GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Guaidó recebe dinheiro roubado da Venezuela pelos EUA

Assembléia Nacional da Venezuela aprova lei autorizativa para o auto-proclamado presidente Guaidó, utilizar US$ 80 milhões da Venezuela retidos pelos Estados Unidos



O Parlamento venezuelano autorizou o auto-proclamado presidente da Assembléia Nacional, Juan Guaidó, a utilizar US$ 80 milhões (R$ 358 milhões) em contas bancárias congeladas nos Estados Unidos, por sanções contra o governo do legítimo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
O objetivo da lei aprovada pelo Parlamento nesta quinta-feira (27) é o acesso a dinheiro bloqueado pelo governo dos Estados Unidos do governo Maduro, de seus funcionários e da subsidiária da petroleira estatal venezuelana, PDVSA.
Enquanto as sanções continuarem em vigor, o acesso a esses recursos são bloqueados para Maduro. Agora com essa lei, Trump promete repassar os recursos a Guaidó. A proposta de liberação é que, sob a supervisão da OEA (Organização dos Estados Americanos), da qual Venezuela não mais é membro, Guaidó fica autorizado a utilizar até o montante de US$ 80 milhões, segundo o deputado Alfonso Marquina. De acordo com o texto da lei, o dinheiro seria destinado a gastos sociais. Busca também, fortalecer as relações internacionais e custear um possível governo de transição, sob o comando de Guaidó, ex-presidente da Assembléia Nacional e agora auto-proclamado, presidente do parlamento.
Guaidó se autodeclarou presidente interino da Venezuela em janeiro de 2019, prontamente reconhecido por Trump e Bolsonaro. Cerca de 50 países de um total de 192, reconhecem Guaidó como presidente da Venezuela. Guaidó no entanto, não consegue controlar o Estado. Embora diversas tentativas, não consegue remover Nicolás Maduro, legítimo presidente re-eleito na Venezuela com cerca de 70% dos votos.
Com o dinheiro retido pelos Estados Unidos, o auto-proclamado presidente Guaidó, terá novo fôlego para as tentativas de golpe imperialista na Venezuela e remover Maduro. Lei permissiva para movimentar os US$ 80 milhões, deverá ser invalidada pelo Tribunal Superior de Justiça. No entanto serve de cobertura para Trump liberar o dinheiro para Guaidó, seu preposto na Venezuela.
São dois, os presidentes da Assembléia Nacional Venezuelana.
Luis Parra, foi eleito em 05 de Janeiro de 2020, novo presidente do parlamento da Venezuela, em sessão que, Guaidó se recusou a participar, já que não tinha os votos necessários para se reeleger. E Juan Guaidó, que, fora do parlamento, na sede do jornal El Nacional, no mesmo dia, e somente com seus apoiadores, se auto-proclamou presidente da Assembléia Nacional reeleito.
Desconhece-se por qual parlamento, Guaidó teve lei, o liberando, para apossar-se dos recursos venezuelanos bloqueados pelo imperialismo. O oficial que regularmente se reúne no Palácio do Parlamento da Venezuela, presidido por Luis Parra. Ou pelo parlamento clandestino, somente reconhecido pelos EUA e que improvisa suas reuniões na sede do jornal El Nacional, notório propagandista do imperialismo


Moro censura festival a pedido de produtor de fake news

Segundo a Folha de S. Paulo, a denúncia que causou a investigação contra o evento punk Facada Fest, autorizada pelo ministro Sergio Moro, foi feita por Edson Salomão, presidente do Instituto Conservador e um dos organizadores dos protestos do dia 15 de março. O evento punk é uma crítica a Jair Bolsonaro.
Salomão é chefe de gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), da tropa de choque bolsonarista e um dos mais próximos de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.
O assessor é investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por espalhar fake news e já recebeu mandado de busca e apreensão em sua casa.

