GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Doria desafia Bolsonaro a ver as pessoas agonizando

Doria reage a Bolsonaro e diz para ele ir a São Paulo ver as pessoas “agonizando nos leitos”

 O governador de São Paulo reagiu aos ataques de Jair Bolsonaro, que na manhã desta quarta-feira (29) responsabilizou e a Bruno Covas pelas 2.049 mortes do coronavírus em São Paulo. "Saia da sua bolha, do seu mundinho de ódio", disse Doria, em entrevista coletiva com Covas no começo da tarde. Ele acrescentou: “Saia dessa sua redoma de Brasília e venha visitar os hospitais em São Paulo, venha ver a gripezinha, as pessoas agonizando nos leitos e a preocupação dos profissionais de saúde".

Doria informou que a partir da próxima segunda-feira (4) será obrigatório o uso de máscaras no transporte coletivo em São Paulo, nos táxis e Uber. Ele revelou que o Estado adquiriu 3 mil respiradores da China, que chegarão a São Paulo nesta quarta.

O governador informou que está em 48.% a taxa de isolamento: “Não é um número bom”. Há 1776 pessoas internadas em UTIs e a taxa de isolamento precisa chegar a 60% para evitar o colapso do sistema de saúde de São Paulo.


Doria foi contundente na resposta a Bolsonaro e falou dirigindo-se diretamente a ele: "Pare de praticar essa perversidade, pare de atrapalhar quem está ajudando para salvar vidas. Depois de mais de 5 mil mortes, vai continuar dizendo que estamos vivendo uma gripezinha?".

Além de convidar Bolsonaro para ir a São Paulo, Doria incitou-o a ir ao Amazonas: “Vá a Manaus ver o colapso da saúde".

Fonte: Brasil 247

🎥Lider do MBL admite que se arrependeu de votar "nesse jumento"

VÍDEO: “Votei no Bolsonaro sabendo que ele era um jumento”, admite Fernando Holiday, do MBL
Publicado por Pedro Zambarda de Araujo - 29 de abril de 2020

Parabéns, Holiday.




Fonte: DCM

Nomeação de Ramagem para PF suspensa pelo STF

RAMAGEMURGENTE: Ministro do STF suspende nomeação de Alexandre Ramagem para PFRamagem, que é amigo da família Bolsonaro, foi escolhido pelo presidente da República para chefiar a PF, em substituição a Maurício Valeixo
Ministro do STF suspende nomeação de Alexandre Ramagem para PF



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da Polícia Federal.

“Diante de todo o exposto, nos termos do artigo 7º, inciso III da Lei 12.016/2016, DEFIRO A MEDIDA
LIMINAR para suspender a eficácia do Decreto de 27/4/2020 (DOU de 28/4/2020, Seção 2, p. 1) no que se refere à nomeação e posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal”, diz trecho do despacho
Ramagem, que é amigo da família Bolsonaro, foi escolhido pelo presidente da República para chefiar a PF, em substituição a Maurício Valeixo.

Fonte: Folha Impacto

Escândalo envolve esposa de Ramagem: recebia salário indevido

Esposa de Ramagem é filiada ao PSDB e recebeu salário indevido como delegada por dois anosRebeca Teixeira Ramagem Rodrigues, é filiada ao PSDB desde de setembro de 2007 e recebeu remunerações como delegada da Polícia Civil do Estado de Roraima por dois anos


A esposa no novo chefe da Polícia Federal, Alexandre Ramagem, Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues, é filiada ao PSDB desde de setembro de 2007 e recebeu remunerações como delegada da Polícia Civil do Estado de Roraima por dois anos – de 2010 a 2012 – sem efetivamente fazer jus ao que recebia. Por causa disso, foi exonerada do cargo no dia 25 de maio de 2012.


