GOLPE DURO PARA BURGUESADA: Lula foi capa do maior jornal francês e Papa Francisco se manifestou

A carta de Lula, direto da prisão, foi capa de destaque do mais importante jornal francês, o Le Monde.

Rússia e China: pesadelo dos EUA se torna realidade

A nova política dos EUA em relação à China está levando à aproximação entre Moscou e Pequim, comenta o analista russo Timofei Bordachev.

URGENTE: Lava Jato pode ter fraudado documentos para incriminar Lula; CONFIRA CÓPIAS!

Surgem novos documentos que podem comprovar o que declarou o deputado Sibá em um encontro realizado no último sábado (5).

Lula preso sem provas, Paulo Preto ''com cem milhões" solto. Justiça?

Se alguém do campo progressista ainda tinha dúvidas sobre o posicionamento político do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram relembrados nesta sexta-feira, 11.

Engenheiros da Petrobrás dizem que política de preços de combustíveis beneficia grupos estrangeiros

A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial “Política de preços de Temer e Parente é ‘America First!’ “, de dezembro de 2017.

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Bolsonaro pede que população resolva a maior crise hídrica em 90 anos, com banho frio e abandono de elevador

 


 O Globo - O presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir à população, durante sua live semanal, nesta quinta-feira, que tome atitudes para combater o risco da falta de energia devido à atual crise hídrica. Ele enfatizou que, se não chover, o país poderá ter "problemas" no futuro.




Desta vez, além de pedir que "apague uma luz em casa", o líder do Executivo nacional sugeriu que as pessoas deixem de usar o elevador.

— Aqui (no Palácio da Alvorada) são três andares. Quando tem que descer, mesmo que o elevador esteja aberto na minha frente, eu desço pela escada. Se puder fazer a mesma coisa no seu prédio... Ajude a gente. Quanto menos mexer no elevador, mais economia de energia nós temos — disse Bolsonaro durante a live.



Maior crise hídrica em 90 anos

No final de agosto, o presidente já havia feito apelo semelhante durante outra apresentação ao vivo nas redes sociais.

Bolsonaro ainda pediu para que se façam outros sacrifícios no dia a dia em casa, como tomar banho frio:



— Tomar banho é bom, mas se puder tomar banho frio, é muito mais saudável. Ajude o Brasil.

O presidente acrescentou:

— Até faço um pedido para você agora: tem uma luz acesa a mais na sua casa? Por favor, apague. Nós estamos vivendo a maior crise hidrológica dos últimos 90 anos. Se você puder apagar uma luz na sua casa, apague. Se puder desligar seu ar-condicionado, se não puder... Está com 20ºC, passa para 24ºC, gasta menos energia.



Enquanto cientistas alertam que questões como desmatamento para utilização de terras pela agropecuária e incêndios florestais estão associados diretamente ao aumento da crise hídrica, pouco ou nada tem sido feito pelo governo para combater esses problemas.

Ao contrário, o desmonte da estrutura de fiscalização tem permitido que essa situação se amplie consideravelmente.



Ainda durante a gestão do então ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, o que se viu foi a dilapidação do orçamento federal. O corte da verba total da pasta chegou a 35,4%, atingindo em cheio, sobretudo, a manutenção de estruturas de fiscalização, que necessitariam de um mínimo de R$ 110 milhões.

No entanto, acabaram tendo que se equilibrar com insuficientes R$ 83 milhões para combater desmatamento ilegal, inspecionar níveis de poluição, uso de agrotóxicos, mineração ilegal, tráfico de animais silvestres e madeira etc.



Aumento de tarifa

Uma das únicas ações, até agora, tomadas na esfera federal veio através da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que anunciou, no fim de agosto, a criação de uma nova bandeira tarifária, que taxou o consumidor no valor de R$ 14,20 por 100kW/h, desde 1º de setembro. O novo valor representa um aumento de 49,6% (ou R$ 4,71) em relação à atual bandeira vermelha de patamar 2.

Moro chega ao Brasil para debater futuro político e pode trocar disputa à presidência pelo Senado

 


O GloboQuem diria, depois de todo o estrago que causou no Brasil, como quem nada fez de errado, o ex-herói chega ao país e pretende se candidatar à Presidência ou ao Senado.

O ex-ministro da Justiça e ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro aterrissa hoje no Brasil para uma série de conversas sobre seu futuro político. As agendas com lideranças políticas e empresariais que querem lançá-lo como candidato à presidência em 2022 acontecerão em Curitiba, São Paulo e Brasília. Moro ainda não bateu o martelo sobre sua decisão, mas aliados do ex-juiz acreditam que, hoje, sua tendência é concorrer a uma vaga no Senado.


