sábado, 6 de abril de 2019

Vélez e Bolsonaro formam a “tempestade perfeita”, diz educador que foi desconvidado para o MEC

Em novembro de 2018, o educador e diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, aceitou convite para ser o ministro da Educação no governo Bolsonaro. Mas, por influência da bancada evangélica, o presidente recuou e nomeou para o posto Ricardo Vélez Rodríguez.
Três meses depois do início da gestão, Ramos observa de longe a paralisia do MEC e é taxativo ao dizer que a inabilidade de Vélez e o fato de Bolsonaro permitir interferências externas na pasta formam a “tempestade perfeita” que está na origem da crise do ministério.

Ramos lança na semana que vem o livro “Sem educação não haverá futuro” (Moderna), que reúne artigos seus publicados na imprensa de 2016 a 2018, sobre os principais gargalos no setor.

Fonte: Globo
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