“Fiz a denúncia porque as artes de divulgação desse festival são uma clara apologia ao assassinato do presidente da República”, afirma Salomão.
Os cartazes do evento mostram o presidente vomitando lama e um palhaço Bozo empalado. “Se fizessem isso com o Lula, qual seria a reação?”, acrescenta.
Blog da Cidadania com Folha

Facebook se nega a fornecer informações à CPMI das fake news, que busca origem dos insultos e mentiras no governo Bolsonaro

Empresa de Mark Zuckerberg diz que só atenderia ordem de juiz nos Estados Unidos; decisão protege o ´gabinete do ódio´ instalado no Palácio do Planalto, na presidência de Jair Bolsonaro


Uma decisão tomada pelo Facebook, rede social comandada por Mark Zuckerberg, pode acabar protegendo Jair Bolsonaro e a máquina de fake news instalada no Palácio do Planalto. "​Acionado pela CPMI das Fake News, conduzida no Congresso, o Facebook respondeu que só poderá repassar diversos dados solicitados sobre contas de redes sociais, incluindo as supostamente usadas pelo grupo bolsonarista apelidado de gabinete do ódio, após decisão de um juiz dos Estados Unidos", aponta reportagem do jornalista Rubens Valente, publicada na Folha de S. Paulo.  A empresa diz que segue acordo bilateral Brasil-EUA regulado por decreto de 2001.


"O fornecimento de conteúdo de comunicações fora das exceções legais pode configurar violação da lei americana pelo Facebook Inc. e expõe tal entidade ao risco de ser responsabilizado juridicamente", informou a empresa, em ofício dirigido no último dia 21 ao presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), senador Angelo Coronel (PSD-BA).
Nos Estados Unidos, o Facebook também tem sido criticado por supostamente favorecer Donald Trump, em quem Bolsonaro se inspira para disseminar fake news e discursos de ódio.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro afunda a economia, mas culpa PT “e seus aliados e adversários” e a "realidade econômica mundial"

Em dois tweets na manhã deste sábado, Bolsonaro voltou pela enésima vez a culpar o PT por seu fracasso na economia. Ampliou o rol de culpados: “PT e seus aliados ou adversários coniventes” e agora a “realidade econômica mundial”


Jair Bolsonaro vai ampliando o rol daqueles que aponta como culpados pelo fracasso de seu governo na economia. Em dois tweets na manhã deste sábado,voltou a dizer que o PT é culpado, apesar de o partido estar fora do poder há mais de três anos. Com a economia estagnada, Bolsonaro agora culpa também as “décadas de destruição de PT e seus aliados ou adversários coniventes”. Ele não nomeia aliados do PT e seus “adversários coniventes”, mas aparentemente aponta o dedo para todo o espectro político brasileiro, exceto a extrema-direita, incluindo até o PSDB, DEM, PTB, MDB e outros, ao falar em “décadas”.

A novidade no discurso bolsonarista, no mesmo estilo de Paulo Guedes, é apontar a economia mundial como igualmente culpada, apesar de quase todos os economistas considerarem o argumento falacioso - leia aqui. O país prepara-se para mais um ano de PIB ao redor de 1%, apesar de todo o dircuso ufanista das elites desde o golpe de 2015-16
Veja os tweets de Bolsonaro:
O setor industrial volta a investir e gerar empregos. O Índice de Confiança da Indústria subiu pelo quarto mês consecutivo (FGV). Foram décadas de destruição de PT e seus aliados ou adversários coniventes. Aos poucos, vamos resgatando nosso país. 🇧🇷

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Nunca podemos esquecer que atrelado a todos os problemas internos atuais e históricos, existe também, uma realidade econômica mundial. Seguimos fazendo nossa parte!

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Fonte: Brasil 247

JN, da Globo, destaca contradições de Bolsonaro sobre vídeo de ato contra o Congresso

O telejornal reproduziu trecho de nota do Estado de S. Paulo que diz que a atitude do presidente "endossa conteúdos falsos"


O Jornal Nacional, da TV Globo, deu destaque às diferentes versões ditas pelo presidente ao comentar sobre vídeos divulgados por ele em favor das manifestações do dia 15 de março, com pauta contra o Congresso Nacional. A revelação do conteúdo foi feita pela jornalista Vera Magalhães, do Estado de S. Paulo.


