GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

domingo, 31 de janeiro de 2021

DEM humilha Rodrigo Maia e retira o apoio a Baleia Rossi

 


A um dia da eleição, o DEM, partido do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), decidiu abandonar o bloco do candidato apoiado por ele, deputado Baleia Rossi (MDB-SP), na disputa pelo comando da Casa. Em nota, a sigla anunciou que vai liberar a bancada na votação. O prenúncio da vitória de Arthur Lira isolou politicamente ainda mais Rodrigo Maia, que, primeiro, perdeu apoio da maioria da bancada de seu próprio estado, o Rio, e agora também deixa de contar com o aval do seu partido, que liberou a bancada.

"Em reunião realizada neste domingo (31), a Executiva Nacional do Democratas decidiu assumir postura de independência no processo de eleição da Mesa Diretora da Câmara, sem a formalização de apoio a nenhum dos blocos", disse a sigla no texto.


Ainda de acordo com a nota, a definição foi tomada "pela unanimidade dos membros da Executiva, visando a preservação da unidade partidária".

Ao GLOBO, o líder da bancada, Efraim Filho (PB), afirmou que ele e pelo presidente da sigla, ACM Neto, fizeram uma "avaliação de cenário" e concluíram que a independência seria o melhor encaminhamento neste momento.


Fonte: Agenda do Poder

No último dia de seu mandato, Maia ameaça aceitar pedido de impeachment de Bolsonaro

 


 A decisão do DEM de abandonar a candidatura do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e a ameaça do PSDB e do Solidariedade de fazerem o mesmo, levaram o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a ameaçar aceitar um pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro. A eleição que vai escolher a nova cúpula da Câmara e do Senado está marcada para esta segunda-feira (1º/2).


Maia ficou profundamente irritado ao ficar sabendo por meio do presidente do DEM, ACM Neto, na noite deste domingo (31), de que a maioria dos deputados do partido apoiaria a candidatura de Arthur Lira (Progressistas-AL) para o comando da Câmara, e não Baleia. O presidente da Câmara, cujo mandato termina nesta segunda-feira, ameaçou deixar o DEM e abrir o processo de impeachment contra Jair Bolsonaro.  A reunião ocorreu na sua casa, onde também estavam presidentes líderes e dirigentes de partidos de oposição, como o PT e o PCdoB.


Maia não deixou dúvidas. Ele afirmou que, se o DEM lhe impusesse uma derrota, poderia, sim, sair do partido e autorizar um dos 59 pedidos de afastamento de Bolsonaro, que ele engavetou. Integrantes da oposição que estavam na reunião apoiaram o presidente da Câmara e chegaram a dizer que ele deveria aceitar até mais de um pedido contra Bolsonaro, informa O Estado de S.Paulo.

Governo Bolsonaro entra na disputa pela fonte de água que serve à cerveja Heineken

 


Fonte que atende a planta da empresa localizada na Bahia está em disputa desde os anos 1990; fábrica baiana é mais importante da marca no Brasil e emprega 1.400 pessoas entre funcionários diretos e indiretos



Uma antiga disputa em torno de uma fonte de água para a produção de cerveja da maior fábrica da Heineken no Brasil ganhou um novo personagem: o governo Bolsonaro.

Maurício Britto Marcelino da Silva, empresário baiano, ganhou na justiça o direito de explorar o subsolo onde está a água que mantém a produção da Heineken em Alagoinhas, na Bahia.


A disputa pela fonte começa na década de 1990: segundo reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, Marcellino da Silva fez o requerimento para obter o direito de prioridade de exploração de fosfato em uma área de 2 mil hectares, na região de Alagoinhas, em 1993.

De acordo com o a lei brasileira, ganha o direito de explorar o subsolo quem primeiro apresentar o pedido ao órgão competente. À época do pedido do empresário, o órgão responsável era o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) que, em 2017, foi substituído pela Agência Nacional de Mineração (ANM).


Ao jornal, o advogado de Marcellino da Silva, Luiz Henrique Oliveira do Carmo, declarou que, à época da concessão da exploração, o pedido foi interceptado por causa de interesse político.