Esse seria um caminho para Moro voltar a ocupar um papel relevante no cenário político nacional depois de sua saída do governo Bolsonaro, em abril de 2020. Outro fator que pesa contra Moro se lançar como candidato ao Palácio do Planalto é sua família, que não tem mostrado muita disposição em enfrentar uma campanha que promete tensão de sobra, com Lula e Bolsonaro como adversários.Esse seria um caminho para Moro voltar a ocupar um papel relevante no cenário político nacional depois de sua saída do governo Bolsonaro, em abril de 2020. Outro fator que pesa contra Moro se lançar como candidato ao Palácio do Planalto é sua família, que não tem mostrado muita disposição em enfrentar uma campanha que promete tensão de sobra, com Lula e Bolsonaro como adversários.


Esse seria um caminho para Moro voltar a ocupar um papel relevante no cenário político nacional depois de sua saída do governo Bolsonaro, em abril de 2020. Outro fator que pesa contra Moro se lançar como candidato ao Palácio do Planalto é sua família, que não tem mostrado muita disposição em enfrentar uma campanha que promete tensão de sobra, com Lula e Bolsonaro como adversários.




O Podemos defende que Moro concorra à presidência da República, mas deu opções ao ex-juiz para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná ou por São Paulo. Pesquisas feitas pelo partido com o nome de Moro foram apresentadas a ele recentemente.

O ex-juiz prometeu dar sua posição em outubro, quando acaba o contrato com a consultoria Alvarez & Marsal, onde trabalha nos EUA.





Dono da Prevent Senior diz que ficou eufórico quando achou que “tratamento precoce” reduziria internações


 Folha de S.Paulo  - O empresário Fernando Parrillo, proprietário da Prevent Senior, concedeu entrevista à Folha de S.Paulo, na qual comenta as acusações de que a empresa usou pacientes como cobaias e cometeu fraude em atestados de óbito, omitindo a causa de mortes.

A empresa se engajou na campanha do governo Bolsonaro em favor da aplicação do kit covid, com medicamentos ineficazes para o tratamento da doença. O empresário declara que a Prevent Senior fez um "acompanhamento observacional de pacientes", para testar o uso desses medicamentos. 

A empresa tinha a expectativa de, por razões econômicas, evitar internações com o uso de medicamentos como a hidroxicloroquina associada à azitromicina. A prática é condenada pela comunidade médica do país e do mundo. 





"Quando percebemos que o tratamento precoce evitava internações, ficamos eufóricos, dissemos: aqui tem uma esperança".

A esperança de que fala o empresário da operadora de plano de saúde era a de evitar gastos com internação de pacientes por meio da aplicação do chamado tratamento precoce. Os planos de saúde só são lucrativos se as pessoas pagam e não usam o sistema hospitalar. Quando chegou a pandemia, a Prevent Senior encontrou no kit covid o meio para ministrar apenas "tratamento ambulatorial". 




A estratégia empresarial se conjugou com a do governo Bolsonaro de não comprar vacinas e ao mesmo tempo manter a economia funcionando, fugindo à recomendação da comunidade médica internacional e nacional que consistia em promover o isolamento social para evitar o contágio em massa.  

Com quase 600 mil mortos no Brasil, Bolsonaro questiona: “Por que vacinar a garotada?”

 


DCMO presidente Jair Bolsonaro (sem partido) resolveu, nesta quinta (23), questionar a vacinação de adolescentes. Durante live semanal, o mandatário e ainda afirmou que Michelle Bolsonaro resolveu tomar o imunizante.



Ontem (22), o ministério da Saúde voltou atrás na decisão de suspender a imunização adolescentes sem comorbidades. A pasta recuou após críticas. Brigado com a Anvisa, Bolsonaro ainda disse que precisa de um comandante para resolver esse assunto.





“Falta um comandante pra isso aí. Se eu fosse um comandante não estaria assim, mas não sou o comandante. Por que o interesse em vacinar a garotada?”, questionou ele que fez mistério sobre sua vacinação.

“Minha esposa veio pedir minha opinião. Tomo ou não tomo? Eu dei minha opinião, não vou falar qual foi, mas foi dizer a decisão dela. Ela decidiu tomar a vacina, tomou”, disse.




As afirmações do presidente acontece próximo aos 600 mil mortos por covid-19 no Brasil.



Bolsonaro x Anvisa

O presidente deixou claro que reclamou com os servidores da agência e voltou a fazer insinuação negativa sobre as vacinas contra Covid-19.



“A Anvisa recomendou que eu ficasse de quarentena, eu até questionei o pessoal. ‘Até quem tá vacinado tem que estar de quarentena? Vocês não acreditam na ciência?’”, afirmou o governante brasileiro.

Ele precisa ficar cinco dias em quarentena, porque teve contato com o ministro da Saúde. Marcelo Queiroga, que está em Nova York, foi diagnosticado com Covid. Agora terá que ficar nos Estados Unidos pelos próximos 12 dias.