GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Fazendeiro que escondeu Adriano da Nóbrega tem foto com Bolsonaro

O fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, que abrigou o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em uma operaçõa conjunta da PM da Bahia com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, já tirou selfies ao lado de Jair Bolsonaro durante um evento no interior do Estado, aponta reportagem da revista Veja.
Segundo a reportagem, publicada desta sexta-feira (20), parentes do fazendeiro teriam dito que ele teria sido torturado para revelar o local onde Adriano estaria escondido após fugir de uma operação policial em um condomínio na Costa do Sauípe. 
Desde que o miliciano foi morto, Jair Bolsonaro vem tentando se distanciar das suspeitas de ter algum tipo de ligação com Adriano, chegando até mesmo a questionar a quem interessaria a morte do ex-capitão do Bope do Rio e Janeiro, além de questionar como seriam feitas as perícias nos celulares apreendidos. 


A reportagem relembra que “em dezembro, quando a pauta se restringia apenas ao esquema da rachadinha, o presidente disse em entrevista a VEJA que outro escândalo estava prestes a estourar e teria como origem interceptações telefônicas que mostrariam o envolvimento dele e dos filhos com o crime organizado no Rio”. 
A reportagem observa, também, que Leandro e Adriano eram “amigos pelo menos desde 2017. Já como foragido, Adriano se hospedou várias vezes na fazenda de Leandro, inclusive com a mulher e a filha mais nova. Quando fugiu de um cerco policial na Costa do Sauípe, foi a Leandro que pediu ajuda”. “Também foi Leandro que, na véspera da morte, o levou da fazenda para o sítio onde Adriano seria alcançado pela polícia”.


Da fazenda de Leandro, Adriano fugiu para um outro sítio, este de propriedade do vereador Gilsinho de Dedé, filiado ao PSL, partido pelo qual Bolsonaro foi eleito. O texto da revista ressalta que “Gilsinho alega que não conhecia o ex-capitão do Bope, apesar de Adriano ter pernoitado várias vezes em sua propriedade, inclusive na companhia da mulher, Júlia”. 

Fonte: Brasil 247

Exportações despencam, e país fecha janeiro com déficit de US$ 11,9 bi nas contas externas

Resultado foi pior do que o registrado em igual mês de 2019, quando rombo foi de US$ 9 bi

As contas externas brasileiras registraram em janeiro de 2020 um déficit de US$11,9 bilhões, informou nesta segunda-feira o Banco Central ( BC ). O resultado foi pior do que o apresentado no mesmo mês de 2019, quando o déficit foi de US$ 9 bilhões.


O valor também é o pior desde 2015.
Segundo o Banco Central, o resultado foi influenciado principalmente pela retração de US$ 3,6 bilhões no saldo da balança comercial, em comparação com 2019. O saldo é a diferença entre exportações e importações.

Leia mais no O Globo

Número de vistos negados pelos EUA a brasileiros cresce 45% em um ano

O acúmulo de dívidas e o fim de um contrato de trabalho levaram a professora Graziele Soares, 35 anos, a tentar cruzar a fronteira do México para viver nos Estados Unidos, como fez uma irmã dela há 16 anos. Presa ao tocar o solo norte-americano, a brasileira relata "os piores dias" de sua vida no processo de deportação ao Brasil, um risco crescente para os que, sem visto, decidem arriscar a sorte.
Entre outubro de 2018 e setembro de 2019 o número de vistos de turismo negados pelos EUA a brasileiros teve um aumento significativo, o maior índice dos últimos 14 anos. Houve um crescimento de mais de 45% na comparação com a taxa do ano fiscal anterior, entre outubro de 2017 e setembro de 2018, chegando a 18,5%, de acordo com dados do Departamento de Estado norte-americano.


