terça-feira, 17 de agosto de 2021

Sem fazer alarde, a CPI da Covid fareja as contas da Jovem Pan


Metrópoles - Há fortes indícios de que o governo Bolsonaro beneficia a emissora que claramente o apoia


Primeiro, a CPI da Covid-19 admitiu investigar as contas da Jovem Pan, emissora de rádio de São Paulo, sob a suspeita de que o governo federal a favoreceu direta ou indiretamente com verbas de publicidade. O noticiário da rádio é marcadamente bolsonarista.





Depois, ante a reação contrária de associações de veículos de comunicação, anunciou que não o faria e mudou de assunto. Ocorre que à CPI chegaram fortes indícios de que a suspeita procede e, aí, o que fazer? Apurar, por certo, sem fazer alarde.

No momento, pelo menos cinco empresas ligadas à Jovem Pan chamam a atenção dos cães farejadores da CPI. A saber:



* Vetor Zero, com escritório em Nova Iorque. Produtora de vídeo;


* BBL, empresa de games;

* LOBO, produtora de animação;

* LIVE, produtora de eventos;

* Digital Seven, empresa de divulgação de marcas.

O requerimento de quebra de sigilo dos proprietários da Jovem Pan foi retirado da CPI. Nada impede que seja reapresentado.



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