O telejornal apontou que, inicialmente, Bolsonaro havia dito que o vídeo em defesa das manifestações foi divulgado apenas para pessoas próximas, em caráter pessoal. Na quinta-feira, no entanto, ele divergiu e disse que o conteúdo propagado por Magalhães era de 2015.


“Ontem, Bolsonaro mudou a versão. Durante live transmitida pelo Palácio do Planalto, ele disse que o vídeo, enviado por ele e revelado pela jornalista Vera Magalhães, é de 2015. A jornalista, fortemente atacada pelo presidente, foi a primeira a compartilhar os vídeos”, afirmou o âncora Rodrigo Bocardi.

Em seguida, o telejornal apontou que Magalhães respondeu aos ataques de Bolsonaro publicando uma sequência de vídeos que Bolsonaro teria enviado para seus contatos. “Todos os videos trazem registros posteriores a 2015”, disse a apresentadora Renata Vasconcellos.
Foi lido ainda um trecho de nota publicada pelo Estado de S. Paulo que afirma que Bolsonaro “ao agir assim, ignorando os fatos, endossa conteúdos falsos vinculados ao tema que circulam nas redes sociais, algumas com ameaças veladas ou não direcionadas à Vera Magalhães”.

Na maior fuga de capitais da história do Brasil, investidores retiram R$ 80 bilhões do país sob Bolsonaro

Mesmo com expectativas favoráveis, apoio de setores da imprensa e a movimentação para garantir as reformas tão sonhadas pelo ‘mercado’, notadamente a trabalhista e a da previdência, a dupla Paulo Guedes/Bolsonaro não conseguiu fazer a economia andar.
Pelo contrário: em menos de 14 meses de governo, o país registrou sua maior perda de investimentos num só dia, R$ 3,068 bilhões, na quarta, 26, desde o início da contabilização dos dados, em 1994.
No consolidado de 2019 e início de 2020, quase R$ 80 bilhões deixaram o país: 44,5 bilhões ano passado e R$ 34,908 bilhões entre janeiro e fevereiro de 2020.
Os investidores estrangeiros, segundo o UOL, retiraram R$ 3,068 bilhões da bolsa no retorno do feriado de Carnaval, em meio ao pânico generalizado com a rápida disseminação do novo coronavírus fora da China.
Naquele dia, o Ibovespa fechou em forte queda de 7%, aos 105.718,29 pontos, com giro financeiro de R$ 33,2 bilhões.
Em fevereiro, o saldo acumulado de recursos estrangeiros na Bolsa está negativo em R$ 15,750 bilhões, resultado de compras de R$ 190,150 bilhões e vendas de R$ 205,900 bilhões.


Em 2020, os estrangeiros já retiraram R$ 34,908 bilhões do mercado acionário brasileiro.
O montante já é equivalente ao saldo negativo registrado entre 2 de janeiro e 13 de novembro de 2019.
No fechado do ano, a saída de capital estrangeiro da bolsa totalizou R$ 44,5 bilhões.
A questão é saber até quando o país suporta a combinação explosiva de falta de credibilidade com desordem social e política e uma economia que não dá sinais de reação.


Fonte: DCM

MP quer apuração do arquivamento do caso Wajngarten

O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), pediu nesta quinta-feira que a Corte apure a denúncia de possível conflito de interesses envolvendo o chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten.
No último dia 18, a denúncia foi arquivada pela Comissão de Ética da Presidência da República por quatro votos a dois e mesmo sem instaurar uma investigação.


diz respeito a uma hipotética distribuição de valores destinados à propaganda do governo federal e infringência aos princípios constitucionais da impessoalidade, da igualdade ou isonomia e da moralidade – revelada pelo jornal Folha de S. Paulo.


Na representação, o subprocurador diz que a denúncia aponta a existência de conflitos interesses na distribuição de valores destinados à propaganda do governo federal, e fere “os princípios constitucionais da impessoalidade, da igualdade ou isonomia e da moralidade”.
Por isso, subprocurador diz ainda entender que os atos de Wajngarten “motivariam a continuidade da apuração”. E continua: “diante da gravidade e da possibilidade de que a matéria não terá, no âmbito do Poder Executivo Federal, a devida apuração, considero que se faz necessária a atuação do TCU no sentido de conhecer e a avaliar a pertinência do arquivamento”.
O documento foi encaminhado ao presidente da Corte, ministro José Múcio.


