GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

domingo, 5 de julho de 2020

Jair Bolsonaro fez centenas de trocas de assessores e há suspeita fortíssima de rachadinha

A análise dos documentos relativos aos 28 anos em que Jair Bolsonaro foi deputado federal, de 1991 a 2018, mostra uma intensa e incomum rotatividade salarial de seus assessores, atingindo cerca de um terço das mais de cem pessoas que passaram por seu gabinete nesse período.


O modelo de gestão incluiu ainda exonerações de auxiliares que eram recontratados no mesmo dia, prática que acabou proibida pela Câmara dos Deputados sob o argumento de ser lesiva aos cofres públicos.

Nove assessores de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) que tiveram o sigilo quebrado pela Justiça na investigação sobre “rachadinha” (desvio de dinheiro público por meio da apropriação de parte do salários de funcionários) na Assembleia Legislativa do Rio foram lotados, antes, no gabinete do pai na Câmara dos Deputados.

É o caso da assessora Marselle Lopes Marques, que ficou cerca de um ano e meio lotada no gabinete de Bolsonaro, em 2004 e 2005.

Ela ingressou com um dos menores salários, R$ 261 (valores da época). Três meses depois, foi mudada de cargo e dobrou a remuneração. Com um ano, passou a ganhar o maior contracheque entre todos os assessores, R$ 6.011. Três meses depois, o salário foi cortado em 90%.

Nomeada posteriormente no gabinete de Flávio, no Rio, Marselle é uma das investigadas no suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia.

Filha do policial militar aposentado Fabrício Queiroz (pivô do escândalo das “rachadinhas” e atualmente preso no Rio), Nathália Queiroz também passou por oscilações salariais no gabinete de Jair Bolsonaro até ser demitida, em 15 de outubro de 2018, mesmo dia em que seu pai foi exonerado por Flávio.

Como mostrou a Folha, ao mesmo tempo que era contratada na Câmara, ela atuava como personal trainer no Rio?.


Leia mais na Folha de São Paulo

Vídeo: Padre diz que Bolsonaro é ‘bandido’ e que eleitores devem confessar pecado

Um padre de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, fez duras críticas a Jair Bolsonaro e ainda passou um sermão nos fiéis da cidade, que segundo ele, deveriam se confessar do pecado por elegê-lo presidente.
O pároco Edson Adélio Tagliaferro, da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, ainda chamou Bolsonaro de bandido. A fala polêmica ocorreu durante uma missa exibida pela internet na noite da última quinta-feira, 2.

“Vocês querem que eu fale aquilo que todo mundo fala, que não deixam ele trabalhar? Não! Bolsonaro não presta. Bolsonaro não vale nada. E quem votou nele devia se confessar, pedir perdão a Deus pelo pecado que cometeu, porque elegeu um bandido para presidente”, disse o pároco.
Na homilia, o padre mostrou não ser isento na política, mesmo sendo alertado por fiéis e até pela própria mãe, e afirmou que Jesus morreu crucificado por “dizer a verdade”.
“Muitas pessoas dizem: padre, cuidado com o que você fala na homilia porque tem gente que não gosta. Ué, o que a gente tem que falar na homilia, senão aquilo que Deus nos pede para falar. Se a gente tá vendo que o governo não presta, o padre não pode falar que o governo não presta porque o povo não quer ouvir isso?”, indagou.
Durante a missa, o padre Adélio Tagliaferro orou pelos mortos, incluindo as vítimas da covid-19, e lembrou os fiéis que “nós ainda não temos ministro da Saúde”.
Em entrevista ao jornal O Nogueirense, o padre disse que o vídeo não passa o contexto do sermão. “Não sei porque estão passando isso, é ainda cortado em um trecho específico. Se pegarmos as leituras temos o contexto da fala. Sei lá o que estão querendo com isso”.


Fonte: Catraca Livre

sábado, 4 de julho de 2020

Ministério Público do Rio resolve aguardar STF antes de apresentar denúncia contra Flávio e Queiroz

O Ministério Público do Rio de Janeiro decidiu que só vai apresentar denúncia contra Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro após a decisão do plenário do STF sobre manter ou não o caso no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio.


O próprio MP apresentou uma reclamação ao Supremo para que o caso volte à primeira instância da Justiça do Rio. Caso o STF devolva à primeira instância, a denúncia poderá ser apresentada já no dia seguinte.


Fonte: Época

Rodrigo Maia: Dallagnol deixou claro que a Lava Jato é um movimento político

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), destacou que o procurador Deltan Dallagnol deixou claro que a Operação Lava Jato é um movimento político. "Deltan deixou claro que é um movimento político porque ele disse que as ações contra a Lava Jato são para prejudicar a candidatura de Moro em 2022", disse Maia em live do Grupo Prerrogativas transmitida na TV 247. 


"Tem alguns ambientes no nosso País que acham que estão acima de Deus. Quer dizer: todos podem ser fiscalizados, menos alguns. Nosso Conselho nacional do Ministério Público precisa começar a funcionar, a punir. A constituição do CNMP, como está montado, tem gerado mais impunidade do que qualquer outra coisa", acrescentou.


O parlamentar fez referência à declaração de Dallagnol, após o procurador afirmar que, "com o desembarque do ex-ministro Sergio Moro da parte da Justiça, passou a interessar ao governo e aos seus aliados a desconstrução do ex-ministro Sergio Moro e da Lava Jato, de que ele é símbolo, pelo receio de que ele venha eventualmente a concorrer em 2022".


Fonte: Brasil 247