No mesmo período, o número de brasileiros detidos pela imigração norte-americana ao tentar entrar irregularmente no país também cresceu exponencialmente, chegando a 17,9 mil presos nos centros de detenção do departamento de imigração.
O número de vistos negados não explica, mas se relaciona com o crescimento do número de pessoas detidas, no que parece ser uma estratégia para desincentivar novas tentativas de imigração de brasileiros aos EUA.
O aperto na política de imigração leva aos dois resultados, para os que tentam o visto de forma legal e para aqueles que, sem essa chance, querem entrar via México, já que o país não exige mais vistos de brasileiros.
Os dados do Departamento de Estado, desde 2006, mostram que a parcela de vistos negados a brasileiros foi caindo rapidamente daquele ano, em que estava em torno de 13%, até 2014, quando chegou a 3,2%. Em 2014 e nos dois anos anteriores, as negativas estiveram próximas do limiar de 3%, sempre dado pelo governo norte-americano como o limite que o Brasil teria que baixar para entrar na sonhada lista de países que poderiam negociar o fim do visto.
Em 2015, no entanto, as negativas subiram um pouco, para 5,4% —de acordo com fontes ouvidas pela Reuters, possivelmente uma resposta ao início de uma crise econômica.
O salto, no entanto, começou em 2016, quando alcançou 16,7% —nesse caso, explica uma das fontes, causado pela soma de um ano eleitoral nos EUA em que a política de imigração já era um tema central e a sensação, entre os brasileiros, de que, com o fim do governo do democrata Barack Obama, a situação ficaria mais difícil.
"Nos meses entre a eleição e a posse do atual presidente americano (Donald Trump), houve um aumento perceptível, motivado pela sensação de urgência", explicou uma fonte do governo brasileiro que acompanha a situação dos imigrantes.
Em 2017 e 2018, os vistos recusados ficaram um pouco acima de 12%, para então saltarem para os 18,5% atuais.
A quantidade de brasileiros presos e as negativas de vistos são consideradas pelas fontes consultadas pela Reuters como duas faces da mesma moeda: o aumento do controle das fronteiras e a intenção de dissuadir novas levas de imigrantes.
"Acredito que o que aumentou não foi tanto o número de brasileiros tentando emigrar, mas sim o rigor das autoridades locais. Temos aqui uma clara intenção dissuasória", avaliou a fonte.
Em contato com as autoridades do país, um dos brasileiros presos e deportados contou que ouviu de um dos guardas no centro de detenção onde ficou que ao voltar para o Brasil deveria contar aos amigos no Brasil todas as dificuldades que passou para que outros não tentassem o mesmo caminho, contou a fonte.

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Lula aponta fracasso de Guedes e Bolsonaro com dólar a R$ 4,40

Ex-presidente também lembrou as previsões feitas antes das eleições que apontavam para alta da moeda americana caso ele vencesse a disputa da qual foi impedido de participar. Detalhe: com Lula, o dólar era cotado a R$ 1,80


O ex-presidente Lula, que governou o Brasil entre 2003 e 2010, período em que a moeda brasileira mais se valorizou, em razão dos fortes superávits comerciais e da política de acumulação de reservas internacionais, foi às redes sociais nesta sexta-feira para apontar o fracasso da dupla Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, que entregam uma economia medíocre e um dólar a R$ 4,40 (com Lula, o valor era próximo a R$ 1,80). O ex-presidente também questionou previsões de analistas de mercado que apontavam para a alta da moeda americana caso ele vencesse uma disputa presidencial da qual não pôde participar em razão do processo de ´lawfare´ a que foi submetido. Confira o post de Lula e reportagem da Reuters sobre a disparada do dólar:


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SÃO PAULO (Reuters) - O dólar bateu o terceiro recorde histórico consecutivo nesta quinta-feira, desta vez se aproximando de 4,40 reais, em mais um dia de força da moeda no exterior e com o pano de fundo doméstico oferecendo poucos argumentos à entrada de vendedores no mercado.O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu em evento mais cedo nesta quinta que o novo normal é um câmbio mais desvalorizado, em declaração feita na presença do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que dois dias atrás disse que o BC está “tranquilo” com o câmbio uma vez que não tem havido impactos sobre a inflação.Pela manhã, o IBGE divulgou que o IPCA-15 foi o mais baixo para fevereiro desde 1994. O número reforça leituras de que o BC tem espaço para voltar a cortar os juros, especialmente num contexto em que a economia dá sinais de maior lentidão e instituições financeiras rebaixam projeções para o PIB —tudo conspirando contra maior entrada de capital no país.“Esse mix nos sugere que a barra para mais altas dos juros está muito mais alta do que para cortes adicionais”, disseram estrategistas do Morgan Stanley. A queda dos juros tem pressionado o real conforme dissipa a atratividade da moeda como ativo de investimento.Apesar de a alta nominal de quase 10% do dólar neste ano não ser claramente percebida em índices de preços ao consumidor, o gestor sênior de câmbio da Absolute Investimentos, Roberto Serra, considera que o mercado pode estar flertando com uma dinâmica “nociva”. 