É que mostram documentos oficiais do Estado de Roraima e reportagens do período a que o DCM teve acesso.
Exoneração de Rebeca Ramagem do cargo de delegada de polícia de Roraima, em 25 de maio de 2012

Leia mais na Folha Impacto

Weintraub investigado pelo STF por crime de racismo

STF abre inquérito para investigar Waintraub por crime de racismo
Abraham Waintraub insinuou que a China teria interesses econômicos e políticos com a pandemia do novo coronavírus e ironizou o sotaque dos chineses nas redes sociais. Foi acusado de racismo


O ministro Celso de Mello, decano do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a abertura de inquérito para investigar o ministro da Educação do governo Bolsonaro, Abraham Weintraub, pelo crime de racismo. A informação é da Folha de São Paulo.

No mês de abril, Weintraub usou suas redes sociais para insinuar que a China teria interesses políticos e econômicos com a pandemia do novo coronavírus. O ministro da Educação colocou o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, que troca a letra “r” por “l”, para fazer referência ao sotaque dos chineses em publicação.


"Geopoliticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em termos Lelativos, dessa crLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados do BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo?", ironizou Weintraub.

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, chamou o ministro da Educação de racista. Depois disso, Weintraub apagou a publicação do Twitter.

O Ministério Público Federal alega que o comportamento do ministro da Educação “configura, em tese, a infração penal prevista na parte final do artigo 20 da Lei 7.716/1989, que define os crimes resultantes de preconceito”, e pediu abertura da investigação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal.


Fonte: Brasil 247

O impacto da saída de Moro é pequeno e Bolsonaro começa a trocar sua base social

Datafolha: saída de Moro tem pouco impacto e Bolsonaro começa a trocar sua base social
Pesquisa Datafolha indica que saída de Moro tem pouco impacto nos estratos de maior peso na população e aponta ligeira alteração no perfil que sustenta índices de apoio a Bolsonaro.
Na opinião de Mauro Paulino, Diretor-geral do Datafolha e Alessandro Janoni, Diretor de Pesquisas, os resultados da mais recente pesquisa telefônica do instituto mostram a polarização da opinião pública e a divisão do país quanto à imagem do governo.

"Há menos gente considerando Jair Bolsonaro (sem partido) um presidente regular, enquanto taxas de aprovação e reprovação à sua gestão mantêm-se em patamares equivalentes. Um processo de impeachment ou a eventual renúncia do presidente também dividem os brasileiros", escrevem em artigo na Folha de S.Paulo.


"Ao se comparar os dados de popularidade obtidos agora com os observados em dezembro do ano passado, último levantamento com a pergunta de avaliação geral do governo, não se percebem grandes mudanças no total".

"Mas quando se traça evoluções por estratos da população, confirma-se tendência já verificada nas pesquisas realizadas pelo instituto sobre a epidemia de coronavírus ao longo do último mês: há ligeira alteração no perfil que sustenta os índices de apoio a Bolsonaro".

Os diretores do Datafolha destacam em sua análise que "se por um lado os efeitos da crise sanitária afastaram parte dos mais escolarizados e mais ricos da base do presidente, por outro agregaram segmentos mais carentes e dependentes das políticas públicas, especialmente na área econômica".

"Em relação à pesquisa de quatro meses atrás - assinalam -, Bolsonaro perdeu popularidade principalmente entre os que possuem renda familiar superior a cinco salários mínimos. Nesse segmento que corresponde apenas a 10% dos brasileiros, a aprovação do presidente caiu 11 pontos percentuais".


"Por outro lado, entre quem tem renda de até dois salários mínimos (aproximadamente 60% dos entrevistados), a taxa de ótimo ou bom subiu oito pontos no mesmo período, grandeza idêntica à observada entre os trabalhadores autônomos e informais, com renda familiar de até três salários mínimos, habilitados, na teoria, a receber o auxílio emergencial liberado pelo governo".

