GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Luis Arce, do MAS, vence eleições presidenciais na Bolívia, segundo dados não oficiais

 


Ao conhecer os resultados não oficiais, Luis Arce afirmou que fará um governo de unidade nacional para reconstruir a economia

A presidente golpista da Bolívia, Jeanine Áñez, felicitou o candidato do Movimento pelo Socialismo (MAS), Luis Arce, pela vitória nas eleições gerais com mais de 50 por cento dos votos.

“Ainda não temos uma contagem oficial, mas pelos dados que temos, o Sr. (Luis) Arce e o Sr. (David) Choquehuanca venceram a eleição. Parabenizo os vencedores e peço que governem pensando na Bolívia e na democracia", expressou Jeanine Añez por meio de seu Twitter.




De acordo com as sondagens das eleições de domingo, Luis Arce obteve 52,4 por cento dos votos, mais de 20 pontos percentuais de diferença em relação ao segundo mais votado, o ex-presidente neoliberal Carlos Mesa.


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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Mãe de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro escondeu da Justiça um imóvel comprado em Brasília


 Uma quitinete 36 metros quadrados e R$ 470 mil, no primeiro andar de um prédio situado em uma das áreas mais nobres de Brasília, pertence à candidata a vereadora no Rio de Janeiro Rogeria Bolsonaro (Republicanos). O imóvel, entretanto, não consta na declaração que a candidata enviou à Justiça Eleitoral. O apartamento, sozinho, vale mais do que o dobro de todo seu patrimônio originalmente informado.


Com R$ 233 mil em bens discriminados no pedido de registro de sua candidatura, a primeira esposa do presidente Jair Bolsonaro – mãe do senador Flavio (Republicanos-RJ), do vereador carioca Carlos (Republicanos) e do deputado Eduardo (PSL-SP) – deixou de fora de sua lista o imóvel comprado por ela este ano e pago à vista, conforme registro em cartório.


Documentos de cartório aos quais o Congresso em Foco teve acesso comprovam que Rogeria Bolsonaro, que concorre com o filho Carlos a uma vaga no Legislativo carioca pelo mesmo partido, efetuou a transação no dia 6 de julho deste ano.


Por lei, os candidatos são obrigados a declarar todos os bens que têm no momento do registro da candidatura, e não somente aqueles que informaram na declaração do Imposto de Renda do ano anterior. Deixar de prestar esse tipo de informação à Justiça eleitoral é considerada uma "conduta atípica", passível de investigação, mas que não costuma render punição ao candidato. A reportagem tratou do caso, sem citar os nomes dos envolvidos, com advogados especialistas em direito eleitoral. A conclusão é de que a ocultação não deveria acontecer, sob nenhuma hipótese.


Pela compra do apartamento, a publicitária pagou ao seu antigo dono, um militar, os R$ 470 mil à vista, em transação bancária. O imóvel, segundo o cartório responsável pela região, consta como sendo de propriedade de Rogéria Bolsonaro, que não o incluiu na declaração à Justiça eleitoral.


O apartamento fica na Super Quadra 311 do Setor Noroeste, bairro de alto padrão na capital federal. O prédio, feito apenas de pequenas unidades de tamanhos variados, é buscado normalmente por pessoas de alto poder aquisitivo que passam temporadas na capital federal, normalmente à trabalho. O prédio conta, de acordo com corretores da região, com benesses como academia, salões e serviço de lavagem de carro inclusos em seu condomínio.


Lançado em 2012, o bairro tem prédios mais modernos e novos que os do chamado Plano Piloto, onde estão localizadas as asas Norte e Sul, com unidades vendidas a partir de R$ 350 mil. O imóvel de Rogeria custou R$ 13.044 por metro quadrado- acima da média do bairro, que era de R$ 10.880/metro quadrado à época da transação, segundo informação do site especializado Wimóveis.


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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Mais de 500 candidatos milionários recebem Bolsa Família e Auxílio Emergencial


 Mais de 500 candidatos na eleição deste ano têm patrimônio de mais de R$ 1 milhão e ainda assim receberam auxílio emergencial ou Bolsa Família neste ano. O número foi constatado pelo UOL cruzando dados públicos dos candidatos nestas eleições municipais com as folhas de pagamentos dos benefícios pagos pelo governo federal em maio e junho.