“Em dezembro de 1996, meu cliente foi surpreendido por uma notificação informação do antigo Departamento Nacional de Produção Mineral para ter uma conversa. Ele compareceu e disseram o seguinte: ‘querem implantar uma fábrica de bebidas nessas terras, que vem é a Schincariol, e você vai precisar ceder a área'”, disse à Folha o advogado do empresário Marcellino da Silva.


Porém, em 2011, o Grupo Schincariol foi vendido para o grupo japonês Kirin Holding Company. Em 2017, a cervejaria Heineken anunciou um acordo para a compra da Brasil Kirin e, dessa maneira, assumiu a fábrica baiana.

A defesa de Marcellino da Silva alega que o seu cliente nunca concordou em ceder a área e que por conta disso entrou com uma ação, que durou 24 anos e o empresario “saiu vitorioso em todas as instâncias”.

Todavia, mesmo com a decisão judicial a seu favor, a agência responsável pela exploração do solo nunca oficializou o direito de uso para o empresário. Em 2017, os advogados de Marcellino da Silva entraram com um pedido de cumprimento da sentença.


E é aí que entra o governo Federal por meio da Advocacia Geral da União (AGU) e o Ministério das Minas e Energia (MME). Há dois meses a AGU apresentou uma petição no processo afirmando que não concorda com o acordo firmado com a ANM para que a decisão judicial fosse cumprida.

Os advogados de Marcellino da Silva foram pegos de surpresa e declararam que não entendem o repentino interesse da AGU pelo caso.

Neste momento, o processo está na mesa de Alexandre Vidigal de Oliveira, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do ministério das Minas e Energia.


Por meio de uma nota, a Heineken declarou que desconhece qualquer ofício enviado pela ANM para o Ministério de Minas e Energia requerendo a cassação do seu requerimento de lavra para a exploração de água mineral e que possui todas as licenças para a fábrica operar e que “não há qualquer possibilidade de fechar sua unidade”.

A planta da Heineken localizada em Alagoinhas (BA) é a principal da empresa no Brasil: emprega 1.400 pessoas entre funcionários diretos e indiretos. A empresa retira, anualmente, 16 bilhões de litros de água.


Por fim, a Heineken declarou que “entrou com recursos administrativos para que a ANM revisse os últimos andamentos do caso, que aconteceram, no entendimento da Companhia, sem a observância do princípio da coisa julgada administrativa, ou seja, do fato de que já existia decisão favorável ao Sr. Mauricio Marcelino para a exploração de fosfato na maior parte da área requerida”.


Fonte: Revista Fórum

Brasil fechou central que distribuía vacinas e privatizou serviço em 2018


Funcionários relatam que logística piorou desde que governo Temer fez a mudança


VTCLog recebe, armazena e controla a distribuição de todas as vacinas, soros, medicamentos, praguicidas, kits para diagnóstico laboratorial e outros insumos do Ministério da Saúde, incluindo os da Covid-19



A complexa tarefa de distribuir vacinas para um país grande e diverso como o Brasil, que hoje é vista como peça fundamental no combate ao coronavírus, passou por uma turbulência silenciosa três anos atrás.
 
Era 2018 quando Ricardo Barros, ministro da Saúde do governo de Michel Temer (MDB), decidiu fechar a central nacional responsável por essa logística há mais de duas décadas no Rio de Janeiro e contratar uma empresa privada em São Paulo para tomar conta do serviço.
 
Até hoje é essa companhia, a VTCLog, do grupo Voetur, que recebe, armazena e controla a distribuição de todas as vacinas, soros, medicamentos, praguicidas, kits para diagnóstico laboratorial e outros insumos do Ministério da Saúde, incluindo os da Covid-19.
 
Ela ocupou em 2019 o lugar da Cenadi (Central Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos), que era diretamente subordinada ao governo. Além de controlar o estoque, o órgão também monitorava a entrada de imunobiológicos adquiridos pelo país no exterior.
 
Desde então, alguns funcionários encarregados de receber as remessas nos estados reclamam de problemas na logística, como itens errados, atrasos nas entregas e desorganização na comunicação. A Folha procurou a empresa para comentar as críticas, mas não obteve resposta.
 