"Nesse contexto, como não foram feitas pesquisas de avaliação geral do governo nas últimas semanas, mas sim levantamentos específicos sobre o desempenho da gestão no combate à epidemia, não é possível mensurar de forma direta os efeitos do pedido de demissão de Sergio Moro sobre a popularidade de Bolsonaro".

"Os contrastes que se observam justamente nesses segmentos de menor renda e escolaridade apontam para um impacto ainda incipiente".

"O baixo grau de informação e o ruído que o episódio pode ter provocado em estratos que possuem elevado peso quantitativo na composição do eleitorado minimizaram seu alcance e os reflexos se concentram nos mais escolarizados e entre os que ganham mais de cinco salários, que já vinham criticando o presidente em função de seu desempenho no combate ao novo coronavírus".


Fonte: Brasil 247

ALERTA:Vamos ter muito luto! Falta de consciência e descaso do governo vão fazer muitos se arrependerem por não ficarem em casa

“Vamos ter um luto pela falta de consciência. Muitos vão se arrepender de não ter ficado em casa”
Ana Claudia Quintana Arantes, médica geriatra e especialista em cuidados paliativos, diz que as perdas causadas pela covid-19 causarão luto no Brasil “pela falta de consciência” sobre a gravidade da doença

“Como você está lidando?”, pergunta a médica Ana Cláudia Quintana Arantes, geriatra e especialista em cuidados paliativos. Em tempos de pandemia de coronavírus, a pergunta “tudo bem?”, costumeira em um cumprimento, nunca foi tão retórica. Neste momento em que o mundo contabiliza, dia a dia, o crescente número de infectados e mortos em decorrência da doença, um terço da população mundial está em casa em quarentena e muito se fala em perdas econômicas adiante, a médica contabiliza as perdas emocionais.

Especialista em cuidar de quem está muito próximo ao final da vida, ela já prevê que a humanidade passará por três tipos de luto. Além do luto real, das perdas objetivas, ela acrescenta o luto antecipatório —a percepção de que a morte está chegando. “Além disso, vamos ter um luto pela falta de consciência. Muitas pessoas vão se arrepender de não ter tido cuidado antes e vão pensar ’eu poderia ter ficado em casa, poderia ter convencido as pessoas a ficarem em casa”, afirma. “Haverá arrependimento coletivo também”, aposta

Desde que a pandemia se instalou, o número de mortos já passaram de 210.000 ao redor do mundo e mais de 3 milhões de pessoas ficaram doentes. No Brasil, o mortos passam de 4.500 nesta segunda-feira. Há países, no entanto, que estão se mostrando mais eficazes em suas políticas de combate à doença, como a Coreia do Sul ou a Alemanha, que realizam testagem em massa na população. Mas em outros lugares, os símbolos de luto e dor são os mais fortes desde a Segunda Guerra Mundial. Na Itália, que começa a ver a diminuição de casos, mas ainda contabiliza duas centenas de mortos por dia, as imagens de caminhões transportando corpos para serem enterrados em outras regiões por causa do colapso dos cemitérios da Lombardia se tornaram a prova da agressividade da pandemia. Na Espanha, uma pista de patinação no gelo dentro de um shopping se transformou em um imenso morgue para receber os corpos. Necrotérios temporários, hospitais de campanha em campos de futebol, despedidas dos parentes feitas por meio de uma tela de celular, já que ninguém pode se aproximar de uma pessoa infectada. A pandemia do novo coronavírus que se alastrou por quase o mundo inteiro aponta para uma imensa cicatriz que será formada por cenas surreais e a sensação de um luto coletivo.