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro sobre o Ceará: “o pessoal verde está chegando, e o bicho vai pegar”

Ele assinou decreto autorizando o envio de tropas das Forças Armadas ao Ceará para reforçar a segurança pública no estado


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em uma live pelas redes sociais, nesta quinta-feira (20) que a situação no Ceará é de “guerra urbana” e que, com a chegada de militares ao estado, “o bicho vai pegar”.
O presidente assinou decreto, nesta quinta-feira, autorizando o envio de tropas das Forças Armadas ao Ceará para reforçar a segurança pública no estado.


O Ceará enfrenta crise na segurança por conta de um motim de policiais militares. A categoria se diz insatisfeita com a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo local.
“O pessoal que está cometendo delitos, crimes nessas regiões, onde, por um motivo qualquer, por um motivo justo, estão indo as Forças Armadas para lá – tem que entender que o pessoal verde está chegando, e o bicho vai pegar. Porque, se é para tratar com flor essa galera, não fiquem enchendo nosso saco e vão pedir para outras instituições para cumprir esta missão”, afirmou Bolsonaro na transmissão ao vivo.


“Isso é coisa de responsabilidade, coisa séria. Se estamos em guerra urbana, temos que mandar gente para lá para resolver esse problema.”
Fonte: G1

Criminosos fardados que atiraram em Cid Gomes ocupam outro batalhão no Ceará

Os policiais militares que estavam no batalhã no qual o senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE) foi baleado na quarta-feira (20) ocupam desde a madrugada desta sexta (21) um outro quartel em Sobral, cidade a 270 km de Fortaleza.


"O pessoal que ocupou o outro batalhão saiu estrategicamente depois de tudo o que aconteceu e agora ocupou essa outra sede", disse o Sargento Ailton, uma das lideranças. O grupo pretende ficar até conseguir negociar com o governo e lideranças dos policiais em Fortaleza.


Segundo Sargento Ailton, cerca de 60 pessoas, entre policiais e manifestantes, então na manhã desta sexta na sede do Ciopaer.


Fonte: Folha

Subprocurador reclama de salário de R$ 42 mil: ´dinheiro não chega ao fim do mês´

O subprocurador Nívio de Freitas Silva Filho reclamou diretamente ao procurador-geral da Repúblico, Augusto Aras, de sua remuneração na PGR. Ele se disse “muito preocupado” em ter condições para seguir no cargo. Sua remuneração bruta é de R$ 42,2 mil. Em janeiro, porém, com gratificação natalina, o valor chegou a R$ 74,9 mil. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da Época, nesta sexta-feira 21/II.



“Está nos afligindo, está muito difícil, os vencimentos já não chegam ao final do mês. É uma situação aflitiva. Há uma quebra de paridade. Confesso que estou ficando muito preocupado se tenho condições de me manter no exercício da minha função. Facilmente posso demonstrar para todos como é oneroso para mim o exercício do cargo de subprocurador-geral da República. Tenho que manter aqui residência, todas as despesas e me preocupo profundamente”, disse o subprocurador em reunião extraordinária do Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) em 29/XI de 2019.

No ano passado, Nívio de Freitas se candidatou à lista tríplice para ser procurador-geral da República.


Atualmente, despacha na 4ª Câmara de Coordenação e Cooperação do MPF, que cuida de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural.


