terça-feira, 26 de março de 2019

Com pedido de Bolsonaro para comemorar 64, #DitaduraNuncaMais chega ao topo dos Trends do Twitter

#DitaduraNuncaMais é o assunto mais comentado no Twitter na manhã desta terça (26). São mais de 40 mil mensagens.

O assunto chegou ao topo dos Trending Topics após Bolsonaro pedir para militares comemorarem o Golpe de 64.


Confira alguns posts.

Cada vez que um jornalista ignora as tragédias da Ditadura Militar contra a humanidade, Vladimir Herzog aparece morto novamente numa cela do DOI-Codi, misteriosamente morto, apesar de todos saberem o porque e como ele morreu.

Quantas vezes ele terá de morrer?
285 pessoas estão falando sobre isso

Os maiores clubes de futebol da Argentina lembrando os 43 anos do golpe militar no país e se manifestando contra a ditadura e a favor da memória, da verdade e da justiça.

Aqui, o presidente incentiva a celebração do golpe.

Que tristeza, Brasil.
524 pessoas estão falando sobre isso
Faltou ao Brasil um processo profundo de justiça de transição que punisse os responsáveis pelo terrorismo de Estado praticado durante a ditadura militar. Por conta disso, fanáticos de direita sentem-se hoje à vontade para dizer que não houve ditadura no Brasil.
162 pessoas estão falando sobre isso
Uma pessoa que elogia torturadores não quer nada com democracia. Não vai pacificar coisa alguma. Quer discórdia, pois depende dela para existir politicamente.

Pois se prepare, pq está mexendo num vespeiro.

Ninguém vai voltar quieto para o pau de arara.
150 pessoas estão falando sobre isso
não ta suave.

querer comemorar um período sombrio, de medo, dúvidas, insegurança constante, desaparecimentos, dor — pra que? pra quem?

é uma afronta. e a assinatura no atestado de profunda ignorância.
668 pessoas estão falando sobre isso
Nada mais justo do que recuperar essa lembrança dos tempos de campanha quando o companheiro @GuilhermeBoulos disse em rede nacional.
Que nunca se esqueça, para que nunca mais aconteça.
58 pessoas estão falando sobre isso
Bolsonaro não passa vergonha só no Brasil. No Chile, minimizou a ditadura Pinochet. No Paraguai, elogiou Stroessner. Todos se constrangeram diante das declarações porque todos aprenderam com a própria história. Bolsonaro não.
131 pessoas estão falando sobre isso

Fonte: DCM 







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