornalista.




A denúncia do sítio já estava pronta para ser apresentada em 17 de maio de 2017, dia em que o jornal O Globo publicou reportagem acusando Temer de dar aval a Joesley para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, do MDB. Diante da notícia, que caiu como uma bomba em Brasília, o coordenador das investigações no Paraná, Deltan Dallagnol, decidiu adiar o oferecimento e a divulgação da acusação contra Lula, inicialmente programadas para o dia seguinte.
Os procuradores esperavam que viesse a público o quanto antes um laudo da Polícia Federal sobre o áudio. Foi durante essa discussão que Santos Lima expôs seu plano no grupo Filhos do Januario 1, restrito aos integrantes da força-tarefa: “Quem sabe não seja hora de soltar a denúncia do Lula. Assim criamos alguma coisa até o laudo”. Após seu chefe, Deltan Dallagnol, se certificar de que o plano poderia ser posto em prática, ele comemorou, no mesmo grupo: “Vamos criar distração e mostrar serviço”. A denúncia contra Lula foi apresentada à justiça e divulgada à imprensa no final da tarde do dia seguinte, dia 22.


Fonte: Brasil 247

Eduardo Bolsonaro usou R$ 800 mil de dinheiro público para realizar evento de direita em SP

O evento ultra conservador Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) gerou críticas dentro da própria direita por usar verba partidária. Eduardo Bolsonaro foi o alvo. Participantes argumentam que a versão norte-americana da conferência é financiada com dinheiro privado, enquanto no Brasil o “o3” utilizou cerca de R$ 800 mil do fundo partidário do PSL.



A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "outras organizações da “nova direita” também não pouparam críticas à postura de Eduardo. Veem “dois pesos, duas medidas” no discurso do deputado federal, muito rígido ao falar dos gastos públicos, mas que abriu uma exceção para organizar o encontro de seus apoiadores. O Movimento Brasil Livre, por exemplo, ironizou os gastos dizendo que “algumas coisas nunca mudam”. Já o ILISP (Instituto Liberal de São Paulo) ressumiu: “É o petismo de direita”. Ao final da conferência, Eduardo anunciou que deverá ocorrer uma nova edição do evento em 2020."


Fonte: Brasil 247

domingo, 13 de outubro de 2019

Moro diz a Boris Casoy que Petrobras quase quebrou: entenda por que ele mentiu

Na entrevista que deu a Boris Casoy, da RedeTV, Sergio Moro voltou a propagar uma mentira: a de que a Petrobras quase quebrou na gestão de Lula e Dilma.
“A Petrobras, nós temos que reconhecer, e acho que ninguém discute este fato: ela foi saqueada. Saqueada, não vou dizer até o osso porque petróleo dá muito dinheiro, mas, se fosse qualquer outro tipo de empresa, provavelmente ela teria falido”, disse.
O presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Felipe Coutinho, disse em entrevista ao DCM TV que a empresa nunca esteve perto de quebrar. “Isso é uma falácia”, disse ele. “Uma falácia usada para lesar a Petrobras”, afirmou.


Coutinho não nega que tenha havido corrupção na empresa, “que chocou a todos”. Mas a empresa, durante esse período, foi uma das mais prósperas do setor petrolífero no mundo.
“A Petrobras sempre foi altamente rentável, altamente lucrativa, nunca houve risco algum de inadimplência em relação a seus compromissos. Quem fala isso não sou eu, quem fala isso são os balanços da Petrobras”, declarou.
Os balanços anuais da empresa entre 2009 e 2016 têm dados muito parecidos em relação à geração de caixa: 25 a 30 bilhões de dólares por ano. Têm também as maiores reservas em caixa se comparadas com as outras petrolíferas, as maiores reservas em caixa do mundo. Eram 15 a 20 bilhões de dólares.


“O índice de liquidez corrente, que é um bom indicador e mostra a capacidade da empresa de pagar dívidas de curto prazo, sempre foi de 1,5, em todo esse período. O que significa isso? Que a Petrobras dispunha sempre 1,5 unidade monetária para arcar com uma dívida de 1. Sempre sobrava recurso, sempre teve folga para fazer a gestão, a administração financeira”, afirmou.
Entre 2009 e 2014, a Petrobras investiu 300 bilhões de dólares, a maior parte na infraestrutura para a exploração do pré-sal. A média, portanto, foi de 50 bilhões de dólares por ano. Parte do investimento foi com recurso próprio, parte com recurso de terceiro.


A empresa, apesar do investimento recorde, chegou a 2014 com uma dívida líquida de 115 bilhões de dólares, absolutamente compatível com o projeto gigantesco e rentável como o pré-sal.