Na semana passada, 19 dos 27 estados receberam os primeiros lotes da Coronavac com sucessivas alterações dos horários dos voos após o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, adiantar às pressas o cronograma da vacinação. Até agora não ficou claro o que causou a confusão.
 
"Depois que trocou, o que sentimos na ponta é que eles são novos e inexperientes, como se estivessem perdidos. E não é uma coisa pontual daqui, é todo mundo reclamando", diz a servidora Carla –seu nome foi trocado e o local não foi revelado para evitar retaliações, já que as equipes são pequenas.
 
Ela relata que as críticas ao serviço são constantes em um grupo de Whatsapp que reúne representantes dos estados e do PNI (Programa Nacional de Imunizações), e que a terceirizada tem feito visitas desde o fim de 2020 para ouvir as queixas. "Em abril vai juntar as campanhas de influenza e Covid, com certeza vai dar problema", afirma.
 
Carla cita como exemplo casos em que a empresa sinaliza que a remessa será entregue de avião, mas chega de caminhão, ou em que dois caminhões são enviados em horários diferentes (o que atrapalha na checagem). Outras vezes, a quantidade de itens vem errada, e o "checklist" não vem ou não coincide com o que está dentro das caixas.
 
Um dos estados consultados, a Bahia disse por meio de sua assessoria de imprensa que as críticas de técnicos ocorreram pontualmente no momento da transição, quando se chegou a receber lotes sem o gelox necessário para o resfriamento dos imunobiológicos.
 
A explicação do ministério para a privatização na época foi de modernizar a infraestrutura, melhorar a eficiência do trabalho e racionalizar os custos. "A substituição mostrou-se o caminho mais eficiente para gerir os insumos que abastecem a rede pública de saúde, o que significa mais qualidade e mais vacinas", diz hoje a pasta.
 
Se naquele momento a decisão não fez barulho aqui fora, porém, fez lá dentro. A licitação pegou de surpresa os então técnicos da Cenadi, que alegavam ter toda a estrutura e o "know how" de como fazer o serviço há anos. Foram cerca de 200 colaboradores terceirizados demitidos no total.
 
"Para nós foi um balde de gelo seco. Tínhamos a estratégia toda pronta, tecnologia de ponta e criamos um transporte com perda de vacinas quase zero. Botaram para fora técnicos altamente qualificados, todos com o curso de especialização em rede de frios que criamos com a Fiocruz", afirma João Leonel Estery, coordenador da central de 1996 a 2016.
 
Outros ex-funcionários da Cenadi e do ministério também dizem que não viam motivo para a transferência. "Fomos totalmente contra a decisão. Acredito que a logística de imunobiológicos teve uma perda substancial, a estrutura da Cenadi funcionava muito bem", declara Ricardo Gadelha, que foi gerente da gestão de insumos do PNI até 2018.
 
Entre os argumentos, os técnicos citam que a central já tinha dependências próprias sem custo, dentro do departamento de suprimento do Exército, na zona norte do Rio, e que o lugar ficava próximo à Fiocruz, uma das maiores fornecedoras de insumos do país.
 
Também era perto do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde), por onde as vacinas costumam passar antes da distribuição, e tinha fácil acesso ao Instituto Vital Brazil, Fundação Ataulpho de Paiva e Instituto Biologia do Exército, que ficam no RJ.
No fim de 2018 alguns funcionários chegaram a protestar em frente ao condomínio do presidente eleito Jair Bolsonaro, pedindo que ele impedisse a mudança da sede para o aeroporto de Guarulhos.
 
A Assembleia Legislativa do Rio também fez uma moção de repúdio à ação do governo.
"Quando eles estavam fazendo a licitação mandamos carta para o ministro, para o presidente Temer, para os 40 e poucos parlamentares do RJ. Mas o interesse era muito grande, não conseguimos barrar", diz o ex-deputado estadual Milton Rangel (DEM).
 
Segundo ele, "o processo foi todo esquisito". "Foi feito com interferência direta dos interessados, eles ajudaram na elaboração dos editais. Foi uma das coisas que apontamos ao TCU [Tribunal de Contas da União]". A licitação foi adiada pelo órgão para que se esclarecesse dúvidas sobre os custos, mas depois seguiu normalmente.
 
