quinta-feira, 28 de março de 2019

Preço do feijão subiu 81% desde que Bolsonaro assumiu; em alguns lugares aumento chega a 124%

O feijão carioca voltou a ser um vilão para o bolso dos brasileiros. O preço do produto subiu 81,5% só nos dois primeiros meses deste ano, de acordo com dados da inflação oficial divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Somente em fevereiro, a alta foi de 51%.

Em meados de 2016, o feijão já havia sido um dos vilões da inflação e chegou até a inspirar memes nas redes sociais.


Em 2019, o aumento foi generalizado, mas pior em algumas regiões do país. Por exemplo, o preço do feijão carioca mais que dobrou para moradores de Campo Grande (123%), Aracaju (115%) e Belém (104%). Na capital baiana, local onde o IBGE registrou o menor avanço, o aumento foi de 56% nos dois primeiros meses do ano.

Veja a variação do preço do feijão carioca nas regiões pesquisadas pelo IBGE neste ano:


Campo Grande: +123,78%
Aracaju: +115,62%
Belém: +104,96%
Rio Branco: +97,24%
Recife: +91,12%
Fortaleza: +88,20%
Belo Horizonte: +88,05%
Brasília: +87,95%
Goiânia: +83,23%
São Luís: +79,26%
São Paulo: +75,21%
Vitória: +70,92%
Curitiba: +67,91%
Salvador: +56,35%


Só em fevereiro, o preço do produto aumentou 51,58% no país. Campo Grande (82%) e Aracaju (78%) foram as capitais que registraram as maiores altas no último mês.

Tradicionalmente, por causa da sazonalidade da safra, é esperado que o preço do feijão carioca aumente nos primeiros meses do ano. Em 2019, no entanto, a alta foi maior do que o esperado. Para Lüders, isso se deve a uma combinação de três fatores:


Fonte: UOL
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