Fonte: Veja

Reinaldo Azevedo chama Sergio Moro de 'Mussolini de Maringá'

O jornalista Reinaldo Azevedo ironiza a aparição de Moro em um tanque de guerra. Ele chama o ex-juiz de 'Mussolini de Maringá' e diz: "como observador da cena, fico satisfeito por jamais ter caído na lábia do tabaréu assoberbado em demiurgo"


O jornalista Reinaldo Azevedo ironiza a aparição de Moro em um tanque de guerra. Ele chama o ex-juiz de 'Mussolini de Maringá' e diz: "como observador da cena, fico satisfeito por jamais ter caído na lábia do tabaréu assoberbado em demiurgo."
O jornalista ainda afirma: "até na imprensa há quem sinta, vendo aquela cena, certo desconforto nos joelhos. São calos decorrentes do vício da genuflexão."


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro volta a falar de "furo" para atacar jornalista mulher

O alvo da vez foi a jornalista Vera Magalhães, que apontou que o presidente compartilhou um vídeo convocando manifestações contra o Congresso


Da revista Fórum – O presidente Jair Bolsonaro voltou a usar o termo “furo jornalístico” de forma pejorativa para atacar uma mulher. O alvo da vez foi a jornalista Vera Magalhães, que apontou que o presidente compartilhou um vídeo convocando manifestações contra o Congresso.


“O vídeo abaixo chegou ao conhecimento da jornalista Vera Magalhães que, na sede de um FURO JORNALÍSTICO, publicou matéria como se eu estivesse convocando ato para as manifestações de 15/março/2020. Ela, certamente por má fé, não atentou que o vídeo era de 2015, onde houve uma manifestação no dia 15 de março (domingo) daquele ano contra o governo do PT”, disse o presidente em postagem no Facebook.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Não houve fraude em reeleição de Evo, mostra análise publicada pelo Washington Post

O jornal norte-americano Washington Post publicou uma análise nesta quinta-feira (27/02) que aponta que as eleições de outubro de 2019 na Bolívia, que indicavam a reeleição do hoje ex-presidente Evo Morales, foram legítimas, sem indicativos de fraude. A conclusão é a mesma de um estudo publicado em novembro pelo Centro de Pesquisa Econômica e Política (CEPR).
A Organização dos Estados Americanos (OEA), convidada pelo governo boliviano para analisar o pleito, havia afirmado, à época, que teria havido fraude e recomendado a realização de um segundo turno. No entanto, um golpe de Estado derrubou Morales da presidência e instaurou um governo com características autoritárias no país.
“Não parece haver diferença estatisticamente significativa na margem antes e depois da interrupção da votação preliminar. Em vez disso, é altamente provável que Morales tenha ultrapassado a margem de 10 pontos percentuais no primeiro turno”, afirma a análise publicada no Post.
O texto dos pesquisadores John Curiel e Jack R. Williams, vinculados ao MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), aponta que a OEA não embasa a argumentação da fraude em estudos prévios e não traz evidências significativas que suportem a tese.
O estudos apontam ainda que foram feitas 1.000 simulações a partir dos resultados que foram divulgados previamente pelo Tribunal Supremo Eleitoral da Bolívia e que Morales teria, pelo menos, 10,49 pontos percentuais de vantagem sobre o opositor Carlos Mesa. Dessa maneira, venceria em primeiro turno.
“Não há evidências estatísticas de fraude que possamos encontrar – as tendências na contagem preliminar, a falta de um grande salto no apoio a Morales após a interrupção e o tamanho da margem de Morales parecem legítimos. Em suma, a análise estatística e as conclusões da OEA parecem profundamente falhas”, aponta o texto.
Com base nos resultados, os pesquisadores e outros investigadores pediram um posicionamento à OEA, que não se pronunciou.
Análise do CEPR
Ainda em novembro, pouco depois do golpe que depôs Morales, uma análise estatística divulgada pelo Centro de Pesquisa Econômica e Política (CEPR), com sede nos Estados Unidos, já mostrava que havia não evidências de fraude nas eleições do dia 20 de outubro.
No relatório, analistas afirmam que, de acordo com análises estatísticas, “era previsível que Evo Morales obteria uma vitória no primeiro turno, com base nos resultados da TREP (Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares)”.
“No final, a contagem oficial, juridicamente vinculativa e completamente transparente, com as fichas de registro disponíveis online, coincidiu com os resultados da contagem rápida”, disse, no estudo, Guilherme Long, analista do CEPR.
O CEPR diz que, em mais de 500 simulações, Morales aparecia vencendo no primeiro turno. O documento estudou em detalhes o que aconteceu na contagem dos votos, que dava vitória ao ex-presidente com 83,85% na contagem rápida.
Assim como no estudo publicado pelo Post, o artigo do CEPR aponta que há questões geográficas e históricas na votação, o que dava vantagem a Morales.
Com o golpe de Estado, a então vice-presidente Jeanine Áñez se autoproclamou presidente do país. Novas eleições foram marcadas para maio, e Morales tenta se candidatar ao Senado – apesar da negativa do Tribunal Supremo Eleitoral para tanto.
(*) Com Revista Fórum

