sábado, 21 de agosto de 2021

Guedes diz que aumento do Bolsa Família em ano eleitoral “não é populismo”

 


O Globo - Em transmissão ao vivo no canal do Youtube da Genial Investimentos, nesta sexta-feira, Paulo Guedes afirmou que o programa Renda Brasil, substituto do Bolsa Família, não nasceu do “instinto” de Jair Bolsonaro, ou de um “ímpeto populista”, mas da pressão política em torno do presidente.

Cobrado por José Márcio Camargo, economista chefe da Genial, a esclarecer o valor do benefício e o custo dele para o governo (uma demanda do mercado financeiro), Guedes até atribuiu essa responsabilidade a João Roma, da Cidadania, mas acabou destacando que o próprio Bolsonaro já disse mencionou R$ 300 mensais, com impacto de R$ 30 bilhões no Orçamento.





Depois, quando foi questionado sobre os arroubos do presidente contra a democracia, Guedes passou a dizer que o vê como um político popular, não um populista. E utilizou como exemplo a exitação de Bolsonaro diante do auxílio em questão.

Sobre o programa de transferência de renda, disse:

— Muitos políticos persuadindo ele: tem que ter Bolsa Família, tem que ser R$ 400, R$ 500, R$ 600. Depois de muito tempo, muita pesquisa mostrando isso, aquilo e aquilo outro foi que ele começou a falar (…). Mas não era um ímpeto populista. Agora, recentemente, com a influência toda e esse ciclo de politização é que começou a contaminar e a chegar perto. Mas não era um instinto dele, não era um instinto dele.






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