O valor do contrato com a VTCLog é de R$ 97 milhões anuais e vai de 2019 até 2023. O Ministério da Saúde não respondeu quanto era gasto com a Cenadi mas, segundo a antiga direção da central, os custos anuais do recebimento, armazenagem, distribuição e transporte somavam cerca de R$ 120 milhões em 2018, portanto seriam superiores.
 
Questionada sobre as críticas, a pasta afirmou que a substituição ocorreu "seguindo os princípios que norteiam a administração pública no processo de readequação da logística" e que a VTCLog/Voetur é uma operadora "com mais de dez anos de atuação no Ministério da Saúde, no que tange ao transporte de fármacos".
 
"A pasta busca uma gestão integrada dos processos de logística que compõem toda a cadeia de abastecimento que envolve estrutura, malha aérea, transporte terrestre, aéreo e fluvial, impostos e armazenamento", disse em nota.

Leia mais no O Tempo

TRF-1 anula relatório do Coaf sobre Wassef, ex-advogado de Bolsonaros, e tranca investigação

 


Tribunal alegou que não havia hipótese legal para a apuração realizada pelo Coaf. Outras investigações similares podem ser suspensas



A terceira turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) considerou ilegal um relatório produzido pelo Coaf contra Frederick Wassef, ex-advogado da família Bolsonaro.

A decisão levou a uma suspensão de um inquérito da Polícia Federal contra o advogado, já que a investigação foi aberta com base no relatório. Outras investigações também podem ser interrompidas.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o TRF-1 alegou que não havia hipótese legal para expedição do documento do Coaf no caso de Wassef e que se tratou de “geração espontânea”.

Em resposta, o órgão disse ao tribunal o processo foi padrão e que se baseou em 34 comunicações de origens distintas.



Fonte: Revista Fórum

Áudio bomba: Ministro de Bolsonaro desdenha de greve e caminhoneiros se revoltam!

 


Circula pelos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros um áudio atribuído ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em que ele aparece dizendo que não vai atender a nenhum item da pauta dos motoristas que anunciaram greve para amanhã. A suposta fala do representante do governo está sendo muito criticada e inflamou ainda mais o movimento.



A conversa teria ocorrido ontem. A um representante da categoria, que se identifica como vice-presidente da associação de caminhoneiros da cidade gaúcha de Capão da Canoa, Freitas teria dito ser impossível não só atender as reivindicações atuais, como também fiscalizar o cumprimento dos benefícios conquistados pelos caminhoneiros na greve de 2018.



Naquela ocasião, a paralisação foi apoiada pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Depois do movimento, a maior parte da categoria anunciou que votaria nele.

Fontes da coluna que costumam tratar com Freitas afirmam que a voz da pessoa gravada é do ministro.

Entre outras coisas, o ministro teria dito ao interlocutor:

--- que os caminhoneiros precisam "desmamar" do governo;
--- que os integrantes da categoria devem pensar como empresários;
--- citado obstáculos econômicos e prefeitos e governadores que "fecharam tudo" (referência a localidades que tiveram lockdown para conter a pandemia)


- levantado a suspeita de a paralisação ter motivação política, por estar marcada para o mesmo dia da votação da presidência da Câmara dos Deputados.


Nas dezenas de grupos de WhatsApp onde a greve vem sendo articulada, o áudio atribuído ao ministro foi recebido com indignação. Muitos caminhoneiros autônomos fizeram críticas contundentes a ele e se disseram dispostos a parar as atividades amanhã.


Fonte: Uol

URGENTE: Confirmada a greve dos caminhoneiros amanhã

 


O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, confirmou que os caminhoneiros irão paralisar as atividades “por tempo indeterminado” a partir desta segunda-feira (1). “É prazo indeterminado até o governo chamar, o senhor presidente Bolsonaro, chamar o conselho e também juntamente com a categoria, para a gente fazer uma reunião aberta, para decidir o que vai acontecer com a nossa pauta. Da maneira que está, ninguém vai trabalhar, não”, disse Dias, de acordo com reportagem do site Congresso em Foco.