Bolsonaro mente em sua live sobre vídeo em que convocou ataque ao Congresso e ao STF

Jair Bolsonaro mentiu em sua live transmitida nas redes sociais na noite desta quinta-feira 27 a respeito do polêmico vídeo compartilhado por ele por WhatsApp em que convoca atos para o dia 15 de março que pregam ataques ao Congresso e ao STF.
Na live, Bolsonaro disse que o chamamento foi para uma manifestaçeão de 2015, mas o vídeo mostra imagens da "facada", que teria ocorrido em 2018.
Confira o trecho em que ele faz essa declaração na live e, abaixo, a reação da jornalista Vera Magalhães:

Assista aqui ao vídeo compartilhado por Bolsonaro. Antes, ele já havia confirmado ter compartilhado o vídeo.
Bolsonaro acaba de dizer q o vídeo q ele mandou pelo Whatsapp convocando para a manifestação pelo fechamento do congresso e STF, na verdade era de 2015.

MAS NO VÍDEO TEM A FACADA, QUE SÓ OCORREU EM 2018!

O Presidente MENTE e o gado aplaude!

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O presidente @jairbolsonaro me atacou na live semanal e, antes, na porta do Alvorada. “Já que você é mulher, se eu falar qualquer coisa vão falar que eu estou agredindo as mulheres, tenha mais vergonha na cara”. Eu tenho vergonha na cara, presidente. E espero o mesmo do senhor

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Fonte: Brasil 247

PT se reúne na segunda para discutir impeachment

Partidos da oposição convocaram para o início da semana que vem reuniões para discutir o que fazer sobre o vídeo compartilhado por Jair Bolsonaro convocando protestos contra o Congresso e o STF.


A reunião do PT será às 16h de segunda-feira. A da oposição será na manhã de terça-feira. As legendas ainda tentam convocar uma maior ainda, com Rodrigo Maia e todos os líderes da Câmara.


Fonte: Época

Novo partido de Bolsonaro está fora da eleição de 2020

Integrantes da cúpula do Aliança pelo Brasil avisaram a Jair Bolsonaro, na sexta-feira anterior ao Carnaval, que é praticamente zero a chance de o partido sair do papel a tempo de lançar candidatos nas eleições deste ano. Bolsonaro não se abalou.

Dólar sobe por culpa de Jair Bolsonaro, diz Miriam Leitão

A culpa não pode ser atribuída apenas ao coronavírus, diz a jornalista Miriam Leitão


Por que o dólar sobe tanto no Brasil e faz com que o real seja uma das moedas que mais se desvalorizam no mundo? Jair Bolsonaro disse em sua live que a culpa é do coronavírus. A jornalista Miriam Leitão, no entanto, afirma que a culpa é também de Bolsonaro. "O dólar sobe porque há fatores estruturais — alguns positivos — no Brasil. E foi isso que o ministro Paulo Guedes tentou dizer naquela sua fala atrapalhada. Mas agora sobe porque há incerteza externa com o assustador avanço de uma doença nova que está parando hubs de produção. E sobe também porque no Brasil crises são criadas pelos próprio presidente Jair Bolsonaro", diz ela, em sua coluna."