Para a médica, que é autora de dos livros A morte é um dia que vale a pena viver (Sextante, 2019) e Histórias lindas de morrer (Sextante, 2020), o momento de uma pandemia é peculiar também sob o ponto de vista da morte. “Num cenário de pandemia, não há condição de dar sentido ao processo [da morte]. As pessoas vão morrer sozinhas, ninguém vai poder pegar na mão, pois as visitas são proibidas”


A despedida também já está sendo solitária. No Brasil, os casos confirmados de óbitos pela covid-19 devem obedecer a um protocolo que prevê a não realização de velórios, os corpos devem ser enterrados com os caixões lacrados e a uma distância dos familiares, já que um corpo ainda pode transmitir o vírus até 72 horas após o falecimento. Por isso, além das mais de 4.500 pessoas que já morreram com a doença confirmada, até mesmo os casos suspeitos da doença, ou cuja morte se deu por para respiratória ou por razões não definidas, estão passando pelo mesmo processo. A despedida está sendo privada até mesmo àqueles que não confirmaram ter o vírus no corpo. Quem perde um parente que mora longe também encontra dificuldades de transporte para chegar a enterros e despedidas. Há ainda quem está preso longe de casa, num contexto de queda drástica no número de viagens aéreas internas e externas. “A experiência da dignidade no meio disso tudo [da pandemia] está difícil de ser encontrada”, afirma Ana Claudia Quintana.

No meio de previsões ainda tão nebulosas, a médica, enfim, responde à pergunta feita no início desta entrevista. “Como estou lidando? Ajudando a fortalecer as campanhas de solidariedade”, diz. “É o único jeito.”


Fonte: El Pais Brasil

terça-feira, 28 de abril de 2020

Financial Times pede Impeachment de Bolsonaro em editorial

Em editorial, ’Financial Times’ diz que Bolsonaro está se autodestruindo
Jornal econômico publicou artigo em que afirma que Jair Bolsonaro está reunindo os elementos de seu próprio impeachment e que, se as alegações de Sérgio Moro forem provadas, há motivos para a saída do presidente.
Por G1



Em editorial publicado nesta terça-feira (28), o jornal britânico “Financial Times”, uma das publicações econômicas mais conhecidas no mundo, afirma que Jair Bolsonaro está, ele mesmo, reunindo os elementos para seu próprio impeachment e que parece estar determinado a se juntar a antecessores que figuram num "hall dos horrores" presidencial brasileiro.

Editorial é o nome dado ao artigo que representa a opinião do veículo de comunicação que o publica. O texto do "FT" se intitula "A autodestruição do ’Trump Tropical’"

Se as alegações do ex-ministro Sérgio Moro a respeito das tentativas de ingerência de Bolsonaro na Polícia Federal forem provadas, diz o editoral do “FT”, há motivo para impeachment.

O texto cita a saída de dois ministros importantes, Moro e Luiz Henrique Mandetta, em um intervalo de oito dias.

A demissão de Moro foi “particularmente séria” por dois motivos, de acordo com o jornal. A primeira é que o ex-ministro era um herói para os apoiadores conservadores de Bolsonaro, por causa de sua atuação como juiz da Lava Jato. Além disso, Moro saiu como protesto pela intenção do presidente de nomear um chefe da Polícia Federal que, segundo o agora ex-ministro, compartilhe informações de investigações.

O jornal cita suspeitas de que o presidente possa estar manobrando para proteger seus filhos de processos na Justiça.

Se as alegações de Moro forem provadas, diz o editoral do “Financial Times”, há motivo para impeachment.

Bolsonaro é descrito como o "Trump dos Trópicos" por sua habilidade nas redes sociais para incentivar seus apoiadores e atacar rivais. O texto cita as demonstrações de intolerância por parte do presidente.

A elite do país, segundo o jornal, tolera essas manifestações por causa da pauta de reformas econômicas de Paulo Guedes, o ministro de economia que é considerado um “adulto na sala”, segundo o jornal.

O governo seria visto pelos brasileiros como a história "do médico e do monstro" –o primeiro seria responsável pelas reformas com potencial para melhorar a economia, o segundo, como autor de comportamento perigoso.

No entanto, com a crise causada pela Covid-19, a faceta de monstro tomou a gestão Bolsonaro.

Há uma crise tripla, na saúde, na economia e na política, segundo o jornal. Bolsonaro resolveu aumentar sua aposta e negou a seriedade do coronavírus.

