quinta-feira, 19 de agosto de 2021

CPI quebra sigilo fiscal de Ricardo Barros e de empresas ligadas a ele

 


Metrópoles- Senadores querem rastrear se houve transferências de recursos direta ou indiretamente entre líder do governo, familiares e sócio da Precisa


Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou, nesta quinta-feira (19/8), a quebra do sigilo fiscal do líder do governo da Câmara, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) e de ao menos 21 empresas ligadas a ele.




A ideia dos senadores é cruzar dados para saber se houve transferência de recursos, de forma direta ou indireta, entre Barros e as empresas e a Precisa Medicamentos, cujo sócio é Francisco Maximiano. O requerimento foi apresentado pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL).

Confira algumas empresas:



  • Qualidade de Vida Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda;
  • Frequencial Empreendimentos de Comunicação Ltda;
  • Associação de Clubes de Vôlei (ACV);
  • Mineralizadora Fonte de Luz Ltda;
  • AKB Magalhães Barros Locações Ltda;
  • RC4 Incorporações Ltda;
  • Centro de Educação Profissional Técnico Maringá Ltda;
  • Correspondente Bancário Mais em Conta S/A;
  • Incorporadora e Empreendimentos S.A.;
  • RC1 Incorporações Ltda;
  • PY 12 Incorporações S.A;
  • RC3 Incorporações Ltda;
  • Monlevade Incorporações Imobiliárias Ltda;
  • IFGVE Instituto de Formação, Gestão e Valor Educacional (PD) Ltda;
  • BHT Consultoria Ltda;
  • R.C.6 Mineração Ltda;
  • Instituto de Florestas do Paraná;
  • Construtora Magalhães Barros Ltda;
  • RJM Loteadora Ltda ME;
  • MBR Locação de Veículos Ltda;
  • BB Corretora Ltda.


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