Tudo isso está acontecendo diante de um pano de fundo cada vez mais complexo na economia internacional. O dólar já subiu 10% no ano, e a bolsa caiu 10%. Mas movimentos no mercado se formam e se desfazem. O problema é que a economia está indo para mais um ano de frustração de nível de crescimento, o mundo está mergulhado na incerteza, e o presidente inventa crises e ameaça as instituições. O risco maior é quando as crises se misturam.


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro cria confusão porque não sabe administrar o Brasil, diz Flávio Dino

O governador do Maranhão colocou o dedo na ferida, que é o despreparo de Jair Bolsonaro para o cargo que exerce


 "Bolsonaro já criou confusão com governadores, jornalistas, artistas, parlamentares, membros da sua equipe, outros países. Tudo isso para tentar ocultar seu maior problema: não sabe administrar o Brasil. Crescimento pífio, desemprego, dólar nas alturas, paralisação administrativa", postou o governador do Maranhão em suas redes sociais. Confira o post de Flávio Dino e reportagem da Reuters:


(Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro usou sua transmissão semanal em uma rede social para reclamar que o Congresso não coloca em pauta projetos de autoria do governo e que o Judiciário toma decisões contrárias a medidas adotadas por sua gestão, mas defendeu “afinar a viola” com os demais chefes de Poderes.
As reclamações do presidente acontecem após o episódio revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em que Bolsonaro compartilhou com contatos no WhatsApp vídeos feitos por terceiros que convocam para um protesto no dia 15 de março que tem como um dos motes ataques ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Alguns falam que eu não tenho articulação com o Congresso. Realmente eu não consigo aprovar o que eu quero lá. Eu até gostaria que fosse colocado em pauta muita coisa, mas não é botado em pauta. É outro Poder que você tem que respeitar, é a regra do jogo”, disse Bolsonaro.
“Caducar medida provisória, não botar em pauta, é triste isso daí”, disse.
Entre os projetos que foram alvos de reclamação do presidente estão as medidas provisórias que criava a carteira de estudante digital e a que acabava com a obrigatoriedade de empresas publicarem seus balanços financeiros em jornais de grande circulação. Essas duas MPs perderam validade sem serem votadas no Congresso.


Bolsonaro também reclamou que, segundo ele, pelo que soube, a Câmara dos Deputados não colocará em pauta um projeto de lei de autoria do Executivo que permite a mineração em terras indígenas e que a proposta que altera o prazo de cinco para dez anos o prazo de renovação da Carteira Nacional de Habilitação está parada.
“Lamento, gostaria de fazer muito mais coisas pelo Brasil, mas tem um problema”, disse. “Vou buscar fazer tudo aquilo que eu falei durante a campanha e falei que 90% do que eu quero passa pelo Parlamento, agora, o Parlamento nosso tem seus problemas”, afirmou, sem especificar quais seriam esses problemas.
Bolsonaro também reclamou de decisões da Justiça que reverteram a medida do governo que retirou radares de fiscalização móveis de velocidade das estradas e de uma decisão em primeira instância, posteriormente derrubada, que impediu a nomeação de Sergio Camargo para a Fundação Palmares.

A decisão se baseava no fato de Camargo, que é negro, ter feito no passado declarações apontadas como racistas. Afirmou, por exemplo, que a escravidão foi benéfica para os descendentes dos escravos.
“Parece que eu não posso mudar nada”, reclamou Bolsonaro na transmissão.
Apesar das reclamações —e das críticas que fez— o presidente disse que não criticaria o Parlamento ou o STF e falou em “afinar a viola” com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo, Dias Toffoli.
“Não vou criticar o Parlamento, assim como não critico decisão do Supremo Tribunal Federal. Respeito os Poderes, agora tem coisas que tem que insistir”, afirmou.


Fonte: Brasil 247