Fonte: conversa afiada

Jornalista acha assessores de Damares na “greve” dos PMs no Ceará

“Na insurreição dos policiais militares do Ceará, que são facilmente associados a milicianos, há um movimento insuflando a insubordinação. Isto é público. O que pode parecer estranho, porém, é a participação de assessores diretos do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) na defesa de tais manifestantes”, escreve Marcelo Auler, do Jornalistas pela Democracia. “Certamente alegarão que estavam negociando uma solução pacífica. Defendendo o Direito Humano dos policiais militares amotinados e seus familiares”, continua

Por Marcelo Auler, em seu Blog e para o Jornalistas pela Democracia
Na insurreição dos policiais militares do Ceará, que são facilmente associados a milicianos, há um movimento insuflando a insubordinação. Isto é público. O que pode parecer estranho, porém, é a participação de assessores diretos do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) na defesa de tais manifestantes. Dois deles estavam, na quarta-feira (20/02), ao lado do deputado federal e pré-candidato a prefeito de Fortaleza, Capitão Wagner (Pros), na tentativa frustrada de uma audiência com o governador Camilo Santana (PT), para “mediar os interesses da categoria”, como noticiou o jornal cearense O Povo. O governador não recebeu o grupo.


A notícia da presença destes dois assessores de Damares Alves aparece perdida no meio de uma reportagem do mesmo jornal na qual o Capitão Wagner tenta sustentar o insustentável. Alega que os tiros dado no senador Cid Gomes (PDT) foram legítima defesa – Wagner diz que tiros em Cid foram “legítima defesa” e pretende registrar B.O contra senador. Na reportagem consta o que destacamos na ilustração abaixo.


Leia a matéria completa no Blog do Marcelo Auler

PT pedirá convocação de Moro por abuso de autoridade contra Lula

O PT vai convocar o ministro Sergio Moro para explicar o abuso de autoridade cometido na convocação do ex-presidente Lula com base na lei de Segurança Nacional


A reportagem do site Congresso em Foco destaca que "Lula foi requisitado a comparecer na Polícia Federal (PF), que é subordinada a pasta de Moro, para prestar depoimento sobre declarações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A recomendação era para que se apurasse um discurso em que Lula relacionou Bolsonaro às milícias."


A matéria ainda acrescenta que "a PF, no entendo, divulgou uma nota na noite de quarta-feira (19), onde afirmou que Moro "não solicitou" que o ex-presidente Lula fosse investigado por crime enquadrado na Lei de Segurança Nacional. Porém, em nota divulgada pela pasta de Moro, a assessoria confirmou que partiu do ministério o pedido de investigação. A presidente do partido dos trabalhadores, Gleisi Hoffman (PR), diz que Sergio Moro está mentindo."


Fonte: Brasil 247

Bolsonaro comete crime de racismo em sua live e diz que negro queimou quando demorou para nascer

“O negão é o Hélio, hein. Meu irmão que demorou para nascer. Demorou 10 meses para nascer. O Hélio deu uma queimadinha. Deu uma queimadinha no Hélio aí. Senão, ele seria a minha cara”, disse Bolsonaro, se referindo ao deputado Hélio Lopes (PSL-RJ)


Em sua live semanal no Facebook, Jair Bolsonaro voltou a tecer comentários racistas em tom de piada ao afirmar que o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ) deu uma “queimadinha” porque “demorou para nascer”.


Bolsonaro falava sobre o aumento da verba destinada a soldados para o pagamento de diárias, quando pediu para o deputado aparecer na transmissão e perguntou um exemplo de comida do cardápio do Exército.
“O negão é o Hélio, hein. Meu irmão que demorou para nascer. Demorou 10 meses para nascer. O Hélio deu uma queimadinha. Deu uma queimadinha no Hélio aí. Senão, ele seria a minha cara”, disse Bolsonaro ao risos antes de o deputado se retirar. 