Consultados pela reportagem, alguns candidatos disseram que não solicitaram os benefícios. Outros indicaram que tiveram seus dados utilizados indevidamente e nunca receberam tais pagamentos.


Contudo, há candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador de diferentes partidos que admitem terem se cadastrado para receber o auxílio emergencial ou o Bolsa Família. Isso apesar de possuírem bens avaliados em R$ 1 milhão ou mais.


Esse é o caso de Kinho Pancotte (PL), candidato a prefeito de Itapuca (RS). Pancotte é agricultor. Declarou à Justiça Eleitoral ter mais R$ 8 milhões de bens em seu nome, incluindo três propriedades rurais avaliadas em mais R$ 1 milhão cada uma.


Mesmo assim, quando o governo federal anunciou que pagaria um auxílio emergencial a cidadãos prejudicados pela pandemia do novo coronavírus, Pancotte sentiu-se no direito de solicitar o benefício. "O governo liberou para produtor rural, não é? Eu tive uma quebra de safra grande neste ano. Resolvi pedir", contou ao UOL.

De acordo com o Portal da Transparência do governo federal, Pancotte recebeu R$ 1.800 em auxílios emergenciais entre maio e agosto. Em setembro, porém, Kinho resolveu devolver o montante recebido ao governo. "Gerei um boleto e fiz a devolução", afirmou, mostrando o comprovante da transação.


Milionários ’no papel’ alegam precisar do benefício

Há candidatos que, mesmo possuindo mais de R$ 1 milhão em bens, dizem necessitar do auxílio emergencial do governo. Dra. Verbena da Paz (PRTB), candidata a prefeita de Anapu (PA), por exemplo, declarou ter R$ 1,2 milhão em seu nome e recebeu R$ 2.400 em benefícios do governo, de abril a agosto. Procurada, ela explicou que sua declaração de bens não reflete a realidade do seu patrimônio e disse precisar do auxílio.


"Uma fazenda deixada de herança para quatro irmãos está em meu nome. Mas eu mesmo não tenho este patrimônio todo", contou. "Sou advogada e meus processos pararam. Não entrou nenhum recurso para mim. Preciso do auxílio."


Mestre Rodrigo (PSOL), candidato a prefeito de Bebedouro (SP), disse ter pouco mais de R$ 1 milhão em bens à Justiça Eleitoral e recebeu auxílio emergencial. Ao UOL, explicou que boa parte desse montante é composto por "valor sentimental" que ele tem sobre sua academia.


"Gostaria de ser milionário, mas não chego nem perto. Eu tenho uma academia, a primeira coisa que parou [durante a pandemia]", afirmou. "Pedi auxílio, tenho direito. Só foram duas parcelas de R$ 600."


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Médicos afirmam que saúde de Trump é bastante precária, conforme o jornal New York Times


 Trump quis passar a imagem de que está bem ao sair do hospital para um passeio e ser visto por apoiadores. Mas, segundo o New York Times, a narrativa do presidente estadunidense é "turva e inconstante". Sua saúde é bem mais precária do que ele quis deixar transparecer.


De acordo com o jornal, seus médicos mais uma vez reescreveram a narrativa oficial de sua doença, reconhecendo dois episódios alarmantes que não haviam divulgado anteriormente.

Os médicos disseram que o nível de oxigênio no sangue de Trump caiu duas vezes nos dois dias depois que ele foi diagnosticado com coronavírus, exigindo intervenção médica, e que ele havia recebido esteróides, sugerindo que sua condição pode ser mais grave do que inicialmente descrito.


O reconhecimento dos episódios suscitou novas questões sobre a credibilidade das informações prestadas sobre o presidente de uma superpotência hospitalizado com uma doença que já matou mais de 209 mil pessoas nos Estados Unidos. Com o presidente determinado a não admitir fraqueza e enfrentando uma eleição em apenas 30 dias, as autoridades reconheceram fornecer avaliações otimistas para satisfazer Trump.


Fonte: Brasil 247