Como há poucos testes, os dados oficiais não são confiáveis, mas mesmo eles mostram alto contágio. A economia está vulnerável e deve ter uma retração de 5,3% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional.

Os apoiadores de Bolsonaro ainda estão com ele, mas entre os militares há um desconforto, diz o editorial.

Bolsonaro, que acusa seus oponentes de quererem derrubá-lo, está reunindo ele mesmo os elementos para isso, afirma o “Financial Times”.


Fonte: O Globo

STF autoriza cancelamento de julgamento de Lula no STJ

Por decisão do ministro do STF Edson Fachin, os prazos processuais para realizar julgamento virtual de recurso do ex-presidente Lula no caso do triplex no Guarujá (SP) devem ser seguidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).



“Nessa toada, ainda de acordo com o regimento interno do Superior Tribunal de Justiça, tem-se que as sessões de julgamento virtual devem ser precedidas da inclusão do processo, pelo relator, na plataforma eletrônica, mediante a respectiva publicação da pauta do Diário da Justiça eletrônico, com antecedência de cinco dias úteis antes do início aprazado para início do julgamento”, escreveu Fachin.


“O andamento processual dá conta de que o feito fora incluído em mesa para julgamento na sessão virtual do dia 22.4.2020, [...] fato processual que, ao menos nesse juízo de cognição sumária, apresenta indícios de eventual desacordo com a norma regente dos julgamentos em ambiente virtual”, complementou.



O processo começou a ser analisado na semana passada e teria término nesta terça-feira (28). Porém, de acordo com a defesa do ex-presidente, o prazo regimental para contestar o julgamento virtual não foi aberto e, portanto, o julgamento é irregular.



"Eventual julgamento que venha a se realizar diante desse cenário será nulo, por afrontar as disposições regimentais e o devido processo legal em toda a sua extensão [...], incluindo-se as garantias do contraditório e da ampla defesa", afirma o advogado do ex-presidente, Cristiano Zanin.


Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Governo retira R$ 1 trilhão do povo para entregar aos bancos


Desde a apresentação da PEC 6/2019, da reforma da Previdência, ao Congresso, o ministro Guedes vem repetindo que o objetivo dessa PEC seria combater privilégios e “economizar” R$ 1 trilhão nos gastos com a Seguridade Social. Em momento algum os tais “privilégios” foram devidamente explicados pelo Governo, que em suas exposições considera “ricos” aqueles que se aposentam com cerca de R$ 2.231,00.

Mais de 80% do referido trilhão que será cortado com a PEC 6/2019 sairá dos mais pobres do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), ou seja, de aposentadorias, pensões e benefícios do INSS, cuja imensa maioria está abaixo de dois salários mínimos. A tabela constante da última página da Exposição de Motivos da PEC 6/2019, assinada por Guedes mostra isso.

E para onde irá esse trilhão que será subtraído principalmente dos mais pobres, mas também de servidores públicos?


Em evento realizado no Banco Central, o próprio ministro Guedes confessou que o trilhão irá para os bancos: “Precisamos de 1 trilhão para ter potência fiscal suficiente para pagar uma transição em direção ao regime de capitalização. (…) Por isso que a gente precisa de 1 trilhão!”

A capitalização individual foi retirada do texto da PEC 6/2019, mas diversos representantes do governo e do próprio Congresso Nacional têm afirmado que irão reapresentar o tema em outra emenda, apesar dos enormes riscos que tal modalidade representa para a população e para a economia do país, conforme alertei à Comissão Especial durante a tramitação da PEC 6 na Câmara dos Deputados.

Ora, se Paulo Guedes realmente precisa de R$ 1 trilhão em 10 anos, por quê não busca esse valor nos realmente privilegiados banqueiros e grandes empresários que detêm isenções e benesses tributárias, remuneração diária de sua sobra e recebem os maiores juros do planeta?