Fonte: Brasil 247

Apresentador da Band é demitido após chamar repórter da Folha de “vagabunda”

Além de apresentador, ele também é vereador em Belém e foi expulso do Podemos



Vereador da cidade de Belém e apresentador do programa policial Metendo Bronca, da RBATV, afiliada da Band no Pará, Joaquim Campos foi demitido da emissora nesta quinta(20) depois de se unir ao coro de detratores e ofender a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo.
Em um discurso na Câmara de Vereadores de Belém na última quarta (19), Joaquim Campos repetiu a notícia falsa de que Patrícia queria sexo para conseguir informações contra o presidente Jair Bolsonaro sobre disparo de mensagens de Whatsapp e fake news nas eleições de 2018.
Joaquim pediu a palavra durante o discurso de outro vereador e fez insinuações sexuais contra Patrícia, chamando a jornalista de “vagabunda”, reafirmando seus pensamentos em rede social: “Não concordo que trocar informações por sexo seja jornalismo”, disse o vereador. A fala rapidamente foi criticada pelos seus colegas e viralizou.


O governador do Pará, Hélder Barbalho, pediu sua demissão da emissora o quanto antes na noite desta última quarta. A família Barbalho é dona da RBATV/Band, a melhor emissora da rede em faturamento e audiência.



RBATV soltou um comunicado afirmando que discorda das opiniões de Joaquim Campos e que ele será demitido do programa Metendo Bronca.
O Podemos, partido de Joaquim Campos, também afirmou , em nota enviada para o conselho de ética do partido, um ofício pedindo a investigação do apresentador por quebra de decoro parlamentar.
Comunicado da emissora


Fonte Revista


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Inimigo da democracia, general Heleno não pode permanecer à frente do GSI

Impossível passar uma borracha sobre o grotesco conselho do general Augusto Heleno a Jair Bolsonaro, escreve Paulo Moreira Leite, do Jornalistas pela Democracia



Referindo-se aos conflitos entre o Congresso e o Executivo, situação que faz parte do cotidiano das democracias desde as revoltas contra Henrique III no nascimento do parlamentarismo inglês, no século XIII, Augusto Heleno fez uma sugestão tenebrosa.   
“Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, disse,  aconselhando o presidente "a convocar o povo às ruas" em vez de negociar "uma rendição", como definiu as tratativas do Planalto com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.
Conselhos desastrados e colocações impróprias do ponto de vista da democracia são um traço marcante no governo Bolsonaro em geral e de Augusto Heleno em particular.  
Como dias atrás recordou o jornalista Roldão Arruda, no texto "O General e o Papa", Heleno definiu o encontro de Lula e Francisco como "um exemplo de solidariedade a malfeitores, tão a gosto dos esquerdistas".
Também classificou Thays Oyama, autora de "Terremoto," um apanhado competente sobre o primeiro ano do governo Bolsonaro, como uma "jornalista medíocre".  E por aí vai.


O caso aqui é de outra natureza. Sabemos que as opiniões de um ministro militar -- muito menos no governo Bolsonaro -- jamais devem ser encaradas como manifestações inofensivas, como se traduzissem a opinião de um crítico de arte numa exposição sobre o cubismo em 1930. O simples bom senso leva a reconhecer uma intenção oculta no jogo permanente de pressões e contrapressões subterrâneas da conjuntura do país.
Mesmo admitindo que todo cidadão tem o direito legítimo de manifestar uma opinião, um ministro de Estado não tem direito a manifestar opiniões ilegítimas, em desacordo com o conjunto de leis em vigor no país. Este é o caso do general Augusto Heleno. 
Responsável pela máquina secreta de informações que trabalha dia e noite para o governo, numa atividade que a sociedade brasileira não controla nem sabe como funciona, mas tem um histórico conhecido de tragédias e desastres acumulados, o conselho a Bolsonaro não foi um palpite numa mesa de bar.


Num país onde o artigo 2 da Constituição define que Legislativo, Executivo e Judiciário são "poderes harmônicos e independentes entre si", a proposta foi um "foda-se" dirigido ao Estado Democrático de Direito. Não se pode aceitar que um cidadão com esta visão esteja a frente de um instrumento tão poderoso para prejudicar o Brasil e os brasileiros. É fácil enxergar aonde ele quer chegar.
Alguma dúvida?
(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

Partido de Bolsonaro só consegue validar 2,9 mil assinaturas

Quantidade de assinaturas equivale a 0,6% do necessário para validar a sigla

O Aliança pelo Brasil, novo partido do presidente Jair Bolsonaro lançado há dois meses, conseguiu validar apenas 2,9 mil assinaturas, o que equivale a 0,6% do necessário para criar a sigla. Para que a legenda saia do papel, ainda são necessários cerca de 490 mil apoiamentos.
Nesse ritmo, é possível que a legenda bolsonarista não concorra às eleições deste ano, já que precisaria de todas as assinaturas até o início de março.