Segundo ele, a orientação é que as rodovias sejam totalmente interditadas, sendo permitida a passagem apenas ônibus e caminhões com insumos hospitalares que estejam transportando cargas vivas. A pauta de reivindicações da categoria envolve a redução no preços dos combustíveis, direito a aposentadoria especial, melhoria nas condições de trabalho, entre outros pontos.



A estimativa da CNTRC é que a greve deverá contar com uma adesão de até 80% dos caminhoneiros. Segundo dias, a situação atual da categoria é pior que a que desaguou na greve de 2018. “As nossas pautas, que a gente trabalhou em 2018, a gente ganhou e não levou. O que funciona é só o eixo erguido do pedágio, pra não pagar. Todas as reivindicações de 2018 não vingaram, só uma, que é a do eixo erguido”, afirmou.

Fonte: Brasil 247

Elites tramam novo golpe: suspeição de Moro, com Lula fora das eleições

  


A elite brasileira, que articulou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e a prisão política do ex-presidente Lula, em 2018, para usupar a presidência da República e aplicar um choque neoliberal, retirando direitos dos trabalhadores, liquidando a soberania nacional e ampliando a miséria, tem um novo projeto, que foi explicitado pela coluna política do jornal Estado de S. Paulo. O plano consiste em aceitar a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, diante das provas de sua parcialidade, mas não devolver os direitos políticos ao ex-presidente Lula, mantendo o Brasil sem democracia.


"Ganha corpo no meio jurídico tese alternativa capaz de cravar a suspeição de Sérgio Moro, porém sem devolver os direitos políticos a Luiz Inácio Lula da Silva. No STF, por exemplo, alguns ministros entendem que, pelo fato de a condenação do ex-presidente no caso do sítio em Atibaia ter sido assinada pela juíza Gabriela Hardt, a eventual suspeição do ex-juiz da Lava Jato não anularia esse veredicto, apesar de Moro ter tocado parte do processo: Lula permaneceria barrado das eleições. O caso deve ser julgado ainda neste semestre no Supremo", aponta o texto.


"A expectativa na Segunda Turma, onde se encontra o caso, é que Kassio Nunes Marques será decisivo. Circulam três hipóteses para o voto dele: 1) acompanharia a tese alternativa; 2) votaria 100% a favor de Lula; 3) pediria vista para ganhar tempo", diz ainda a coluna", diz ainda o colunista.



Fonte: Brasil 247

Depois de reduzir ao máximo a pobreza extrema com Dilma, Brasil golpista e fascista bate recorde de miseráveis

  


Depois dos esforços bem-sucedidos da ex-presidente Dilma Rousseff para reduzir a pobreza extrema no Brasil, fazendo com que o Brasil alcançasse o menor número de miseráveis da sua história, este índice disparou a partir da preparação para o golpe de 2016 e também com o desastre econômico dos governos Temer e Bolsonaro. Hoje, 12,8% dos brasileiros são miseráveis, número maior do que há uma década. Com Dilma, o índice havia caído para 9,2% ao fim de 2014. A partir daí, teve início a sabotagem golpista, que culminou em Jair Bolsonaro.


"Com o fim do auxílio emergencial em dezembro, 2021 começou com um salto na taxa de pobreza extrema no Brasil. O país tem hoje mais pessoas na miséria do que antes da pandemia e em relação ao começo da década passada, em 2011. Neste janeiro, 12,8% dos brasileiros passaram a viver com menos de R$ 246 ao mês (R$ 8,20 ao dia), linha de pobreza extrema calculada pela FGV Social a partir de dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (Pnads) Contínua e Covid-19. No total, segundo projeção da FGV Social, quase 27 milhões de pessoas estão nessa condição neste começo de ano —mais que a população da Austrália", aponta reportagem da Folha de S. Paulo.


O motivo principal é o fim do auxílio-emergencial, que só foi aprovado após pressão dos partidos de oposição no Congresso Nacional. "Trata-se de um aumento significativo na comparação com o segundo semestre de 2020, quando o pagamento do auxílio emergencial a cerca de 55 milhões de brasileiros chegou a derrubar a pobreza extrema, em agosto, para 4,5% (9,4 milhões de pessoas) —o menor nível da série histórica. A taxa neste começo de década é maior que a do início da anterior (12,4%) e que a de 2019 (11%)", aponta o texto.