Por exemplo, em apenas 2 projetos de lei (PLP 9/2019 e PL 1981/2019) que tratam da tributação de grandes fortunas e lucros, o governo poderia arrecadar cerca de R$1,249 trilhão em 10 anos! Assim, o governo não precisaria destruir a Seguridade Social; bastaria tributar fortunas e lucros!
Outro TRILHÃO de reais já foi destinado para bancos (nos últimos 10 anos), de forma ilegal, para remunerar diariamente o dinheiro que sobra em seu caixa! Isso mesmo, o dinheiro que os bancos não conseguem emprestar (porque cobram juros elevados demais) está sendo remunerado diariamente! Em vez de acabar com essa ilegalidade, o governo enviou ao Congresso o PLP 112/2019 que, além de colocar o Banco Central acima de tudo e de todos, pretende “legalizar” a figura do Depósito Voluntário Remunerado pelo Banco Central aos bancos (tal como o PL 9.248/2017), o que na prática significa que toda a sobra de caixa dos bancos poderá ser depositada no Banco Central e este pagará juros diários aos bancos! Temos dinheiro sobrando para isso?. Portanto, o governo não precisaria destruir a Seguridade Social; bastaria para de remunerar a sobra de caixa dos bancos!
Muitos outros trilhões poderiam advir como resultado da auditoria da dívida pública, com participação social, tendo em vista que só em 2018 os gastos financeiros com a chamada dívida pública consumiram R$ 1,065 trilhão do orçamento federal, além de afetar os orçamentos dos demais entes federados.

Não faltam recursos! Temos destinado trilhões para alimentar o Sistema da Dívida (juros, prejuízos do banco central com swap cambial e outros operacionais, remuneração da sobra de caixa dos bancos etc.) e ainda temos mais de R$ 4 TRILHÕES EM CAIXA!
Em dezembro/2018, possuíamos, por exemplo, R$ 1,27 TRILHÃO no caixa do Tesouro Nacional; R$ 1,13 TRILHÃO no caixa do Banco Central, e US$ 375 bilhões (R$ 1,453 TRILHÃO) em Reservas Internacionais. Além disso, o Brasil é a 9ª maior economia do mundo, possui imensas riquezas e potencialidades, e cerca de R$ 4 TRILHÕES líquidos!

Nosso problema não é a falta de recursos, mas a opção de retirá-los da população para entregá-los aos bancos.



* Maria Lúcia Fattorelli é auditora fiscal. Escreve mensalmente para o site do jornal Extra Classe.


Fonte: Extra Classe

🎥Carla Zambelli mostra chat com Moro, se enrola e mostra demais

Jornalista sugere que demissão de Moro pode ter relação com Luciano Hang, o "véio" da Havan

Kennedy Alencar: demissão na PF teria relação com Luciano Hang
Em meio às notícias sobre o suposto pedido de demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça, que teria como base a demissão do diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o jornalista Kennedy Alencar foi ao Twitter, nesta quinta-feira (23), para sinalizar que a troca no comando da PF teria relações com empresários como Luciano Hang, das lojas Havan, e com o empreiteiro Meyer Joseph Nigri .

“A PF de Valeixo disse a Moro que apoiadores mais ativos de Bolsonaro na internet têm forte admiração por dois empresários em especial: Meyer Joseph Nigri e Luciano Hang”, tuitou Alencar.

A informação vem em meio às especulações de que Bolsonaro teria decido demitir Valeixo, braço-direito de Moro, pelo fato de a PF estar encampando uma investigação contra as milícias digitais que atuam nas redes sociais. Os empresários citados seriam financiadores dessa estrutura que espalha fake news na internet.
A PF de Valeixo disse a Moro que apoiadores mais ativos de Bolsonaro na internet têm forte admiração por dois empresários em especial: Meyer Joseph Nigri e Luciano Hang.
980 pessoas estão falando sobre isso


Fonte: Brasil 247