O próprio presidente já não apresenta tanta urgência em lançar o partido a tempo de concorrer as eleições municipais deste ano. De acordo com a Folha de S. Paulo, aliados de Bolsonaro afirmam que o ex-capitão entendeu que o novo partido só deve ter a quantidade de assinaturas necessárias por volta de julho.
Sem a possibilidade de concorrer com candidatos da própria legenda, o presidente também tem afirmado que rejeita a ideia de apoiar políticos de outros partidos. O medo de Bolsonaro é que qualquer apoio a um candidato que não vingue nas eleições pode prejudicar seu governo, assim como em uma eventual tentativa de reeleição em 2022.


Fonte: Revista Fórum

Governo Bolsonaro libera R$ 135 bilhões para bancos usarem como quiserem

O BC (Banco Central) anunciou nesta quinta-feira (20) duas medidas para reduzir o volume de recursos de clientes que os bancos não podem usar para conceder crédito. Em conjunto, as ações têm potencial de injetar R$ 135 bilhões na economia.



De acordo com a autarquia, a decisão não tem o objetivo de estimular a atividade econômica. O BC também reconhece que esse montante potencial não necessariamente será liberado para empréstimos e que a decisão sobre o uso dos recursos caberá exclusivamente aos bancos.

Na primeira medida, a alíquota do recolhimento compulsório de recursos a prazo será reduzida de 31% para 25% a partir de 16 de março. O impacto da liberação será de R$ 49 bilhões.



O compulsório é a parcela de dinheiro dos clientes que os bancos deixam retida no BC. Os depósitos a prazo são feitos quando o cliente investe em um título do banco.

Agora, será ampliado o limite de depósitos compulsórios que poderão ser usados para atender a essa exigência. Com a medida, serão destravados mais R$ 86 bilhões.

As regras alteradas existem como forma de proteger o sistema financeiro, garantindo que haja recursos disponíveis em momentos de estresse no mercado para absorver choques de demanda.



Fonte: Folha

“Flávio Bolsonaro nos visitou mais de uma vez”, afirma ex-PM que esteve preso com Adriano da Nóbrega

Ítalo Ciba, que atualmente é vereador do Rio, também recebeu homenagem do filho de Bolsonaro


De acordo com o vereador Ítalo Ciba (Avante-RJ), que também é sargento da Polícia Militar e esteve preso junto com o ex-capitão do Bope, o miliciano Adriano da Nóbrega, o senador Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ) visitou os dois mais de uma vez na prisão.
Além disso, segundo ele, o ex-capitão do Bope frequentava o gabinete de Flávio a convite de Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio.

Ciba integrava o Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 16º BPM (Olaria), comandado por Adriano. Em 4 de novembro de 2003, ele, Adriano e outros seis policiais receberam de Flávio na Assembleia Legislativa uma “moção de louvor”.
Foi logo depois que eles foram presos e começaram a responder um processo criminal por homicídio, tortura e extorsão. Na ocasião, Flávio os visitou na prisão. Questionado sobre as visitas, o senador respondeu, por nota, que esteve apenas uma vez na cadeia, em 2005, para ver Adriano e entregar a medalha Tiradentes — maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).



“Não há nenhuma relação de Flávio Bolsonaro ou da família com Adriano”, diz a nota.


Ciba diz que conheceu Adriano em 2002 quando foi trabalhar no 16º BPM. “Sei que ele (Adriano) se dava muito bem com o Flávio, devido ao (Fabrício) Queiroz. Queiroz trabalhou com Adriano lá atrás. Eu sei que o Adriano, de vez em quando, o Queiroz chamava pra ir lá no gabinete. Ele (Adriano) ia no gabinete, quando nós estivemos presos o Flávio foi lá visitar a gente. Mais de uma vez”, afirmou.
Fonte: Globo