“Aí veio mídia hegemônica, controlada pelo grande capital, submetida a interesses estrangeiros, dizer que a dívida da Petrobras era muito grande, era insustentável. Cento e quinze bilhões de dólares de dívida líquida, sendo que ela fez investimento de 300. Por que as outras companhias não tinham uma dívida compatível com a da Petrobras? Porque não tinham bons projetos. Essas grandes companhias multinacionais privadas, Shell, BP, Total, Exxon, Chevron, são empresas decadentes. Elas não repõem as suas reservas na medida em que são esgotadas. E também têm produção declinante”, disse.


Com análise desonesta de jornalistas a serviço da mídia hegemônica, criou-se o mito da Petrobras quebrada. E, em consequência disso, a falácia de que precisava vender ativos para redução de sua dívida. “É outra mentira”, assegurou.
Entre 2015 e 2018, foram arrecadados 18 bilhões de dólares com a venda de ativos da empresa, o que correspondeu a apenas 25% da redução da dívida da Petrobras. “O restante veio do caixa da própria companhia. Isso mostra que a privatização era completamente desnecessária e prejudicou a geração futura de caixa da empresa”, afirmou.


Para se ter ideia do estrago que a Lava Jato produziu na Petrobras, basta comparar os investimentos previstos para este ano com os dos anos anteriores ao golpe. Em 2019, a Petrobras prevê investir 10 bilhões de dólares. Entre 2009 e 2016, foram 50 bilhões, em média, por ano.
A Petrobras, repita-se, nunca esteve perto de quebrar. Mas agora está sendo saqueada. Ela perdeu participação relativa sobre o controle das reservas de petróleo que ela mesma descobriu e está cada vez mais se tornando uma empresa de exportação de óleo cru, para que o país importe derivados.


“Enquanto isso, nossas refinarias ficam ociosas, o que é um absurdo para um país que precisa de energia para alavancar o crescimento”, disse.
A história ainda vai se incumbir de contar por que Moro se empenhou tanto na destruição da Petrobras com o discurso de que a estava protegendo.
O que se sabe até agora é que o maior beneficiário da ação da Lava Jato foram os Estados Unidos, seja porque estão exportando mais derivados ao Brasil, seja porque receberam diretamente recursos da empresa como parte de um acordo em que a Petrobras foi obrigada a indenizar fundos abutres americanos e entregar, via Departamento de Justiça, um cheque de 2,5 bilhões a Deltan Dallagnol.


Na entrevista a Boris Casoy, Moro ainda tentou explicar por que condenou Lula. “Muitas pessoas se locupletavam destes valores. O processo do ex-presidente é um processo que pertence ao passado. Eu nunca tive nenhum problema, nenhum animosidade pessoal em relação ao presidente. Eu simplesmente cumpri o meu dever. Me foram apresentadas as acusações, as provas, e eu apliquei a lei”, disse.
Faltou a pergunta:
“Que provas, doutor?”
Quem leu o processo sobre o triplex do Guarujá não encontra provas que justifiquem a condenação.


Fonte: DCM

Cai a fake news do petróleo venezuelano e Ibama cobra explicações da Shell por manchas no Nordeste

Diante da informação de que barris encontrados com o mesmo óleo que atinge as praias do Nordeste tem a inscrição da Shell, o Ibama informa que vai cobrar explicações da multinacional


Após análise da Universidade Federal de Sergipe apontar que o óleo que estava dentro de barris descobertos no litoral do estado é o mesmo das manchas de petróleo de origem desconhecida que começaram a atingir as praias do Nordeste, o Ibama vai cobrar explicações da Shell.


Alguns dos tonéis encontrados há a inscrição "Argina S3 30", um lubrificante da marca Shell, além de etiquetas da multinacional de petróleo. Em outro, a etiqueta indica que a última vez em que ele foi usado para transportar o lubrificante da Shell foi em 17 de fevereiro de 2019.


Jair Bolsonaro acusou, sem provas, a Venezuela de derrubar petróleo no litoral brasileiro de forma criminosa. Neste sábado (12), ele recuou. "Existe a possibilidade de que tenha sido um navio afundado no passado porque tem muito petroleiro com bandeira pirata na área", disse.
De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim, disse que a decisão de pedir explicações à Shell é do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. "Vamos cobrar explicações da Shell e cópia do laudo da Universidade, no mínimo", disse.
Em nota, por sua vez, a Shell afastou relação entre os barris e as manchas de óleo. "A Shell Brasil esclarece que o conteúdo original dos tambores localizados na Praia da Formosa, no Sergipe, não tem relação com o óleo cru encontrado em diferentes praias da costa brasileira", diz o texto. "São tambores de óleo lubrificante para embarcações, produzido fora do país. O Ibama está ciente do caso."


Fonte: Brasil 247