sábado, 19 de outubro de 2019

Balbúrdia do PSL: milhões, trapaças e tuítes fumegantes

Comando da legenda suspende cinco deputados e afasta filhos do presidente de diretórios do Rio e de São Paulo. Disputa da sigla que revolucionou direita chegará à Justiça



Quando, há dez dias, Jair Bolsonaro pediu para um militante do PSL esquecer o “queimado” presidente da legenda, Luciano Bivar, ele acendeu o fósforo em um caminho de pólvora que aparentemente só tem um destino, um barril prestes a explodir. De lá para cá, já houve vazamentos de gravações clandestinas envolvendo reuniões parlamentares e chamadas telefônicas de Bolsonaro, xingamentos de toda sorte (um deles chamou o presidente de "vagabundo", outro falou que uma parlamentar é "falsa"), tentativas e deposições de líderes do partido e do Governo, além de muito bate-boca pela imprensa e pelas redes sociais. Por fim, as movimentações dos últimos dias demonstraram que o partido está longe de um consenso e ressaltaram que há duas alas bem identificadas no momento, os bolsonaristas e os pró-Bivar.

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