Fonte: Brasil 247

Armínio Fraga defende impeachment de Bolsonaro

 


O economista Armínio Fraga, que é ligado ao PSDB e ao capital financeiro nacional e internacional, defendeu neste domingo o impeachment de Jair Bolsonaro, em artigo publicado na Folha de S. Paulo. "Diante das dificuldades patentes neste início de 2021, o tema do impeachment entrou no radar, com manifestações abertas de atores de diferentes setores", escreveu Armínio.


"Inegavelmente não é bom sinal que um país esteja a toda hora 'impichando' seu presidente. Por outro lado, me parece bem mais grave que um país conviva com crimes de responsabilidade nos altos escalões de sua hierarquia. Intolerável mesmo. Sem essa intolerância fica impossível abraçar o Estado de Direito e o império da lei para todos, condição necessária para o pleno desenvolvimento de uma nação", pontuou. "Posso apenas dizer que, do ponto de vista econômico, social e institucional, os custos de mais do mesmo são imensos e insustentáveis."


Fonte: Brasil 247

Drauzio Varella culpa Bolsonaro pelo crime de disseminação de epidemia

 


O médico Drauzio Varella culpa Jair Bolsonaro pelo crime de disseminação de epidemia, que pode dar 15 anos de prisão e levá-lo ao impeachment, em artigo publicado neste domingo na Folha de S. Paulo. "Ele é o único culpado? É claro que não, a culpa é de muitos, especialmente dos egoístas estúpidos que se aglomeram sem máscara nos bares e nas festas. No entanto, pela natureza do cargo que ocupa, os absurdos que fala e a indignidade dos exemplos que dá, o presidente da República tem sido o grande responsável pela disseminação da epidemia. Não é por acaso que somos o segundo país com o maior número de mortes", escreveu Drauzio.

Este crime, o de disseminação de uma epidemia no Brasil, é o motivo alegado por notáveis que integraram a Procuradoria Geral da República a pressionar o atual PGR, Augusto Aras, a abrir uma investigação contra Jair Bolsonaro. Saiba mais:

Sputnik – Ex-integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentaram a Augusto Aras, procurador-geral da República, um documento em que pedem que ele ofereça ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro.



O motivo do pedido é a atuação do presidente quanto à pandemia de COVID-19. Segundo os procuradores, Bolsonaro cometeu o crime de favorecer a disseminação de uma epidemia, que está previsto no Código Penal e tem pena que vai de cinco a 15 anos de prisão.

De acordo com o G1, que teve acesso ao documento, os procuradores afirmam que "da mesma forma que alguém que agrava uma lesão existente responde por lesão corporal, presidente que intensifica a epidemia existente responde por esse crime".


O documento lista dez condutas do presidente que configuram crime por parte de Bolsonaro, na opinião dos procuradores. Entre as condutas, está a posição contrária à vacinação; a má condução da distribuição das vacinas; a imposição de obstáculos para a aquisição de insumos como seringas e agulhas; a ausência de resposta à carta da Pfizer; e as declarações contrárias à CoronaVac.

As outras cinco condutas são o desrespeito à Organização Mundial da Saúde (OMS); a má utilização de recursos públicos na produção de hidroxicloroquina e ivermectina; a apologia ao uso de remédios ineficazes contra a COVID-19; a prescrição de "tratamento precoce" contra a COVID-19; e o veto a trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 que impedia o contingenciamento de despesas relacionadas ao combate da pandemia.

"Jair Bolsonaro sempre soube das consequências de suas condutas, mas resolveu correr o risco. O caso é de dolo, dolo eventual, e não culpa", afirmam os procuradores no documento.

Nesta sexta-feira (29), o Brasil registrou a maior média móvel de mortes causadas pela COVID-19 desde julho, com um aumento de 12% em relação a 14 dias atrás. Nas últimas 24 horas, o país teve 1.099 novas mortes pela COVID-19 e 58.691 novos casos da doença.


Fonte: Brasil 247

sábado, 30 de janeiro de 2021

VÍDEO: Bolsonaro diz que não é atribuição do governo levar oxigênio ao Amazonas

 


Assista ao vídeo abaixo. A partir do segundo 45, Bolsonaro mente e diz que enviou R$ 9 bilhões pro Amazonas (leia abaixo do vídeo) e que não é atribuição dele e de seu governo levar oxigênio pra lá. Ele se gaba de que o Ministério da Saúde demorou "apenas" 5 dias para entregar oxigênios após a crise.





Do Uol:

É enganosa a postagem de um vereador de Fortaleza que destaca valores de repasses federais ao Amazonas como prova de que o governo federal não teria relação com os graves problemas de saúde pública no estado. Os números que aparecem nos posts são reais, mas se referem à verba geral enviada pela União ao estado em 2020. Os recursos, portanto, não eram exclusivos para o combate à crise sanitária. Além disso, parte do dinheiro é de transferências obrigatórias, aquelas cuja Constituição Federal estabelece que devem ser feitas pela União.

Dos R$ 8,9 bilhões enviados pelo Governo Federal em 2020, conforme a Secretaria da Fazenda do Amazonas, R$ 219,4 milhões foram transferências vinculadas ao SUS, especificamente para combate à pandemia. O estado também recebeu outros R$ 267,5 milhões de verbas vinculadas à saúde para enfrentamento à covid-19, só que de recursos previstos na Lei Complementar nº 173/2020, que garante apoio financeiro a estados e municípios na crise sanitária. O total de receitas para uso exclusivo contra a covid no ano passado foi, portanto, R$ 487 milhões no estado.


Fonte: Plantão Brasil

Presidente da CPI das Fake-News recebeu R$ 40 milhões do governo Bolsonaro


 Presidente da CPI que investiga as fake news bolsonaristas, o senador baiano Angelo Coronel (PSD) recebeu sinal verde do Palácio do Planalto para direcionar R$ 40 milhões de recursos extras do orçamento a obras em seu reduto eleitoral. A verba consta na planilha informal do governo, obtida pelo Estadão, que registra um repasse de R$ 3 bilhões a 285 parlamentares às vésperas das eleições da nova cúpula do legislativo.



No Congresso, Coronel se define como independente, mas tanto ele quanto seu partido, o PSD, estão fechados com os dois candidatos defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro. A legenda fechou apoio a Arthur Lira (Progressistas-AL) na disputa pelo comando da Câmara e a Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no Senado.


O PSD, chefiado por Gilberto Kassab, recebeu a maior fatia do bolo disponibilizado pelo governo às vésperas das eleições no legislativo. Foram R$ 600 milhões, 20% dos R$ 3 bilhões. E na lista dos parlamentares do partido que puderam indicar recursos, o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito aparece entre os quatro mais contemplados. A pedido dele, o governo já destinou R$ 30 milhões para obras da Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos Rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e outros R$ 10 milhões a ações do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).



Fonte: Estadão



Vaza Jato não mostrou nem 1% contra Moro, Lula vai mostrar tudo!

 


O advogado Wadih Damous, no Giro das 11 da última sexta-feira (19), comentou sobre as novas revelações de que a defesa do ex-presidente Lula obteve provas concretas, na forma de mensagens, da parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro e do ex-coordenador da força tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, na condução da Operação Lava Jato.


“A citadela, a ‘República de Curitiba’, dela não vai restar pedra sobre pedra, é uma citadela que vai ser destruída e eles serão banidos com desonra para a lata de lixo da história”, disse.

“O que foi divulgado é uma parte absolutamente ínfima do que vem por aí. E o que vem por aí é em quantidade superior ao que a própria Vaza Jato divulgou”.


“A Vaza Jato divulgou apenas uma parte, e acho que nem tudo foi entregue ao Intercept. O que foi interceptado na Operação Spoofing parece que vai fazer tremer a República, pois não é à toa que o ministro Lewandowski decretou sigilo sobre as informações contidas naquele acervo”, completou Damous.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro oferece mesmo cargo pra 3 deputados e é desmascarado


 Jair Bolsonaro está prometendo o mesmo cargo a mais de um membro do Centrão.

Diz o Estadão:

“O Ministério da Cidadania, ocupado por Onyx Lorenzoni, foi oferecido a três deputados federais: Marx Beltrão (PSD-AL), Marcos Pereira (Republicanos-SP) e para o líder do Republicanos, Jhonatan de Jesus (RR).”

Fonte: O Antagonista

Maior jornal da França volta a detonar Bolsonaro, agora em entrevista com Raí

 


Em entrevista ao Le Monde, Raí afirmou que Bolsonaro “é uma vergonha, ele defende valores repulsivos, contrários à essência do Brasil”.


O ex-jogador, no entanto, não criticou os apoiadores do presidente no futebol.




“Bolsonaro foi eleito democraticamente, eles têm o direito de apoiá-lo. Infelizmente, o futebol é um ambiente muito conservador”.


Fonte: Le Monde

Empresa que vendeu leite condensado ao governo Bolsonaro tem salas vazias e interfone quebrado

 


Saúde e Vida já recebeu R$ 12,5 milhões do governo federal, de 2014 até o mês passado. Loja tem contratos rotineiros com órgãos militares


A empresa Saúde e Vida Comercial de Alimentos, que vendeu leite condensado ao preço unitário de R$ 162 ao governo federal, opera com salas vazias e interfone quebrado no subsolo de um prédio comercial no Cruzeiro, bairro de classe média de Brasília.

Segundo reportagem da revista Época, que esteve no local nos últimos dias, a loja não apresenta identificação visível ou funcionários. Além disso, as salas comerciais estão sempre fechadas.

Os vizinhos também desconhecem que a empresa faça vendas frequentes ao governo federal. Segundo dados do Portal da Transparência, a Saúde e Vida já recebeu R$ 12,5 milhões da União, de 2014 até o mês passado.

A empresa pertence a Azenate Abreu. O filho dela, Elvio Abreu Junior, também tem uma empresa que já obteve R$ 25,4 milhões do governo federal.

A esposa de Elvio Junior, Cynthia Abreu, por sua vez, é dona da Schuab Abreu Engenharia, que já faturou R$ 7,1 milhões da União. As três empresas da família são vizinhas no prédio comercial de Brasília.


Fonte:Revista Fórum


"Bolsonaro é corrupto", diz Ascânio Sêleme, do Globo

 


"O capitão, que foi eleito prometendo varrer a corrupção de Brasília, montou ele próprio um esquema para se defender e proteger as falcatruas de seus filhos e aliados", afirma o jornalista


O jornal O Globo, que usou o tema da corrupção para afastar uma presidente honesta, Dilma Rousseff, agora chega à conclusão de que Jair Bolsonaro, resultado de sua campanha de ódio, é corrupto. É o que aponta a coluna deste sábado do jornalista Ascânio Sêleme. "Já se falou quase tudo do governo de Jair Bolsonaro. Da sua índole intolerante e antidemocrática, da sua beligerância permanente, das baixarias que produz em escala industrial, dos seus inúmeros crimes de responsabilidade, da sua fraqueza moral, dos atentados que comete contra a vida humana no tratamento que dispensa à pandemia do coronavírus. Agora, pode-se também afirmar que esse governo é corrupto. O capitão, que foi eleito prometendo varrer a corrupção de Brasília, montou ele próprio um esquema para se defender e proteger as falcatruas de seus filhos e aliados", escreveu o jornalista.


"São várias as evidências desse esquema ao redor do presidente. Bolsonaro controla tanto a Procuradoria-Geral da República quanto a Polícia Federal com absoluto rigor. Apesar de manter a aparência de independência, Augusto Aras e Rolando Alexandre de Souza fazem o que for preciso para não desagradar ao presidente. Outras instituições do Estado, além da PF, são usadas sem constrangimento. Tanto o Ministério da Justiça quanto a Advocacia- Geral da União foram instrumentalizadas por Bolsonaro para defender ele mesmo, os seus três zeros e a sua turma", anotou ainda o jornalista.


Fonte: Brasil 247